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Posts com a Tag Nelson Pelegrino

quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Congresso | 17:17

Após desistências, Izar procura relator para analisar denúncia contra petista

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O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, Ricardo Izar (PSD-SP) terá de escolher outro relator para conduzir a apuração contra o deputado Afonso Florence (PT-BA).

Florence, Rui Costa (PT-BA) e Nelson Pelegrino (PT-BA) são alvo de representação do DEM e do PSDB depois que foram citados numa reportagem por supostamente terem se envolvido no desvio de dinheiro destinado à construção de 1.120 casas populares para famílias de baixa renda.

Dos três sorteados para ficar com a relatoria específica da parte que diz respeito a Florence, dois já desistiram de assumir a responsabilidade. Zequinha Marinho (PSC-PA) abriu mão assim que foi sorteado e Roberto Teixeira (PP-PE) alegou uma viagem para declinar do convite.

Izar pretende indicar Mauro Lopes (PMDB-MG). Acontece que Lopes é cotado para ser indicado pelo PMDB para ocupar o Ministério da Agricultura e há quem acredite que poderia querer evitar a tarefa de ter de emitir parecer contra um deputado petista neste momento.

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domingo, 22 de dezembro de 2013 Brasil | 07:00

‘Em momento de restrição orçamentária, preço do caça pesou’, diz Nelson Pelegrino

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Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, o deputado Nelson Pelegrino (PT-BA), acompanhou nos últimos meses todo o processo de compra dos novos caças da Força Aérea Brasileira (FAB). O parlamentar, que viajou para conhecer de perto os projetos que disputavam o contrato, diz acreditar que, além do compartilhamento de tecnologia, o custo menor do sueco Gripen pesou na decisão anunciada nesta semana pela presidente Dilma Rousseff.

“Num momento de restrição orçamentária como o que estamos vivendo no Brasil, o preço pesou na decisão”, diz o parlamentar. Prometendo continuar acompanhando todo o processo de compra dos novos caças, ele afirma que o Brasil que qualquer uma das três propostas – além do Gripen, produzido pela Saab, estavam no páreo a francesa Dassault, com o Rafale, e a americana Boeing, com o F-18 Super Hornet. Confira a entrevista de Pelegrino ao Poder Online:

Nelson Pelegrino (Foto: Divulgação)

Nelson Pelegrino (Foto: Divulgação)

Como o senhor avaliou a decisão da presidente Dilma em favor do Gripen? 
Foi uma boa decisão da presidente, que levou em conta uma série de estudos realizados nos últimos anos. Havia uma vantagem importante no que se refere ao custo desse caça. Tem menor custo de venda, menor custo de manutenção. Sem contar numa disposição de jogar para frente os primeiros pagamentos. Num momento de restrição orçamentária, como o que estamos vivendo no Brasil, o preço pesou na decisão.

O senhor acha que o preço foi a chave?
Não só. Pesou muito o compartilhamento de tecnologia. Eles estavam dispostos a abrir o código-fonte da aeronave. Sem contar que abriram a possibilidade de o Brasil participar de todo esse processo de desenvolvimento da nova geração de caças.

Essa foi a maior dificuldade para o F-18?
Havia uma restrição legal nesse caso, que até foi solucionada. A Boeing até conseguiu autorização do Congresso para compartilhar tecnologia com o Brasil. Mas eles não estavam dispostos a abrir o código-fonte, que seria um avanço importante. O argumento era o de que isso era fundamental para a segurança de voo da aeronave.  Mas também fizeram uma proposta competitiva.

Ainda assim, o ex-presidente Lula preferia o Rafale. Dizia que era estratégico. O senhor acha que Dilma discordava dele ou o cenário mudou de lá para cá?
O ex-presidente Lula de fato achava que a compra dos caças deveria ser usada para fortalecer a parceria estratégica com a França. Ele achava que, como já havia o projeto do submarino, esta era a melhor saída.  Mas a decisão dela foi baseada em estudos conduzidos durante todo o mandato de Lula. Não contrariou o que foi feito antes. Acho que foi uma coisa de olhar da presidente. Ela considerou mais importante diversificar nossos parceiros estratégicos, firmar uma nova parceria na área de Defesa.

O senhor avalia que a crise de espionagem americana foi importante na decisão? 
Eu acredito que isso teve seu peso. Mas não acho que tenha sido determinante. Foi uma escolha técnica, que levou em conta critérios estratégicos para o país. Ainda assim, qualquer uma das três propostas teria sido positiva para o Brasil. São todos bons projetos. De qualquer forma, nós vamos continuar acompanhando todo esse processo.

 

 

 

 

 

 

 

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013 Congresso | 12:00

Dalai Lama presenteia deputados com símbolo de amizade

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O deputado Walter Feldman (PSB-SP) acaba de voltar de uma viagem de 10 dias à Índia.

Ele passou pela cidade de Dharamshala, no norte da Índia, onde, além de um encontro com o Dalai Lama, gravou uma entrevista com o líder religioso.

Feldman pretende publicar nesta quarta-feira na TV Câmara a entrevista que gravou com o Dalai Lama.

Na bagagem, o deputado trouxe dois xales brancos, segundo ele, símbolo de amizade, presentes do líder religioso para o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa, Nelso Pelegrino (PT-BA), e para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Feldman diz que pretende entregar o presente hoje.

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domingo, 14 de outubro de 2012 Eleições | 10:15

PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.

Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?

Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.

Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha  pelo candidato de vocês?

Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.

Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.

Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.

Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.

Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional  Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador  Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.

Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?

Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel  Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.

Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?

Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012 Eleições | 19:05

Temer escalado para amansar Geddel

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O presidente do PMDB, Michel Temer, é quem vai tentar convencer o peemedebista Geddel Vieira Lima da necessidade de o partido apoiar, no segundo turno das eleições em Salvador, o candidato do PT, Nelson Pelegrino, que disputará contra ACM Neto, do DEM.

Principal cacique do PMDB baiano, Geddel está incompatibilizado com o governador Jaques Wagner (PT).

Mas o candidato do partido que foi derrotado na disputa pela Prefeuitura, Mario Kertész, não gostaria de apoiar o neto do ex-governador Antônio Carlos Magalhães.

Se não conseguir o apoio de Geddel para o PT, Temer pedirá que, pelo menos, o PMDB fique neutro.

Ex-deputado, Geddel ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

De fato, seria complicado para um funcionário do Poder Executivo sair em campanha aberta por um candidato de oposição.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Governo | 17:29

Deputados são barrados na posse de Gleisi

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Primeira falha de coordenação política na nova gestão da Casa Civil do governo.

Os deputados Jose Nobre Guimarães (PT-CE), Nelson Pelegrino  (PT-BA) e Paulinho da Força (PDT-SP), e o senador Clésio Andrade (PR-MG) quase não conseguiram acompanhar nada da cerimônia de posse da senadora Gleisi Hoffman na Casa Civil, realizada no Palácio do Planalto.

Seguranças não permitiram que eles passassem pela entrada de autoridades.

Durante boa parte da solenidade, o grupo de parlamentares teve de se contentar com um espaço numa área mais afastada do salão, onde ficou parte da imprensa. Apenas no final a entrada dos quatro foi liberada.

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