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Posts com a Tag Polícia Militar

quinta-feira, 21 de agosto de 2014 Eleições | 13:39

Candidato, Capitão Bruno pede voto com slogan ‘porque eu quis’

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Famoso por responder “porque quis” após ter jogado gás de pimenta em manifestantes durante a marcha do 7 de setembro, em 2013, o agora candidato a deputado distrital Capitão Bruno (PP-DF) resgatou a frase como slogan de campanha.

“O DF quer segurança, e segurança é polícia nas ruas. Polícia é Polícia Militar. Sou o Capitão Bruno e, por você, que acredita no time do bem, eu fiz porque quis”, diz o programa eleitoral do candidato, que integra a base aliada do governador Agnelo Queiroz (PT-DF), na disputa pela reeleição no Distrito Federal.

Assista às declarações do capitão do Batalhão de Choque da PM:

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quarta-feira, 23 de abril de 2014 Eleições | 08:00

‘Segurança será o tema central na Bahia’, diz petista

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De acordo com o deputado federal Amauri Teixeira (PT-BA) – que anda grudado na caravana do pré-candidato petista Rui Costa pelo interior da Bahia –  diz que não vai dar para escapar do tema da segurança na eleição deste ano.

“Esse vai ser o momento de se rever toda a política de segurança pública do estado, o modo de atuar da polícia, o uso da tecnologia e todas essas circunstâncias que nos fragilizam”, afirmou Teixeira.

Leia também: Na internet, Jaques Wagner chama policiais grevistas de intransigentes

Assista:

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quinta-feira, 17 de abril de 2014 Justiça | 18:00

Janot determina que MP da Bahia investigue mortes durante greve de policiais

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou hoje ao procurador-geral da Justiça do Ministério Público da Bahia, Márcio Fahel, que a instituição “apure de forma exemplar” os homicídios ocorridos durante a greve da Polícia Militar no estado.

Janot esteve em Salvador reunido com representantes dos ministérios públicos federal e estadual. A greve foi suspensa após determinação judicial.  Os bens de Marco Prisco, diretor-geral da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado (Aspra) e vereador em Salvador pelo PSDB, foram bloqueados pela Justiça.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia registrou 39 homicídios em Salvador e região metropolitana durante pouco mais de 42 horas de greve.

Leia também: Jaques Wagner chama policiais grevistas de intrasigentes

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Estados | 17:00

Na internet, Jaques Wagner chama policiais grevistas de intransigentes

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"A paz e a tranquilidade voltam para a Bahia", afirmou o governador da Bahia, Jaques Wagner. (Foto: Reprodução / Facebook)

“A paz e a tranquilidade voltam para a Bahia”, afirmou o governador da Bahia, Jaques Wagner. (Foto: Reprodução / Facebook)

Após a confirmação do fim da greve da Polícia Militar na Bahia, o governador Jaques Wagner (PT-BA) criticou a postura dos policiais que fizeram paralisação e aproveitou para agradecer à presidente Dilma Rousseff pelo apoio nesta semana.

“Nossa proposta sequer foi discutida durante a assembleia em que a greve foi decretada. Por isso, para garantir a segurança dos baianos, convocamos imediatamente as tropas nacionais”, afirmou Wagner, em sua página oficial do Facebook.

“Agradeço o apoio da presidenta Dilma Rousseff e das Forças Armadas, que nos ajudaram a conter os problemas gerados pela intransigência dos grevistas”, completou o governador.

Os policiais militares estavam em greve desde a última terça-feira.

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terça-feira, 8 de abril de 2014 Congresso | 17:46

Autor de projeto sobre violência policial critica tentativas de amenizar proposta

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O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), autor do projeto que busca acabar com o uso da “resistência seguida de morte” por agentes policiais, afirmou que o partido está se articulando para evitar a aprovação das emendas que foram apresentadas ao PL 4471/2012.

Leia também: Henrique Alves promete votar projeto que endurece investigação sobre violência policial

Teixeira garante, também, que a maioria dos partidos já tem acordo em manter o texto original. Na articulação, o maior entrave continua sendo o PR e o PTB – autor da principal emenda contrária à proposta original, que mantém a possibilidade de os policiais recorrerem ao chamado “auto de resistência”, para justificar mortes cometidas durante ações da PM. A proposta aguarda votação no plenário da Câmara.

Assista:

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sexta-feira, 28 de março de 2014 Justiça | 08:00

MP nega pedido da polícia de proibição de ‘rolezinho’ na zona leste de SP

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O Ministério Público de São Paulo negou pedido da Polícia Militar de proibição do chamado “Rolezinho da Cidadania”, que será promovido pela Prefeitura de São Paulo no próximo domingo, na zona leste da cidade.

Leia também: Ministra telefonou a secretário para pedir atenção aos ‘rolezinhos’ em SP

A estimativa é que 5 mil pessoas compareçam ao evento.

A PM alegou “risco à incolumidade física dos espectadores e segurança pública em geral” e pediu que o MP proibisse o evento.

O promotor Mauricio Antonio Ribeiro Lopes determinou que a polícia preste “todo auxílio e colaboração necessários e previamente requeridos pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, no sentido de garantir a segurança de toda a população que comparecer ao evento”.

Para o promotor, a PM deve garantir a segurança dos participantes do evento “por se tratar de ato legítimo onde se assegura o direito de reunião, de expressão e manifestação cultural e artística, além do lazer, todos reconhecidos constitucionalmente, incumbindo a essa Corporação [PM] prezar pelo asseguramento dos direitos constitucionais e não proibi-los”.

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quinta-feira, 27 de março de 2014 Congresso | 15:00

Parlamentares cobram fim do segredo de justiça sobre ‘Amarildo do DF’

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Senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) e Deputada Érika Kokay (PT-DF) se reúnem com procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido. (Foto: Divulgação)

Senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) e Deputada Érika Kokay (PT-DF) se reúnem com procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido. (Foto: Divulgação)

Em reunião com a procuradora-geral do MPDFT, Eunice Carvalhido, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e a senadora Ana Rita Esgario (PT-ES) – integrantes das comissões de Direitos Humanos da Câmara e do Senado, respectivamente – cobraram transparência nas investigações sobre a morte e o desaparecimento de Antônio Pereira de Araújo, conhecido como “Amarildo do DF”.

Até o momento, o caso corre em segredo de justiça. O Ministério Público acompanha junto à polícia e solicitará o fim do segredo de justiça, de forma que as Comissões de Direitos Humanos possam ter acesso ao processo.

Araújo tinha 32 anos e foi visto pela última vez em maio de 2013, na cidade de Planaltina.

De acordo com a polícia, ele foi detido e em seguida liberado, por não ter antecedentes criminais. Cerca de sete meses depois, o corpo do auxiliar de serviços gerais foi encontrado. O laudo do Instituto Médico Legal indica que Antônio foi espancado até a morte.

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sexta-feira, 21 de março de 2014 Congresso | 09:00

PSOL articula retomar projeto que leva policiais militares à Justiça comum

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Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) quer que PMs sejam julgados por justiça comum (fofo: divulgação)

Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) quer que PMs sejam julgados por justiça comum (fofo: divulgação)

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) protocolou requerimento para que a Comissão de Constituição e Justiça convoque uma audiência pública sobre o PL 7779/2010, de sua autoria.

O projeto atribui à Justiça comum o julgamento de militares que cometerem crimes dolosos contra civis, em serviço ou não.

Alencar pretende aproveitar o debate público gerado a partir da morte da carioca Cláudia Silva Ferreira para retomar a matéria, parada na CCJ desde 2010.

Cláudia foi arrastada por cerca de 350 metros ao cair do porta-malas de um carro da PM, onde foi transportada após ser baleada, no último domingo.

No requerimento, o deputado solicita que sejam convidados à audiência o ex-policial militar Darlan Menezes Abrantes, a desembargadora do TJ-SP Kenarik Boujikian, o integrante do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política Givanildo Manoel, e a jornalista Eliane Brum.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Governo | 07:00

Alckmin cria batalhão para ações antiterroristas em São Paulo

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Depois do governo federal criar uma tropa de choque com 10 mil homens para agir em manifestações, é a vez do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), montar um batalhão para “ações de controle de distúrbios civis e de antiterrorismo”.

Alckmin decretou a criação do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), da Polícia Militar (PM), que terá funcionamento semelhante às tropas de choque e ficará sediado em Campinas (interior de SP).

Nas atribuições do batalhão, que contará com 413 policiais das forças táticas da PM, estão a “execução de operações especiais de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública”, “ações de controle de distúrbios civis e de antiterrorismo”, “polícia ostensiva e da preservação da ordem pública” e  “ações de policiamento com cães e das ações de policiamento montado”.

Leia também: Governo Federal monta tropa de choque contra manifestações durante a Copa

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013 Política | 15:30

Deputados do PT, PDT e PSOL engrossam protesto de policiais contra Alckmin

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Deputados estaduais do PDT, PT e PSOL vão apoiar a manifestação de policiais militares e civis que está programada para a próxima terça-feira (1º) em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Leia tambémOficiais da PM criticam reajuste a delegados

Chamada de Marcha dos Desesperados pelo deputado major Olímpio (PDT-SP), a manifestação irá sair da praça Vinícius de Moraes, na esquina do palácio e irá ocupar os portões de entrada do prédio. Ele iniciou nesta semana conversas com coroneis e soldados da Polícia Militar para que não haja intervenção durante a manifestação.

Leia também: Em estado de greve, Polícia Civil de São Paulo pressiona o governo Alckmin

 

 

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