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Posts com a Tag PCC

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Partidos | 16:02

Luiz Moura parece dar ‘paz’ ao PT

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Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

O PT diz que o caso do deputado estadual Luiz Moura (SP), expulso por suspeita de manter vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC), está mesmo encerrado.

Embora Moura tenha prometido recorrer a todas as instâncias do partido sobre a decisão de removê-lo dos quadros petistas, o comando partidário diz que nada foi apresentado até agora.

 

 

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quarta-feira, 4 de junho de 2014 Política | 06:00

Acordo firmado no comando do PT tornará inócuos recursos de Luiz Moura

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Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

O deputado estadual Luiz Moura (PT-SP) declarou que tem a intenção de recorrer a todas as instâncias do PT contra sua suspensão pela acusação de manter relação com o PCC, mas já foi avisado que a tentativa será totalmente inócua. Isso porque todas as instâncias petistas – desde o diretório estadual até o alto comando nacional – já selaram um acordo para derrubar a tentativa do deputado de se manter nos quadros partidários.

O partido entende que, ao prometer entrar com os recursos, Moura tenta protelar sua expulsão, na esperança de que a repercussão negativa do caso esfrie e a legenda recue na decisão de avançar no processo disciplinar interno.

Mas a chance de isso ocorrer, de acordo com o comando partidário, é zero. Até porque não é só o partido que concorda com a necessidade de enterrar o caso o quanto antes. A decisão de abrir o processo de expulsão do deputado tem aval expresso também do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Palácio do Planalto.

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terça-feira, 3 de junho de 2014 Política | 06:00

PT sela acordo interno para acelerar expulsão de deputado acusado de elo com PCC

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Luiz Moura (Foto: Divulgação)

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O PT de São Paulo já acertou com todas as instâncias partidárias – desde seu diretório estadual até o comando nacional –  uma estratégia para acelerar o processo de expulsão do deputado Luiz Moura, suspeito de envolvimento com o PCC. O primeiro passo do partido foi suspender o deputado por 60 dias e abrir um processo disciplinar contra ele. Agora, a ordem é acelerar o trâmite e encerrar o caso ainda durante o período de vigência da suspensão.

Pensando em agilizar o andamento do caso, o PT optou pelo processo disciplinar decidido pela executiva estadual, em vez de instalar uma Comissão de Ética. Ainda assim, o partido tem prazos de defesa para cumprir e sabe que a burocracia interna levará pelo menos pouco mais de um mês.

O que é certo é que, uma vez instaurado o processo disciplinar, o partido já decidiu que não dará legenda ao deputado. Moura ficará impossibilitado de disputar a eleição deste ano e não poderá, portanto, renovar seu mandato. A rigor, ele tem o direito de recorrer a instâncias superiores para tentar reverter a decisão. Mas o PT paulista já o advertiu de que tem acordo selado com o comando nacional para barrar qualquer investida nesse sentido.

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segunda-feira, 2 de junho de 2014 Política | 16:52

Deputado acusado de elo com PCC disse ao PT que ‘não fez nada de errado’

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Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Na reunião que teve nesta segunda-feira com a direção do PT de São Paulo, o deputado estadual Luiz Moura insistiu na tese de que “não fez nada de errado” e voltou a negar o vínculo com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Moura virou alvo das suspeitas desde que participou de uma assembleia de motoristas e cobradores, na qual estavam presentes vários integrantes da organização criminosa.

Leia também: PT suspende deputado acusado de elo com PCC

Dirigentes do PT tentaram de tudo para convencer o deputado a se desfiliar. Avisaram que a insistência em permanecer na legenda significaria automaticamente a abertura de um processo disciplinar interno. O comando partidário o advertiu também de que esta seria sua última chance de evitar um desgaste ainda maior. E explicou que já havia acordo com todas as demais instâncias partidárias para “solucionar” a questão o quanto antes.

Diante da desistência de Moura, o PT paulista decidiu abrir um processo disciplinar interno, que vai culminar na expulsão do parlamentar. A avaliação do partido é a de que, com isso, será possível estancar boa parte da repercussão negativa do caso.

 

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Política | 06:00

PT espera resistência de deputado acusado de elo com PCC e cogita expulsão

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Mesmo diante do aumento das pressões, o PT paulista espera que o deputado estadual Luiz Moura resista em pedir a desfiliação do partido. Embora prefira evitar o desgaste que resultaria da instalação de uma Comissão de Ética para analisar o caso do deputado, o partido não descarta iniciar um processo de expulsão, caso não encontre uma solução mais rápida para estancar a repercussão do caso.

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Luiz Moura (Foto: Divulgação)

Na última sexta-feira, como adiantou o Poder Online, o partido decidiu convocar uma reunião extraordinária de sua executiva estadual para esta segunda-feira, para pedir o afastamento do deputado acusado de envolvimento com o PCC.

O partido pretende investir inicialmente no pedido para que ele se desfilie. Em entrevista ao repórter  do iG Vasconcelo Quadros, Moura disse que aceitaria deixar os quadros partidários se o PT pedisse. O problema é que o recado que chegou à cúpula partidária é de que a saída não seria tão simples assim. Moura pode, por exemplo, buscar algum tipo de acordo ou pedir ao partido que espere mais tempo para que ele se retire da lista de filiados.

Se isso acontecer, o PT cogita suspendê-lo, para aumentar a pressão. E, se ainda assim a investida não der resultado, a saída será pensar no processo de expulsão. A única coisa que o partido já avisou que não fará é pedir a Moura que abra mão do mandato. Este assunto será tratado como uma “escolha pessoal” do deputado.

O PT espera sair da reunião de hoje com uma solução para o caso, de forma a estancar a repercussão negativa das denúncias contra o deputado. A preocupação maior do partido se refere ao impacto que o caso pode vir a ter na campanha do ex-ministro Alexandre Padilha, que recentemente também viu seu nome citado no relatório da Polícia Federal sobre a Operação Lava Jato, que investiga inclusive as suspeitas de envolvimento do ex-petista André Vargas (sem partido-SP) com o doleiro Alberto Youssef.

 

 

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sexta-feira, 30 de maio de 2014 Política | 20:13

PT pedirá afastamento de Luiz Moura por acusação de elo com PCC

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Cada vez mais incomodado com a repercussão do caso Luiz Moura, o PT de São Paulo convocou para a próxima segunda-feira uma reunião extraordinária de sua comissão executiva. O único item da pauta é pedir o afastamento do deputado estadual Luiz Moura do partido.

Luiz Moura ao iG: Deputado acusado de relação com PCC diz que só entrega mandato na Justiça

Luiz Moura disse ao iG que se desfilia se partido pedir (Foto: Divulgação)

Luiz Moura disse ao iG que se desfilia se partido pedir (Foto: Divulgação)

O partido vai investir em duas frentes. No pior dos cenários, tomará a iniciativa de suspender o deputado. Mas a vontade do comando da legenda é convencê-lo a pedir a desfiliação.

Em entrevista ao repórter do iG, Vasconcelo Quadros, Moura avisou que se recusa a renunciar ao mandato na Assembleia Legislativa. Mas adiantou que, se o PT pedir sua desfiliação, aceitará se desligar do partido.

Com a estratégia, o PT de São Paulo tenta repetir a fórmula usada recentemente  pela direção nacional do PT para amenizar a repercussão negativa provocada pelas denúncias de envolvimento do deputado federal André Vargas com o doleiro Alberto Youssef.

Assim como Moura, Vargas recusava-se a renunciar ao mandato. A saída foi pressioná-lo a deixar o PT, o que automaticamente reduziu a exposição do partido à repercussão do caso.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012 Brasil | 13:01

Coronel detalha novo perfil do PCC

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Em depoimento à Comissão de Segurança da Câmara, o coronel da reserva da Polícia Militar paulista, Elias Miler, deixou uma preocupante avaliação sobre o PCC, a organização que está escancarando a fragilidade do estado brasileiro com a matança de policiais e cidadãos.

“Antes eles (os criminosos) eram presos; depois eles passaram a trocar tiros; agora eles estão executando os policiais”, disse o coronel para definir: a polícia paulista já considera o PCC um grupo preparado para a guerrilha urbana, com ramificações incipientes em partidos políticos.

Com dados sobre a cronologia dos ataques, Miler ressaltou que as ações de envergadura ocorrem sempre às vésperas de eleições. E afirmou que o direito ao voto estendido ao preso sem condenação definitiva e a adolescentes infratores virou uma ferramenta do PCC nos presídios paulistas.

As táticas de planejamento, organização, execução e domínio de territórios foram, segundo o militar, copiadas do convívio com o Comando Vermelho e com os criminosos que sequestraram o empresário Abílio Diniz.

Um dos líderes do PCC, Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, esteve preso na Penitenciária do Estado, no extinto Complexo do Carandiru, em São Paulo no mesmo período em que lá cumpriram pena sequestradores de Diniz. Todos eles pertenceram a organizações da esquerda armada da América Latina.

O coronel diz que o despreparo e a maneira confusa com que os governos vêm tratando a segurança está ocasionando um fenômeno: “o estado está ajudando a organizar o crime desorganizado”.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012 Brasil | 09:30

Magistratura quer união contra PCC

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Os juízes estão assustados com a crise na segurança em São Paulo.

“Aos olhos dos direitos humanos já estamos vendo um verdadeiro genocídio”, diz o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Henrique Nelson Calandra.

Ele considerada o estado de pânico em que vive a população paulistana mais grave do que os episódios de 2006, quando o PCC decretou toque de recolher e promoveu uma onda de violência que deixou desertas as ruas da capital paulista.

Cauteloso, o juiz paulistano não fala em perda de controle e nem em intervenção, mas afirma que a questão da segurança pública não é mais apenas um tema só de São Paulo.

“O governo federal deve entrar para ajudar debelar a crise. O quadro é sério, gravíssimo e preocupa a magistratura”, afirma.

Calandra lembrou que já que São Paulo se inspirou no Rio para construir um sambódromo e copiou o que é pior em organizações criminosas – as facções que dominam os presídios – agora é hora de “importar” o modelo de segurança baseado nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

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terça-feira, 11 de setembro de 2012 Estados | 11:04

PCC teria ameaçado matar governador de Alagoas

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Segundo notícias da imprensa alagoana, presos ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC, recolhidos no Sistema Prisional do Estado, ameaçaram matar o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB), durante um motim ocorrido no final de semana.

A informação foi repassada ao Conselho Estadual de Segurança pelo juiz da 17ª Vara Criminal da Capital, Maurício César Brêda Filho, durante reunião do colegiado ocorrida nesta segunda-feira.

Após a confirmação das ameaças, a segurança de Teotônio Vilela foi reforçada.

Os presos, de alta periculosidade, fizeram as ameaças após saberem das possíveis transferências para presídios federais.

Eles ainda não foram transferidos por conta da demora na dificuldades de obtenção de avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

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