Publicidade

Posts com a Tag PCdoB

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

‘Demora do STF é inaceitável’, diz Jandira Feghali sobre financiamento de campanha

Compartilhe: Twitter
Deputada federal Jandira Feghali  (Foto: Divulgação)

Deputada federal Jandira Feghali (Foto: Divulgação)

O PCdoB ainda não desistiu de ter uma resposta do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade financiamento privado de campanha antes que o próprio Legislativo decida sobre o tema.

Nesta semana, a líder do partido na Câmara, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), retomou as articulações com outros partidos e movimentos sociais para cobrar o voto do ministro Gilmar Mendes que, em abril do ano passado, pediu vistas do processo. Antes disso, a maioria dos ministros já havia votado pelo fim do financiamento de empresas privadas.

“Essa demora do STF é inaceitável. O ministro Gilmar Mendes havia prometido uma resposta em agosto e até agora nada (leia mais). Estamos prestes a completar um ano de enrolação”, diz Jandira.

De acordo com a deputada, a primeira reunião para debater o assunto no Congresso ocorrerá já na primeira semana de fevereiro, com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Autor: Tags: , , , , ,

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015 Congresso | 19:30

‘Bancada feminina atuará como bloco’, diz Jô Moraes

Compartilhe: Twitter
Coordenadora da bancada feminina, Jô Moraes (PCdoB-MG). Foto: Divulgação.

Coordenadora da bancada feminina, Jô Moraes (PCdoB-MG). Foto: Divulgação.

De acordo com a coordenadora da bancada feminina na Câmara, Jô Moraes (PCdoB-MG), a orientação do grupo para a próxima legislatura é atuar como um bloco parlamentar, independente dos partidos de cada deputada, em momentos-chave.

“Nós tomamos uma decisão de atuar conjuntamente, para fortalecer a participação das mulheres na Câmara. Em assuntos estratégicos, nós atuaremos como bloco parlamentar”, diz Jô.

De acordo com a mineira, a união se dará sobretudo na articulação para a distribuição de relatorias de projetos de maior relevância e na indicação de parlamentares para ocuparem as presidências das comissões. “Você raramente vê mulheres ocupando estes espaços”, explica a deputada.

Leia também: ‘Reforma política não será feita com este Parlamento’, diz Érika Kokay

Autor: Tags: , , ,

terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Governo | 09:00

Grupos preparam ato pela reforma política na posse de Dilma

Compartilhe: Twitter

Após organizarem o plebiscito popular pela reforma política, entidades e movimentos sociais convocaram militantes de todo os estados para protestarem na posse presidencial, em defesa de uma assembleia constituinte sobre o tema.

Em setembro, o grupo reuniu mais de 7,5 milhões de assinaturas favoráveis ao plebiscito, que foram entregues à presidente Dilma Rousseff antes mesmo do segundo turno. Ao todo, mais de 500 entidades participaram da realização do plebiscito, entre elas  CUT, MST, MTST, ABGLT, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB.

Saiba mais: Ativistas rejeitam referendo pela reforma política e pedem plebiscito

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014 Governo | 17:34

Orlando Silva reclama de escolha do novo secretário da Juventude

Compartilhe: Twitter
O ex-ministro Orlando Silva (PCdoB).

O ex-ministro Orlando Silva (PCdoB).

O convite feito pela presidente Dilma Rousseff ao coordenador de Políticas para Juventude da prefeitura de São Paulo, Gabriel Medina, para assumir a Secretaria Nacional de Juventude foi mal-recebido pelo PCdoB, que pleiteava a indicação.

No Twitter, o ex-ministro do Esporte Orlando Silva chegou a ironizar a decisão. “A UJS fez a maior campanha de juventude da história. E advinha quem será o Secretário Nacional de Juventude?”, disse o comunista.

Leia também: Movimentos de juventude pedem mais ‘peso político e autonomia’ no governo

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 Estados | 10:30

Domingos Dutra vai representar governo do Maranhão em Brasília

Compartilhe: Twitter
Deputado Federal Domingos Dutra (SDD-MA). Foto: Agência Câmara

Deputado Federal Domingos Dutra (SDD-MA). Foto: Agência Câmara

O ex-petista quilombola Domingos Dutra (SDD-MA) foi escalado para representar o governador eleito do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em Brasília.

Sem mandato na próxima legislatura, o atual deputado federal chegou a ser sondado para assumir a Secretaria Estadual de Agricultura Familiar, mas acabou optando pela representação governamental – que exigirá mais capacidade de articulação política do que experiência em gestão pública.

“Eu não quero ter que mexer com dinheiro do estado, então vou ser o cara que leva dinheiro pra lá”, brinca o maranhense.

 

Autor: Tags: , , , , ,

terça-feira, 16 de dezembro de 2014 Congresso | 10:30

Manuela d’Ávila prepara discurso de despedida

Compartilhe: Twitter
Deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB-RS). Foto: Agência Câmara

Deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS). Foto: Agência Câmara

Pronta para trocar a Câmara dos Deputados pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) já está preparando seu discurso de encerramento do mandato de deputada federal.

Nesta semana, Manuela usará o tempo de fala em Plenário cedido pela líder do PCdoB na Casa, Jandira Feghali (RJ), para de despedir formalmente dos colegas, antes do recesso branco.

Leia também: Clima de Natal toma conta do PCdoB

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Congresso | 18:59

Maria do Rosário entra com duas ações na Justiça contra Bolsonaro

Compartilhe: Twitter
Maria do Rosário (Foto: André Dusek/AE)

Maria do Rosário (Foto: André Dusek/AE)

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) entrará, nesta terça-feira, com duas ações judiciais contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Uma das estratégias é acionar o Supremo Tribunal Federal com uma queixa-crime por injúria e calúnia. A segunda é a abertura de um processo por danos morais, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Leia também: Ativistas preparam manifestações contra Bolsonaro na Câmara

As ações serão apresentadas à tarde, após reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Na semana passada, PT, PSB, PCdoB e PSOL entraram com uma representação conjunta no Conselho, após Bolsonaro dizer que “não estupraria” Maria do Rosário “porque ela não merecia”.

Assista: Caso Bolsonaro ficará para o próximo ano, diz presidente do Conselho de Ética

Autor: Tags: , , , , , , , ,

Partidos | 17:36

Clima de Natal toma conta do PCdoB

Compartilhe: Twitter
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A bancada do PCdoB já tem programa para a noite desta terça-feira. Parlamentares e assessores do partido se reunirão na casa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), para uma troca de presentes de Natal.

O valor não foi estipulado, mas os amigos secretos já foram sorteados. A confraternização será feita logo após um jantar de final de ano organizado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), com os líderes da Casa.

A alta concentração de festividades na terça-feira tem uma explicação: aproveitar os últimos dias de movimentação no Congresso em 2014, uma vez que a partir de quarta-feira a maioria dos parlamentares entrará no chamado recesso branco.

Leia também: ‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

Autor: Tags: , , , , , ,

Congresso | 15:50

Ativistas preparam manifestações contra Bolsonaro na Câmara

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

Nesta semana, duas manifestações foram convocadas para protestar contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), na Câmara dos Deputados. Os atos previstos para terça e quarta-feira pedem a cassação do parlamentar por quebra de decoro e apologia ao estupro contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Saiba mais: Após insulto contra deputada, Jair Bolsonaro será alvo de ação judicial

Na semana passada, Bolsonaro disse à ex-ministra “não te estupro porque você não merece” e, em entrevista ao jornal Zero Hora, reforçou a declaração dizendo que a deputada “não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero”. Diante das declarações, PT, PSB, PCdoB e PSOL entraram com uma ação conjunta pedindo a cassação do mandato do deputado.

Na internet, os eventos somam mais de dez mil confirmações. Além disso, foi criada uma petição virtual na Avaaz, que até o momento reúne cerca de 160 mil assinaturas. O objetivo do grupo é alcançar 500 mil, para entregar ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Entre as palavras de ordem, está a frase “Bolsonaro não merece ser deputado”, em referência ao movimento “Não mereço ser estuprada”, organizado por feministas no início no ano.

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

domingo, 7 de dezembro de 2014 Congresso | 08:00

‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

Compartilhe: Twitter

Alvo de xingamentos durante a polêmica sessão do Congresso Nacional que tentava votar mudanças na meta do superávit primário, na última semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que as agressões contra parlamentares mulheres são recorrentes.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

“Não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher na presidência, a cara do poder político no Brasil é muito masculina”, explicou Vanessa, em entrevista ao Poder Online. Prova disso, diz a senadora, é que o mesmo grupo que puxou os xingamentos no plenário da Câmara também foi denunciado por chamar a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) de “vagabunda”.

Na opinião da amazonense, entretanto, embora seja necessário identificar e punir os responsáveis, o problema passa por uma vontade política e mudanças culturais mais amplas. “Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo.” Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Deputada, como a senhora vê os xingamentos daquele dia. Foram algo isolado?
Não, não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher presidenta, a cara do poder político no Brasil é muito masculina. Na última segunda-feira mesmo, a gente estava em uma reunião de líderes com a presidenta Dilma e só o meu partido tinha mulheres líderes – uma pelo Senado e outra pela Câmara. O resto eram homens. Então não é incomum esse tipo de manifestação, eu poderia citar inúmeros casos.

Quais, por exemplo?
Fazendo uma pesquisa para identificar as pessoas que estavam aqui ontem – que aliás não estavam aqui com o objetivo de acompanhar, mas sim de ajudar na obstrução e tentar impedir a sessão – descobrimos que alguns deles são donos de um blog de extrema direita, o Revoltados, e estão bastante enrolados com a Justiça. O (deputado) Paulo Pimenta (PT-RS) mostrou um monte de documentos, processos, em que eles incitam a violência, dizem que o (senador) Renan Calheiros (PMDB-AL) tinha de ser morto. E, olha que engraçado: um desses rapazes, que eu não sei se estava aqui ou não, mas que faz parte desse blog, responde a um processo porque chamou a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) justamente de vagabunda.

O que a senhora achou de o grupo ter se defendido com a explicação de que os gritos diziam “vai pra Cuba” e não “vagabunda”?
Nós estamos tentando fazer a filtragem do áudio, precisamos ver se é possível porque lá não tem microfone, mas a TV Câmara também está ajudando a identificar. De toda forma, o pessoal do meu gabinete ouviu os gritos de “vagabunda” e, antes de eu falar, eu me lembro que as palavras de ordem eram “PT ladrão” e esculhambando a Dilma. Só depois, para disfarçar, é que eles começaram com o “Vai pra Cuba”. É lamentável. Todo mundo aqui foi desrespeitado, a democracia foi desrespeitada. Quando eu cheguei aqui na Câmara, as galerias tinham vidro, porque jogavam coisas lá embaixo. Quando o ex-presidente Lula foi eleito e o (deputado) João Paulo Cunha (PT-SP) presidiu a Casa é que isso mudou. De lá pra cá, acho que o episódio mais duro foi agora.

Leia também: Mulheres do PCdoB pedem punição de xingamentos contra Vanessa Grazziotin

Algumas pessoas voltaram a falar em colocar vidros nas galerias. A senhora concorda com isso?
Não, acho que não carece. O que precisa fazer é respeitar o regimento. As sessões são públicas, são abertas, transmitidas ao vivo. As pessoas que vêm aqui têm que respeitar a democracia. Por que que é proibida a manifestação? Porque quem tem de se manifestar é o plenário, não a galeria. E a gente tem que se manifestar de acordo com toda uma regra regimental. Eu não posso falar a hora que eu quiser, eu tenho de me inscrever, por exemplo. Mas eles gritando lá de cima, ainda mais de forma desrespeitosa contra uma mulher, não é algo que a gente possa caracterizar como democrático. Pelo contrário: eu tenho ouvido inclusive que essas pessoas que estavam aí são aquelas que nos movimentos populares têm defendido a volta da ditadura militar.

A senhora também se sente desrespeitada por parte de colegas parlamentares?
Sim, claro. Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo. Então chegam lá, pegam o microfone, não respeitam a presidência, não respeitam ninguém e mulher principalmente, porque não temos a voz tão grave quanto eles.

E isso acontece tanto na esquerda como na direita?
Acho que o pessoal conservador, de direita, é pior. Porque eles não querem ver o avanço da mulher. Você veja, o PCdoB é o partido que mais tem mulheres aqui. E isso não é porque temos cota, nós estamos submetidas à lista aberta como qualquer uma. É porque é um partido que procura dar oportunidades, que age de forma proativa com as mulheres. Se você pega um DEM da vida, quantas mulheres eles têm? Qual é o protagonismo dessas mulheres? É quase nulo.

Agora, nesses últimos dias, os movimentos falavam muito em mais representatividade política. Esse também foi um ponto central nas manifestações de 2013. Que mecanismos poderiam ser adotados para diminuir esse distanciamento entre o povo e o Congresso sem precisar recorrer a um fechamento de galerias, por exemplo?
Nós caracterizamos esse processo como o terceiro turno eleitoral. Quem está acompanhando, percebe que o problema deles não é com o mérito. Se fosse, eles teriam de explicar porque o Fernando Henrique Cardoso fez a mesma coisa em 2001, quando eles estavam no poder. O que eles querem é somente desgastar a presidente antes que ela assuma o novo governo. E eles dizem isso abertamente: que querem que ela incorra na irresponsabilidade fiscal. Mas ela já disse que isso não vai ocorrer. Agora, para aumentar a representatividade de uma maneira mais ampla, só com uma reforma política.

Assista a um trecho da entrevista:

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última