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Posts com a Tag Ministério da Agricultura

quinta-feira, 13 de junho de 2013 Governo | 16:00

PMDB na Câmara agora mira ministro da Agricultura

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O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, virou o novo alvo das reclamações da bancada do PMDB na Câmara.

Como já virou costume novos integrantes da Esplanada dos Ministérios, parlamentares peemedebistas não se cansam de difundir queixas pelos corredores, alegando que o ministro, até agora, não fez nomeações na pasta.

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sábado, 14 de julho de 2012 Governo | 07:04

Governo quer novo órgão para gerir agronegócio no país

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O ministro da Agricultura determinou a criação de um Grupo de Trabalho para estruturar um novo sistema assistência técnica e extensão rural para atender o agronegócio.

A idéia é criar um novo órgão que sistematize a política de liberação de recursos do Plano Mafra, que este ano destina R$ 118 bilhões para o setor.

O governo também quer que o novo órgão desburocratize a política de auxílio técnico para o agronegócio, hoje conduzida em boa parte pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Economia | 13:59

Abate ilegal de bois faz secretário só comer carne vermelha com selo de qualidade

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Muita gente se comove, com razão, claro, diante de casos de maus tratos a animais domésticos, mas ignora que a carne vermelha que é servida à mesa dos brasileiros pode ser resultado de crueldades semelhantes.

O abate ilegal de bovinos no país só tem aumentado, como se sabe, devido à demanda aquecida pela ascensão de novos brasileiros ao consumo de carne.

Bois são mortos à machadada diante da passividade de fiscais estaduais e municipais em abatedouros públicos – ou clandestinos. Agora, o Ministério da Agricultura pretende acabar com a farra.

Estuda a adoção de um sistema unificando o trabalho de inspeção nos moldes do Serviço de Inspeção Federal (SIF), que hoje só é exigido em casos de carnes comercializadas de um estado para outro e as destinadas à exportação.

O Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) já existe, mas o secretário de Defesa do ministério, Francisco Jardim, quer acelerar a sua expansão. Atualmente a adesão de estados e municípios ao Suasa é voluntária.

A propósito, Jardim revelou, em conversas com representantes do setor, que ele mesmo só come carne vermelha no Brasil com o selo do SIF.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Governo | 21:53

As pressões sobre Rossi

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No início da semana, a presidenta Dilma Rousseff ligou para Wagner Rossi e garantiu que ele estava “firme como um muro” no Ministério da Agricultura.

Mas se tem um trecho em sua carta de demissão que deve ser levado em conta é: “Hoje, minha esposa e meus filhos me fizeram carinhosamente um ultimato.”

Na verdade, a pressão da família (cinco filhos e treze netos) foi muito forte e começou no sábado quando Rossi foi alvo de mais denúncias na imprensa.

Ontem, nova pressão depois do caso da carona do avião divulgado pelo Correio Braziliense. Desta vez, no entanto, foi a pressão arterial. Chegou a 18 por 14 em uma das medições.

Dona Sinei, sua mulher, percebendo que o bombardeio nunca teria fim, deu, então, o tal do ultimato. Foi acompanhada pelos filhos de Rossi.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Governo | 13:58

Lobista Júlio Fróes já foi preso por tráfico de drogas

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O lobista Júlio César Fróes Fialho, denunciado pela revista Veja por tráfico de influência no Ministério da Agricultura, é antigo conhecido da Justiça.

Em 1992, ele estampou jornais do Ceará ao ser preso pela Polícia Federal no Aeroporto de Fortaleza, acusado de tráfico de drogas. Carregava meio quilo de cocaína na mala. Foi transferido para o presídio de Contagem, em Minas Gerais, onde cumpriu pena por três anos.

Na época, Júlio Fróes usava outro nome. Apresentou-se para a polícia como César Fialho.

* Colaborou Daniel Aderaldo, do iG Ceará

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Brasil | 09:02

Ana Maria Machado: “Os eleitores têm a ver com a falta de ética na política”

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Ana Maria Machado (Foto: AE)

Em meio às denúncias de corrupção nos ministérios dos Transportes e da Agricultura, a Academia Brasileira de Letras promove, no próximo dia 9, um debate sobre ética na política.

O ministro das Relações Exteriores do governo Fernando Henrique Cardoso, Celso Lafer, será o palestrante principal do evento que faz parte do ciclo de conferências Ética e Cidadania em Tempos de Transição.

Coordenadora do projeto, a escritora Ana Maria Machado afirma que o objetivo do evento é provocar do reflexão. “A maioria desses políticos corruptos foi eleita por maioria dos votos. Representam os eleitores que sistematicamente têm votado neles e nos seus partidos. Então os eleitores e o sistema também têm algo a ver com isso. Ou não?”, questiona nesta entrevista ao Poder Online.

Poder Online – Quais as consequências para a sociedade quando a falta de ética de alguns políticos torna-se desculpa ou justificativa para atos de corrupção?

Ana Maria Machado – É exatamente isso que o ciclo Ética e Cidadania em Tempos de Transição está tentando examinar e analisar, com diferentes enfoques – como o do historiador Boris Fausto, o da sociólogo e escritora Rosiska Darcy de Oliveira, o do professor de filosofia do direito Celso Lafer, o do antropólogo Roberto DaMatta. Mas essa análise não pode ficar apenas na superficialidade de carimbar rótulos nos outros. Afinal, a maioria desses políticos corruptos foi eleita por maioria dos votos. Representam os eleitores que sistematicamente têm votado neles e nos seus partidos. Muitos deles são reeleitos, mesmo depois de já terem sido expostos como corruptos e condenados nas primeiras instâncias. Então os eleitores e o sistema também têm algo a ver com isso. Ou não?

Poder Online – Ética e política são incompatíveis?

Ana Maria Machado – Claro que não. A ética é compatível com todas as atividades humanas, em todos os seus aspectos é a marca da civilização. Por isso deve ser sempre reforçada e aprimorada.

Poder Online – A sociedade, no dia a dia, em pequenos atos demonstra uma tendência a abandonar o comportamento ético?

Ana Maria Machado – Não sei se é o caso de generalizarmos assim, com essas afirmações vagas e no ar. Mas, sem dúvida, a impunidade alimenta essa tendência. E a superficialidade característica de tempos em que se evita pensar a fundo também contribui para isso. Fica mais fácil jogar a culpa no outro do que parar para examinar o que realmente ocorre.

Poder Online – É possível resgatar valores éticos na sociedade competitiva do século 21?

Ana Maria Machado – Sem dúvida. Achar que não é possível é, justamente, fazer o jogo da antiética.

Poder Online – Quais ações podem sair do ciclo de conferências da Academia Brasileira de Letras?

Ana Maria Machado – O objetivo do ciclo não é provocar ações diretamente, mas suscitar reflexões. Essas reflexões é que irão apontar a cada um o que deve fazer. Achei que podíamos examinar a ética, como um aspecto da filosofia. E lançar um olhar sobre o momento contemporâneo, os tempos que estamos vivendo, que são considerados de transição para alguns novos modelos de comportamento, ligados às novas tecnologias.

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