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Posts com a Tag Paulo Teixeira

segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Política | 20:00

PT se une ao PCdoB e pretende protocolar CPMI do caso Siemens até sexta

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O líder do PT do Senado, Wellington Dias (PI), pretende, até sexta-feira (6) recolher todas as assinaturas necessárias para a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso Siemens.

O PC do B, que também pretendia coletar assinaturas para uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI ) na Câmara, fechou acordo com o PT e irá apoiar o texto do deputado Paulo Teixeira (SP), que já estava coletando assinaturas para uma comissão na Casa. O acordo foi firmado em reunião entre Teixeira, Dias e o deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP).

Para aprovar uma CPI mista são necessárias 27 assinaturas dos 81 senadores e outras 171 dos 513 deputados. Os senadores petistas, que já foram contrários à CPMI que é vista pela oposição como “pauta petista”, agora estão animados em emplacar a investigação após as últimas denúncias sobre o caso.

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013 Partidos | 10:00

Haddad pede ajuda a deputados federais para agilizar projetos sobre dívida e transporte

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), pediu a líderes petistas no Congresso que tentem dar agilidade ao trâmite dos projetos que tratam de desoneração do transporte público e da dívida pública.

Haddad negocia com o governo federal a diminuição das taxas de juros cobradas no pagamento da dívida de estados e municípios com a União. Outro motivo de embate com o governo federal é o projeto que estabelece o Regime Especial de Incentivos para o Transporte Público Coletivo e Metropolitano de Passageiros (Reitup).

 

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domingo, 18 de agosto de 2013 Política | 07:00

‘Sistema Único de Segurança Pública pode ser bandeira para 2014’, diz petista

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O governo federal decidiu dar fôlego ao projeto que institui o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), proposto inicialmente em 2007, refeito e protocolado novamente em 2012. A iniciativa está sendo conduzida pelo ministro José Eduardo Cardozo (Justiça).

Deputado Paulo Teixeira (PT-SP)

Deputado Paulo Teixeira (PT-SP)

Desde abril, o PL 3734/2012 está parado na Comissão de Educação, com o relator Artur Bruno (PT-CE). O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) tem se reunido com Bruno e com o ministro para ajustar a proposta e decidir se haverá uma audiência pública ou se ele será colocado em votação o mais rápido possível.

Teixeira, que tem um projeto sobre auto de resistência que também discute segurança, falou ao Poder Online sobre o assunto.

Por que resgatar esse projeto antigo agora?
Ele é importante porque trata da política de segurança como política nacional. Hoje, a segurança tem predominância estadual e ela, às vezes, se perde nos estados.

Seria uma federalização da polícia?
Não, o que se propõe é uma integração de avaliação, de monitoramento, já que cada estado tem atribuições, competências, diferentes. Que isso seja integrado e, partir daí, planejar juntos. O que se pretende é que não haja mais esse isolamento, essa fragmentação da política de segurança, nas corporações, nas instituições. A polícia civil não conversa com a militar, que não conversa com a federal, que por sua vez não conversa com as guardas municipais nem rodoviárias. O Susp prevê um planejamento conjunto, de integração de todas as polícias, além de ter conceitos modernos de prevenção e segurança cidadã.

Segurança é um ponto crítico do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Esse projeto pode ser usado como bandeira do PT nas eleições de 2014?
Pode ser bandeira para a campanha sim. É critico para o governo Alckmin, tanto que ele teve que substituir o secretário de Segurança em seu mandato, e é um tema relevante. O ministro (Cardozo) está empenhado nessa discussão.

 

 

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013 Congresso | 14:52

Petista recolhe assinaturas na Câmara para CPI do caso Siemens

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O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) começou a recolher assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar as denúncias de cartel feitas por executivos da Siemens. Embora o caso tenha como foco a ação de empresas envolvidas em licitações em São Paulo, o deputado diz ter conversado com outros integrantes da bancada e chegado à conclusão de que o episódio já tomou dimensão nacional.

“Estamos tratando de defesa da concorrência, de corrupção, de um caso que afeta toda a economia nacional”, afirma Teixeira. O deputado avalia que conseguirá recolher as 171 assinaturas necessárias até o fim da semana que vem.

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013 Partidos | 19:29

Grupo critica ‘segmentos’ do PMDB e diz que PT tem que qualificar alianças

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Na mesma semana em que a direção nacional do PT  divulgou nota procurando reafirmar a “aliança prioritária” com o PMDB, a corrente petista Mensagem ao Partido publicou um texto no qual defende a relação com os setores ligados ao vice-presidente Michel Temer, mas se queixa de “segmentos” que “atrapalham a agenda de mudanças”.

“Em relação a política de alianças do governo Dilma, reconhecemos que há setores que têm sido leais ao governo e às mudanças que precisam continuar acontecendo no país e setores que querem essa agenda. Os que querem obstruir a agenda de mudanças do país devem ser convidados a ajudar ou a se afastar”, diz a nota, distribuída nesta sexta-feira pela corrente.

Leia também: Depois de chamar aliados de ‘conservadores’, PT reafirma aliança com PMDB

“Em relação ao PMDB, devemos reconhecer o apoio do vice-presidente da República, Michel Temer, e de setores liderados por ele, mas questionar a presença de segmentos que atrapalham a agenda de mudanças”, prossegue o documento. “Assim, não devemos rever nossas alianças, mas questioná-las para qualificá-las, para que efetivamente ajudem a promover a segunda geração da revolução democrática.”

Fundada pelo hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, a Mensagem ao Partido é hoje a segunda maior força dentro do PT. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disputará a presidência do partido contra o atual ocupante do posto, Rui Falcão, na eleição interna marcada para novembro deste ano. O grupo foi formado em 2005, em cima da tese de que o PT precisava ser “refundado”, em resposta à eclosão das denúncias do escândalo do mensalão.

Na nota, a corrente afirma que o PT deve “qualificar” sua política de alianças, assegurando uma “unidade programática” com o “campo de esquerda”, mais especificamente com PCdoB, PDT e PSB. A aliança com esses três partidos, diz o grupo, devem ser a “espinha dorsal de sustentação da agenda de mudanças” apresentada pela presidente Dilma Rousseff. “Esse exercício deve ser feito com mais intensidade”, diz o texto.

Na nota, que relembra os protestos ocorridos em junho pelo país, o grupo também apoia mudanças no sistema de financiamento das campanhas eleitorais e pede uma reforma tributária que reduza a carga imposta aos pobres e aumente a oneração das camadas mais ricas da sociedade.

Veja a íntegra da nota: 

As manifestações de junho colocaram na agenda política a urgência de uma segunda geração de mudanças a serem promovidas no Brasil, que a Chapa “Mensagem ao Partido” chamou de: “Segunda geração da revolução democrática”.  No documento que publicamos em março desse ano, dissemos que o centro desta mudança consiste em avançar em reformas que ampliem a democracia (reforma política, democratização dos meios de comunicação, consultas públicas sobre orçamentos e fundos públicos) e que alarguem os direitos do povo brasileiro, como a melhoria dos serviços públicos de educação, saúde e segurança, a realização da reforma urbana e agrária. Para nós, da Mensagem ao Partido, este pode ser um novo período de afirmação concreta de direitos e de mais e mais democracia.

Nesse mesmo documento abordamos a necessidade de um novo padrão de financiamento das políticas públicas para financiar o aumento de investimentos, que alavanquem o desenvolvimento, mesmo no contexto de uma crise na economia mundial.

Há que enfrentar uma reforma tributária que desonere os mais pobres e tribute progressivamente os mais ricos, inclusive instituindo o imposto sobre grandes fortunas.
Tais mudanças requerem nitidez programática e uma política de alianças que propiciem impulsionar tais mudanças.

Assim, o PT tem que qualificar sua política de alianças, dando nitidez ao seu programa para a sociedade e buscar construir unidade programática com o campo de esquerda- PCdoB, PDT e PSB, que deve ser a espinha dorsal de sustentação da agenda de mudanças apresentada pela Presidenta Dilma. Esse exercício deve ser feito com mais intensidade.

Tais alianças não devem ter em conta somente o espectro partidário , mas também forças sociais que querem alavancar tais mudanças.

Como o arco de alianças é maior que os partidos de esquerda, temos que apresentar para os demais partidos nosso programa e negociar para a elaboração do programa de governo.

Em relação a política de alianças do governo Dilma, reconhecemos que há setores que tem sido leais ao governo e às mudanças que precisam continuar acontecendo no país e setores que querem essa agenda. Os que querem obstruir a agenda de mudanças do país devem ser convidados a ajudar ou a se afastar.

Em relação ao PMDB, devemos reconhecer o apoio do Vice-presidente da República, Michel Temer e de setores liderados por ele, mas questionar a presença de segmentos que atrapalham a agenda de mudanças.

Assim, não devemos rever nossas alianças, mas questioná-las para qualificá-las, para que efetivamente ajudem a promover a segunda geração da revolução democrática.

 

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sexta-feira, 26 de julho de 2013 Política | 10:00

‘Há descontrole e despreparo da polícia em manifestações’, diz autor de projeto sobre uso de força policial

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O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) vai retomar o debate sobre a desmilitarização da polícia em Brasília na volta do recesso. O assunto chegou a ser discutido no Congresso na década de 90.

Teixeira está reunindo especialistas em segurança para apresentar um projeto sobre o assunto.

“As denúncias de policiais infiltrados promovendo atos como quebrar vidros de carro e atirar coquetéis molotov, como ocorreu em São Paulo e no Rio de Janeiro, demonstram um descontrole da polícia e, ao mesmo tempo, despreparo da polícia para tratar com manifestantes, usando balas de borracha, gás lacrimogêneo. É preciso mais controle social das polícias do Brasil”, afirmou Teixeira.

O deputado é autor do projeto de lei 4471/12 que propõe um controle maior do uso do auto de resistência, utilizado para registrar as mortes ocorridas durante o trabalho policial com o termo de “resistência seguida de morte”.

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terça-feira, 11 de junho de 2013 Partidos | 19:49

Rui Falcão fará ato para oficializar candidatura à presidência do PT

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Atual presidente nacional do PT, o deputado Rui Falcão (PT-SP) marcou a data de lançamento de sua candidatura à reeleição: será dia 27 de junho à noite, no auditório da Uninove, na região central de São Paulo.

Além dele, concorrem o também deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e Valter Pomar, membro do diretório nacional e da corrente Articulação da Esquerda. A eleição está marcada para novembro.

A corrente petista Construindo um Novo Brasil (CNB), integrada por nomes como José Dirceu e Antonio Palocci e majoritária dentro da sigla, já formalizou apoio ao atual presidente.

Leia também: Opositor a Rui Falcão diz que PT se tornou “partido predominantemente eleitoral”

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sexta-feira, 24 de maio de 2013 Política | 07:09

Candidato à presidência do PT, Paulo Teixeira pega embalo na disputa nacional

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Candidato à presidência do PT nas eleições internas marcadas para novembro, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) achou um tema que, garante, dará uma animada em sua campanha. Ele pretende viajar nas próximas semanas a Pernambuco, para conversar com os principais grupos petistas no Estado.

A justificativa: a negociação de um palanque forte para a presidente Dilma Rousseff no Estado do possível rival Eduardo Campos. Já estão acertadas pelo menos duas reuniões para discutir o assunto.

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quarta-feira, 22 de maio de 2013 Sem categoria | 18:53

Deputados criticam viés ‘autoritário’ de projeto contra drogas

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Em meio aos debates para a votação do projeto que institui várias medidas de combate às drogas, parlamentares se queixam nos corredores da Câmara do viés autoritário da proposta. Alguns descreveram o projeto do deputado Osmar Terra  (PMDB-RS) como um “retrocesso”. Outros disseram se tratar de um “pacote de medidas autoritárias”.

Uma das principais polêmicas do projeto já foi alterada: saiu a tese da internação compulsória e entrou a da internação involuntária, ou seja, com autorização da família. Ficou no texto a proposta de internação por três meses, e não seis, como estava previsto anteriormente.

Deputados manifestaram preocupação, entretanto, sobre itens como a falta de uma diferenciação entre os tipos de drogas. Há críticas ainda à isenção de impostos para instituições de tratamento de dependentes e à exigência de que o beneficiado por medidas de reinserção social tenha que se manter abstinente para, por exemplo, não perder um emprego obtido por meio de uma ação estatal.

A expectativa, no entanto, é de que o projeto seja aprovado sem dificuldades.

Assista ao depoimento do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) sobre o tema:

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quinta-feira, 9 de maio de 2013 Partidos | 12:00

Eleição interna pode levar a recomposição de forças no PT

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A eleição interna do PT, agendada para novembro, pode ter como desfecho uma recomposição das forças internas que hoje comandam a legenda. A expectativa da ala majoritária do partido é de reeleger com folga o atual presidente Rui Falcão. Já não é tão certo, entretanto, o destino que será dado a outros cargos tidos como estratégicos.

Em geral, um dos alvos da cobiça dos grupos petistas é a secretaria-geral. A cadeira está hoje nas mãos da corrente Mensagem ao Partido, com o deputado e também candidato à presidência do PT Paulo Teixeira. O grupo foi fundado pelo hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que lançou uma campanha pela refundação da legenda no auge do escândalo do mensalão.

A mudança no quadro interno petista começou a se cristalizar nos últimos dias, quando Falcão assegurou o endosso da corrente Movimento PT a sua candidatura. O grupo é integrado por nomes como o ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia e a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Leia também: PT vincula eleição interna a mobilização pela reforma política

Uma das negociações que estão em andamento é a composição de uma nova chapa, que seria integrada por Movimento PT e dissidentes da Mensagem. Também estaria discutindo aderir à chapa o grupo Esquerda Popular Socialista, formado por antigos integrantes da Articulação de Esquerda.

A chapa apoiaria a candidatura de Falcão, mas disputaria assentos no diretório nacional. Se conseguisse superar a votação da Mensagem nas urnas, o grupo poderia então reivindicar cadeiras de maior prestígio na executiva nacional.

Além de Falcão e Teixeira, o ex-secretário de Relações Internacionais do partido Valter Pomar, da Articulação de Esquerda, já anunciou os planos de disputar a presidência do PT.

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