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terça-feira, 26 de maio de 2015 Congresso | 18:43

Tiririca vira ponto turístico de barrados no Plenário

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Normalmente assediado por visitantes e assessores no Plenário da Câmara dos Deputados, Tiririca (PR-SP) vive nesta terça-feira um movimento atípico.

Não porque não seja procurado por nenhum fã, mas porque a busca por uma foto ao lado do parlamentar está bem acima do normal.

Com a votação da Reforma Política na Câmara, muitos tentaram sem sucesso acompanhar a votação dentro do Plenário e acabaram barrados no Salão Verde. Como prêmio de consolação, uma foto com Tiririca acabou disputada.

Assista:

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Congresso | 09:00

‘Não vai ter nada de política’, diz Tiririca sobre participação em programa de TV

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Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Ao estrear no programa dominical Pânico na Band, o deputado federal e humorista Tiririca (PR-SP) tem dito que sua participação não trará nenhum conteúdo político.

“Vai ser só piada, não vai ter nada de política”, diz o protagonista do quadro “Master Jegue”, paródia do programa culinário “MasterChef”, da mesma emissora.

Já na Câmara, o deputado decidiu seguir como titular na Comissão de Cultura, onde pretende trabalhar a temática circense.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Estados | 13:33

Rollemberg faz discurso ambientalista para justificar alagamentos em Brasília

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O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) tem recorrido ao discurso ambientalista para justificar os alagamentos já comuns durante as chuvas em Brasília. As obras do Setor Noroeste, bairro recém-construído de classe média alta e alvo de grande especulação imobiliária, é um dos exemplos criticados.

“Nós temos trombas d’águas que não tínhamos antes e o nível de impermeabilização da cidade aumentou. Isso é fruto, por exemplo, de obras como o Setor Noroeste, feitas sem o escoamento adequado”, critica Rollemberg. “Essas obras criaram um impacto muito grande em outras regiões do DF, como a Asa Norte, que precisaram de galerias pluviais muito maiores do que as que têm hoje”, completa.

Sob denúncias de corrupção e diversas críticas de ambientalistas e movimentos indígenas, a construção do bairro foi iniciada e interrompida durante o governo de José Roberto Arruda (PR) e depois concluída na gestão de Agnelo Queiroz (PT).

Assista: “Brasil vive apagão de gestão”, afirma governador do Distrito Federal

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Congresso | 07:00

Clarissa Garotinho vai levar o pau de selfie pro Congresso Nacional

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A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

Recém-chegada a Brasília, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) tem dito que pretende levar, em breve, seu pau de selfie para o Congresso Nacional.

A ideia, diz a carioca, é tentar aproximar seus eleitores da vida política na capital e mostrar um pouco mais do funcionamento da Casa, por meio de seu perfil no Facebook. Atualmente, a página é seguida por cerca de 143 mil internautas.

Recentemente, o adereço foi utilizado até mesmo pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para divulgar o programa de saúde de seu governo.

Leia também: ‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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domingo, 8 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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Com um caldinho de legumes, Clarissa Garotinho (PR-RJ) encerrou sua primeira semana de deputada federal. Entre uma colherada e outra, a carioca se recuperava da gastrite e revisava emendas de sua autoria que teriam de ser apresentadas no mesmo dia. “Já tem um mês que consegui cortar totalmente o glúten e a lactose!”, comemorou. Em poucas horas, embarcaria para o Rio de Janeiro, onde terá outro gabinete.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

“Quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana”, desabafa. “Quarta-feira eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook”, diz Clarissa, ao mostrar os mais de dois mil compartilhamentos alcançados pela publicação. “Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.”

De fato, a tirar por seus primeiros dias na Câmara dos Deputados, a nova rotina de Clarissa parece ser agitada. Recém-chegada, ela já foi escalada para presidir a comissão que couber ao seu partido, o PR. Filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), também avisou que pretende participar ativamente das discussões nas bancadas feminina e evangélica, além de trabalhar pela aprovação de projetos de sua autoria.

“Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa”, explica. “Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram.” Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

De uma forma geral, sua chegada em Brasília tem despertado bastante atenção. Não só pelo histórico familiar, mas pela sua trajetória no Rio de Janeiro. Mas, uma vez aqui, como fazer para se diferenciar em meio aos 513 deputados que disputam visibilidade?
Essa é realmente uma diferença que tem aqui. Eu já fui vereadora e deputada estadual num universo menor de parlamentares, onde você pode se pronunciar mais vezes. Aqui, por exemplo, eu me pronunciei duas vezes no primeiro dia, fiz minha inscrição no segundo e me disseram que quem não tinha falado ainda teria prioridade. Aí, quando eu me inscrevi, eu tava na vaga 39 e, de repente, quando eu olhei o painel de inscrição, tinha sido jogada pra 56. Não ia dar mais tempo de falar. Realmente é difícil. Mas eu acredito que quem realmente trabalha tem formas de mostrar isso. Tanto no plenário, como dentro da bancada. Além disso, no partido já tem um entendimento para que eu assuma a bancada que nos couber.

Assumir uma comissão já no primeiro ano de mandato não é simples. Como foi essa negociação?
Na verdade, a bancada do Rio de Janeiro tem uma força grande na bancada nacional. Rio e São Paulo têm seis deputados federais, sendo que, proporcionalmente, seis deputados do Rio têm mais representatividade. Então, nós reivindicamos a presidência de uma Comissão e a bancada do Rio acordou que o nome que representaria o grupo seria o meu. O partido viu isso com bons olhos, também. Acho que é bom, é meu primeiro mandato, né? Tem gente que às vezes fica muitos anos por aqui e não consegue presidir uma comissão. Acho que é um voto de confiança. Sendo jovem, mulher e no primeiro mandato é um grande desafio. Mas eu gosto de desafios!

A senhora sente uma pressão maior por ser filha do ex-governador Anthony Garotinho?
É a primeira vez que eu vou ocupar um cargo que meu pai também ocupou, né. Eu fui vereadora do Rio, ele não foi. Fui deputada estadual e ele só tinha sido há muitos anos atrás, em um Parlamento completamente diferente. Aqui eu vou conviver com pessoas que foram deputados com ele e agora vão ser deputados comigo. Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa. Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram. Cada um tem importância.

Nesta primeira semana, já foi possível perceber a diferença entre as rotinas de deputada estadual e federal?
Olha, essa rotina ainda tá sendo estabelecida, em uma semana ainda não posso dizer que já tenha uma rotina. Mas aqui é… quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana. Acredito até que, se algum não quiser trabalhar, não trabalha. Mas, quarta-feira, eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook, mostrando que tava levando trabalho pra casa. Anteontem, teve sessão até onze e meia. Isso porque as comissões e as CPIs não começaram a funcionar ainda. Foi a primeira semana e já teve muito trabalho. Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.

Como a senhora avalia a chegada do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa?
Olha, eu fui oposição porque discordo dos métodos dele. Essa prática de vender dificuldades para colher benefícios. Acho que o Brasil perdeu. Mas a Câmara escolheu, o Plenário é soberano e ele é o presidente da Casa. Nós vamos precisar ter uma relação institucional, embora eu continue com as minhas divergências.

Parte da bancada religiosa tem demonstrado um certo entusiasmo com a chegada de um evangélico à Presidência. Como a senhora, que também é evangélica, enxerga isso?
Acho que, como presidente da Casa, ele representa uma instituição. E ele mesmo fez bem essa separação, numa entrevista que ele deu, dizendo que ali ele representava a Câmara dos Deputados, embora tivesse suas opiniões pessoais. É evidente que a bancada vai acompanhar, mas eu mesma ainda não participei de nenhuma discussão, porque ainda não começaram as reuniões. Como eu não tava aqui no ano passado, nem sei que posição a bancada evangélica tem hoje. Mas eu não votei nele, porque não acredito no tipo de política que ele faz.

A senhora pretende participar ativamente da bancada evangélica?
Ah sim, eu pretendo ir nas reuniões.

Tem algum projeto específico voltado para essa área?
O primeiro projeto que a gente está trabalhando é mais voltado para a área de educação, terceira idade e jovens. Como eu ainda não os apresentei, não queria falar sobre projetos agora. Ainda estamos escrevendo, fechando os detalhes.

A senhora assinou o requerimento para a instalação da nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Esse deve ser um dos assuntos acompanhados pelo mandato?
Eu acho que uma nova CPI é válida, mas ainda não sei se vou participar porque dentro do partido precisamos ver como será a divisão de espaço. De qualquer forma, surgiram novos fatos, sem contar que ano passado foi um ano eleitoral então, inevitavelmente, o debate das eleições contaminou um pouco a discussão. Agora, todo o povo brasileiro quer respostas sobre a Petrobras e nós, do Rio de Janeiro, ainda mais. Porque a sede da Petrobras é no nosso estado, onde fica um volume enorme de recursos. Existe lá a construção do Complexo Petroquímico, o Comperj, instalado em Itaboraí, que era motivo de esperança pra população carente de São Gonçalo. Só que ela foi iniciada há nove anos e ainda não tem previsão de conclusão. Não apenas precisamos de uma CPI da Petrobras, mas de explicações sobre a construção das novas refinarias. O Sérgio Cabral e o atual governador (Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB) são citados na Lava Jato. Nós queremos resposta.

O Congresso Nacional pode realmente contribuir com essas investigações ou a CPI será mais um palanque político?
Eu acho que o Parlamento não pode ficar de fora. A Polícia Federal e o Ministério Público estão fazendo um excelente trabalho e quanto mais a sociedade cobra, mais nós precisamos dar respostas.

Já nesta primeira semana, foi possível observar um desgaste inicial dentro da bancada feminina (leia mais aqui). Em que temas as mulheres poderiam avançar de forma conjunta?
Eu acho que a sugestão que eu dei foi muito bem aceita, para a gente pensar em projetos não individuais, mas sim coletivos, para ganhar força de tramitação. Eu perguntei se elas têm esse hábito de fazer isso aqui e me disseram que não. Mas acho que a gente ganharia força de tramitação porque, como ali a gente tem a representação de quase todos os partidos, se todas assinarem e pressionarem suas bancadas a gente consegue aprovar muita coisa. No final, isso que é o mais importante. É evidente que o primeiro processo, que é o processo eleitoral, traz divergências de método, mas não são divergências pessoais.

A senhora já tem algum projeto em mente, que poderia ser apresentado desta forma coletiva?
Tenho, mas prefiro discutir isso com a bancada feminina primeiro.

No final do ano passado, a bancada decidiu atuar como um “bloco parlamentar” em alguns momentos, para tentar garantir a presidência de determinadas comissões ou a relatoria de matérias estratégicas. Pode dar certo?
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) tem uma proposta que estabelece que haja pelo menos uma mulher na mesa, não é? Isso eu acho legal, porque é uma proposta específica. Nós temos que colocar isso como uma regra da Casa. Agora, organizar como bloco a votação é muito difícil, a menos que seja em temas voltados para a família, a mulher. Porque, em outros temas, nós temos orientações partidárias divergentes. Hoje, uma das mulheres que nós temos na Mesa (Mara Gabrilli, PSDB-SP) está lá não pela atuação em bloco da bancada feminina, mas porque houve um entendimento do PSDB de botar uma mulher na mesa. Foi fruto de uma escolha partidária.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Congresso | 09:00

Clarissa Garotinho só reclama do salto alto

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A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

Recém-eleita, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) parece já ter se acostumado com a nova rotina. A herdeira política do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) foi escolhida por seu partido para assumir uma comissão da Câmara, assim que a distribuição de cargos for feita.

Questionada pelos colegas sobre o processo de adaptação nestes primeiros dias, aliás, a única reclamação da carioca foi sobre a dificuldade de percorrer de salto alto os longos trajetos da Câmara dos Deputados – consideravelmente maiores que na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Leia também: Membros da nova bancada feminina já começam a se estranhar

 

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Congresso | 08:00

Tiririca anda fazendo bonito com o perfume

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Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Deputado Federal Tiririca (PR-SP). Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

No meio da maratona de jantares e reuniões ocorridas neste fim de semana por conta da disputa da presidência da Câmara, uma rodinha de deputados engatou no sábado numa conversa sobre a dificuldade de se manterem em ordem com tanto compromisso emendado no outro.

A certa altura, Alfredo Nascimento disparou que até o desodorante custava a resistir. Mas ao menos um colega, diz ele, parece simplesmente não sofrer com o problema. Disse que Tiririca é sem dúvida o deputado mais “cheiroso” que já conheceu.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

Evangélicas estão de olho no comando da bancada feminina

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A deputada federal Rosangela Gomes (PRB-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Rosangela Gomes (PRB-RJ). Foto: Divulgação

Às vésperas da nova legislatura, parte das deputadas federais eleitas já começou a sondar a Secretaria da Mulher da Câmara sobre o funcionamento do órgão e a coordenação dos trabalhos da bancada feminina, que hoje tem representação oficial no Colégio de Líderes.

Foram pedir informações as evangélicas Rosangela Gomes (PRB-RJ) e Tia Eron (PRB-BA), além de Clarissa Garotinho (PR-RJ). As três têm interesse em construir uma vitrine para as eleições de 2016.

Leia também: ‘Bancada feminina atuará como bloco’, diz Jô Moraes

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 Congresso | 15:30

Posses de ministros viraram palco para corpo a corpo dos candidatos na Câmara

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Se demorou a entrar com tudo na campanha pela presidência da Câmara dos Deputados, o petista Arlindo Chinaglia (SP) agora é dedicação total à tarefa. Ele virou figurinha carimbada nas cerimônias de transmissão de cargos de novos ministros, realizadas desde a semana passada em Brasília.

Seu principal adversário, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), que já estava bem mais à vontade na posição de candidato, também tem feito aparições frequentes nas posses.

Quem circulou na posse do novo ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), por exemplo, conta que os dois dividiram espaços e apertos de mão. Mesmo sabendo que a concorrida posse de Joaquim Levy ocorria no mesmo horário.

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Congresso | 13:00

Maurício Quintella deve assumir liderança do PR na Câmara

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Deputados do PR dão como certa a substituição de Bernardo Santana (MG) por Maurício Quintella (AL) na liderança da bancada na Câmara.

Santana alegou problemas de saúde e nem sequer disputou a reeleição. Ele assumiu a secretaria de Defesa Social após aceitar convite do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

Quintella liderará uma bancada de 34 deputados que farão parte da base aliada do Planalto na Câmara.

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