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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Congresso | 06:00

‘Greve não se resolve com intimidação e violência’, diz Fátima Bezerra sobre Beto Richa

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Na terça-feira, parlamentares do PT e do PCdoB pretendem aprovar na Câmara e no Senado moções de repúdio à violência cometida por policiais militares do Paraná contra professores do estado, em manifestação realizada no dia 29 de abril.

O conflito, que feriu mais de 200 professores, levou ao afastamento dos secretários de Educação, Fernando Xavier Ferreira, e de Segurança Pública, Fernando Francischini (SDD), que retornará ao cargo de deputado federal.

“Eu aprendi que greve se resolve com diálogo, não com arbitrariedade, intimidação e violência”, diz a senadora Fátima Bezerra (PT-RN), que também é professora. “Não é pelo fato de eu ser do PT que apresentei essa moção. Apresentei porque entendo que, em situações como essa, de repressão, de tratar a luta social como caso de polícia, a gente não deve se omitir de maneira nenhuma e deve se posicionar”, completa.

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domingo, 10 de maio de 2015 Congresso | 06:00

‘Ninguém vai calar minha boca com besteirinha de feminismo’, diz Alberto Fraga

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Mesmo após a repercussão negativa de suas declarações à líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), o presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga, nega ter arrependimentos. Na última quarta-feira, o deputado afirmou no plenário da Casa que “mulher que bate como homem tem de apanhar como homem“.

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

“Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para a deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema”, diz Fraga, ao Poder Online. Eleito como o deputado federal mais bem votado do Distrito Federal, o presidente da bancada da bala na Câmara diz ainda que tem recebido o apoio de todos os seus colegas, sem exceção.

Sobre as comparações com o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse à ex-ministra Maria do Rosário (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada “porque é muito feia”, o coronel da Polícia Militar diz que as mulheres não podem se “vitimizar”. 

Confortável em dar as declarações no vídeo, o deputado, já longe da câmera, foi mais longe. Questionado se tinha algo a acrescentar, disparou: “Continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não”. Clique aqui para ouvir.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

O senhor tem sido muito criticado após dizer à deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que mulher que “bate como homem, tem que apanhar como homem também”. Queria a sua versão sobre os fatos.
O que eu penso é o seguinte: a deputada Jandira Feghali, conhecida por todos os colegas como uma pessoa arrogante, que vai pra cima das pessoas, que não é o primeiro embate nesse nível que existe dentro do Plenário. Ela xinga e não quer ser xingada. Ela agride e não quer ser agredida. Ela provoca e não quer ser provocada. Diante daquele quadro que todo mundo presenciou e que o PT e a esquerda não esperavam, com as galerias jogando notas de dólares falsas, eu acho que ela – envergonhada com o voto que ela deu contra os trabalhadores – buscou uma uma situação para se vitimizar. Andando no Plenário hoje, não teve sequer um deputado, nenhum, que condenou a minha atitude.

E por que o senhor se envolveu nessa história?
O problema não foi comigo, o problema começou com o Roberto Freire (PPS-SP) e o Orlando Silva (PCdoB-SP). No momento em que o Freire toca nas costas do Orlando Silva, ela sai do lugar dela, entra no meio dos dois e bota o dedo na cara do parlamentar e disse umas palavras que não cabe a mim repetir. Até mesmo porque, quem tem que falar, é o Roberto Freire. E, imediatamente, o Roberto Freire tirou os dedos da cara dele, ela correu ao microfone e já começou a se vitimizar.

Mas ele chegou a segurar a mão dela.
Ele segurou porque ela estava com dedo na cara dele. Isso é correto? Nem com ela era a discussão. Porque ela tinha que botar o dedo lá? Se você pegar uma faca e vier pra cima de mim eu tenho que aceitar porque você é mulher e pedir o que? Eu imediatamente, vendo aquela situação, no momento do encaminhamento era a minha vez e eu pronunciei as palavras que eu repito e reafirmo. Não há diferença entre homens e mulheres na política. A única diferença que existe entre homem e mulher é quando a gente vai falar no capítulo força física. Eu disse então o seguinte, quando ela reclamou, ‘se, na política, a mulher bate como homem, ela tem que apanhar como homem’. E esse bate de debate político, não fisicamente. Agora, isso dava o direito de ela me chamar de fascista? De matador? Dizer que eu faço apologia à agressão das mulheres? Eu entrei com uma ação contra ela e o deputado Glauber Braga (PSB-RJ), no Conselho de Ética, por difamação, calúnia e injúria. Agora, contra o que ela entrou contra mim eu não sei, porque eu não cometi nenhum crime.

Ela anunciou que vai entrar com ações tanto no Conselho de Ética como no Supremo Tribunal Federal.
Eu também vou pro STF, eu também. Mas eu quero saber qual foi o crime que eu cometi.

Em sua defesa, o senhor disse que não bate em mulher e que inclusive convive bem com muitas delas. Sua mãe, esposa, filhas. Como resposta, muitas mulheres disseram que isso nunca impediu nenhum agressor…
Eu não tenho nem o que falar sobre isso. É de uma idiotice tão grande colocar uma questão dessas. Na minha vida pública, não existe absolutamente nenhum episódio que conste qualquer tipo de agressão ou ataques a mulheres. É falta de não ter o que falar. Nada. Tenho 33 anos de casado, tenho filha, recebi um relato de uma ex-presidente do Democratas Mulher em minha defesa.

O senhor mesmo afirmou que há uma diferença física entre homens e mulheres e que o deputado Roberto Freire segurou o braço da deputada Jandira Feghali. Isso não é extrapolar o limite da agressão física?
Eu não posso, de forma alguma, julgar o comportamento do Roberto Freire. Eu sei que ele é um cara muito combativo, mas jamais o vi praticar qualquer ato de truculência. Ele apenas tirou o dedo da cara dele e mostrou que é muito moderado quando subiu à Tribuna e pediu desculpas a ela. Eu não peço desculpas a ela. Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para à deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema.

Esse episódio tem sido comparado com a discussão entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a deputada Maria do Rosário (PT-RS) (leia mais). O que o senhor acha disso?
O que não pode ter é a vitimização. A mulher tem todo o direito de lutar por sua igualdade, já tem seu espaço na política, mas não pode, escudada nos movimentos feministas, achar que se você agredir seu oponente injustamente ele não tenha que responder.

Mudando um pouco de assunto, queria que o senhor falasse um pouco sobre a atuação da bancada da bala, sob o seu comando, nos últimos meses.
Para todos os projetos que pedimos prioridade, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, com muita sensibilidade, tem nos ajudado. Seja para aumentar a pena de quem usa os menores para praticar crimes, agravando a pena de pichadores, desengavetando a questão da maioridade penal, permitindo o debate sobre a questão do desarmamento. Todas essas são questões de nível nacional, mas que viraram tabus criados pelos partidos de esquerda. Essa turma do quanto pior, melhor. O PT sobrevive e sobreviveu do caos.

Falando em partidos, qual é sua posição com relação à fusão do DEM ao PTB?
Ah, eu sou contra. Não, perdão. Eu sou favorável desde que o partido em que a gente vai se fundir venha para a mesma posição do Democratas, que é a oposição. Eu não vou jogar minha história de vida pública fora. Não tem a menor hipótese de eu fazer parte da base do governo do PT. O (Ronaldo) Caiado não quer de jeito nenhum, eu não sou tão radical assim. Eu acho que o Democratas, com o tamanho que tá e o tamanho que já teve, não tem condições de continuar assim. Isso é ruim e dificulta. Você acabou de presenciar eu mendigando uma vaga num conselho. Aqui está assim, você não consegue as coisas por causa do tamanho do partido.

No Distrito Federal, os dois partidos têm uma relação relativamente boa, não é? O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) estava com vocês nas últimas eleições.
Exatamente, não tem nenhum problema. O problema todo fica a nível nacional, porque o PTB tem uma posição de governo, embora os mentores dessa fusão já tenham dito que não são governistas. Na última reunião, eu votei a favor da continuidade da discussão. Não votei a favor da fusão, até mesmo porque na última reunião do Diretório Nacional a discussão era sobre continuar conversando. Dizer radicalmente que a gente não quer fusão de forma alguma, acho que não é por aí.

Quem são esses mentores?
A Cristiane (Brasil), o Benito Gama. Tanto é que esta semana eles votaram contra o governo, na questão da MP 665. E, lamentavelmente, de maneira triste, oito deputados nossos votaram com o governo. Causou um problema sério dentro da bancada. Depois da votação, os oito deputados se sentaram separados e acho que sentiram que a bancada não gostou dessa decisão e isso vai ter consequências. Eu acho que o Conselho de Ética deve se pronunciar e se manifestar. Acho que já houve uma provocação, que seria pelo Onyx (Lorenzoni), que é o nosso secretário-geral.

Nacionalmente, um dos maiores entraves seria o ministro Armando Monteiro (PTB-PE), que está à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio?
Não, não acredito que seja ele não. Pelo que eu conheço do Armando, acho que ele até saíria (do ministério) para não ter problema. O problema eu acho que está no Jovair Arantes (PTB-GO). Sabemos que ele tem uma forte relação com o governo e já disse claramente que, se sair, não sai da base do governo e, se fizerem uma fusão, ele sai e leva 20 deputados. É o que ele diz. Já os outros dizem que não é assim não.

Tem mais alguma coisa que o senhor acha importante?
Não. De resto, continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não.

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terça-feira, 24 de março de 2015 Partidos | 20:07

Na TV, PCdoB reforça coro contra privatização da Petrobras

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Nas inserções do PCdoB que irão ao ar nesta semana, o partido decidiu priorizar o discurso contra a privatização da Petrobras. No material de 30 segundos veiculado esta noite na televisão, aparecerá um trabalhador com o macacão laranja da estatal manchado de petróleo, dizendo algo como “podem até querer manchar nossa imagem, mas não vão conseguir”.

Já na próxima quinta-feira, em 10 minutos de programa partidário, 20 comunistas falarão sobre o tema, entre outras questões, na televisão. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, as líderes do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), e na Câmara, Jandira Feghali (RJ), e deputada estadual Manuela d’Ávila (RS) foram alguns dos selecionados.

Nesta semana, uma pesquisa divulgada pelp DataFolha revelou que 61% dos brasileiros são contra a privatização da Petrobras.

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Congresso | 14:00

PT e PCdoB boicotam eleição da bancada feminina

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As deputadas PT e do PCdoB decidiram não participar da votação que definiu, hoje, a coordenadora da bancada feminina e a procuradora da Mulher, na Câmara.

Como antecipado pelo Poder Online, um acordo entre a maioria da bancada e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deixou à frente da coordenação a mineira Dâmina Pereira (PMN) e na procuradoria a paraense Elcione Barbalho (PMDB).

Pelos parâmetros estabelecidos por Cunha, o bloco integrado por PT, PCdoB e PRB não teria direito a disputar nenhum dos cargos principais. A decisão do presidente foi vista como uma “interferência na autonomia das mulheres”, o que motivou o boicote.

“Sempre as mulheres decidiram quem iria nos representar e hoje essa autonomia foi restringida. Em função do resgate desta autonomia, nós não estaremos votando, nem indicando ninguém”, diz a petista Moema Gramacho (BA).

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Congresso | 13:21

Comissão de Educacão da Câmara ficará com PCdoB

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A deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA). Foto: Agência Brasil

A deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA). Foto: Agência Brasil

Em meio aos acordos para distribuição de cargos na Câmara dos Deputados, foi decidido que a Comissão de Educação ficará com o PCdoB.

A mais cotada para assumir a presidência é a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), que há anos acompanha os trabalhos da comissão.

No entanto, como a baiana presidiu a Comissão de Cultura no último ano, Alice deverá enfrentar a resistência de outros nomes do partido que reivindicam um rodízio dos cargos.

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Política | 09:00

Flávio Dino agradece calmaria em início de mandato

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O candidato ao governo do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA). (Foto: Agência Brasil)

O candidato ao governo do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA). (Foto: Agência Brasil)

Começo de mandato é uma época delicada para muitos dos recém-eleitos. As chamadas heranças malditas estão sempre na boca dos novos chefes dos Executivos para criticar antecessores.

Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, parece mais aliviado do que ávido por criticar. De passagem por Brasília, ele presenciou manifestação de professores em frente ao Palácio do Buriti, sede do governo do DF.

Os docentes protestavam por causa do parcelamento de dívidas do governo referente a férias e 13º salários. Não houve acordo sobre o tema.

“Sou feliz e não estava sabendo porque não tem nenhuma manifestação na minha porta”, disse o governador maranhense, que em seguida buscou amenizar. “É melhor nem falar porque pode dar azar”, completou o comunista.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Congresso | 10:30

‘Eduardo Cunha fere a autonomia das mulheres’, diz Jô Moraes

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A coordenadora da bancada feminina da Câmara, Jô Moraes (PCdoB-MG), diz ter sido pega de surpresa diante da decisão do presidente da Casa de definir novas regras para a eleição da nova coordenação do grupo. Procurado pela bancada, Cunha afirmou que a eleição da Secretaria e da Procuradoria da Mulher teria de obedecer aos blocos parlamentares montados para a eleição da presidência da Câmara.

De acordo com Jô, além de ser uma afronta à autonomia da bancada feminina, a decisão também criaria uma distorção, uma vez que partidos que não elegeram nenhuma mulher também teriam peso na disputa. “Nós sempre evitamos as questões polêmicas e o presidente Eduardo passa a querer, agora, opinar sobre a pauta da bancada feminina. O que fere a autonomia das mulheres, a bandeira fundamental pra sua emancipação”, diz Jô. “Quem decide sobre a bancada feminina deve ser a própria bancada.”

Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, o presidente da Casa disse recentemente que a legalização do aborto só seria pautada na casa “por cima de seu cadáver”.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Congresso | 19:48

Membros da nova bancada feminina já começam a se estranhar

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A deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO). Foto: Agência Câmara

O café da manhã que estava previsto para ser um momento de descontração e aproximação da nova bancada feminina da Câmara, nesta quarta-feira, deu o tom que deve predominar na próxima legislatura.

Desde o início da semana, a atual coordenadora da bancada, Jô Moraes (PCdoB-MG), vinha tentando um acordo com as deputadas para que PT e PMDB ficassem com coordenadoria e a procuradoria da mulher, uma vez que são as maiores bancadas do Congresso.

A proposta, no entanto, teve resistência de nomes como Clarissa Garotinho (PR-RJ), Rosangela Gomes (PRB-RJ) e Professora Dorinha (DEM-TO), que reivindicam mais espaço para seus partidos na distribuição dos cargos. Diante do impasse, uma nova reunião foi agendada para ainda hoje.

Leia também: ‘Bancada feminina atuará como bloco’, diz Jô Moraes

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Congresso | 17:00

‘Ainda há uma cultura do macho muito forte’, diz Jandira Feghali

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Deputada federal Jandira Feghali  (Foto: Divulgação)

Deputada federal Jandira Feghali (Foto: Divulgação)

Ao longo do próximo ano, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) será novamente a única mulher a liderar uma bancada partidária, na Câmara dos Deputados. A prática tem sido recorrente no partido, que em outras legislaturas já indicou para o posto Manuela D’Ávila e Jô Moraes.

“Acho que isso representa a pouca possibilidade que, hoje, as mulheres têm de ser eleitas no nosso processo eleitoral. Também representa a visão corporativa do poder masculino. A predominância do poder ainda é dos homens, ainda há uma cultura do macho muito forte”, critica a comunista.

Leia também: ‘Demora do STF é inaceitável’, diz Jandira Feghali sobre financiamento de campanha

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Partidos | 14:10

PCdoB reúne deputados federais e estaduais em Brasília

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O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo. Foto: Divulgação

O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo. Foto: Divulgação

Na próxima quinta-feira, a nova bancada do PCdoB na Câmara se reunirá em Brasília, na companhia do presidente nacional da sigla, Renato Rabelo (PCdoB), para definir uma estratégia comum para a próxima legislatura.

Na pauta, estão a discussão sobre a liderança do partido na Casa, hoje ocupada por Jandira Feghali (PCdoB-RJ), bem a como a negociação sobre as comissões e os temas que serão priorizados daqui pra frente. O grupo também discutirá a situação dos suplentes eleitos nos estados, que poderão assumir mandatos ao longo dos próximos anos.

Já no dia seguinte, os deputados estaduais e nacionais da sigla se reunirão na cidade, em um seminário de formação política. Ao todo, o partido elegeu 25 deputados estaduais em 17 estados e 10 deputados federais em 9 estados.

Leia também: ‘Demora do STF é inaceitável’, diz Jandira Feghali sobre financiamento de campanha

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