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Posts com a Tag Operação Lava Jato

terça-feira, 30 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 13:19

Lula diz a Renan que Lava Jato não pode ser agenda do país

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lula-visita-renan-004Em café da manhã com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a impressão de ter vindo a Brasília em “missão de paz”. Ele pediu que o alagoano relevasse qualquer desconforto em relação à presidente Dilma Rousseff ou com o governo.

Consciente da crise de imagem que atinge o PT e o governo, Lula propôs a Renan um pacto de união, dizendo que a Operação Lava Jato não pode ser a única agenda do país.

Peemedebistas saíram do encontro com a impressão de que Lula retornou  à posição de ajudar o governo a sair da crise e apostar novamente na parceria com o PMDB, postura diferente da que o ex-presidente teria expressado, há algumas semanas, quando destilou críticas à Dilma.

O comentário de um peemedebista deu o clima da conversa: “Ele nem falou mal da Dilma, nem do Mercadante”,disse, referindo-se à presidente e ao chefe da Casa Civil.

 

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sábado, 13 de junho de 2015 Brasil, Partidos, Política | 15:40

Por consenso, PT faz defesa de Vaccari, preso na Lava Jato

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O PT aprovou por consenso a defesa de seu ex-tesoureiro João Vaccari Neto, preso, desde o mês de abril, devido a suspeita de envolvimento na Operação Lava Jato, que investiga o esquema de propina instaurado na Petrobras.

Ao final do 5º Congresso do partido, o presidente da legenda, Rui Falcão, disse que sua prisão faz parte da tentativa de criminalizar o partido. “O Vaccari não é culpado. Ele nunca levou dinheiro do partido e está sendo preso injustamente. Há uma tentativa de crimilizar o partido e sua prisão faz parte disso. O que ele fez foi exatamente a sua função que é a de coletar recursos para o partido, via transação bancária, declaradas a Justiça Eleitoral”, defendeu.

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quinta-feira, 28 de maio de 2015 Governo | 15:55

Plano de investimentos da Petrobras entra na “agenda positiva” de Dilma

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O anúncio do Plano de Investimentos da Petrobras, que será feito pela empresa até julho, será mais um item da “agenda positiva” que a presidente Dilma Rousseff quer inaugurar no próximo mês, depois de vencer a fase de votação do pacote fiscal no Congresso, pauta. O Planalto espera uma perspectiva de investimentos que possa demonstrar a força da estatal apesar do má fase experimentada em meio as investigações da Operação Lava Jato.

Para a equipe de comunicação do governo, mesmo diante da expectativa de um anúncio mais modesto em comparação à nova fase da empresa, será possível demonstrar força. Sem a euforia experimentada durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da descoberta do pré-sal, a ideia é demonstrar a capacidade de recuperação da Petrobras e seu poder de movimentar mais investidores.

O plano está sendo finalizado e para se ter uma efeito maior sobre a cadeia produtiva, a empresa está fazendo um redirecionamento dos investimentos para priorizar o segmento mais rentável, o de exploração e produção de petróleo e gás.

Leia também: Dilma espera inaugurar sequencia de agendas positivas em junho

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quarta-feira, 13 de maio de 2015 Justiça | 09:00

Rumores sobre prisão de Dirceu se intensificaram nos últimos dias

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José Dirceu (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

José Dirceu (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Os rumores de que o ex-ministro José Dirceu pode ser preso como parte das investigações da Operação Lava Jato se intensificaram nos últimos dias e chegaram à cúpula petista.

A informação repassada a dirigentes do partido por pessoas encarregadas de acompanhar as investigações no Paraná é de que isso poderia ocorrer no curtíssimo prazo.

Dirceu está neste momento no Sul de Minas. Conseguiu autorização da Justiça para passar o aniversário da mãe, Olga, em Passa Quatro.

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terça-feira, 12 de maio de 2015 Política | 06:00

Governo discute atrair grupos estrangeiros para socorrer empresas acusadas na Lava Jato

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O governo federal vem discutindo reservadamente maneiras de socorrer empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato que vão além dos acordos de leniência. O plano inclui atrair empresas estrangeiras interessadas em investir em grandes obras no país e dispostas a aplicar recursos diretamente nas empreiteiras acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras.

Uma das ideias é incentivar empresas acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras a abrir capital (Foto: Divulgação)

Uma das ideias é incentivar empresas acusadas de participar do esquema de desvios na Petrobras a abrir capital (Foto: Divulgação)

O assunto não é tratado abertamente, mas já pautou reuniões no Palácio do Planalto e no Ministério da Fazenda, segundo apurou o Poder Online. Em um desses encontros, foi levantada, por exemplo, a proposta de as empreiteiras brasileiras abrirem o capital para esses investidores estrangeiros. Seria uma forma de reforçar o caixa dessas companhias para garantir o andamento dos contratos que estão em vigor.

Outra conversa em que o assunto foi discutido tratou especificamente do interesse de grupos chineses de investir no país. Nesse caso, afirma um interlocutor, falou-se na possibilidade de atrair até R$ 2 bilhões em investimentos.

Segundo esta fonte, ainda não se falou claramente sobre como esse dinheiro seria aplicado – se seria investido diretamente nas empreiteiras investigadas ou se seriam firmadas parcerias para dar continuidade a grandes obras já contratadas. Mas seria, diz o interlocutor, “dinheiro suficiente para salvar um monte de empresas da Lava Jato”.

Leia também: Operação Lava Jato trava programa de PPPs de Alckmin

 

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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Congresso | 19:44

‘Janot está forçando a barra’, diz Eduardo Cunha

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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu as declarações do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que as investigações da Operação Lava Jato seriam “absolutamente impessoais”.

De acordo com Cunha, a impessoalidade adotada em relação a outros citados nas delações premiadas – em especial o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS) – não foi aplicada em seu caso. “O que está havendo aqui é o procurador forçando a barra e, mesmo que eu fosse o autor e tivesse assinado o requerimento, não teria nada a ver com o processo investigatório”, afirma o peemedebista.

“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, critica Cunha, “ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”.

Cunha desconversou, no entanto, ao comentar a proposta que impediria a recondução do procurador-geral da República a seu cargo: “Propostas assim tem 200 na Casa, cada um que apresente a sua e vote”.

Assista:

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segunda-feira, 27 de abril de 2015 Política | 15:51

Em guerra com Renan, Cunha articula convocar Sérgio Machado na CPI da Petrobras

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Os atritos públicos entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), têm sido vistos com preocupação por peemedebistas da cúpula do partido. No jogo de forças, integrantes do partido já apontam a articulação de Cunha para convocar o ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que funciona na Câmara, sob o controle de presidente da Casa.

Apadrinhado por Renan, Machado deixou o cargo no ano passado após ser citado na investigação que apura o esquema de corrupção instalado na estatal, investigado pela Operação Lava Jato.

Cunha já anunciou publicamente que vai embarreirar na Câmara a tramitação de matérias vindas do Senado, após Renan ter criticado a “pressa” da Câmara na aprovação da proposta que regulamenta a terceirização.

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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Política | 15:16

Manifestante tirou Gilberto Carvalho do sério

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Gilberto Carvalho (foto Antonio Cruz/ABr)

Gilberto Carvalho (foto Antonio Cruz/ABr)

Conhecido pelo temperamento equilibrado adquirido pela militância nas comunidades de base da Igreja Católica, o ex-ministro Gilberto Carvalho saiu do sério há poucos dias no banheiro do Aeroporto de Brasília, quando um manifestante o chamou de corrupto.

Carvalho lembra que não se conteve: “Não vou levar desaforo para casa. Fui pra cima”, contou ontem, em São Paulo, numa conversa com jornalistas antes de participar de um debate do PT. Não chegaram a trocar sopapos porque o interlocutor permitiu que ele explicasse que as acusações não são exatamente como propaga a oposição.

Carvalho acha que o clima de hostilidade aos petistas vem sendo alimentado pelo noticiário contra o PT e contra o governo e revelou que dia destes fez uma provocação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Disse ao Lula: se você ficar um mês ouvindo o noticiário, você não vota mais na Dilma”,lembrou. Segundo ele, o ódio contra o PT se tornou natural diante da repetição do noticiário em que os petistas são insistentemente chamados de ladrões.

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Partidos | 07:00

Para o PT, André Vargas preocupa mais que Vaccari

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João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

Embora a prisão de João Vaccari tenha acendido a luz vermelha no PT, integrantes do partido dizem ver mais motivos para preocupação em relação ao ex-deputado André Vargas.

Caso os dois venham a se beneficiar de uma delação premiada na Operação Lava Jato, Vargas tem muito mais “ressentimento” a descarregar no partido, já que foi pressionado a se desfiliar quando as acusações chegaram até ele.

Colegas de partido de Vaccari também dizem que o ex-tesoureiro é um “soldado do partido”. E em momento algum foi abandonado pelo PT. Ou seja, tende a ser mais “fiel aos companheiros”.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 15:45

Com fama de ‘arrecadador eficiente’, Vaccari enfrenta denúncias desde que assumiu

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Preso nesta quarta-feira em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é alvo de denúncias desde que assumiu as contas partidárias. Quando foi indicado para o cargo, o secretário de Finanças estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do caso Bancoop.

A Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) estampou as manchetes assim que Vaccari foi indicado para a tesouraria petista, no início de 2010, por conta da suspeita de que o dinheiro pago por cooperados para a construção de imóveis tivesse sido desviada para caixa do partido. O tesoureiro, que comandou a cooperativa entre 2004 e 2010, dizia que a investigação não passava de uma “ação eleitoreira” e atribuía os problemas a falhas de planejamento.

Leia também: Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

Vaccari também chegou a ter seu nome mencionado em investigações do escândalo dos “aloprados”, em 2006, quando petistas foram presos tentando comprar um dossiê contra candidatos tucanos. Ele entrou no caso por ter conversado por telefone com Hamilton Lacerda, então coordenador de Comunicação da campanha do hoje ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê. O tesoureiro, entretanto, não foi denunciado.

Vaccari sempre foi defendido por colegas de partido mais próximos, em especial aqueles pertencentes ao seu grupo dentro do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil – a mesma de Lula e de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci. O argumento repetido à exaustão pelos petistas era o de que não havia provas concretas do envolvimento do tesoureiro de nenhuma das acusações. O próprio Lula saiu abertamente em defesa de Vaccari, já durante as investigações da Operação Lava Jato.

Mais do que isso, Vaccari sempre recebeu elogios dos colegas mais próximos. De perfil discreto, ele raramente fala com a imprensa e abandonou a prática que havia sido implantada pelo antecessor Paulo Ferreira, de comentar com frequência as finanças partidárias e a arrecadação da legenda. Mas quem é próximo do tesoureiro o descreve como um “arrecadador eficiente”, que soube reforçar de maneira significativa o caixa petista desde que assumiu a função.

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