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Posts com a Tag PMDB

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 11:57

“Nosso clima é amistoso”, diz Picciani, ao ser reconduzido ao cargo de líder do PMDB

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado Leonardo Picciani conseguiu ser reconduzido ao cargo de líder da bancada do PMDB, na Câmara, e disse que vai procurar o vice-presidente Michel Temer com o objetivo de selar um clima de paz no partido.

“Nosso clima é amistoso”, disse o líder à coluna, antes de embarcar para o Rio de Janeiro, depois de uma manhã agitada na Câmara. “Quase tivemos que ir ao cartório registrar as assinaturas”, disse.

Piciani foi destituido do cargo de líder na semana passada, em uma articulação comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que contou com apoio da bancada anti-governo e, de acordo com interlocutores, com apoio do próprio vice-presidente da República, Michel Temer.

A articulação para a volta de Picciani ao cargo contou com apoio do Palácio do Planalto.

O lugar de Picciani foi ocupado pelo deputado mineiro Leonardo Quintão, agora destituído do cargo.

Leia também: Leonardo Picciani protocola requerimento para retornar à liderança do PMDB

Câmara rejeita assinaturas de Picciani para voltar à liderança do PMDB

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

 

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Brasil, Partidos, Política | 11:06

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

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O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) conseguiu 37 assinaturas para pleitear sua volta à liderança do PMDB da Câmara, e seus aliados foram apresentar a lista à Mesa Diretora a Câmara. Deram de cara com outro obstáculo.

O secretário-geral da Mesa, Sílvio Avelino da Silva, exigiu que o deputado fosse a um cartório para registrar todas as assinaturas antes de dar entrada no recurso.

A barreira causou indignação no grupo apoiador de Picciani e bastante tumulto no órgão, que chegou a ser alvo da Polícia Federal nesta semana. O deputado Hildo Rocha (PMDB-MA) reclamou da atitude dos funcionários. “A propria Mesa está querendo dificultar as coisas”, reclamou o parlamentar.

Integrantes da Operação Lava Jato buscaram na secretaria possíveis provas de manipulação por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, das atividades da Mesa, investigação que resultou no pedido de afastamento de Cunha do cargo de deputado federal, apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com ex-coordenadores da Mesa, nunca houve uma atitude como esta em mandatos anteriores. A praxe, segundo funcionários antigos da Mesa, é de deixar a cargo de um funcionário do órgão a tarefa de checar as assinaturas junto aos deputados.

 

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015 Política | 13:02

PMDB marca reunião para antecipar decisão sobre rompimento com governo

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Depois das buscas e apreensões realizadas nesta terça-feira (15), que atingiram em cheio políticos do PMDB, em especial o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), a direção do partido decidiu convocar a executiva nacional da legenda para amanhã, às 10h30.

A ala aliada de Cunha e contrária ao Planalto, além dos diretórios estaduais do partido, aumentaram a pressão sobre a cúpula com o objetivo de antecipar, de marco para janeiro, a convenção do partido. A principal decisão a ser tomada na convenção poderá ser de rompimento com o governo.

As lideranças regionais argumentam que falta menos de um ano para as eleições municipais e, por isso, a definição se torna cada vez mais urgente, no sentido de ter uma orientação mínima para a construção de alianças nos municípios.

No entanto, o motivo mais importante alegado pelos aliados de Cunha é de que as buscas feitas em seus endereços não foram evitadas pelo Planalto, ou ainda, que serviram de revide diante da aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, por parte de Cunha, na Câmara.
Reunião amanhã da Executiva Nacional do PMDB às 10h30, na sede do partido

A convocação da executiva foi decidida nesta manhã pelo presidente nacional do partido, Michel Temer, segundo interlocutores próximos se movimentava antes no intuito de atrasar o máximo possível essas decisões, justamente com a intenção de não complicar as coisas para o governo.

Um dos sinais desse comportamento teria sido a transformação do Encontro Nacional do Partido, ocorrido em novembro, em apenas um momento de debates sobre o documento Uma Ponte para o Futuro.

(Com informações de Paulo Cruz)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 16:31

Picciani conta com exoneração de secretários do Rio para recobrar posto de líder na Câmara

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Destituído do comando da bancada do PMDB na Câmara, nesta quarta-feira(9), o deputado Leonardo Picciani (RJ), espera a exoneração de dois secretários do governo e da prefeitura do Rio de Janeiro para recobrar seu posto.

Em uma jogada ensaiada com o Palácio do Planalto, com o governador Luiz Fernando Pezão, e com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Picciani, que é hoje o principal aliado do governo, aguarda que a saída dos secretários de Coordenação do governo, Pedro Paulo, e de Esporte Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, que é filho do ex-governador Sérgio Cabral.

Os dois foram eleitos deputados federais, no entanto estão licenciados devido a função no Executivo fluminense e da capital. Com a exoneração, eles recobram suas vagas na Câmara.

Embora negue, Picciani, esteve no início da tarde no Planalto para alinhavar a costura. Ao dar entrevista coletiva nesta tarde, ele evitou dar detalhes da operação, no entanto, insinuou que a composição da bancada peemedebista na Câmara “pode mudar a qualquer momento”.

“Está reaberta a temporada de listas”, insinuou o líder destituído por 34 assinaturas dos 66 deputados do PMDB. O restante dos deputados já assinaram apoio a Picciani, que pretende reverter a situação com a assinatura dos dois peemedebistas do Rio.

“O PMDB tinha encerrado a prática de feitura de lista e esta prática foi reativada. Pode ser que outras listas surjam”, disse Picciani.

Além da recondução do líder, a exoneração dos secretários atenderá ao desejo do Planalto de ter como aliados a maior parte da bancada do PMDB, para garantir, de imediato, votos a mais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A ida dos secretários para a Câmara também serve ao PMDB comandado pelo pai de Leonardo Picciani, jorge Picciani, aliado de Pezão e Cabral, na retomada do controle do partido no Rio de Janeiro.

Picciani (RJ) passou a ser nos últimos meses a alternativa de diálogo do Planalto com o partido aliado,principalmente diante dos achaques conduzidos pelo presidente da Câmara. Ele havia chegado ao posto pelas mãos de Cunha. No entanto, seu recente alinhamento com o Planalto fez com que aliados do presidente da Câmara, mais precisamente, integrantes do bloco rebelde do PMDB, passassem a trabalhar para tirá-lo do cargo.

A gota d`água para sua saída do posto foi a indicação feita na reforma ministerial do ministro da Saúde, Marcelo Castro, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera.

 

 

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 Partidos, Política | 18:04

Picciani garante que continua líder do PMDB

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O líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), se disse confiante que se manterá na posição de líder da bancada peemedebista e que o movimento para tirá-lo do posto não obteve sucesso.

“Esse movimento não atingiu o seu objetivo. Eu continuarei líder prezando pela unidade da bancada”, disse Picciani.

O peemedebista disse ainda que preza pelo “bom senso”. “Evidentemente não controlo todas as posições de todos os deputados. Aqueles que têm posições mais exacerbadas, fazem o que acham que devem”, declarou.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:25

Picciani descarta rompimento de bancada peemedebista com Dilma

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O líder do PMDB da Câmara, Eduardo Picciani (RJ), um dos principais interlocutores do partido com o governo, disse que não recebeu nenhum convite para o encontro do partido que tem sido organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, instituto de estudos do PMDB.

Ele aposta que o encontro, que estava sendo previsto para o próximo dia 15 de novembro, não deve se realizar. Mesmo que ocorra, Picciani aponta que não há possibilidade de rompimento de sua bancada com o governo.

“Certamente, não será na Fundação Ulysses Guimarães, não será em um congresso, organizado pelo ex-governador Moreira Franco (RJ) (presidente da fundação), que o partido decidirá se fica ou não fica. Essa é uma tarefa da convenção do partido que a princípio, só está marcada para o ano que vem”, explicou o líder que aposta em tempos melhores para a presidente Dilma Rousseff no Congresso, após a decisão do STF que embargou as decisões, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre os pedidos e impeachment.

“O momento agora é de calmaria. Temos que votar este clima de tranquilidade institucional e votar a agenda que o país precisa”, defendeu o líder. “O ambiente político de disputa atrapalha a agenda do país”, completou.

Picciani enfrenta a rebeldia de um terço da bancada que não gostou de suas negociações com o Planalto no âmbito da reforma ministerial, que ampliou o domínio do PMDB para sete pastas. O líder tem planos de suceder Eduardo Cunha no cargo e já chegou a negociar apoio do Planalto para uma futura disputa.

Em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Picciani diz que não há entre eles nenhum clima de disputa. “Temos uma relação partidária e pessoal positiva”.

Ele considerou, no entanto, que as denúncias contra Cunha configuram um tema “grave” e que devem ser tratadas sem açodamento.

 

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 16:17

Rebeldes do PMDB reúnem um terço da bancada na Câmara

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

Os deputados mais críticos ao governo lançaram um manifesto nesta tarde na Câmara dos Deputados contra as indicações feitas pelo partido para as pastas oferecidas pela Presidente Dilma Rousseff na reforma ministerial. Dos 66 deputados da legenda, 22 compareceram e assinaram o documento, um número bem inferior à bancada que no primeiro mandato da presidente impôs uma série de constrangimentos ao governo.

O protesto foi puxado por deputados como Lúcio Vieira Lima (BA), Darcísio Perondi (RS) e Osmar Terra (RS) e teve como alvo o líder do bancada peemedebista, Leonardo Picciani (RJ), que recentemente passou a ser um interlocutor assíduo do Planalto.

No governo, a avaliação é de que estratégia de oferecer cargos ao PMDB funcionou. No entanto, resta saber se será suficiente para barrar as investidas de impeachment contra a presidente.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 10:51

Ministros do PMDB não comparecem a desfile de Sete de Setembro

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Desfile de Sete de Setembro -  Agência BrasilEm meio aos rumores de conspiração e de afastamento do PMDB da presidente Dilma Rousseff, a ausência dos ministros peemedebistas no palanque das autoridades, neste Sete de Setembro, não passou despercebida.

O único peemedebista presente no desfile de sete de setembro foi o vice-presidente Michel Temer, um dia depois de divulgar nota negando a tese de que age nas sombras contra a presidente.

Além de Temer, que anunciou deixar parte da Articulação Política no mês passado, o PMDB comanda mais cinco pastas na Esplanada, com Kátia Abreu, na Agricultura; Eduardo Braga, no Ministério de Minas e Energia; Helder Barbalho, na Pesca; Eliseu Padilha, na Secretaria de Aviação civil; Edinho Araujo, na Secretaria de Portos, e Henrique Eduardo Alves, no Ministério do Turismo.

Estiveram presentes os ministros petistas José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rosseto (Secretaria Geral), Edinho Silva (Comunicação Social), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Luís Inácio Adams (Advocacia Geral da União), Pepe Vargas (Direitos Humanos), Ricardo Berzoini (Comunicações), e Carlos Gabas (Previdencia), além de Mauro Vieira (Itamaraty),  Gilberto Kassab (Cidades), do PSD, e Renato Janine Ribeiro (Educação).

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:49

Para peemedebistas, sinalização Temer é de “desembarque próximo”

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

As movimentações do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP) no sentido de deixar bem claro seu descontentamento com o governo e a disposição em entregar à presidente Dilma Rousseff a função de articulador político passaram um sinal para o meio político, principalmente para peemedebistas rebeldes, de que “o desembarque está próximo”.

O PMDB já prepara sua convenção partidária para o dia 15 de novembro em Brasília. Entre os deputados do partido, boa parte seguidora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a tese majoritária é de rompimento com o governo petista.

Deputados do PMDB defendem que foi Temer quem defendeu a aliança na Convenção e que Temer é quem segurava a insatisfação.”O rompimento é o  caminho natural do PMDB e a postura de Temer, ao querer entregar a articulação, é uma sinalização importante e que terá  efeito na convenção”, disse ao Poder Online, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Temer se reuniu com Dilma para entregar suas funções de articulador do governo, assumida logo após o ministro Pepe Vargas (PT-RS), atual ministro de Direitos Humanos, ser defenestrado do Planalto, onde era ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), por exigência da bancada do PMDB da Câmara.

A decisão de ficar ou não na articulação vazou de forma meio dúbia, já que Temer, continuaria cuidando das questões mais importantes, enquanto seu auxiliar, Eliseu Padilha, atual ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), continuaria com o rame-rame da negociação de cargos e emendas parlamentares. Ou seja, o que mudou foi o clima. Temer continuaria cuidando do que sempre cuidou. A presidente teria agora é que  encontrar alguém para substituir Padilha até 1º setembro, quando ele deve passar a se dedicar exclusivamente à sua pasta titular.

“Se o PT não deixou Temer cuidar do micro, vai deixar cuidar o macro?”, questionou o deputado.

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sábado, 13 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Eleições, Governo, Partidos, Política | 15:18

Rompimento com o PMDB desestabilizaria governo Dilma, avalia Rui Falcão

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Ao fim do 5º Congresso do PT, o presidente do partido, Rui Falcão, avaliou que o rompimento com o PMDB poderia desestabilizar ainda mais o governo da presidente Dilma Rousseff. A proposta apresentada pela esquerda do partido foi derrotada pelos delegados da corrente majoritária na manhã deste sábado (13), em Salvador (BA).

“É evidente que há no PT manifestações. A gente não esconde. Agora não há nenhuma condição, nenhum propósito de romper aliança no Congresso nacional com os parceiros que integraram a nossa coligação”, disse o presidente do PT.

Para Falcão, os problemas com o PMDB e com outros partidos da base devem ser resolvidos na negociação política. “Isso requer conversa, negociação política e não, simplesmente, um rompimento unilateral que, tal a conjuntura que vivemos hoje, poderia levar uma desestabilização do nosso governo”, disse Rui Falcão ao final do encontro do partido.

“O trabalho de costura das lideranças, da presidente, e nós mesmos, no diálogo com os outros partidos, é procurar o de dar estabilidade e governabilidade à nossa presidente, para o nosso governo”.

Apesar dos problemas com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem imprimindo constrangimentos ao governo e ao PT desde sua posse no cargo, Falcão aconselhou a manutenção da aliança.

“O Congresso Nacional é o que o povo elegeu. Trata-se de um Congresso contraditório, agora com mais participação de representantes do conservadorismo. Mas é o Congresso que é um Poder constituído. Nós temos nos relacionar com ele. É evidente que há contradições dentro da base aliada, não só com o PMDB”, reconheceu.

“Neste processo há contradições, há oposições. a principal delas é que tem oposto um setor grande do Congresso a um tipo de governança que imprime o presidente da Câmara, como se viu agora, neste episódio da votação do financiamento empresarial”, avaliou.

 

 

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