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Posts com a Tag PGR

quinta-feira, 26 de novembro de 2015 Política, Sem categoria | 18:27

“Parecia um velório”, diz Marun sobre sessão que confirmou prisão de Delcídio

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O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS)

Adversário político do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o deputado Carlos Marum (PDMB-MS) esteve na sessão do Senado que confirmou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prender o petista e comentou: “Parecia um velório. e, de certa forma, era. Nós políticos temos duas vidas”, observou o parlamentar.

Em seguida, para recuperar o otimismo em relação ao seu antagonista, o deputado recorreu a uma frase do estadista conservador britânico Winston Churchill, primeiro ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

“A política é tão excitante quanto a guerra,com a diferença que na guerra você pe morto apenas uma vez e na política você morre e ressucita várias vezes”, citou o deputado.

Por 59 votos a 13, o Senado acatou na noite de quarta-feira a prisão preventiva do senador determinada pelo STF. Delcídio foi o primeiro senador a ser preso em pleno exercício do mandato. “Acho que o flagrante era questionável. O Senado não julgou a prisão, julgou as acusações”, considerou Marun.

 

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Política | 17:24

Delcídio usou o cargo de líder em conversas interceptadas

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Entre as conversas interceptadas pela Polícia Federal, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), e que permanecem secretas na Procuradoria Geral da República, uma chamou a atenção de integrantes do Ministério Público e do Judiciário.

Na gravação, Delcídio fala como “líder do governo” para garantir sua capacidade de influência.

Um dos diálogos ocorreu na quinta-feira da semana passada.

Além disso, integrantes da investigação estão de posse de diálogos, por telefone, do senador, com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que também permanecem sob sigilo.

As interceptações foram autorizadas pelo STF.

 

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sexta-feira, 9 de maio de 2014 Governo | 16:45

Procurador-geral arquiva acusação de trabalho escravo no programa Mais Medicos

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou a representação do PSDB, que apontava a prática de trabalho análogo à escravidão no caso dos médicos cubanos que estão inseridos no programa Mais Médicos. O pedido de investigação havia sido apresentado pelo líder tucano na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), contra o ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha e o diretor do Programa de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proença de Oliveira.

Imbassahy alegou no pedido que as regras impostas aos médicos restringiam a liberdade dos profissionais e os colocavam em vigilância ostensiva, o que caracterizaria a condição de escravidão. Na decisão de não dar início à investigação, Janot alegou que a denúncia “se revela como frágil e insubsistente”.

“Não se tem, até o presente momento, elementos que apontem para a ocorrência de prática ilícita e indiquem dolo dos representados em relação ao crime do art. 149,11, do Código Penal”, avaliou o procurador

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sexta-feira, 18 de maio de 2012 Brasil | 17:15

Diretor da PF diz que não houve reaproximação e nem crise com a Procuradoria da República

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O diretor geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, nega que os deputados Fernando Francischini (PSDB-PR) e Carlos Sampaio (PSDB-SP) tenham promovido uma reaproximação com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

Segundo Daiello, institucionalmente a PF nunca esteve em crise com a PGR o que dispensa reaproximação.

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quinta-feira, 17 de maio de 2012 Congresso | 08:01

Tucanos costuraram trégua entre PGR e PF

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Os deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Fernando Francischini (PSDB-PR) agiram ontem para acabar com o mal estar entre a Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República. A confusão entre as duas instituições começou por causa das investigações envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Promotor de carreira, o deputado Carlos Sampaio esteve com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.  Ao mesmo tempo, o deputado Fernando Francischini, que é delegado da PF, se reunia com o diretor geral da PF, Leandro Daiello.

Os parlamentares fizeram um viva voz entre os chefes das duas instituições, num esforço de minimizar a diferença institucional entre MPF e PF. Após a conversa, ficou acertado uma visita de Daiello a Gurgel.

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quinta-feira, 14 de julho de 2011 Brasil | 14:48

PRB pede abertura de inquérito contra Ricardo Teixeira

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O presidente do PRB, Marcos Antônio Pereira, entrará daqui a pouco, às 15h, com pedido de abertura de inquérito criminal na Procuradoria Geral da República contra o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira.

Teixeira é acusado de suposto envolvimento em esquema de pagamento de propina.

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sábado, 9 de julho de 2011 Partidos | 06:04

Vaccarezza: “Mensalão não prejudicou o PT em nada”

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Cândido Vaccarezza

Líder do governo na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirmou que o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal — previsto para o ano que vem — não deve prejudicar o PT nas eleições municipais de 2012.

“Esse fato não é novo. Já tivemos três eleições com a história do mensalão sendo discutida e badalada, e não prejudicou [o PT] em nada”, disse.

Em entrevista ao Poder Online, Vaccarezza afirmou que, diferente das últimas eleições, o ex-presidente Lula não vai intervir em favor dos réus.

Poder Online: O PT tinha expectativa que o procurador Roberto Gurgel pedisse para o STF inocentar outros réus do mensalão, além de Luiz Gushiken?

Vaccarezza: Não, nenhuma expectativa. Estamos aguardando o julgamento do Supremo. E confiamos no STF. Todos os fatos comprovam que não houve utilização de dinheiro público nem interferência do governo. O que houve foi caixa 2. E tem que ser punido como caixa 2, não como um crime maior. Na minha avaliação, os personagens que participaram já pagaram mais do que o tamanho do erro.

Poder Online: O julgamento do STF, que deve ocorrer justo no ano que vem, não vai prejudicar o PT e o governo nas eleições municipais?

Vaccarezza: Esse fato não é novo. Já tivemos três eleições – a de 2006, 2008 e 2010 — com essa história do mensalão sendo discutida e badalada, e não prejudicou [o PT] em nada. O povo soube separar o que é denúncia e o que é julgamento real. Aliás, a derrota dos que exploraram o tema foi fragorosa. Teve partido que até mudou de nome.

Poder Online: Mas, na época, o Lula interveio diretamente.

Vaccarezza: Não tinha como não intervir. O Lula, inclusive, foi candidato em 2006, e ganhou a eleição.

Poder Online: O Lula entrará na defesa dos réus para diminuir o efeito do julgamento nas eleições?

Vaccarezza: Toda vez que foi perguntado sobre o mensalão, o Lula respondeu. Agora, ele não vai entrar nesse assunto, porque não é um assunto de campanha, é um assunto do Supremo Tribunal Federal. Não é adequado levarmos as emoções ao julgamento.

Poder Online: O deputado Daniel Almeida, do PCdoB baiano, criticou a “ferocidade do PT” nas eleições em relação aos aliados. Qual sua opinião sobre essa divergência?

Vaccarezza: Respeito e entendo, mas quero fazer aliança com o Daniel Almeida onde for possível, porque essas alianças do PT e PCdoB têm sido muito positivas para ambos. É bom deixarmos para o PSDB a briga interna. Nossa relação é de afinidade e busca de acordo entre todos os aliados.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Justiça | 18:02

PGR discorda do DEM e considera constitucional MP de Lula para o BNDES

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer contrário a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade do Democratas que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e questiona uma Medida Provisória editada por Lula em 2008, que liberou R$ 15 bilhões para o BNDES.

Para a PGR, montantes maiores foram liberados em anos anteriores. Além disso, os recursos já teriam sido usados pelo banco.

Diz ainda que não houve desrespeito ao princípio da urgência, conforme o DEM criticou em sua ação.

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