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Posts com a Tag obstrução

quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Congresso | 08:47

E Marco Maia convenceu os líderes a votarem as medidas provisórias. Provisoriamente…

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O presidente da Câmara, Marco mais, foi o artífice do acordo que levou governsitas e oposicionistas a suspenderem temporariamente a obstrução às votações na Casa, possibiltando a aprovação relâmpago, nesta terça-feira, da medida provisória 565 para renegociação das dívidas de produtores rurais. nesta quarta-feira deve ser votada a MP 569, que aurotiza créditos extraordinários aos municípios atingidos pela seca no Nordeste.

Ponto para Marco maia.

Mas está tudo em paz na coordenação política do governo?

Ainda não.  As emendas dos parlamentares ao Orçamento da união, que a ministra Ideli Salvatti prometeu liberar, ainda não teriam saído.

Maia convenceu os líderes de que há projetos mais à frente para votação que despertam interesse ainda maior do governo e cuja rejeição causam menos prejuízos junto à opinião pública.

Se as tais emendas não forem, de fato, liberadas…

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terça-feira, 21 de agosto de 2012 Congresso | 08:00

Esforço concentrado põe em xeque coordenação política do governo

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Começa hoje mais uma semana de esforço concentrado dos parlamentares para votarem medidas provisórias durante o recesso.

Três MPs trancam a pauta devido a uma obstrução de governistas e oposicionistas em protesto pelo fato de a coordenadora política do Planalto, Ideli Salvatti, não ter cumprido promessa de liberação de emendas ao Orçamento.

Se a votação ocorrer sem a liberação das emendas, será uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que estão em rota de colisão com Ideli.

Se a votação não ocorrer, será a evidência de que o esquema de coordenação política do governo está inoperante e a presidenta Dilma Rousseff terá que dar um freio de arrumação nos seus coordenadores.

Especialmente Ideli e Chinaglia, já que sobre Marco Maia, chefe do Poder Legislativo,  é menor a autoridade de um chefe de outro Poder.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012 Congresso | 05:01

Obstrução ameaça redistribuição dos royalties do petróleo

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Como se sabe, oposicionistas e governistas estão obstruindo a pauta da Câmara até que o Palácio do Planalto cumpra a promessa de liberar suas emendas ao Orçamento.

Além disso, há seis medidas provisórias na fila que impedem a realização de sessões deliberativas. Mais julgamento do Mensalão, CPI do Cachoeira, eleições de outubro…

Poder Online perguntou ao relator do projeto de redistribuição dos royalties do petróleo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), se há risco de o texto não ser aprovado este ano.

— Se der tudo certo e trabalharmos bastante para desobstruir a pauta, dá para votar em novembro. Mas há, sim, risco de ficar para o ano que vem. E enquanto o projeto não for aprovado, o governo não pode realizar leilões para exploração de novos poços.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012 Governo | 05:01

Chinaglia e Ideli: como marido traído

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Ministra-chefe das Relações Institucionais, Ideli Salvatti tem como função cuidar da coordenação da base parlamentar com o Palácio do Planalto.

Tinha um problema sério na Câmara, com o antigo líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), com quem não se dava. Por conta disso, ele perdeu o cargo.

Mas o pior é que o substituto de Vaccarezza também está às turras com Ideli.

Oposicionistas e governistas obstruem a pauta de votação sob argumentação de que a ministra não cumpriu acordo de liberar emendas do Orçamento. Quando correm atrás do líder para saber se o problema vai ser resolvido, escutam o seguinte:

— Isso foi uma encrenca criada pela Ideli e cabe a ela resolver. Eu estou que nem marido traído, nada sei.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012 Congresso | 09:48

E Chinaglia sobe no muro

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Oposição e governistas, liderados pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não admitem votar a medida provisória 565 enquanto o governo não cumprir promessa da ministra-chefe da Coordenação política, Ideli Salvatti, de liberação de emendas dos parlamentares ao Orçamento.

A MP 565, que está trancado a pauta de votações da Câmara, trata da repactuação de dívidas agrícolas dos produtores atingidos pela seca no Nordeste.

Ideli Salvatti havia prometido a Marco Maia, antes do recesso, que iria liberar R$ 3 milhões em emendas de cada parlamentar, mas isso até agora não ocorreu.

Perguntado sobre o assunto pelo Poder Online, o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), parece estar sem resposta:

— Nós estamos conversando com o governo e os partidos para chegar a uma solução. Na próxima semana não estão previstas votações. Temos até a outra para resolver o problema antes que vença o prazo de votação da medida provisória — afirma.

Mas vai haver ou não a liberação dos pagamentos? — insistiu a coluna.

— Isso nós estamos discutindo. Ninguém disse que não haverá a liberação das emendas. Estamos conversando. É o que posso dizer neste momento. — balbucia o líder.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012 Congresso | 22:45

Marco Maia entrou na articulação para garantir votação de Medida Provisória

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O líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (PR-MG), disse que só decidiu pelo fim da obstrução no plenário da Câmara depois que recebeu um telefonema do próprio presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pedindo o fim da obstrução dos trabalhos na Casa e que permitisse a votação da Medida provisória 563, que institui o Plano Brasil Maior.

Portela avaliou que a base estava bem articulada, já que em menos de duas horas de painel de registro de presenças aberto, o governo reuniu mais de 200 deputados no plenário.

Contudo, o fim da obstrução não garante a votação das MPs 564 e da Lei de Diretrizes Orçamentárias, nesta terça-feira.

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Congresso | 20:14

Governo pressiona e pode votar ainda hoje medida provisória do Plano Brasil Maior

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É segunda-feira, normalmente um dia de quórum baixo no Congresso. Mas neste momento há 337 deputados no plenário da Câmara.

Os coordenadores políticos do governo conseguiram arregimentar a base e derrubaram a obstrução montada pelos oposicionistas.

Agora vão tentar votar, noite adentro, a medida provisória 563, uma das que integram o Plano Brasil Maior.

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quinta-feira, 22 de março de 2012 Congresso | 11:01

“Obstrução? Deixa eles obstruírem. O governo nada perde”, diz Miro teixeira

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O deputado Miro Teixeira (Foto: Dida Sampaio/AE)

Do  deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), logo após a não-votação da Lei Geral da Copa, ontem:

— O Palácio do Planalto está agindo certo. Primeiro, porque não tem que se entregar a chantagens. Depois, porque tem mesmo que deixar para votar o Código Florestal após uma reflexão maior sobre o assunto, que deve ocorrer em junho durante a Rio+20. E, por fim, porque não há motivo jurídico para a pressa em votar a Lei Geral da Copa. Afinal, os jogos não são em 2014?

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Congresso | 09:01

Clima foi de cumplicidade entre Chinaglia e Henrique Alves durante a obstrução

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Arlindo Chinaglia, Henrique Alves e Marco Maia, assistidos por Inocêncio de Oliveira, durante a obstrução à Lei Geral da Copa (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Apesar de o painel da Câmara registrar a derrota do governo com a obstrução comandada pelo PMDB à votação da Lei Geral da Copa — como forma de forçar o Palácio Planalto a colocar em pauta o projeto de Novo Código Florestal –, o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), e o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), não perderam o bom humor nem por um instante.

E também não abandonaram o clima de cumplicidade.

O PMDB comandou, de fato, a obstrução.

Mas Chinaglia e Marco Maia trabalharam arduamente para que chegasse ao Planalto o recado de que a maioria da Câmara quer alterar o Código Florestal.

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Congresso | 06:01

Lei da Copa não trata apenas do consumo de bebida alcoólica

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Há quem defenda, no governo, a tese de que não é tanto problema assim o Congresso barrar a votação da Lei Geral da Copa.

Inclusive porque, na falta de uma norma nacional para a venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante os jogos, valem as leis estaduais, e certamente a Fifa obterá maior flexibilidade dos governos e assembleias legislativas estaduais.

Mas não pensa assim o deputado Renan Filho (PMDB-AL), que pesidiu aa Comissão Especial que analisou a Lei Geral da Copa.

Segundo ele argumenta, há uma série de outros pontos que tornam a votação da norma nacional fundamental.

Em tempo:

Apesar disso, Renan participou da obstrução de seu partido à votação da Lei da Copa, a fim de esperar pela votação imediata do Código Florestal, como querem os ruralistas.

O deputado explica sua posição:

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