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Posts com a Tag PEC 300

quarta-feira, 21 de agosto de 2013 Congresso | 15:18

Deputado estimula policiais a pressionar governadores em ano de Copa

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O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) estimulou que policiais dos estados que sediarão a Copa do Mundo de futebol em 2014 se articulem para pressionar os governos locais pela aprovação da PEC 300.

A PEC 300 estabelece um piso salarial nacional para policiais e bombeiros. Foi por causa da tramitação dessa matéria que manifestantes invadiram o plenário da Câmara na tarde da última terça-feira.

“Nos estados sede da Copa do Mundo interessará aos governos destes estados que a gente não tenha uma situação muito complicada no ano que vem. Se não querem situação complicada no ano que vem, não tem segredo, basta aprovar a PEC 300”, disse o parlamentar.

Assista:

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terça-feira, 20 de agosto de 2013 Congresso | 14:24

Líder do governo na Câmara é hostilizado por policiais

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Um grupo de policiais que ocupa o Salão Verde da Câmara dos Deputados hostilizou há pouco o líder do governo na Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Os policiais querem a votação da PEC 300/2008, que estabelece um piso salarial nacional para policiais. Os policiais reclamam da defasagem dos salários.

O petista foi chamado de traidor. Também houve xingamentos e até de mensaleiro Chinaglia foi chamado. O parlamentar ainda tentou falar com a imprensa durante o tumulto, mas suas palavras foram praticamente abafadas pelos manifestantes.

Assista:

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Congresso | 12:01

A volta do fantasma do piso dos policiais

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Volta a assombrar o plenário da Câmara a votação da PEC 300, aquela que institui um piso nacional de R$ 3, 5 mil para os salários do policiais.

Os governadores são contrários, mas eles nem sempre têm maioria no Congresso.

Um grupo de parlamentares com representantes em todos os partidos — do PT ao PSDB, passando pelo DEM, pelo PMDB e pelo PDT — está articulando um movimento para exigir a entrada em pauta do projeto, que já foi aprovado em primeiro turno.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), prometeu a um grupo de oito governadores — na presença da presidenta Dilma Rousseff durante a posse de Maria das Graças Fortes na Petrobras  — que faria de tudo para retardar a votação.

Mas, sob pressão de suas bancadas, os líderes partidários cobram de Maia que os governadores mostrem a cara, promovam um evento público onde se manifestem claramente contra a votação do projeto. Caso contrário, eles deixam o projeto ir a voto.

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Estados | 09:01

PM de Brasília é única que paga acima do piso da PEC 300. Mas reclama

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A chamada PEC 300 — proposta de emenda constitucional que estabelece um piso salarial para policiais militares de todo o país — fixa em R$ 3.500 o valor mínimo a ser pago mensalmente aos PMs.

Adivinha qual  a única unidade da federação que atingiu esse valor?

É o Distrito Federal. Porque tem seu pagamento subsidiado pela União.

E ainda assim a PM de Brasília ainda ameaçou promover uma manifestaç~~ao de solidariedade aos amotinados da Bahia.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Congresso | 14:01

Líder do PMDB diz que não há clima para votar o piso nacional para policiais

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O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), telefonou para o Poder Online. Ele nega de pés juntos que  tenha defendido, na reunião da cúpula do partido quarta-feira no Palácio Jaburu, a votação imediata da PEC 300 (piso salarial nacional para PMs), conforme noticiado pela coluna:

— Primeiro, não tenho qualquer interesse em brigar com o governo federal. Sou um defensor do governo. Depois, na reunião, conversamos sobre segurança pública de uma forma ampla. Além disso, nessa questão da PEC 300, o problema maior são os governos estaduais. Pernambuco, por exemplo, teria um gasto adicional de R$ 1 bilhão ao ano. Nâo dá para votar isso sem antes uma ampla reunião com os governadores. E a greve na Bahia tirou qualquer clima para a votação dessa matéria.

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Partidos | 09:01

E Henrique Eduardo Alves já está pronto para outra briga com o governo

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Na quarta-feira à noite a cúpula do PMDB reuniu-se no Palácio Jaburu, a residência oficial do vice-presidente da República, Michel Temer.

O senador Vital do Rego estava irritadíssimo com a presidenta Dilma Rousseff porque ela foi ao Nordeste visitar as obras da Transnordestina e não passou por seu Estado, a Paraíba.

Vital tinha enviado carta ao Palácio do Planalto cobrando uma audiência da presidenta com a bancada paraibana no Congresso a fim de discutir  a contrução de um ramal da Transnordestina para o Porto de Cabedelo. Não obteve resposta. O senador, então, defendia “uma atitude mais dura” do PMDB em relação ao governo.

Até aí, tudo bem. A turma já conhece Vital. Mas eis que o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), entrou na conversa:

— O Vital está certo. Nós podemos, por exemplo, entrar firme na defesa da votação da PEC 300 (proposta de emenda constitucional que aumenta os salários do policiais em todo o país), mesmo com  o governo contrário.

Foi aí que Michel Temer interveio:

— Calma lá, Henrique. Você acabou de sair de uma confusão com o governo e já está querendo arrumar mais uma?

Como se sabe, Henrique Eduardo Alves esteve há poucas semanas envolvido numa briga com o Palácio por causa da demissão do presidente do Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca).

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Congresso | 17:03

Câmara suspende compra de coletes balísticos para polícia

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A Câmara dos Deputados suspendeu nesta quarta-feira licitação para a compra de 78 coletes balísticos para a polícia legislativa da Casa. O pregão estava agendado para ontem, mas foi adiado para hoje antes de ser suspenso.

A suspensão acontece antes do início de um ano legislativo que deve ser tenso entre parlamentares e forças de segurança pública do país.

Entre as votações que podem esquentar o clima entre eles está a PEC 300. A proposta estabelece piso salarial para policiais e bombeiros de todo país.

No ano passado, num gesto de desespero para pressionar a votação da PEC 308, que fixa o mínimo para agentes penitenciários, centenas de policiais invadiram a Câmara e ficaram acampados no Salão Verde da Casa.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Congresso | 10:09

Petebista promete “desmentir” governadores sobre impacto da PEC 300

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Termina no fim do mês o prazo para os governadores responderem ofício do Congresso solicitando informações sobre impacto da chamada PEC 300 – que estabelece novo piso salarial para policiais e bombeiros – para os cofres dos Estados.

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que preside a comissão que analisará o tema, afirma que as informações servirão para “desmentir” o cálculo de R$ 43 bilhões, feito pelos governantes.

— Vamos desmentir o que eles dizem. É tudo estimativa. Esse impacto não chega a R$ 20 bilhões — disse o petebista ao Poder Online.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Partidos | 06:02

A prova real da liderança de Temer sobre o PMDB

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Desde a morte de Orestes Quércia, o PMDB propaga o discurso de que, agora, é um partido unido, como nunca antes neste país.

O vice-presidente Michel Temer, no evento de filiação do deputado Gabriel Chalita (SP), ao partido, foi batizado de “o pacificador”.

Pois bem, o PMDB bem que tentou, mas entrou na onda da “faxina” ao preço do pescoço do ex-ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

Mas a maior prova da liderança de Temer e da tão propagada inédita unidade do PMDB serão as votações da PEC 300 e da emenda 29.

Se o PMDB sair dessas votações unido, Temer manda. Independentemente de ser contra ou a favor.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Governo | 18:01

O recado de Dilma na reunião do Conselho Político

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A presidenta Dilma Rousseff e o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, na reunião do Conselho Político (Foto: Ed Ferreira/AE)

O tema principal da pauta da reunião do Conselho Político foi a economia. A presidenta Dilma Rousseff pediu ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, para expor aos presidentes de partidos aliados e líderes no Congresso a situação mundial e os desafios para o Brasil.

O principal deles é o tempo. Nem o ministro nem ninguém na face da Terra pode prever quando as coisas voltam ao normal no mercado financeiro global e na economia real.

Por trás do discurso econômico, no entanto, há um recado político claro. Dilma nem sequer citou votações no Congresso. Mas todos entenderam que, se aprovarem cascas de banana na área fiscal – como PEC 300, Emenda 29 etc etc -, aumenta o risco de levar o país para a turbulência mundial.

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