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Posts com a Tag Polícia Civil do Rio de Janeiro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 Estados | 14:04

PSB prestigia Marta Rocha

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Cerimônia de posse de Marta Rocha (Foto: Fábio Motta/AE)

O governador do Rio, Sérgio Cabral, tem repetido desde sua primeira gestão que políticos não indicam mais delegados para cargos na Polícia Civil nem comandantes de Batalhão na PM.

Na cerimônia de posse da nova chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, porém, chamou a atenção a presença, à mesa, do deputado federal Alexandre Cardoso, presidente do PSB no Rio e hoje secretário estadual de Ciência e Tecnologia.

Marta era filiada ao partido e disse ter se afastado na manhã seguinte ao anúncio de que assumiria o cargo.

Foi candidata a deputada estadual pelo PSB em 2006 e 2002. Ficou como suplente, com 18.194 votos e 10.074, respectivamente. Também foi derrotada como vice de Jorge Bittar na disputa pela prefeitura do Rio, em 2004.

A nova chefe de Polícia Civil nega ter pretensões de futuras candidaturas.

Com estilos completamente diferente, o último ex-chefe de Polícia Civil do Rio candidato – e deputado estadual eleito – foi Álvaro Lins, pelo PMDB. Ele foi cassado em 2008, após ser denunciado pela PF por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção passiva e facilitação ao contrabando.

(colaboração Raphael Gomide)

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Estados | 07:02

Crise na polícia do Rio chega à Academia Brasileira de Letras

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A crise atual na Polícia Civil e a prisão de policias militares e civis, após ter sido deflagrada a Operação Guilhotina, da Polícia Federal, chegou à Academia Brasileira de Letras.

A ABL, que havia programado para o próximo mês a abertura do projeto Seminário Brasil, brasis, com o debate Violência urbana: uma questão social, adiou o evento que teria a participação do secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame.

O presidente da Casa, Marcos Vilaça entendeu que o momento não é propício e, ontem à tarde, decidiu transferir a discussão para o segundo semestre quando, segundo ele, “tudo poderá estar resolvido e em seus devidos lugares”.

– O debate seria uma grande celebração cultural  em torno das vitórias das políticas públicas de pacificação das áreas até então abandonadas à própria sorte – disse Vilaça.

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