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Posts com a Tag PMDB

quarta-feira, 8 de abril de 2015 Eleições | 09:00

Ala do PMDB de São Paulo corteja Celso Russomanno

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Celso Russomanno (PRB-SP). Foto: Divulgação

Celso Russomanno (PRB-SP). Foto: Divulgação

Em tempos de desgaste forte do PT em São Paulo, uma ala do PMDB anda cortejando o pré-candidato do PRB à prefeitura paulistana Celso Russomanno.

Em tese, os peemedebistas estão bem amarrados na aliança com o prefeito Fernando Haddad, que já se dispôs a entregar o posto de vice na chapa para Gabriel Chalita.

Mas como o cenário ainda é muito incerto, parte dos peemedebistas prefere se garantir. A ideia é atribuída em parte a Paulo Skaf, que acabou escanteado nas negociações do PMDB paulistano com o PT.

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quarta-feira, 1 de abril de 2015 Congresso | 09:00

O maço de dinheiro de Lúcio Vieira Lima

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) virou alvo de piada dos colegas, por causa dos maços de dinheiro que costuma carregar no bolso.

É que o parlamentar não usa cartões de crédito e débito. Diz que é um hábito antigo, simplesmente não gosta de lidera com o plástico.

 

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terça-feira, 31 de março de 2015 Congresso | 11:00

Novato tenta defender Eduardo Cunha após beijaço e leva chamada dos colegas

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mauro

Mauro Pereira: enquadrado na estreia (Foto: Divulgação/Câmara de Caxias do Sul)

Estreante na Câmara, o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) chegou ao Parlamento disposto a dedicar seu primeiro discurso à defesa do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tem sido alvo de protestos em defesa do direito de homossexuais. Mas acabou desencorajado pelos próprios colegas de partido.

Ele já se preparava para subir na tribuna quando um outro peemedebista o chamou e soltou: “Não faça isso. Cada um tem direito de ser o que é”, aconselhou um colega.

Pereira retrucou: “Mas os protestos são organizados por filiados de outros partidos políticos”, justificou o novato. “Você acha mesmo que para essas coisas têm filiação partidária?”, insistiu o veterano.

Mauro Pereira parou, pensou. E achou melhor ficar fora dessa.

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domingo, 29 de março de 2015 Congresso | 09:00

‘Não aceitamos uma reforma fiscal de um governo que não corta na própria carne’, diz Bruno Araújo

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Líder da minoria na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) minimiza as mudanças ocorridas nos últimos dias no primeiro escalão do governo federal e diz que as trocas feitas até agora pela presidente Dilma Rousseff mostram uma falta de empenho em fazer o “reordenamento político” necessário.

Ao Poder Online, o tucano fala sobre a relação do PSDB com o PMDB e com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para ele, a aproximação entre oposição e peemedebistas, por enquanto, é circunstancial, embora a convergência de fato exista em alguns pontos. E elogia a gestão de Cunha à frente da Casa, que, segundo ele, ganhou outra relevância.

Diante da crise vivida por Dilma, ele avisa que a oposição está decidida em não aceitar o ajuste fiscal proposto pelo governo, diante da ausência de cortes na própria máquina. “Nós já avisamos que não vamos aceitar uma reforma fiscal de um governo que não corta a própria gordura.  Que não corta na própria carne, principalmente a carne gordurosa”, diz o tucano.

O deputado Bruno Araújo (foto: Divulgação)

O deputado Bruno Araújo (foto: Divulgação)

A presidente Dilma Rousseff anunciou a troca de alguns ministros e parece tentar achar uma receita para se acertar com o PMDB. O senhor acha que essa recomposição vai acontecer? 
A presidente teve sua segunda posse em 1º de janeiro de 2015. Depois teve uma espécie de terceira posse, que ocorreu quando ela teve que anunciar o novo comando da Petrobras. O grande marco do segundo governo, até então, era a possibilidade de recomeçar. Mas a presidente acabou buscando a receita do mesmo, continuou se apoiando na política do PT para escolher nomes que a cercam. Agora, indicar um ministro da Secretaria de Comunicação Social e da Educação, e indicar Henrique (Eduardo Alves) para o Turismo é algo que simplesmente não tem a relevância de um reordenamento político que se faz necessário. Vale lembrar que para a Comunicação ela escolheu o tesoureiro. Ser tesoureiro no PT não é um bom cartão de visitas. O Renato Janine (novo ministro da Educação) parece ser um quadro muito respeitado do ponto de vista acadêmico. Mas resta saber se será também no Executivo.

O PMDB tem falado com o DEM sobre fusão, tem conversado com a oposição no Congresso…Isso pode avançar, na sua opinião?
Acho que o que estamos vendo, por enquanto, é circunstancial. O que existe é menos o PMDB flertando com a oposição e mais o PMDB cansado da Dilma. É fato que as derrotas da presidente no Congresso vão muito além dos dedos das mãos. Mas não há nenhuma clareza, até o momento, de uma opção do PMDB por um diálogo real com a oposição. O que tem mesmo é o PMDB cansado de ser o patinho feio da relação com o governo, quando se trata do partido aliado que tem o maior ativo a oferecer.

Há uma expectativa grande em relação ao contingenciamento planejado pelo ministro Joaquim Levy. É uma oportunidade para a oposição se colocar? 
Nós já avisamos que não vamos aceitar uma reforma fiscal de um governo que não corta a própria gordura. Que não corta na própria carne, principalmente a carne gordurosa. Aí sim existe uma convergência entre o PMDB e o PSDB em algumas matérias. É o caso da proposta que reduz para 20 o número de ministérios. Nós temos governadores pelo Brasil que não ocuparam nem metade dos cargos comissionados aprovados, por terem consciência do momento que o Brasil vive. Mas este governo não dá nenhuma indicação de que aceita cortar sua gordura, numa máquina pública que não se mostra eficiente como está.

Hoje, o PSDB se vê então seu maior aliado em Eduardo Cunha?
Nós não votamos em Eduardo Cunha para presidente da Câmara. Apoiamos o Júlio Delgado (PSB). Mas ele demonstrou ser absolutamente independente em relação ao Palácio do Planalto e deu outra dimensão à importância da Câmara. A oposição hoje vê o Eduardo Cunha como muito eficiente em melhorar a operação legislativa como um todo. Ele deslocou o centro do poder.

Mas o Júlio Delgado, seu candidato, critica a oposição e afirma que há uma proteção ao PMDB e ao Eduardo Cunha na CPI da Petrobras.
O PSB é um aliado importante para nós. Mas isso não quer dizer que tenhamos que ter pensamento igual em relação a tudo. Da nossa parte, não há nenhuma proteção ao Eduardo Cunha. Mas ninguém em sã consciência vai negar que a presidência dele está dando outra relevância para a Câmara dos Deputados.

 

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quinta-feira, 26 de março de 2015 Congresso | 16:56

Deu boi na linha da liderança do PMDB

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A mensagem enviada aos deputados do PMDB

A mensagem enviada aos deputados do PMDB

A tarde desta quinta-feira foi de confusão para a bancada do PMDB. Cerca de uma hora depois de encerrada a sessão da Câmara convocada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), todos os deputados do partido começaram a receber mensagens de texto da liderança do partido, pedindo que comparecessem ao plenário para uma votação nominal.

A primeira mensagem até foi entendida como um atraso no servidor, mas quando vieram a segunda e a terceira, quem já estava longe da Câmara começou a ficar preocupado. Telefonema vai, telefonema vem, ficou claro que havia ocorrido apenas um atraso na entrega das mensagens, atribuído pela liderança a uma falha na operadora. Por via das dúvidas, o partido enviou uma nova mensagem a todos os deputados, pedindo desculpas pelo transtorno.

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Congresso | 09:00

‘Vamos combater corrupção ou só o PT’, questiona petista sobre CPI da Petrobras

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Integrante da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga denúncias de corrupção na Petrobras, o petista Afonso Florence (BA) tem dito que a oposição, com o apoio de parte significativa do PMDB, está tentando “espetacularizar” os trabalhos da CPI, “cerceando a investigação isenta”.

“Aceitamos a vinda do tesoureiro do PT, mas há delação contra o PMDB, o PSDB e o PP. Por que os tesoureiros deles não podem vir?”, questionou Florence. “Nós vamos combater a corrupção ou vamos combater somente o PT?”

Assista:

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Política | 07:00

Em mais um foco de pressão no Planalto, PMDB intensifica conversas sobre fusão

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Dilma e Temer

Dilma e Temer

Petistas deixaram o Congresso ontem à tarde com uma definição sobre o PMDB: o partido vem mostrando que “manda em tudo”, resumiu um deputado. Passando pelo atropelo na votação sobre as dívidas dos estados e municípios e pela proposta de emenda que reduz para 20 o número de ministérios, o partido do vice Michel Temer agora fala para quem quiser ouvir que está intensificando as conversas sobre uma fusão com o DEM.

O vice-presidente Michel Temer tratou pessoalmente do assunto em pelo menos duas ocasiões nos últimos dias. Na sexta-feira passada, o assuntou pautou a rodinha estrelada pelo vice na badalada festa de aniversário da senadora Marta Suplicy, em São Paulo. Antes disso, foi tema de uma reunião entre o próprio Temer e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA).

Até agora, não houve uma conversa formal com o PTB, mas o andamento das negociações do partido para se unir ao DEM passaram a alimentar as especulações sobre uma incorporação dos dois partidos pelos peemedebistas.

Na prática, as conversas estão bem mais no campo das hipóteses, já que o próprio DEM resiste à tese de uma fusão em vários estados. Mas, ao falar abertamente sobre o assunto, o PMDB demonstra mais uma vez que não pretende deixar barato o projeto liderado pelo ministro Gilberto Kassab, com patrocínio do Planalto, de recriar o PL.

Leia mais: PTB e DEM retomam conversas sobre fusão

*Com colaboração de Mel Bleil Gallo, iG Brasília

 

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sexta-feira, 20 de março de 2015 Congresso | 09:00

‘Se Dilma nomear ministros do PMDB é por sua conta e risco. Não venha exigir fidelidade’, diz peemedebista

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) avisa que a bancada peemedebista na Câmara não tem a menor intenção de se comprometer em ser fiel ao governo, nem mesmo com uma enxurrada de ministérios.

“Se Dilma decidir indicar algum ministro do PMDB, que fique claro que é por sua conta e risco. Ela que não venha exigir fidelidade da bancada, porque ninguém está nesse clima.”

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quinta-feira, 19 de março de 2015 Congresso | 19:39

PMDB vê ‘simbolismo’ em ter Eduardo Cunha como autor da PEC dos 20 ministérios

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

O PMDB alardeia por todos os lados que o autor da proposta de emenda à Constituição que prevê a redução do número de ministérios para 20 é de autoria do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Quer aproveitar ao máximo o “simbolismo” da coisa.

O texto está pautado para ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) na próxima terça-feira, em mais uma alfinetada do PMDB no Planalto.

Tales Faria: PMDB proporá redução de ministérios. É o troco pela paralisia de Dilma

 

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Congresso | 17:00

‘PMDB trucou’, diz vice-líder do PROS sobre ameaça contra Cid Gomes

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O vice-líder do PROS na Câmara, Valtenir Pereira. (PROS-MT). Foto: Agência Câmara.

O vice-líder do PROS na Câmara, Valtenir Pereira. (PROS-MT). Foto: Agência Câmara.

Ao lamentar a saída do correligionário Cid Gomes do Ministério da Educação, o vice-líder do PROS na Câmara Valtenir Pereira disse que “o PMDB trucou” ao ameaçar deixar o governo caso Cid não fosse mandado embora.

“Foi uma trucada. O PMDB trucou. Agora, eles poderiam estar blefando ou não. Na minha opinião, era um blefe”, diz o presidente estadual do PROS no Mato Grosso. “Havia um impasse, que o PMDB decidiu enfrentar desta forma. Mas não precisou de um constrangimento da presidente Dilma Rousseff, porque o próprio ministro entregou o cargo.”

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