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Posts com a Tag Polícia Federal

terça-feira, 1 de setembro de 2015 Brasil, Justiça, Política | 15:24

Cardozo manda PF investigar advogado que ameaça “arrancar cabeça” de Dilma

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Ministro José Eduardo Cardozo

Ministro José Eduardo Cardozo

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou nesta terça-feira (1) que a Polícia Federal abra inquérito para investigar o advogado Matheus Sathler Garcia, candidato a deputado federal pelo PSDB do Distrito Federal em 2014, devido a “ameaças” feitas a presidente Dilma Rousseff. A determinação do ministro foi encaminhada hoje ao diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra.

Rejeitado nas urnas nas eleições passadas, o advogado divulgou um vídeo no qual ameaça “arrancar a cabeça” da presidente Dilma Rousseff (PT) “com a foice e o martelo” no próximo dia 7 de setembro. No vídeo, o advogado se identifica e sugere à presidente que fuja do Brasil ou cometa suicídio.

Em 2014, o advogado já havia ganhado fama e uma representação na Justiça feita pela Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal, depois de aparecer em um vídeo defendendo a criação do “kit macho” e do “kit fêmea”, para defender crianças da ‘influência homossexual’.

O vídeo com ameaças à Dilma foi postado no Youtube, no último 25 de agosto. Ele começa sua fala afirmando que daria um recado à “presidanta” Dilma Rousseff”. “No dia 7 de Setembro a gente não vai pacificamente para as ruas. Vamos, juntamente com a as forças armadas populares do Brasil, te tirar do poder. Com a foice e o martelo nós vamos arrancar a sua cabeça. Aqui não é ameaça, nem aviso. Porque quando o povo agir já vai ter mais volta. Renuncie, fuja do Brasil ou se suicide”, diz o advogado.

Rejeitado nas urnas, tucano promete arrancar cabeça de Dilma à “foice e martelo”

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terça-feira, 3 de março de 2015 Justiça | 10:30

‘Pessoal deveria estar preocupado com lista do HSBC’, diz Gim Argello

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Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Sem conseguir se reeleger ao Senado, o petebista Gim Argello (DF) tem acompanhado de perto os desdobramentos da Operação Lava Jato e aguarda, ansioso, a divulgação da lista de indiciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O ex-senador tem dito, entretanto, que preocupante mesmo serão as revelações do caso HSBC. “Na verdade, tem duas listas. Por enquanto, tá todo mundo falando nessa que o Janot vai divulgar, da Petrobras. Mas, se eu te perguntar, você sabe me dizer os 20 nomes. Agora, o pessoal devia tar preocupado é com essa lista do HSBC. Aí, é outro nível de esquema”, diz Gim.

O banco é acusado de ajudar clientes a esconderem recursos de origem ilícita e a sonegar impostos. O envolvimento de correntistas brasileiros será investigado pela Polícia Federal, além de alvo de uma CPI no Senado Federal.

Leia também: Lista do HSBC na Suíça revela empresas da Lava Jato em paraísos fiscais

O esquema de propinas na Petrobras, porém, já chegou no PTB. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) seria um dos beneficiados, tendo recebido R$ 3 milhões. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o partido tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

 

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Partidos | 10:00

Bolsonaro defende que PP expulse envolvidos na Lava Jato

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) tem defendido que seu partido expulse todos os envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Proporcionalmente, o partido é o que mais apareceu nas investigações, até o momento.

“O Alberto Youssef já disse que no meu partido só sobrariam dois. Eu não sei quem são os dois, mas, se eu recebi algum dinheiro, o partido não levou meu voto para o Executivo”, diz Bolsonaro.

Saiba mais: Lava Jato paira sobre Eduardo Cunha e mais 16 membros do novo Congresso

Dos 45 parlamentares da sigla, seis foram citados nas investigações: os deputados federais José Otávio Germano (RS), Luiz Fernando Faria (MG), Nelson Meurer (PR) e Simão Sessim (RJ) e os senadores Benedito de Lira (AL) e Ciro Nogueira (PI).

No Congresso Nacional, a expectativa é de que até o fim do mês o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente a lista oficial dos parlamentares citados nos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef e peça a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal.

Leia também: Bolsonaro desiste da Comissão de Direitos Humanos

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Justiça | 09:00

Lista com mais de 30 telefones de Youssef dificultou a vida da PF

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Alberto Youssef (Foto: Divulgação)

Alberto Youssef (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal custou muito para descobrir, lá atrás, quais telefones do doleiro Alberto Youssef deveria grampear.

Isso porque os investigadores identificaram pelo menos 30 linhas telefônicas em nome do pivô da Operação Lava Jato.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Política | 06:00

Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

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Balançado pelos novas revelações da Operação Lava Jato da Polícia Federal, o PT reúne hoje sua direção em Belo Horizonte, com a tarefa de fazer uma ampla defesa do partido e do governo frente ao agravamento das denúncias de corrupção na Petrobras. Ontem, já reunidos na capital mineira, lideres da legenda acertavam os últimos detalhes do encontro do diretório nacional. Também davam a orientação a ser seguida no ato que comemora o aniversário do PT, em que são esperados a presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta às denúncias da Lava Jato

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Com a divulgação do depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, a expectativa é de que seja ampliado o espaço que já estava reservado nos discursos para uma defesa do partido, governo e da Petrobras, por conta das denúncias da Lava Jato. Uma mensagem nesse sentido deve sair antes mesmo do ato político, na resolução de conjuntura que será aprovada pelo diretório nacional petista.

Integrantes do comando partidário admitem que pode haver alguma pressão diante das menções ao tesoureiro João Vaccari Neto na investigação, vinda principalmente da chamada esquerda petista. A ala majoritária do partido, entretanto, reiterava na noite de ontem a orientação para seguir dando sustentação a Vaccari. O argumento difundido internamente é o de que, se houvesse provas concretas do envolvimento de Vaccari no esquema, a Polícia Federal já teria pedido sua prisão.

Ajuste fiscal

Com a Operação Lava Jato ganhando os holofotes, pode cair para segundo plano uma “crítica moderada” que vinha sendo preparada pelo partido em relação às primeiras medidas do pacote fiscal anunciado pelo governo. O comando da legenda tinha como plano fazer um aceno à militância, para amenizar o incômodo na base com rumo dado ao novo governo. Ao controlar cuidadosamente o tom da crítica a ser feita à nova equipe econômica, o comando do PT entende que pode combinar uma queixa moderada a uma mensagem de apoio irrestrito a Dilma. Uma saída seria exaltar no documento a preservação das conquistas sociais, mencionando a necessidade de evitar um retrocesso na direção das políticas adotadas por governos anteriores.

Ainda no que se refere à área econômica, o PT pode aprovar a defesa de propostas históricas para fazer frente ao aperto econômico. Na lista, entrariam sugestões como a retomada do debate sobre a reforma tributária e a defesa da criação de um imposto sobre grandes fortunas.

Leia também: Ao PT, Vaccari afirmou que interrogatório foi ‘genérico’

 

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:30

‘Antes tarde do que nunca’, diz tucano sobre saída de Graça Foster da Petrobras

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Na opinião do deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), embora “tardia” a renúncia de Graça Foster à presidência da Petrobras poderá contribuir para desvendar o esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

“É como diz o ditado: antes tarde do que nunca. Mas o prejuízo foi imenso, a Petrobras precisa voltar a ter credibilidade e essa diretoria que está se afastando não tinha a mínima condição de resgatar essa dignidade. Perdemos muito tempo, muito recurso, mas ainda temos esperança”, diz o tucano. “Ela conseguiu postergar e dificultar as investigações durante todo esse tempo. Agora chegou a hora da verdade, mas ela dificultou muito”, completou.

Assista:

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Governo | 06:00

Defendida por Dilma até o fim, Graça diz não desejar a ninguém o que passou

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Poucos dias antes da posse da presidente Dilma Rousseff, na virada do ano, a presidente da Petrobras, Graça Foster, comentou numa conversa informal com um ministro como se sentia diante do agravamento da crise de corrupção que assolava a estatal. Entre um relato e outro, desabafou: “Olha, eu não desejo para ninguém o que estou passando hoje”. A presidente da petrolífera, conta o aliado, já nem disfarçava o grau de cansaço e estresse em que se encontrava.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta a denúncias da Lava Jato

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Graça, segundo o colega, já vinha deixando claro havia várias semanas que concordava com a tese de que o melhor talvez fosse substituir toda a direção da empresa, para amenizar o impacto das sucessivas denúncias sobre os ativos da companhia. Ela fazia coro a ninguém menos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendia a mudança desde o fim do ano passado.

Naquele momento, nomes como chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, também pregavam a substituição da executiva e dos principais diretores da empresa, num gesto para tentar amenizar a perda de credibilidade da companhia junto a investidores. A Mercadante, é atribuída, por exemplo, a sugestão de indicar um político forte para o cargo. Falou-se no nome de Jaques Wagner. Mas o ex-governador da Bahia fez rapidamente chegar ao Planalto que preferia, sem dúvida, ocupar uma pasta na Esplanada. Acabou no Ministério da Defesa.

Dilma, na época, assumiu a defesa pública da amiga e da direção da estatal. Enquanto isso, as conversas sobre a possibilidade de uma troca de comando na Petrobras eram intensas. Segundo líderes do PT, a dificuldade de encontrar um substituto contribuiu para dar sobrevida a Graça. Somada a isso, é claro, a insistência da própria presidente em manter a presidente da estatal no cargo.

Entre os argumentos que ajudaram a embasar a permanência de Graça, dois se destacam. Primeiro, a presidente dizia aos auxiliares que Graça é honesta e correta. Portanto, não poderia ser punida publicamente com a demissão. Dilma, segundo um aliado com bom trânsito no Planalto, sempre deixou claro que fazia questão de recompensar a “lealdade” de Graça Foster e que não “jogaria a amiga na fogueira” num momento de dificuldade.

O outro argumento que acabou pesando na decisão foi o de que Graça servia, naquele momento, como uma espécie de escudo para a própria Dilma. Em uma das conversas mantidas sobre o assunto no fim do ano passado, ministros avaliaram que a presidente da estatal já havia “apanhado o que tinha que apanhar”. E que qualquer tipo de envolvimento da executiva com irregularidades já teria aparecido, se de fato existisse.  Portanto, o melhor era deixa-la sangrar até o fim.

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sábado, 24 de janeiro de 2015 Justiça | 06:00

Cerveró resiste em oferecer delação premiada

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O ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró. Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

O ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró. Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

Embora esteja cada vez mais remota a possibilidade de Nestor Cerveró ser liberado da prisão nos próximos dias, o ex-diretor da Petrobras tem dito que, no momento, ainda está descartada a possibilidade de assinar um acordo de delação premiada com o juiz Sérgio Moro.

Por ser considerado uma peça central no esquema de desvio de recursos da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, a defesa de Cerveró acredita que ele poderia ser extremamente beneficiado, caso aceitasse o acordo da delação, já feito pelos investigados Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Alberto Youssef.

A relutância de Cerveró em assinar o acordo está no fato de que ele se declara inocente e que, portanto, não faria sentido participar de uma delação premiada. O ex-diretor tem dito, porém, que está colaborando ao máximo com as investigações.

Leia também: ‘Prisão não tem por objetivo colher confissões’, diz juiz da Lava Jato

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 Justiça | 20:45

‘Prisão não tem por objetivo colher confissões’, diz juiz da Lava Jato

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O juiz federal Sérgio Moro. (Foto: Gil Ferreira / Agência CNJ)

O juiz federal Sérgio Moro. (Foto: Gil Ferreira / Agência CNJ)

Em decisão publicada hoje, o juiz Sérgio Moro, responsável pela condução das investigações da Operação Lava Jato da Polícia Federal, respondeu a críticas feitas por advogados de que ele estaria tentando obter confissões de maneira irregular.

“A prisão preventiva é excepcional diante da presunção de inocência, mas necessária no presente caso diante dos pressupostos e fundamentos legais cumpridamente expostos. Não tem por objetivo colher confissões”, disse Moro, ao decretar nova prisão preventiva do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

“Na Operação Lava Jato, há acusado ou investigados que resolveram confessar, mas alguns estavam presos preventivamente e vários outros não”, diz ainda o texto da decisão, ao citar os exemplos do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que se confessou voluntariamente sem ser alvo de prisão preventiva, e do doleiro Alberto Youssef, que embora tenha colaborado não teve direito à liberdade.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Governo | 09:00

O ano virou e João Vaccari continua em Itaipu

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

A virada do ano passou e o tesoureiro João Vaccari Neto continua ocupando um assento para lá de bem remunerado no conselho de Itaipu.

No auge das menções ao seu nome na Operação Lava Jato da Polícia Federal, Vaccari mandou avisar que pediria para sair. Pretendia minimizar a repercussão provocada pelos mais de R$ 20 mil que recebe por mês para participar das reuniões do órgão.

Ele de fato fez o pedido, em outubro passado. Mas ouviu dos colegas que o melhor seria que permanecesse ali ao menos até o fim do ano, para que fosse possível encontrar um substituto. O ano terminou e nada mudou.

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