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Posts com a Tag Palácio do Planalto

terça-feira, 15 de dezembro de 2015 Política | 13:02

PMDB marca reunião para antecipar decisão sobre rompimento com governo

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Depois das buscas e apreensões realizadas nesta terça-feira (15), que atingiram em cheio políticos do PMDB, em especial o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), a direção do partido decidiu convocar a executiva nacional da legenda para amanhã, às 10h30.

A ala aliada de Cunha e contrária ao Planalto, além dos diretórios estaduais do partido, aumentaram a pressão sobre a cúpula com o objetivo de antecipar, de marco para janeiro, a convenção do partido. A principal decisão a ser tomada na convenção poderá ser de rompimento com o governo.

As lideranças regionais argumentam que falta menos de um ano para as eleições municipais e, por isso, a definição se torna cada vez mais urgente, no sentido de ter uma orientação mínima para a construção de alianças nos municípios.

No entanto, o motivo mais importante alegado pelos aliados de Cunha é de que as buscas feitas em seus endereços não foram evitadas pelo Planalto, ou ainda, que serviram de revide diante da aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, por parte de Cunha, na Câmara.
Reunião amanhã da Executiva Nacional do PMDB às 10h30, na sede do partido

A convocação da executiva foi decidida nesta manhã pelo presidente nacional do partido, Michel Temer, segundo interlocutores próximos se movimentava antes no intuito de atrasar o máximo possível essas decisões, justamente com a intenção de não complicar as coisas para o governo.

Um dos sinais desse comportamento teria sido a transformação do Encontro Nacional do Partido, ocorrido em novembro, em apenas um momento de debates sobre o documento Uma Ponte para o Futuro.

(Com informações de Paulo Cruz)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Partidos | 20:04

Pimentel diz que só demitirá secretários se vice pedir

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Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse a Poder Online que não tem feito nenhum movimento para demitir secretários peemedebistas com o objetivo de reforçar a parte governista do PMDB na Câmara, com o objetivo de ajudar o Planalto e ao deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que tenta retomar seu posto de líder da bancada peemedebista com uma lista de assinaturas.

Pimentel ponderou que a condução de todo processo está nas mãos de seu vice, Antônio Andrade, que é presidente do PMDB mineiro. “Não estou fazendo nenhum movimento neste sentido, primeiro porque esta é uma questão interna do PMDB e só farei qualquer mudança, se o pedido partir do meu vice, que tem a maior lealdade”, enfatizou.

O governador disse ainda que considera ainda a manobra “inóqua” para os interesses do Planalto de reforçar a base governista na Câmara. Pelo menos no caso de Minas Gerais, uma mudança poderia abalar aliados históricos como o PCd0B, cujos parlamentares foram eleitos na mesma chapa.

 

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Brasil, Partidos, Política | 16:31

Picciani conta com exoneração de secretários do Rio para recobrar posto de líder na Câmara

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Destituído do comando da bancada do PMDB na Câmara, nesta quarta-feira(9), o deputado Leonardo Picciani (RJ), espera a exoneração de dois secretários do governo e da prefeitura do Rio de Janeiro para recobrar seu posto.

Em uma jogada ensaiada com o Palácio do Planalto, com o governador Luiz Fernando Pezão, e com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Picciani, que é hoje o principal aliado do governo, aguarda que a saída dos secretários de Coordenação do governo, Pedro Paulo, e de Esporte Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, que é filho do ex-governador Sérgio Cabral.

Os dois foram eleitos deputados federais, no entanto estão licenciados devido a função no Executivo fluminense e da capital. Com a exoneração, eles recobram suas vagas na Câmara.

Embora negue, Picciani, esteve no início da tarde no Planalto para alinhavar a costura. Ao dar entrevista coletiva nesta tarde, ele evitou dar detalhes da operação, no entanto, insinuou que a composição da bancada peemedebista na Câmara “pode mudar a qualquer momento”.

“Está reaberta a temporada de listas”, insinuou o líder destituído por 34 assinaturas dos 66 deputados do PMDB. O restante dos deputados já assinaram apoio a Picciani, que pretende reverter a situação com a assinatura dos dois peemedebistas do Rio.

“O PMDB tinha encerrado a prática de feitura de lista e esta prática foi reativada. Pode ser que outras listas surjam”, disse Picciani.

Além da recondução do líder, a exoneração dos secretários atenderá ao desejo do Planalto de ter como aliados a maior parte da bancada do PMDB, para garantir, de imediato, votos a mais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A ida dos secretários para a Câmara também serve ao PMDB comandado pelo pai de Leonardo Picciani, jorge Picciani, aliado de Pezão e Cabral, na retomada do controle do partido no Rio de Janeiro.

Picciani (RJ) passou a ser nos últimos meses a alternativa de diálogo do Planalto com o partido aliado,principalmente diante dos achaques conduzidos pelo presidente da Câmara. Ele havia chegado ao posto pelas mãos de Cunha. No entanto, seu recente alinhamento com o Planalto fez com que aliados do presidente da Câmara, mais precisamente, integrantes do bloco rebelde do PMDB, passassem a trabalhar para tirá-lo do cargo.

A gota d`água para sua saída do posto foi a indicação feita na reforma ministerial do ministro da Saúde, Marcelo Castro, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera.

 

 

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Política | 10:29

Dilma escolherá entre vice-líderes substituto de Delcídio na liderança de governo

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Delcídio Amaral

Delcídio do Amaral

Com a prisão do líder do governo no Senado, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), a presidente Dilma Rousseff deverá escolher até o fim da tarde um dos vice-líderes do governo que assumirá interinamente a função. Nome mais provável é o do senador Paulo Rocha (PT-PA).

Além dele, outros três senadores são vice-líderes do governo no Senado: Telmário Mota (PDT-RR), Wellington Fagundes (PR-MT) e Hélio José (PSD-DF).

A prisão de Delcídio agrava a crise na base política do governo e impacta diretamente na articulação do Planalto no Congresso.

Tido com um “petista de alma tucana”, Delcídio, que pertenceu aos quadros do PSDB e chegou a controlar a área de óleo e gás da Petrobras, no governo de Fernando Henrique Cardoso, é um dos principais negociadores do Planalto, com trânsito incomparável em todo leque de legendas que compõe o Congresso.

A prisão de Delcídio fez com que a presidente fechasse a cerimônia de recepção das atletas da seleção brasileira de Handebol, que ocorreu somente com o acesso de profissionais de imagem. Inicialmente, a cerimônia estava prevista para ocorrer no Salão Nobre, no segundo andar do Planalto e foi transferida para o terceiro andar, onde se localiza o Gabinete Presidencial.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 20:07

Senadores sugerem que Dilma não fique a reboque de Renan na relação com Congresso

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Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Ao se reunir com um grupo de senadores na noite desta quinta-feira (13), a presidente Dilma Rousseff aceitou a sugestão dada pelo grupo de ir ao Congresso falar sobre a situação de crise pela qual passa o país e o seu governo. Dilma se referiu ao Senado como um “poder moderador” nestes tempos de crise e se mostrou aberta ao diálogo.

“Encontramos uma presidente que não esperávamos encontrar. Primeiro, ela não transparecia preocupação ou tensão com o momento político pelo qual estamos passando. Além disso, ao contrário de falar, ela mais ouviu”, relatou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que integra o grupo autodenominado “independente”.

Como forma de reverter a crise política, os senadores sugeriram que Dilma não fique a reboque do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e que apresente uma nova agenda de propostas que seja complementar à Agenda Brasil, apresentada por Renan. “Algo que tenha sido pensado pelo governo”, sugeriu Randolfe.

“Ela chegou a questionar se a agenda do PMDB não contemplava. Respondemos: Não contempla. A senhora precisa construir outra, ouvindo os movimentos sociais, a oposição e outras forças políticas”, disse o senador.

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segunda-feira, 29 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Economia, Governo, Partidos, Política | 15:01

Senadores “progressistas” querem derrubar proposta que reduz maioridade penal

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O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Lindbergh Farias (PT-RJ). (Foto: Agência Brasil)

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ). (Foto: Agência Brasil)

Depois de se juntarem contra o pacote fiscal imposto pela presidente Dilma Rousseff, os senadores que formam a chamada “frente progressista” preparam um manifesto bem mais simpático ao Planalto.

Para esta semana, a frente se posicionará contra a redução da maioridade penal, proposta ainda em discussão na Câmara e que é considerada um ponto de honra para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A frente tem um caráter suprapartidário. No manifesto contra o ajuste reuniu 14 parlamentares, entre eles o senador Lindibergh Farias (PT-RJ), que chegou a defender a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Além dele, também assinam a frente os senadores João Capiberibe (PSB/AP), Telmário Mota (PDT/RR), Cristovam Buarque (PDT/DF), Paulo Paim ( PT/RS), Hélio José ( PSD/DF), Roberto Requião ( PMDB/PR), Donizeti Nogueira ( PT/TO), Regina Sousa (PT/PI), Lídice da Mata (PSB/BA), Jorge Viana ( PT/AC), Roberto Rocha ( PSB/MA), Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) e Vanessa Graziotin (PCdoB/AM).

Leia também: Petista anuncia grupo formado para derrubar ajuste fiscal e até o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

 

 

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quinta-feira, 28 de maio de 2015 Governo | 15:55

Plano de investimentos da Petrobras entra na “agenda positiva” de Dilma

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O anúncio do Plano de Investimentos da Petrobras, que será feito pela empresa até julho, será mais um item da “agenda positiva” que a presidente Dilma Rousseff quer inaugurar no próximo mês, depois de vencer a fase de votação do pacote fiscal no Congresso, pauta. O Planalto espera uma perspectiva de investimentos que possa demonstrar a força da estatal apesar do má fase experimentada em meio as investigações da Operação Lava Jato.

Para a equipe de comunicação do governo, mesmo diante da expectativa de um anúncio mais modesto em comparação à nova fase da empresa, será possível demonstrar força. Sem a euforia experimentada durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da descoberta do pré-sal, a ideia é demonstrar a capacidade de recuperação da Petrobras e seu poder de movimentar mais investidores.

O plano está sendo finalizado e para se ter uma efeito maior sobre a cadeia produtiva, a empresa está fazendo um redirecionamento dos investimentos para priorizar o segmento mais rentável, o de exploração e produção de petróleo e gás.

Leia também: Dilma espera inaugurar sequencia de agendas positivas em junho

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segunda-feira, 25 de maio de 2015 Política | 20:19

Dilma quer alternativa para poder vetar fim do fator previdenciário

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Certo de que o fim do fator previdenciário será aprovado no Senado, junto com a Medida Provisória 664, a comissão de ministros criada para debater a questão da previdência no Planalto recebeu da presidente Dilma Rousseff a missão de apresentar uma alternativa para permitir que ela vete o fim do fator.

Na avaliação do governo, não dá para a presidente somente vetar, sem que se apresente uma solução para diminuir o crescente déficit da previdência no país.

O prazo é curto. Até o final do mês, a medida precisa ser votada no Senado para que não perca a validade. Além disso, o governo prefere que o Senado não faça mudanças na medida que motivem sua volta para apreciação na Câmara.

Apesar de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ter garantido que colocaria a emenda em votação de forma ágil, tudo que Dilma não quer é  ficar nas mãos de Cunha neste assunto.

Fazem parte da comissão os ministros da Previdência, Carlos Gabas; do Planejamento, Nelson Barbosa; da Casa Civil, Aloizio Mercadante; das Comunicações, Ricardo Berzoini; da Fazenda, Joaquim Levy, e da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto.

“Não dá para ser contra o fator previdenciário e colocar alguma coisa em seu lugar”, disse o ministro Nelson Barbosa, sem falar, no entanto, da intenção de veto.

“Não adianta ser bonzinho agora para lá na frente esse sistema ruir”, disse o ministro Gabas. “Sobre a sanção (do fator previdenciário), não temos nenhuma definição sobre a posição do governo. Ao final da votações é que o governo vai analisar a posição a ser adotada”, disse Gabas.

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Política | 18:40

Dilma espera inaugurar sequencia de “agendas positivas” em junho

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A presidente Dilma Rousseff quer vencer logo a fase de desgaste com as votações do pacote fiscal no Congresso e com os anúncios de cortes para inaugurar uma sequência de “agendas positivas” em junho.

O governo tem preparado para o próximo mês quatro lançamentos que os interlocutores da presidente consideram capazes de ajudar a melhorar a imagem.

Além do pacote de concessões de obras em infraestrutura, Dilma também quer lançar em junho em eventos pomposos, o Plano Safra, a terceira fase do programa habitacional Minha Casa Minha Vida e um programa de incentivo às exportações, cujo desenho está sendo finalizado.

As medidas de ajuste que estão no Senado precisam ser votadas até o final deste mês para que não percam a validade.

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Brasil | 15:51

Índios fazem protesto em frente ao Palácio do Planalto

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Um grupo de índios interrompeu o tráfego de veículos na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto.

Apesar da ausência da presidente Dilma Rousseff, que está a caminho do México, o grupo demanda uma audiência com ela para tratar da questão da demarcação.

A polícia foi acionada e está no local buscando uma forma de liberar as pistas.

Assista:

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