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Posts com a Tag PPS

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Eleições | 07:02

PSDB vira a mesa e empurra Jungmann para a disputa no Recife

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Aliás, a oposição rachou de vez no Recife e Raul Jungmann deve mesmo sair candidato à sucessão do prefeito João Costa (PT).

O discurso oficial ainda é o da união, batizada por lá de Mesa da Unidade (MDU), entre PMDB, DEM, PPS, PMN e PSDB. Mas, lembre-se, a unidade faliu já em 2010 quando apenas três dos 17 prefeitos do PSDB no estado apoiaram a candidatura de Jarbas Vasconcelos (PMBD) contra a do governador Eduardo Campos (PSB).

O racha este ano ficou evidente quando o PSDB escolheu Bruno Araújo como líder da bancada na Câmara e fortaleceu a candidatura do deputado estadual Daniel Coelho a prefeito, ignorando a MDU.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Partidos | 09:59

PPS discute candidatura própria a presidente, critica a si mesmo e ao PSDB

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Neste final de semana realiza-se o Congresso Nacional do PPS, quando os chamados neocomuinistas devem discutir o lançamento de um candidato próprio  a presidente da República.

O presidente da legenda, deputado Roberto Freire (SP), deve ser reconduzido ao cargo.

Mas a candidatura presidencial que está sendo preparada é a do ex-deputado Raul Jungmann (PE), um pupilo histórico de Freire.

No site do PPS, Jungmann assina um  artigo ( “Hiper-antipetismo dependente não, PPS independente sim!”) que é, na prática, um soco no estômago  do presidente nacional do partido.

Jungmann critica duramente o caminho que Freire fez a legenda trilhar — de oposição radical ao governo Lula e adesismo ao PSDB.

Eis um trecho do artigo que está causando forte polêmica entre os filiados:

Esse caldo e disputa desandaram de vez quando deixamos o governo Lula em 2004, que queria, via Ciro Gomes, nos transformar em barriga de aluguel.

De lá para cá, fomos ficando mais e mais críticos, até que o antipetismo tornou-se a principal raison d’etre da nossa ação política.

Não que nos faltassem motivos, ao contrário.

Lula e o PT descambaram para um despudor nunca visto no uso e acobertamento da corrupção. Aparelharam o Estado até tornarem-no um quase apêndice do petismo. Ameaçaram amordaçar liberdades em nome da impunidade e da ojeriza as críticas.

Destroçaram e cooptaram a oposição. Rasgaram seu programa e roubaram as bandeiras dos seus antecessores. Engoliram ou cooptaram os movimentos, sindicatos e a sociedade civil.

A isto tudo respondemos radicalizando na ação e no discurso, até chegarmos ao “hiper-antipetismo” e dele nos tornarmos dependentes, com graves efeitos colaterais.

O primeiro deles é que  fomos reduzindo nosso interesse por quaisquer outras preocupações e propostas. Deixamos de ter uma agenda própria e global para  concentrar todas as nossas energias em negar, denunciar e combater o mal simbolizado pelo PT e seu demiurgo, Lula.

Assim, passo a passo, descolamos da política e mergulhamos num embate moral, do bem que representávamos, versus o mal personificado no lulopetismo.

Com isso, empobrecemos nosso discurso e prática. Descuidamos de nós mesmos, atados que fomos à nossa némesis.

O segundo dos efeitos negativos é que delegamos aos nossos aliados a construção de um projeto de poder próprio e de como chegar até ele, pois o nosso projeto era, e segue sendo, derrotar o PT. Donde resulta que pouco ou nada temos a anunciar, preocupados em denunciar que estávamos e estamos.

Terceiro,  gradativamente abdicamos de elaborar políticas para o país. Aliás, deixamos  de olhar as transformações positivas pelas quais o Brasil passa. Enquanto nós só vemos o que está errado, a grande maioria da população  percebe  e apóia  o que está dando certo.

Diante dessa “ilusão” que se alastrava pelos campos e cidades, contagiando os ingênuos ou manipulados, apelamos ao milenarismo, passando a avistar o “juízo final” em cada esquina da conjuntura.

Num momento, o fim estava próximo porque  os juros subiam a níveis insustentáveis; mais adiante, porque  o endividamento das famílias ia explodir. Depois, batemos na tecla da crise  global, que faria descer sua espada sobre os maus e os males do reino.

Hoje o mensalão; amanhã o último escândalo e o próximo, já engatilhado. Sem falar do retorno inexorável e descontrolado da inflação…

Trocamos a análise dos fatos e sua penosa interpretação pela paixão.

Nesse andar, tornamo-nos um “partido decente” não por escolha, mas por decantação. Se eles eram indecentes, não nos restava outra alternativa.

Ser decente não é um programa para o país, nem um projeto partidário. Sabemos disso. Mas, como decretamos a morte do comunismo,  que a socialdemocracia está moribunda e sobre o socialismo nada temos a dizer, a “decência” foi preenchendo nosso vazio ideológico.

Fomos também ficando rígidos e isolados, no desconforto de conviver com adversários de ontem, parceiros de hoje.

Noutro nível, falhamos em entender o lulopetismo e dele extrair lições. Em analisar a razão de sua ascenção; as condições de formação do seu bloco de poder de ciclo longo e que ainda não apresenta sinais de entropia –  algo que nos negamos terminantemente a reconhecer.

Em decorrência, sucumbimos também em desenvolver uma política de resistência e convívio de médio e longo prazo com o PT no poder, preparando o partido para essa lenta travessia.

Aferrados à negação deles, tropeçamos  em  (re)construir nossa identidade, abalada desde a passagem do PCB para PPS. Afinal, ser “anti” não basta ou é suficiente para afirmar uma identidade, dado que permanecemos presos e dependentes do outro, nosso oponente.

Nesse sentido, o hiper-antipetismo  é uma prisão, pois nos deixa atados  ao campo do lulopetismo, que detestamos. Psicologicamente, estacionamos  no terreno da contra-dependência, sem nos alçarmos à independência plena, que é essencialmente afirmativa.

Presos à nossa paixão negativa pelo lulopetismo, esquecemos que a  liberdade não passa apenas pela negação de outro, mas pela afirmação de nós mesmos.

Resultado: de 2004 para cá fomos estiolando. Não produzimos nada de envergadura e riqueza comparáveis aos nossos primeiros anos como PPS.

O corolário do hiper-antipetismo dependente, enterrada a 3ª via com Ciro Gomes, tem sido a gravitação em torno do projeto tucano. Estes crescem no desdém por nós, na mesma medida em que diminuímos eleitoralmente.

Nesse cenário, a proposta de candidatura própria a presidente em 2014 representa uma ruptura com a cultura da denúncia, cuja cristalização se dá no hiper-antipetismo. É o retorno a uma política de  afirmação partidária e de anúncio de um novo tempo.

É passar da negação do outro, a sua “morte” (tanatos), para a nossa afirmação e vida (eros). É transitar da prisão e da dependência para a liberdade de se (re)criar.

Isso não implica deixar de ser oposição, de denunciar desvios, abandonar o nosso campo de alianças ou de dar duro combate ao lulopetismo.

Sem qualquer auto glorificação, posso afirmar que poucos o combateram tão dura e persistentemente como fiz . Mas não sou antipetista. Sou pepesista, com orgulho, alegria e confiança.

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Eleições | 05:56

Defesa da maconha queima Soninha

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Soninha Francine (Foto: Genésio/Futura Press)

A pré-candidata do PPS, Soninha Francine, é lembrada pelos eleitores ouvidos pelo Instituto Informa como apresentadora de TV, vereadora, tendo se posicionado a favor da liberação da maconha, atitude que causou polêmica nos grupos

Tem imagem de inovação, “cabeça aberta” para alguns eleitores, idoneidade, mas sua bandeira mais conhecida é também seu ponto mais fraco.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Partidos | 15:48

Ataque do PSD quase deixa Freire sozinho no PPS

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O PPS decidiu ir à Justiça em busca do mandato dos quatro deputados do partido que migraram para o PSD do prefeito Gilberto Kassab porque quase perdeu ainda mais parlamentares na Câmara. Por pouco não sobra apenas o presidente nacional, Roberto Freire (SP).

Kassab conversou com oito dos treze deputados do PPS.  Na planilha de controle do novo partido, Dimas Ramalho (SP) chegou a aparecer em azul, como “confirmado”. Mas sob pressão, voltou atrás.

As outras conversas foram com Arnaldo Jardim (SP), Cezar Silvestri (PR) e Sandro Alex (PR) – mas o status desses nunca passou de verde (“conversado”) ou vermelho (“conversando”).

O PPS acabou conseguindo salvar nove deputados.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Partidos | 12:01

PPS tenta reaver mandatos de deputados que foram para o PSD

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O PPS  deu entrada hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com ações para reaver os mandatos dos quatro deputados federais que saíram do partido para se filiar ao PSD.

São eles: Geraldo Thadeu (MG), Cesar Halum (TO), Moreira Mendes (RO) e Alexandre Silveira (MG).

Os advogados do PPS alegam que é inconstitucional parte da resolução do TSE que trata das hipóteses de justa causa para a saída de detentores de mandatos das legendas pelas quais foram eleitos.

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domingo, 9 de outubro de 2011 Eleições | 06:01

Roberto Freire: “PPS está aberto à candidatura de Marina em 2014 e até à filiação de José Serra”

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Roberto Freire (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

Presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (SP) informa em entrevista exclusiva ao Poder Online que o partido não está apenas filiando os aliados de Marina Silva pelo Brasil. Se a ex-candidata do PV à Presidência da República optar por também entrar na legenda, tem grandes chances de ser a candidata presidencial em 2014.

Mas Freire não se fixa apenas em Marina.

Segundo ele, o PSDB já optou pela candidatura do senador Aécio Neves à Presidência e anda tratando muito mal a seu candidato de 2010, o ex-governador de São Paulo José Serra. Por isso, além dos marineiros, já há serristas em conversas com a legenda. E o PPS também está aberto à filiação/candidatura do próprio José Serra:

Poder Online – O PPS anda filiando muitos aliados da candidata do PV à Presidência da República em 2010, Marina Silva. Isso não é meio incomum?

Roberto Freire –Nós já temos a experiência do Partido Comunista Italiano, que abriu a legenda para candidaturas de não-militantes. Inclusive elegendo o prefeito de Roma.

Desde que a Marina Silva saiu do PV, seu grupo partiu para a criação de um movimento apartidário. Mas, para concorrer às próximas eleições eles precisam estar filiados a alguma legenda. Tivemos um bom convívio desde que o PPS e o PV estiveram juntos num mesmo bloco parlamentar na Câmara e temos várias posições em comum. Não há conflitos.

Então conversamos no sentido de abrir o PPS, que é um partido democrático, para que os marineiros possam se candidatar pela legenda, onde quiserem, no Brasil inteiro. Depois, tanto eles como nós decidiremos o que fazer. Podemos inclusive ficar definitivamente juntos.

Poder Online – Está dando certo?

Roberto Freire –Creio que sim. Em São Paulo, por exemplo, o apoio dos marineiros tende a fortalecer bastante nossa candidata à Prefeitura, a Soninha. E o Ricardo Young, que foi candidato ao Senado pelo PV, deve obter uma grande votação para vereador.

Poder Online – E quanto à candidatura presidencial da Marina Silva pelo PPS? Ela é hipótese do partido?

Roberto Freire –É uma decisão da Marina se ela quer ou não se filiar ao partido. Creio que antes ela vai trabalhar o movimento que criou ao sair do PV. Mas nós estamos de braços abertos à sua filiação. O apoio à candidatura de Marina Silva à Presidência já é admitido mesmo ela estando fora da legenda. É claro que com os marineiros aqui esse diálogo aumenta e, se houver a filiação, a hipótese se torna ainda mais forte.

Poder Online – Mas e o José Serra? Ele foi candidato a presidente em 2010 com forte apoio do PPS e do senhor. Vocês o estão abandonando?

Roberto Freire –De forma alguma. O problema é o PSDB, que está tratando o Serra muito mal, assim como a seus filiados mais à esquerda. Já estamos, inclusive, conversando com alguns serristas.

Poder Online – Vai ter filiação de serristas ao PPS também?

Roberto Freire –Olha, é bem possível. Mas eu prefiro deixar esse assunto para quando estiver resolvido. Aí faremos um anúncio público.

Poder Online – E o Serra?

Roberto Freire –Pois é, se o PSDB continuar tratando-o tão mal, nada impede que ele também venha para o PPS. Estaremos de braços abertos.

Poder Online – Tratando mal? Como?

Roberto Freire –Ora, desde que acabaram as eleições de 2010. Vide o episódio da Convenção Nacional do partido. Colocaram o Serra num cargo decorativo, de presidente do Conselho Político.

Poder Online – O senhor acha que o PSDB já optou pela candidatura de Aécio Neves à Presidência, em 2014.

Roberto Freire –Acho. Não quero me meter nas questões internas de outro partido. Mas acho até que eles estão querendo fechar a discussão, impedir que outras candidaturas, como a do Serra, se coloquem. Neste caso, começam a empurrar as pessoas para fora da legenda.

Poder Online – Pode ser o caso do Serra?

Roberto Freire –Pode. Não para agora, naturalmente, porque esse é um assunto para as eleições de 2014. Mas outros nomes podem vir agora e o próprio Serra, mas adiante, seria muito bem-vindo. Trata-se de uma figura de grande expressão política no país e por quem o PPS tem o maior carinho. Estaremos, naturalmente, de braços abertos.

Poder Online – Marineiros e serristas juntos?

Roberto Freire –Quem sabe? Isso poderia dar até numa via alternativa ao que está aí colocado: Dilma versus Aécio. Quem sabe uma via alternativa, de esquerda e com respeito ao meio ambiente?

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Partidos | 19:37

PSDB perde dois integrantes da Executiva paulista

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Fato inédito: o PSDB paulista perdeu hoje dois integrantes de sua Executiva Estadual. Saíram do partido Flávio Chaves, pré-candidato a prefeito de Sorocaba, e o prefeito de Avaré, Rogério Barchetti.

Do grupo do ex-governador Alberto Goldman, Chaves foi para o PPS. Já Barchetti, envolvido em denúncias de corrupção em sua gestão, foi para o PP de Paulo Maluf.

Os tucanos também tiveram mais defecções no município. O ex-deputado federal José Carlos Stangarlini, a socialite Ana Paula Junqueira e Luciano Gama, assessor do secretário Edson Aparecido, foram para o PMDB.

Já Vitor Kobayashi, filho do deputado Paulo Kobayashi, morto em 2005, aderiu ao PSD. Também foram para o partido do prefeito Gilberto Kassab os subprefeitos Beto Mendes e Wilson Pedroso.

Atualização 11/10 às 16h33: “É improcedente a informação de que eu me desliguei do PSDB-SP rumo ao PMDB. Não sei de onde partiu essa especulação e não fui consultado a respeito. Tenho 20 anos no PSDB e não pretendo me desligar. Continuo firme e forte como pré-candidato a vereador em 2012. Luciano Gama – Assessor do Secretário Edson Aparecido.”

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011 Eleições | 14:14

Ricardo Young vai para o PPS

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O empresário Ricardo Young anuncia amanhã sua filiação ao PPS. Candidato do PV ao Senado no ano passado, Young obteve 4 milhões de votos no estado de São Paulo.

Confiante neste capital eleitoral, Young preparou pompa e circunstância e convocou até uma entrevista coletiva para fazer o anúncio de sua filiação e provável candidatura a vereador ao lado de Roberto Freire, presidente do PPS.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011 Eleições | 17:04

Kajuru será candidato a vereador pelo PPS de São Paulo

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O jornalista esportivo Jorge Kajuru assinou ficha de filiação ao PPS paulistano e será candidato a vereador.

Conhecido por suas declarações polêmicas que lhe renderam muitos processos, Kajuru entra na disputa bem no momento em que a Copa 2014 e a Olimpíada 2016 colocam o esporte na pauta política.

Aos 50 anos e 35 de carreira, Kajuru vai fazer campanha bem mais magro. Fez operação de redução do estômago devido a diabetes e emagreceu 60 quilos.

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terça-feira, 20 de setembro de 2011 Congresso | 18:43

Presidente de frente ruralista faz campanha por Aldo Rebelo ao TCU

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Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, o deputado Moreira Mendes (PPS-RO) disparou cartas a cerca de 203 deputados que integram a frente pedindo voto para o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), candidato à vaga no Tribunal de Contas da União.

Na carta, Moreira lembra a atuação do comunista na relatoria do projeto do novo Código Florestal na Câmara.

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