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Posts com a Tag Paulo Teixeira

quarta-feira, 6 de junho de 2012 Congresso | 13:14

Um contraponto entre oposição e governo na CPI do Cachoeira

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Na próxima semana será a vez de o governador do Goiás, Marconi Perillo (PSDB), prestar esclarecimentos em depoimento à CPI do Cachoeira.

Se para o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), a venda de uma casa no Goiás é uma transação justificável, para o vice-presidente da CPI, Paulo Teixeira (PT-SP), a situação de Perillo se complica cada dia mais.

Confira:

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terça-feira, 22 de maio de 2012 Congresso | 19:01

Para Paulo Teixeira, silêncio de Cachoeira é reação de quem aceita acusações

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O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) declarou que o silêncio de Carlinhos Cachoeira na CPMI nesta tarde é uma reação que serviria como forma de assumir as responsabilidades pelas acusações feitas contra ele.

O parlamentar disse ainda que a estratégia de se calar na comissão deverá enfraquecer sua defesa na Justiça e que a partir de agora o trabalho é se debruçar sobre as provas.

Assista:

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domingo, 13 de maio de 2012 Congresso | 12:46

PT modera discurso na CPI do Cachoeira, e já aceita depoimento por escrito do procurador-geral da República.

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Ex-líder do PT na Câmara, o deputado Paulo Teixeira (SP) é um dos representantes da cúpula nacional do partido na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Câmara e do Senado sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e seu envolvimento com políticos e administradores públicos.

Em entrevista ao Poder Online, Teixeira declara aceitar que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, não mais deponha na CPI e mande por escrito suas explicações para o atraso no pedido de abertura de processo contra o senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM).

Nesta segunda-feira, o PT se reúne para afinar as posições do partido na CPI. Teixeira diz não ter opinião formada sobre a possibilidade de depoimento da esposa de Gurgel, subprocuradora Cláudia Sampaio Marques.

A subprocuradora atuou na Operação Vegas – que junto com a operação Monte Carlo reuniu os dados investigados pela CPI – e há três anos saberia do envolvimento de políticos com o bicheiro.

Mais moderado, o petista também defende que não é o momento de chamar a depor os governadores até agora apontados pela imprensa como envolvidos com a delta Engenharia ou com Carlinhos Cachoeira. Nem mesmo o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo.

Poder Online – O PT já aceita essa proposta de o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, responder apenas por escrito às indagações da CPI do Cachoeira?

Paulo Teixeira – O PT ainda vai se reunir (reunião do partido sobre esse assunto está marcada para esta segunda-feira). Eu, pessoalmente, acho que o fundamental é que tanto ele, o procurador-geral, como a subprocuradora (Claudia Sampaio) se expliquem. O processo ficou parado tempo demais sem que a Procuradoria desse andamento. O país precisa de uma explicação para essa paralisia. Parece que a subprocuradora está dizendo que fez isso a pedido da Polícia Federal. É isso mesmo? É uma explicação razoável?

Poder Online – Pelo que entendo, quando o senhor fala que é fundamental que o procurador-geral se explique, é porque já está aceitando que ele o faça por escrito. O senhor já aceita que O Roberto Gurgel não preste depoimento à CPI? Por que este recuo do PT?

Paulo Teixeira – Aceito. Eu nunca lutei pelo depoimento presencial. Sempre cobrei explicações. Apenas isso. Fui a primeira pessoa a manifestar posição contrária à do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), quando ele propôs, lá no início da CPI, que o procurador deveria prestar depoimento. Não mudei de posição desde então. Continuo cobrando explicações do procurador-geral.

Poder Online – E quanto à subprocuradora Claudia Sampaio? O senhor aceita que ela mande as explicações por escrito apenas?

Paulo Teixeira – No caso dela, ainda não tenho uma opinião formada.

Poder Online – Na reunião do partido, amanhã, qual a posição que o senhor vai levar?

Paulo Teixeira – A de que temos que encontrar o melhor método de obter respostas concretas ao atraso na abertura de processo. Só isso. Temos que ter estas respostas, mas também não queremos transformar a CPI do Cachoeira na CPI do Procurador-Geral.

Poder Online – O que o senhor achou daquela declaração de Roberto Gurgel, segundo a qual as pessoas que insistem no seu depoimento estão, na verdade, com medo do julgamento do Mensalão pelo Supremo Tribunal Federal?

Paulo Teixeira – Interpreto esta declaração como a tentativa de criar uma cortina de fumaça. Ele está apenas tentando esconder sua responsabilidade pelo atraso na abertura de processo contra os políticos envolvidos com o Cachoeira. De nossa parte, estamos interessados em dissecar a organização criminosa que se formou em torno do senhor Cachoeira e seus tentáculos na área pública. Seja ela federal, estadual ou municipal. Seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário.

Poder Online – Para investigar esses tentáculos, alguns governadores terão que ser chamados a depor. Não é mesmo?

Paulo Teixeira – Acho que este não é o momento de chamarmos os governadores.

Poder Online – Nem o tucano Marconi Perillo?

Paulo Teixeira – Nem ele. Temos que construir mais elementos antes de convocá-lo. Mas, na medida em que a CPI for fechando o cerco das responsabilidades nos atos praticados pela quadrilha do Cachoeira, aí vamos chamando.

Poder Online – É um recuou. Vocês defendiam que ele prestasse depoimento imediatamente.

Paulo Teixeira – Não. O que afirmei e reafirmo é que, se formos analisar os governadores, evidentemente as maiores responsabilidades recaem sobre o Perillo. Mas, quanto ao momento de convocá-lo, não é agora. Acho que ainda temos que levantar mais dados.

Poder Online – E o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB)?

Paulo Teixeira – O que se tem falado do Sérgio Cabral é uma outra história que não está no escopo da CPI.

Poder Online – Como assim? Tem-se falado da ligação dele com o dono da Delta Engenharia, empresa que, segundo o inquérito da Polícia Federal, é ligada ao Cachoeira.

Paulo Teixeira – No plano do que se apurou até agora, não há nada implicando o governador do Rio. Seu nome nem sequer consta daquela lista da Polícia Federal com os 82 envolvidos nas investigações até o momento.

Poder Online – E o governador Agnelo Queiroz, que é do seu partido, o PT?

Paulo Teixeira – Também não vimos nada até agora que implique o governador Agnelo.

Poder Online – Mas há conversas telefônicas em que ele foi citado.

Paulo Teixeira – Citações distantes. Inclusive apontando que ele não fez o que os implicados desejavam.

Poder Online – E essa historia da compra da Delta pelo Grupo J&F, cuja principal controladora, a JBS, tem 31% de participação de capital do BNDES (Banco Nacional Desenvolvimento Econômico e Social)?

Paulo Teixeira – O primeiro ponto é que praticamente todas as empresas do país, de uma forma  ou de outra, têm ou tiveram participação do BNDES. O segundo ponto é que o governo precisa garantir a continuidade das obras em que a Delta está envolvida. Não podemos parar o país por causa do desmantelamento da Delta. E o terceiro ponto é que esta compra não interfere de modo algum nas investigações. Então não vejo problema.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Congresso | 17:01

Líder do PT explica porque não assinou requerimento de CPI

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Paulo Teixeira (Foto: Brizza Cavalcanti/Agência Câmara)

O líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), explicou hoje a ausência de seu nome na lista de requerimento de CPI protocolado ontem na Câmara para investigar as privatizações de empresas durante o governo do PSDB.

Segundo Teixeira, ele fez um pronunciamento em plenário liberando a bancada para assinar o requerimento mas, como líder, estava impedido de fazê-lo para evitar um apoio institucional do PT à CPIs – já que a liderança não pediu nenhuma durante os últimos 9 anos.

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 Congresso | 10:04

A quase-lista pela recondução de Vaccarezza

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Durante almoço de confraternização dos líderes governistas da Câmara, na quarta-feira, o vice-líder do governo, José Guimarães (PT-CE), discursou atribuindo a seu líder, Cândido Vaccarezza (PT-SP), responsabiolidade “pelo sucesso na aprovação das matérias” ao longo de 2011 no Congresso.

A líder do PSB, Sandra Rosado (RN), chegou a propor ali a elaboração de uma lista de apoio à recondução de Vaccarezza ao cargo em 2012.

Mas os demais líderes concluíram que isto poderia até atrapalhar: E se presidenta Dilma achasse que os líederes estavam querendo decidir por ela?

Além disso, o líder do PT, Paulo Teixeira (SP), ainda não havia chegado. E o PT é sempre quem tem mais disputas internas nesses casos…

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Congresso | 19:30

PMDB tenta fazer ciúmes no PT

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Em festa do PMDB ontem à noite com a presença da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e do líder do PT na Câmara, Paulo Texeira, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), fez questão de mostrar que tem prestígio na oposição.

Anunciou que os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Agripino (DEM-RN) participarão da comemoração de seu aniversário na sexta-feira em sua residência, em Natal (RN).

Logo que tomou a palavra, o líder do PT, Paulo Teixeira, não perdeu tempo e disse que também viajará ao Rio Grande do Norte para representar o PT no jantar. 

 

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011 Congresso | 06:02

Governistas apostam em clima de paz na reunião de líderes com Dilma

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A reunião de líderes parlamentares com a presidente Dilma Rousseff, segundo os governistas, deve ocorrer em clima pacífico hoje no Palácio do Planalto.

O tema principal será, claro, a votação da Desvinculação das Receitas da União (DRU). Até ontem à noite, reinava o otimismo.

Um dos motivos apontados é que não há ambiente para rebelião ou manifesto de insatisfações diante das turbulências ocorridas no primeiro escalão e da ameaça de uma reforma ministerial no início de 2012.

A outra causa dessa suposta paz são as verbas liberadas nos últimos dias para atender às emendas ao Orçamento.

– Até a semana passada, tinha problemas, mas agora acho que tranquilizou e tudo sairá bem na votação – afirma o líder do PT, Paulo Teixeira (SP).

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terça-feira, 25 de outubro de 2011 Congresso | 16:28

Líder do PT atribui desgaste no Esporte a “questões eleitoreiras”

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Diante da tentativa da oposição de transformar a discussão sobre a Lei Geral da Copa em um novo depoimento do ministro Orlando Silva (PCdoB) sobre denúncias de corrupção no Esporte, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira, afirmou agora há pouco que o partido vai defender o comunista.

E criticou o que considera uma “inversão de papéis”:

— Vendo essa tentativa de desgaste ao Ministério dos Esportes, nós começamos a ver questões eleitoreiras. Aqui no Distrito Federal, tem pessoas que, elas sim, tem que dar respostas sobre essas denúncias de desvios — disse.

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sábado, 24 de setembro de 2011 Partidos | 21:40

Dirceu: “Regulação da mídia é a bandeira mais importante”

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O ex-ministro Zé Dirceu participou hoje de um encontro promovido por blogueiros, em São Paulo, e criticou a “mídia em geral” – segundo ele, alinhada à “direita brasileira”, que estaria trabalhando para pregar o rótulo de corrupto no ex-presidente Lula, com a condenação dos réus do mensalão, e de uma governante anti-corrupção em Dilma Rousseff, ao elogiar a faxina.

Diante desse quadro, Dirceu afirmou;

– A regulação [da mídia] talvez seja a bandeira mais importante que nós temos nos próximos anos além da reforma política.

Para Dirceu, a resistência ao projeto elaborado pelo ex-ministro Franklin Martins parte de grupos que temem a concorrência, sobretudo com o capital estrangeiro.

Presente ao evento, o líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), garantiu que o ministro da Comunicação, Paulo Bernardo, enviará o projeto ao Congresso ainda este ano, como adiantou Poder Online.

Aliás, Dirceu também respondeu à comparação feita pelo deputado Paulinho da Força (PDT-SP) de que ele é “uma espécie de Che Guevara brasileiro”:

– Eu não sou o Che Guevara porque estou vivo. Não pelas minhas qualidades, mas estou vivo. Porque ele morreu pelas qualidades dele. Eu, pelos meus defeitos, estou vivo porque não consegui fazer a revolução que ele fez.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Congresso | 09:50

PCdoB promove reaproximação entre Aldo Rebelo e o PT

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Almoço dos deputados do PCdoB com o líder petista, Paulo Teixeira, e o ex-presidente do PT Ricardo Berzoini, no gabinete do líder dos comunistas, Osmar Junior

O PCdoB não deixou barato o café da manhã de ontem do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em que foi selado o acordo de apoio dos tucanos à candidatura da deputada Ana Arraes (PSB-PE) para ministra do Tribunal de Contas da União.

O líder da bancada comunista, Osmar junior (PI), promoveu ontem mesmo um almoço dos deputados do partido com o líder do PT, Paulo Teixeira (SP), para marcar a reaproximação entre as duas legendas na Câmara, depois dos desentendimentos ocorridos durante a votação do Código Florestal, cujo projeto foi relatado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-PE).

Agora candidato a ministro do TCU contra Ana Arraes, Aldo sentou-se ao lado de Osmar junior e não desgrudou os olhos do líder petista.

Em tempo: com a desistência do deputado Sergio Carneiro (PT-BA) de concorrer ao TCU, o PT está sem candidato.

O ex-presidente Lula trabalha por Ana Arraes. Mas a bancada não anda rezando muito pela sua cartilha, e está à procura de um novo nome para apoiar.

Aldo, é claro, sonha com este apoio.

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