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Posts com a Tag PIB

quarta-feira, 23 de abril de 2014 Congresso | 18:41

Após derrota, PDT vai tentar garantir 10% do PIB para educação pública no Plenário

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O deputado federal Paulo Rubem (PDT-PE) afirmou que recorrerá ao Plenário da Câmara, para garantir que os 10% do PIB para a educação, previstos no Plano Nacional de Educação, sejam restritos ao ensino público.

Por orientação do governo e contra a reivindicação do movimento estudantil, a bancada do PT defendeu a aprovação do texto que também inclui no cálculo dos 10% do PIB programas como Fies, Prouni e Pronatec.

Leia também: Governo defende apoio a diversidades de gênero e raça no PNE

Atualmente, esses programas representam somente cerca de 0,6% do PIB. No entanto, de acordo com cálculos apresentados, nos próximos anos esse percentual pode subir até 3% – o que restringiria o investimento na educação efetivamente pública a 7% do PIB.

Assista:

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terça-feira, 14 de agosto de 2012 Brasil | 14:34

Nas Olimpíadas, Brasil foi recorde só na péssima relação entre o PIB e o número de medalhas

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O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) comparou o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de outros países com o número de medalhas de ouro obtidas nas Olimpíadas de Londres e concluiu:

— Não vai dar. Podemos abandonar o sonho de um salto no número de meldalhas até 2016.

Segundo Cristóvam Buarque, a relação PIB medalhas no Brasil é de US 831 bilhões para cada uma dos três primeiros lugares que obtivemos.

Nos EUA, que têm uma relação alta, foram US 328 bilhões por medalha. Mas na China esta relação ficou em US$ 192 bilhões por cada ouro e, na Rússina, US$ 77 bilhões. A hungria, por exemplo, chegou a uma relação PIB/medalha de apenas US$ 18 bilhões.

E qual o problema?

Segundo Cristóvam, o problema é a educação. O baixo investimento em escolas, na qualidade do ensino e nas instalações escolares brasileiras.

A escola, disse o senador em plenário:

— É a peneira em que se garimpam os atletas de ouro.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Congresso | 10:09

Para Dilma, depoimento de Mantega é decisivo no relacionamento com sua base no Congresso

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Há na pauta da Câmara dois temas altamente polêmicos em negociação: A Lei Geral da Copa e o Código Florestal.

Mas é no Senado que o governado concentra sua grande preocupação no momento: o depoimento amanhã do ministro da Fazenda, Guido Mantega, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Era para ser uma reunião de rotina. Semestralmente Mantega comparece à CAE para falar sobre a política econômica com os senadores. Foi o que fez em agosto do ano passado.

Em fevereiro, no entanto, senadores da oposição apresentaram requerimento cobrando seu comparecimento para explicar denúncias de corrupção na Casa da Moeda. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) conseguiu esvaziar as pressões sob o argumento de que o ministro iria neste semestre, como sempre fez, e que bastava esperar.

Marcado para amanhã o encontro, Mantega reuniu líderes da base governista em um café-da-manhã, na quarta-feira passada,  a fim de tentar se blindar de ataques em relação  aos parcos 2,7% de crescimento do PIB registrados entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e, especialmente, sobre as denúncias contra a Casa da Moeda.

Mas na noite daquela quarta-feira mesmo estourou uma crise com a base governista, com o PMDB juntando-se à oposição para impor a primeira derrota do governo Dilma Rousseff no Senado, ao derrubar a indicação do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres feita pelo Palácio do Planalto.

O depoimento de Mantega, então, se cercou de expectativas.

O Planalto não sabe direito como vai se comportar sua base, especialmente o PMDB.

Mas a presidenta Dilma Rousseff mandou avisar: considera este um momento decisivo para avaliar quem está do seu lado e quem está contra.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 Economia | 09:05

Europa está de olho no mercado de educação do Brasil

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A notícia de o que o governo brasileiro tem como meta o investimento de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação tem animado empresas europeias do setor.

Muitas delas participam da British Education and Training Technology, evento que acontece até sábado, em Londres, de olho no mercado brasileiro. Algumas, inclusive, já confirmaram participação na 19ª Educar, programado para maio, em São Paulo.

No ano passado, uma comitiva com integrantes de instituições de educação do governo chinês participou da feira que é considerada o maior evento de educação da América Latina.

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 Economia | 13:02

Em qual idade as pessoas são mais infelizes? 46 anos

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Crianças do Butão: origem do Índice de Felicidade

O Índice de Felicidade Interna é um tema da agenda política em todo o planeta. Começou com a ideia do rei do Butão em medir a felicidade de seu povo e levá-la em conta nas decisões de política econômica em contrapartida a hegemonia do PIB que, como se sabe, só mede a riqueza material.

A Grã-Bretanha acaba de adotar a ideia e, por aqui, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou emenda constitucional, em junho, para incluir o índice no capítulo dos Direitos Sociais da Constituição. Em São Paulo, o índice virou bandeira do ex-deputado Fábio Feldmann (PV).

Enquanto isso, na academia surgem inúmeras pesquisas para alimentar as políticas públicas. Uma das mais recentes foi feita por dois pesquisadores da Dartmouth College em 72 países, como noticia The Economist. Eles perguntaram em qual idade as pessoas são mais infelizes. Resposta: entre 40 e 50 anos.

A média mundial ficou em 46 anos. Mas atenção: a grande novidade da pesquisa é que a felicidade, ao longo da vida, é uma curva em U. Ou seja, depois dos 46, a sensação de bem-estar só melhora. Um alento para a população economicamente ativa mundial que envelhece cada vez mais.

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