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Posts com a Tag Operação Lava Jato

sexta-feira, 6 de março de 2015 Estados | 06:00

Operação Lava Jato trava programa de PPPs do governo Alckmin

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Os desdobramentos da Operação Lava Jato travaram o programa de Parcerias Público-Privadas do governo paulista, uma das principais frentes de investimentos da gestão do tucano Geraldo Alckmin.

Geraldo Alckmin (Foto: Ciete Silvério)

Geraldo Alckmin (Foto: Ciete Silvério)

De acordo com auxiliares do governador, grande parte das empresas envolvidas em grandes projetos da administração paulista mandou suspender os investimentos, por conta da devassa em contratos de empreiteiras ligadas ao esquema de desvios desvendado na Petrobras.

A negociação de novos projetos está ainda mais difícil. Segundo interlocutores de Alckmin, a ordem entre as principais empreiteiras do país é aguardar até que o ambiente político se acalme e as investigações avancem.

A saída encontrada por Alckmin foi pedir à equipe que dê prioridade aos projetos que se apoiam no modelo de concessões. Além disso, os principais auxiliares do governador foram orientados a correr atrás de financiamentos, apesar do ambiente econômico complicado.

A prioridade é tentar conseguir novas linhas de crédito junto a organismos internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BIRD).

Leia mais: Veja outras notícias sobre a Operação Lava Jato

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Política | 01:08

Expectativa sobre lista da Lava Jato dá esperança à oposição e eleva tensão na base

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A notícia de que 54 políticos estão na lista de nomes que serão investigados por conta das denúncias da Operação Lava Jato alimentou as esperanças de alguns setores da oposição e elevou a tensão na base aliada. Em meio à expectativa para a divulgação dos nomes assim que sair o aval do ministro Teori Zavascki, o tucanato apostava na noite desta terça-feira que um número reduzido de oposicionistas seriam confirmados na relação, permitindo que se mantenha o discurso crítico em relação ao governo.

Clima no Congresso é de apreensão (Foto: Mel Bleil Gallo / iG Brasília)

Clima no Congresso é de apreensão (Foto: Mel Bleil Gallo / iG Brasília)

A oposição considera fundamental a capacidade de manter a bandeira ética nos ataques ao governo da presidente Dilma Rousseff. O primeiro sinal de alento visto pelos adversários do governo foi a confirmação de que os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), serão alvos de inquéritos pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.  Se tudo correr como previsto, o plano é investir na tese de que os casos na oposição são pontuais. No próprio governo, a avaliação era, nesta terça-feira, de que dois tucanos tendem a ser confirmados na relação: o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, já falecido, e o senador Alvaro Dias (PR).

Mesmo cientes de que os partidos da base – em especial PT, PP e PMDB – tendem a se destacar na lista, líderes governistas dizem ver a chance de aliviar o clima de apreensão que tomou conta do Congresso. O motivo principal estaria no fato de o assunto permanecer na esfera da investigação, já que Janot optou por não pedir a abertura de ação penal contra os envolvidos. Se tudo corre no campo das suspeitas, explica um líder governista, haveria chances de as denúncias esfriarem progressivamente no médio prazo.

No entanto, o governo também entende que a divulgação da lista tende a acirrrar ainda mais o clima na base, agravado com os recados dados pelo senador Renan Calheiros ao Planalto – primeiro com a recusa do convite para o jantar com a presidente Dilma Rousseff, depois com a devolução da MP sobre a desoneração da folha.

Ainda assim, para o governo, quanto mais gente na lista, melhor. Isso ajudará a diluir o desgaste e poderia pavimentar um discurso de que a culpa, no fim das contas, é em boa parte do sistema político.

Leia mais: Presidente do Congresso não tem esse poder, diz líder do PT

 

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terça-feira, 3 de março de 2015 Congresso | 17:33

Análise de vetos servirá como teste de governabilidade

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Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Tales Faria)

Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Tales Faria)

Para o governo, a sessão de hoje do Congresso servirá para medir o tamanho do impacto da crise na governabilidade.

Com ou sem o vazamento da lista de nomes de políticos que serão investigados pelas denúncias da Operação Lava Jato, o governo entende que, se segurar os vetos, é sinal de que a situação não é tão dramática assim.

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Congresso | 17:08

Um bom motivo para Renan sorrir

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Renan Calheiros (Foto: Agência Senado)

Renan Calheiros (Foto: Agência Senado)

Em meio aos rumores de que pode estar entre os investigados da Lava Jato, o senador Renan  Calheiros (PMDB-AL) tem lá seus motivos para sorrir desde que recusou anteontem o convite para o jantar com a presidente Dilma Rousseff.

Nas palavras de um aliado, é tudo uma questão de se sentir confortável com a situação:  “Coloca o cara na oposição e ele é só felicidade”.

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Governo | 11:50

Governo prepara a casa para Henrique Eduardo Alves

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). (Foto: Divulgação)

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). (Foto: Divulgação)

Ao menos em tese, está tudo pronto para o governo abrir a porta da Esplanada para o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves. A expectativa, no Planalto, é de que o peemedebista fique fora da lista de políticos envolvidos na Lava Jato, que pode ser divulgada em breve pela Procuradoria-Geral da República.

Alves, em tese, deve mesmo ir para o Ministério do Turismo. Mas ainda se fala na possibilidade de uma mudança na Integração Nacional.

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Justiça | 10:30

‘Pessoal deveria estar preocupado com lista do HSBC’, diz Gim Argello

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Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Sem conseguir se reeleger ao Senado, o petebista Gim Argello (DF) tem acompanhado de perto os desdobramentos da Operação Lava Jato e aguarda, ansioso, a divulgação da lista de indiciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O ex-senador tem dito, entretanto, que preocupante mesmo serão as revelações do caso HSBC. “Na verdade, tem duas listas. Por enquanto, tá todo mundo falando nessa que o Janot vai divulgar, da Petrobras. Mas, se eu te perguntar, você sabe me dizer os 20 nomes. Agora, o pessoal devia tar preocupado é com essa lista do HSBC. Aí, é outro nível de esquema”, diz Gim.

O banco é acusado de ajudar clientes a esconderem recursos de origem ilícita e a sonegar impostos. O envolvimento de correntistas brasileiros será investigado pela Polícia Federal, além de alvo de uma CPI no Senado Federal.

Leia também: Lista do HSBC na Suíça revela empresas da Lava Jato em paraísos fiscais

O esquema de propinas na Petrobras, porém, já chegou no PTB. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) seria um dos beneficiados, tendo recebido R$ 3 milhões. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o partido tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

 

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sábado, 28 de fevereiro de 2015 Congresso | 08:00

Deputados aguardam divulgação da lista de Janot para ‘esclarecer’ doações

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Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

O adiamento na divulgação da lista de indiciados da Operação Lava Jato, que será encaminhada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, anda gerando reclamações no Plenário da Câmara.

É que parlamentares que juram não ter nada a ver com o esquema de propinas da Petrobras dizem que o suspense tem prejudicado a imagem deles.

Eles alegam que seus nomes estão sendo associados ao escândalo somente por terem recebido doações de empresas citadas na operação da Polícia Federal.

Leia também: Janot pedirá suspensão de sigilo sobre inquérito da Lava Jato

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Congresso | 18:00

PSOL pede que beneficiados por empreiteiras suspeitas deixem CPI da Petrobras

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O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

O PSOL pedirá, nesta quinta-feira, que os deputados que receberam doações diretas ou indiretas das empreiteiras acusadas pela Operação Lava Jato da Polícia Federal sejam substituídos na CPI da Petrobras.

A argumentação do partido é feita com base no artigo 180 do Regimento da Casa, que diz que os parlamentares não podem votar em causa própria, nem em assuntos de seu interesse. Na opinião do deputado federal e suplente da CPI Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), os beneficiados pelas doações não teriam “autoridade moral” para exercer a função.

De acordo com a prestação de contas enviada ao Tribunal Superior Eleitoral pelos candidatos, o presidente da Comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), financiou 60% de sua campanha com uma doação de R$ 451 mil da Andrade Gutierrez e da Odebrecht. Já o relator Luiz Sérgio (PT-RJ) recebeu quase R$ 1 milhão das empreiteiras Queiroz Galvão, OAS, Toyo Setal e UTC, totalizando 40% de sua receita.

Assista: ‘Pedido de impeachment é desprezível’, diz Luciana Genro

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Partidos | 07:00

Cristiane Brasil tenta proteger PTB de denúncias contra Collor

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A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

Na última terça-feira, a presidente nacional do PTB e deputada federal, Cristiane Brasil (RJ), passou o dia tentando apagar o fogo e proteger seu partido das denúncias feitas contra o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) no esquema de corrupção da Petrobras.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, Collor seria um dos beneficiados do esquema de propinas e teria recebido R$ 3 milhões resultante de negócio da BR Distribuidora, subsidiária da estatal. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o PTB tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

“Não dá para colocar todos no mesmo balaio”, diz Cristiane, que foi ao plenário da Câmara para defender o partido, sem, no entanto, proteger o senador alagoano. “O PTB não tem qualquer cargo na Petrobras ou em suas subsidiárias. O partido, como todo o povo brasileiro, quer o esclarecimento na Justiça dos fatos e do envolvimento dos personagens nesse escândalo que está afundando a Petrobras num mar de lama”, completa a filha do ex-deputado federal e delator do mensalão Roberto Jefferson.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Partidos | 10:00

Bolsonaro defende que PP expulse envolvidos na Lava Jato

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) tem defendido que seu partido expulse todos os envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Proporcionalmente, o partido é o que mais apareceu nas investigações, até o momento.

“O Alberto Youssef já disse que no meu partido só sobrariam dois. Eu não sei quem são os dois, mas, se eu recebi algum dinheiro, o partido não levou meu voto para o Executivo”, diz Bolsonaro.

Saiba mais: Lava Jato paira sobre Eduardo Cunha e mais 16 membros do novo Congresso

Dos 45 parlamentares da sigla, seis foram citados nas investigações: os deputados federais José Otávio Germano (RS), Luiz Fernando Faria (MG), Nelson Meurer (PR) e Simão Sessim (RJ) e os senadores Benedito de Lira (AL) e Ciro Nogueira (PI).

No Congresso Nacional, a expectativa é de que até o fim do mês o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente a lista oficial dos parlamentares citados nos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef e peça a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal.

Leia também: Bolsonaro desiste da Comissão de Direitos Humanos

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