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Posts com a Tag Nilma Lino Gomes

sexta-feira, 25 de setembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 10:10

Ministros demissionários resistem ao comando de Rossetto para novo ministério

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Miguel Rossetto. (Foto: Agência Brasil)

Miguel Rossetto. (Foto: Agência Brasil)

O clima de tensão da conversa entre a presidente Dilma Rousseff com os ministros das secretarias de Mulheres, Eleonora Menicucci; da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, e do Direitos Humanos, Pepe Vargas, foi agravado ainda mais pela exigência dos petistas de que o novo ministério a ser criado, seja, pelo menos, comandado por uma mulher.

A exigência foi colocada durante a reunião, no Palácio da Alvorada, da qual também estava presente, o atual ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, cotado para comandar o Ministério da Cidadania, que será resultado da fusão das três pastas.

A ideia partiu da ministra Eleonora e foi apoiada por Nilma e por Pepe. Dilma não disse nem sim, nem não, mas recuou da ideia de apresentar Rossetto como titular da pasta durante a reunião.

O nome de Rossetto já enfrenta resistências dos principais grupos parceiros das políticas afirmativas desenvolvidas pelo governo: feministas e integrantes do movimento negro, que esperam desdobramentos da reclamação. A avaliação é de que ele não teria sensibilidade para questões complexas envolvendo a discriminação de grupos não hegemônicos, além da perda de toda simbologia adotada pelos governos petistas de empoderamento desses grupos sociais.

Entre críticas à postura da presidente, os três ministros ainda reclamaram do nome escolhido para a nova pasta. Ministério da Cidadania inclui, na opinião de integrantes dos movimentos sociais, conceitos chamados “de direita”, excludentes da população muitas vezes marginalizada.

A sugestão dada à Dilma é de que ela mantenha dos nomes das pastas, consideradas conquistas simbólicas do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desta forma, a pasta se chamaria Ministério dos Direitos Humanos, Igualdade Racial e Políticas para Mulheres.

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Governo, Política | 09:51

Pepe Vargas não esperará por Dilma e deve renunciar ainda hoje

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas (Foto: Agência Brasil)

O ministro dos Direitos Humanos, Pepe Vargas, não vai esperar o retorno da presidente Dilma Rousseff da viagem aos Estados Unidos, para sair da secretaria. Pepe deve renunciar ao cargo ainda nesta sexta-feira (25), para reassumir seu mandato de deputado federal na segunda-feira (28).

Na reforma ministerial que deverá ser anunciada na próxima semana, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) será fundida com as pastas de Igualdade Racial (SEPIR) e Mulheres (SPM), formando o Ministério da Cidadania.

As secretárias de Mulheres, Eleonora Menicucci, e da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, também já foram informadas pela presidente sobre suas demissões, em uma conversa no Palácio da Alvorada, que contou com a presença do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, cotado para comandar a nova pasta.

A conversa ocorreu em clima de tensão, na avaliação de petistas, diante da inabilidade política de Dilma. O comunicado de saída e de fusão ocorreu na frente do cotado para assumir a pasta. Ministros demissionários avaliaram que “foram os últimos a saber” dos planos da presidente para a área.

Pepe já havia sido retirado da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), onde permaneceu por um curto espaço de tempo, no início do primeiro mandato de Dilma. Sua ida para Direitos Humanos se deu em um clima de compensação, que não mereceu da presidente nem uma cerimônia de posse.

Na época, Pepe também fez o papel de “último a saber”. Suas funções no Planalto acabaram sendo entregue ao vice-presidente Michel Temer, cujo partido, o PMDB, exigia sua saída da articulação.

 

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Governo | 10:30

Ministra da Igualdade Racial busca apoio de colegas na Esplanada

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A ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. (Foto: Agência Brasil)

A ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. (Foto: Agência Brasil)

Recém-chegada à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a ministra Nilma Lino Gomes está buscando o apoio de outros ministros para dar visibilidade à pauta racial e romper com o isolamento da pasta.

Com um orçamento apertado e uma equipe reduzida, Nilma pretende reunir-se ainda este mês com os titulares de algumas pastas estratégicas, na tentativa de desenvolver atividades conjuntas.

Entre as prioridades, estão os ministérios da Educação, Desenvolvimento Agrário e Relações Exteriores, além da Advocacia-Geral da União e das secretarias de Direitos Humanos, Políticas para Mulheres e Micro e Pequena Empresa.

Leia também: Governo busca diálogo mais plural com movimento negro

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 Governo | 07:30

Ministra da Igualdade Racial promete transição calma

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A futura ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. (Foto: Divulgação / Unilab)

A futura ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes. (Foto: Divulgação / Unilab)

Em reunião com a atual equipe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a futura ministra Nilma Lino Gomes prometeu uma transição paulatina entre as duas gestões. De imediato, apenas a chefia de gabinete e um dos assessores especiais serão substituídos. A transmissão de cargo será realizada nesta sexta-feira.

Na conversa, Nilma estava acompanhada de Ana Lúcia Silva Souza, pró-reitora de Extensão da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que também integrará a Seppir.

Leia também: Governo busca diálogo mais plural com movimento negro

 

 

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Governo | 07:00

Governo busca diálogo mais plural com movimento negro

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A decisão da presidente Dilma Rousseff de trocar o comando da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, com a indicação de Nilma Lino Gomes, foi motivada, em parte, pela avaliação de que há uma falha estratégica na política atual voltada ao movimento negro.

O governo entende que a ministra Luiza Bairros ficou muito isolada, por ter uma atuação excessivamente dirigida ao movimento negro tradicional. Com isso, acabou arranhando a relação com outras vertentes do movimento.

Tudo o que o governo não quer, dado o atual empenho em amenizar o desgaste na relação com os movimentos sociais.

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