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Posts com a Tag Petrobras

quinta-feira, 28 de maio de 2015 Governo | 15:55

Plano de investimentos da Petrobras entra na “agenda positiva” de Dilma

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O anúncio do Plano de Investimentos da Petrobras, que será feito pela empresa até julho, será mais um item da “agenda positiva” que a presidente Dilma Rousseff quer inaugurar no próximo mês, depois de vencer a fase de votação do pacote fiscal no Congresso, pauta. O Planalto espera uma perspectiva de investimentos que possa demonstrar a força da estatal apesar do má fase experimentada em meio as investigações da Operação Lava Jato.

Para a equipe de comunicação do governo, mesmo diante da expectativa de um anúncio mais modesto em comparação à nova fase da empresa, será possível demonstrar força. Sem a euforia experimentada durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da descoberta do pré-sal, a ideia é demonstrar a capacidade de recuperação da Petrobras e seu poder de movimentar mais investidores.

O plano está sendo finalizado e para se ter uma efeito maior sobre a cadeia produtiva, a empresa está fazendo um redirecionamento dos investimentos para priorizar o segmento mais rentável, o de exploração e produção de petróleo e gás.

Leia também: Dilma espera inaugurar sequencia de agendas positivas em junho

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sábado, 9 de maio de 2015 Partidos | 08:00

PT gastou cerca de R$ 10 milhões para impulsionar comunicação digital

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A reformulação completa da área de comunicação digital do PT absorveu um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões. Na conta, estão a remodelagem do site do partido, da Agência PT e da estrutura de redes sociais.

O argumento é que a área virou peça fundamental da resposta do partido à crise de imagem que eclodiu nos últimos meses.

 

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 19:39

PT pode optar por substituto interino para João Vaccari

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Com dificuldade de encontrar um nome para substituir João Vaccari Neto no posto de secretário de Finanças, o PT pode optar por um interino para o posto. A ideia está entre as possibilidades discutidas pela direção petista nesta quarta-feira, após o partido tomar a decisão de afastar Vaccari após o dirigente ser preso em mais uma fase da Operação Lava Jato.

Leia também: PT afasta Vaccari alegando que tesoureiro se vê como “preso político”

O PT chegou a ventilar alguns nomes para o posto nos últimos meses, diante do agravamento das denúncias, mas nenhum indicou qualquer tipo de disposição de assumir a função. Entre os citados, estavam, por exemplo, Edinho Silva e Paulo Ferreira. O primeiro tornou-se ministro da Secom. O segundo, que assumiu a função no auge do escândalo do mensalão, também indicou internamente que não interesse.

Nenhuma abordagem formal chegou a ser feita antes do afastamento de Vaccari. De acordo com um ministro ouvido pelo Poder Online, a escolha por um interino não só facilitaria o preenchimento rápido do posto, como passaria a mensagem de que o partido acredita na inocência do tesoureiro.

Outro ponto que pode facilitar o preenchimento da vaga é a expectativa de que o partido abra mão formalmente de doações privadas para financiar a estrutura partidária. A proposta já estava sendo encaminhada pela direção partidária, como adiantou o Poder Online, e agora ganha força para ser aprovada, na opinião de líderes petistas.

Em tese, há algumas regras de ordem burocrática relacionadas à substituição de Vaccari. A regra petista prevê, por exemplo, que seja um integrante da direção nacional. Em tese, também deve ser um membro da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), ala que dá as cartas no partido e é integrada pelo tesoureiro afastado. Mas o comando partidário não descarta rever esses critérios, caso encontre um nome que julgue adequado para a vaga e esteja fora desse espectro.

Alguns petistas insistem, entretanto, na necessidade de indicar um nome “experiente” para a função. Por isso mesmo, diz um líder da legenda, é possível que todo o processo de escolha – que tende a ser encerrado até sexta-feira – ocorra sob tutela do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

 

 

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Partidos | 15:45

Com fama de ‘arrecadador eficiente’, Vaccari enfrenta denúncias desde que assumiu

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Preso nesta quarta-feira em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é alvo de denúncias desde que assumiu as contas partidárias. Quando foi indicado para o cargo, o secretário de Finanças estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do caso Bancoop.

A Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) estampou as manchetes assim que Vaccari foi indicado para a tesouraria petista, no início de 2010, por conta da suspeita de que o dinheiro pago por cooperados para a construção de imóveis tivesse sido desviada para caixa do partido. O tesoureiro, que comandou a cooperativa entre 2004 e 2010, dizia que a investigação não passava de uma “ação eleitoreira” e atribuía os problemas a falhas de planejamento.

Leia também: Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

Vaccari também chegou a ter seu nome mencionado em investigações do escândalo dos “aloprados”, em 2006, quando petistas foram presos tentando comprar um dossiê contra candidatos tucanos. Ele entrou no caso por ter conversado por telefone com Hamilton Lacerda, então coordenador de Comunicação da campanha do hoje ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê. O tesoureiro, entretanto, não foi denunciado.

Vaccari sempre foi defendido por colegas de partido mais próximos, em especial aqueles pertencentes ao seu grupo dentro do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil – a mesma de Lula e de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci. O argumento repetido à exaustão pelos petistas era o de que não havia provas concretas do envolvimento do tesoureiro de nenhuma das acusações. O próprio Lula saiu abertamente em defesa de Vaccari, já durante as investigações da Operação Lava Jato.

Mais do que isso, Vaccari sempre recebeu elogios dos colegas mais próximos. De perfil discreto, ele raramente fala com a imprensa e abandonou a prática que havia sido implantada pelo antecessor Paulo Ferreira, de comentar com frequência as finanças partidárias e a arrecadação da legenda. Mas quem é próximo do tesoureiro o descreve como um “arrecadador eficiente”, que soube reforçar de maneira significativa o caixa petista desde que assumiu a função.

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Partidos | 12:54

Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na véspera da maratona de reuniões em que o partido decidirá seu rumo diante da crise, jogou nas alturas a pressão pelo afastamento do secretário. O comando partidário já defende há muito tempo que Vaccari se licencie do cargo – mesmo que temporariamente -, a pretexto de se defender das denúncias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reforçou o coro internamente. Fizeram o mesmo vários ministros que integram o círculo próximo da presidente Dilma Rousseff.

Leia mais: Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesouraria do PT

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Mas o próprio Vaccari resistiu. Dizia seguir a orientação de seus advogados, para os quais o afastamento soaria como uma confissão de culpa e dificultaria as chances de o tesoureiro se isentar das acusações no decorrer do processo.

Embora parte da legenda defenda uma ação mais drástica, dirigentes reconhecem também que há forte preocupação com os efeitos que essa pressão poderia ter. Entendem que isso poderia soar como confissão de envolvimento do próprio partido nos desvios. Afinal, o PT argumenta desde o início que todas as doações de empresas envolvidas na Lava Jato eram legais.

Alguns dizem temer ainda que Vaccari dispare contra a própria legenda caso se sinta “abandonado” sem que haja prova concreta de que participava do esquema. Nas palavras de um dirigente petista, seria transformá-lo em “homem-granada”.

O problema é que o PT não imaginava que Vaccari pudesse ser preso neste momento. O partido saiu do depoimento do tesoureiro na CPI da Petrobras com a avaliação de que ele conseguiu responder corretamente às perguntas, o que esfriaria a crise, ao menos por um tempo. Petistas escalados para ajudá-lo comemoravam, por exemplo, o resultado da estratégia de cruzar lista de doações eleitorais de empresas da Lava Jato com os nomes de integrantes da CPI que fazem parte da oposição. E esperavam que ele ficasse longe dos holofotes por algum tempo.

Embora o diretório nacional do PT tenha reunião marcada somente para sexta-feira, o destino de Vaccari começa a ser decidido na reunião de emergência convocada hoje pela direção partidária em São Paulo. Muitos dos integrantes da direção já estavam na capital paulista para o encontro do fim da semana, que seria antecedido de reuniões preparatórias da executiva nacional e das correntes que integram a sigla.

 

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 14:44

Lava Jato tirou o fôlego de João Vaccari

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Quem conhece bem o tesoureiro do PT, João Vaccari, diz não ter dúvidas de que ele vai permanecer no cargo por um bom tempo, mesmo sendo réu na Operação Lava Jato.

Mas uma preocupação cerca o secretário petista: até seus mais árduos defensores admitem que tudo isso tem dificultado e muito uma tarefa básica da função: arrecadar.

Se depender do bolso do PT, dificultou mesmo. O diretório nacional está em contenção total de gastos.

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terça-feira, 24 de março de 2015 Partidos | 20:07

Na TV, PCdoB reforça coro contra privatização da Petrobras

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Nas inserções do PCdoB que irão ao ar nesta semana, o partido decidiu priorizar o discurso contra a privatização da Petrobras. No material de 30 segundos veiculado esta noite na televisão, aparecerá um trabalhador com o macacão laranja da estatal manchado de petróleo, dizendo algo como “podem até querer manchar nossa imagem, mas não vão conseguir”.

Já na próxima quinta-feira, em 10 minutos de programa partidário, 20 comunistas falarão sobre o tema, entre outras questões, na televisão. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, as líderes do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), e na Câmara, Jandira Feghali (RJ), e deputada estadual Manuela d’Ávila (RS) foram alguns dos selecionados.

Nesta semana, uma pesquisa divulgada pelp DataFolha revelou que 61% dos brasileiros são contra a privatização da Petrobras.

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terça-feira, 17 de março de 2015 Governo | 14:00

Agora longe da Petrobras, Graça Foster mantém-se reclusa

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Dizendo-se desgastada pela crise que atingiu sua gestão no comando da Petrobras, a ex-presidente da estatal Graça Foster tem afirmado aos amigos que decidiu tirar um tempo para descansar.

Graça, dizem pessoas próximas, mal sai de casa. Ela ouviu inclusive sugestões de vários amigos para que aproveitasse para planejar uma bela viagem. Explicou que ainda não está com cabeça para isso.

 

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Partidos | 09:00

PT pode discutir destino de acusados na Lava Jato na próxima semana

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A executiva nacional do PT deve se reunir na próxima semana. Ali, espera-se que seja levantada, mesmo que informalmente, a discussão sobre o destino dos petistas incluídos na lista de investigados da Operação Lava Jato, divulgada na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República.

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Por enquanto, há todo tipo de opinião circulando dentro da legenda. Há, por exemplo, quem proponha que o tesoureiro João Vaccari Neto peça para se afastar do cargo de tesoureiro, ao menos enquanto durarem as investigações contra ele.

Mas alguns petistas vão além. Há quem defenda até mesmo que todos os citados na lista – o que inclui desde Vaccari até senadores Gleisi Hoffmann, Humberto Costa e Lindbergh Farias – tomem a “iniciativa” de pedir sua desfiliação do partido.

Quem vai por essa linha diz que esta seria a maneira “coerente” de lidar com o assunto, já que o ex-deputado André Vargas, flagrado viajando no jatinho do doleiro Alberto Youssef, foi pressionado a pedir a retirada de seu nome dos quadros da legenda.

Ao menos por enquanto, o comando partidário parece decidido a dar suporte aos citados na lista. A ordem é manter o discurso de que não haverá pré-julgamento e que qualquer medida adicional dependerá do desenrolar dos acontecimentos, diz um integrante da executiva.

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Governo | 06:00

Lula cobra reação do governo à crise e defende giro de Dilma pelo Brasil

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou pessoalmente na reação à crise que cerca o governo da presidente Dilma Rousseff e distribuiu ontem uma série de coordenadas a líderes governistas. Além de orientar o Planalto a intensificar medidas que ajudem a melhorar o clima na base aliada – como a reunião da presidente com líderes marcada para esta manhã – o ex-presidente defendeu que seja organizado um amplo giro de Dilma pelos principais estados brasileiros.

Dilma e Lula ABR

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Em uma das conversas em que deu a determinação, o ex-presidente não escondeu a insatisfação com o desgaste da sucessora. Reclamou das falhas no controle da imagem do governo e se queixou da atuação do próprio PT diante da crise. Avisou que ele próprio vai se encarregar de melhorar a relação do governo com a legenda, como parte da estratégia.

A receita é a mesma usada pelo próprio Lula em momentos de crise que marcaram seu próprio governo. No auge do escândalo do mensalão, por exemplo, o ex-presidente percorreu o país em viagens, num esforço para tentar reverter o desgaste e criar uma agenda positiva para o governo.

O plano de intensificar a agenda de viagens da presidente se apoia na avaliação positiva feita da recente visita de Dilma ao Rio de Janeiro. Um dos próximos destinos deve ser o Cinturão das Águas, no Ceará. O projeto, segundo líderes petistas, deve receber uma nova leva de recursos, o que ajudaria a melhorar a agenda positiva do governo diante do ajuste fiscal.

Leia também: Expectativa sobre a lista da Lava Jato dá esperança à oposição e eleva tensão na base

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