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Posts com a Tag programa de governo

domingo, 30 de setembro de 2012 Eleições | 11:40

Afinal, programa de Governo é ou não é importante?

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Marcos Pereira

Edson Aparecido

Antonio Donato

A apresentação de um programa de governo para a Prefeitura de São Paulo tomou a campanha eleitoral nesta semana, desde que o candidato do PT, Fernando Haddad, cobrou dos adversários José Serra (PSDB) e Celso Russomano (PRB) a apresentação de seus planos.

O assunto virou tema do debate de TV entre os candidatos no início da semana. E Celso Russomano acabou apresentando seu programa de governo, cujo texto foi ironizado por Serra, que bateu boca com um jornalista acusando-o de provocação ao pergutar-lhe sobre isso.

Por causa dessas e outras “Programa de governo” virou o tema desta semana da série de entrevistas que Poder Online vem fazendo com os coordenadores de campanha dos três pricipais candidatos à Prefeitura de São Paulo, palco da disputa mais importante do país nessas eleições municipais.

Foram feitas as mesmas perguntas para Marcos Pereira, presidente nacional do PRB e um dos coordenadores da campanha de Celso Russomanno (PRB); Edson Aparecido (PSDB), coordenador-geral da campanha do tucano José Serra; e Antônio Donato, presidente municipal do PT paulistano e coordenador-geral da campanha do petista Fernando Haddad.

Eis suas respostas:

Poder Online – O eleitor acredita em programas de governo?

Marcos Pereira: Acho que deveria acreditar, mas como o histórico mostra que a maioria não cumpre, o eleitor acaba não acreditando.

Edson Aparecido: Acredita quando o plano de governo é real, objetivo, tem sustentação e ele percebe que é algo que pode sair do papel.

Antônio Donato: Acho que é tarefa dos candidatos ter um papel pedagógico apresentando programas de governo. Ajuda o eleitor a escolher com mais informação.

Poder Online – É importante  apresentar um programa de governo durante a campanha?

Marcos Pereira: Acho que é indiferente. É importante apresentar caso você seja eleito. Exemplo disso é o Lula, que em 2002 não apresentou e foi um bom governo, vamos dizer assim.

Edson Aparecido: Claro. O plano é algo que você constrói, discute ao longo da campanha, agrega pessoas e ao final da campanha apresenta. É importante.

Antônio Donato: Sim. Fizemos questão de apresentar o nosso antes do início do horário eleitoral num grande evento para que pudesse ser debatido e criticado. E nosso programa vem pautando vários debates nesta eleição.

Poder Online – Não apresentar um programa de governo é algo que pode colocar em risco o rumo de uma eventual gestão?

Marcos Pereira: Se não apresentar até a posse, pode gerar uma certa insegurança, mas se apresentar até a posse não há como falar em risco.

Edson Aparecido: Acho que você ter o plano é fundamental para orientar o planejamento da gestão porque foi bem avaliado e concretizado com bases reais. Por isso as pessoas sabem que o que o Serra apresenta é algo que ele cumpre.

Antônio Donato: Sem dúvida é um desrespeito ao eleitor e vai gerar imprevistos durante um bom tempo durante eventual administração.

Poder Online – Ausência ou presença de programa de governo é algo que influencia o voto do eleitor?

Marcos Pereira: Acho que não influencia muito. A maioria, não. Talvez alguns eleitores de classe mais alta, que acompanham mais. Na média geral acho que não, porque infelizmente o eleitor não é tão bem informado. O ideal seria que fosse mais bem informado, o que acho
lamentável.

Edson Aparecido: Acho que em alguns segmentos do eleitorado sim, aquele que atenta para isso e acompanha.

Antônio Donato: Acho que sim. Cada vez mais. Ainda não é um fator determinante, mas cada vez mais o eleitor valoriza isso.

Poder Online – Deixar de apresentar programa de governo é de alguma forma evitar compromissos com a população?

Marcos Pereira: Não, o compromisso com o eleitor está registrado no plano (apresentado à Justiça Eleitoral). O programa é meramente o detalhamento de como o plano será executado.

Edson Aparecido: Sim, acho que é evitar o compromisso e demonstra fragilidade de proposta e de uma futura gestão.

Antônio Donato: Sem dúvida. Quem não apresenta ou generaliza quer ficar de mãos livres e solto de qualquer compromisso na campanha.

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sexta-feira, 20 de julho de 2012 Eleições | 08:32

Soninha lança programa de governo e propõe espécie de ProUni para creches

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Soninha Francine (PPS) fez na noite de ontem o lançamento oficial de seu plano de governo.

Ao contrário do formato usado por candidatos com maior respaldo financeiro, o ato foi mais contido, numa sala de um hotel na região da Avenida Paulista.

A própria candidata inclusive, teve de aprontar a apresentação que faria, organizando os slides num computador portátil minutos antes do início do ato.

Ao falar do déficit na área de creches na cidade de São Paulo, Soninha propos uma solução semelhante ao modelo usado no ProUni, em que o governo financia as vagas em instituições privadas.

Ela defendeu o modelo, de forma provisória, para a área da saúde em especial no tratamento para dependentes químico e ao final disse não ser contra a estratégia usada pelo governo federal no setor do Ensino Superior, mas fez críticas à fiscalização.

Assista:

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terça-feira, 27 de março de 2012 Eleições | 07:00

Netinho lança site para receber sugestões de projetos

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Netinho de Paula lançará no dia 12 de abril um site pessoal para recolher projetos de internautas que possam fazer parte de seu programa de governo.

A ideia do pré-candidato do PCdoB à Prefeitura de São Paulo é ter 70% do plano de governo até o lançamento da página para poder usar o restante com contribuições de populares.

Ele afirma que só pretende montar uma agenda de pré-campanha quando já tiver o plano de governo fechado.

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 Eleições | 20:08

Raul Cutait e David Uip no programa de governo do PTB

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Luiz Flávio Borges D'Urso (Foto: Hélvio Romero/AE)

Enquanto o PTB sustenta a candidatura própria em São Paulo, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP) e pré-candidato do partido à prefeitura paulistana, Luiz Flávio Borges D’Urso, segue trabalhando na elaboração de seu programa de governo.

Ele tem contado com a ajuda dos médicos Raul Cutait e David Uip para as questões relacionados à saúde na cidade.

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terça-feira, 26 de outubro de 2010 Eleições | 10:06

Garcia: programa de governo extenso é um grande erro

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Um dos principais coordenadores do programa de governo de Dilma Rousseff, o professor Marco Aurélio Garcia nega que seja uma surpresa a apresentação, ontem, de apenas algumas diretrizes no lugar de um plano mais aprofundado de gestão do país a partir de 2011;

– Desde o começo sabia-se que seria assim, era essa a ideia. A coisa mais fácil é fazer um programa de governo enorme. E tivemos muita dificuldade para chegar só naqueles pontos principais que foram apresentados.

Segundo ele, foi um erro o PT ter apresentado, em 1994, um programa de governo “extenso”:

– Até me penitencio por isso, porque fui um dos elaboradores, mas foi um grande erro. Depois sempre apresentamos propostas mais resumidas, em 1998, 2002 e 2006.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 Eleições | 17:10

Câmbio, previdência e tributos são tabus para os candidatos

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Debate da RedeTV!: nada sobre câmbio

No início do primeiro turno, o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros disse ao Poder Online que “a Carta ao Povo Brasileiro já era”. Os candidatos a presidente, segundo ele, deveriam apresentar como, em uma economia estabilizada, o país – na visão do PSDB –  “pode mais” ou – na visão do PT – pode “seguir mudando”.

Segundo Mendonça de Barros, isso implicaria, principalmente, na redução dos gastos públicos, que hoje se resume à previdência, ao câmbio, à reforma tributária e à redução da máquina pública, na opinião de 9 entre 10 economistas.

Muitos deles alimentaram a expectativa de que o segundo turno pudesse servir para melhorar o nível da discussão.

Pois bem, a seis dias da eleição, ninguém sabe o que os candidatos pretendem fazer nestas áreas. Seus programas de governo são apenas propostas de eleitores enviadas para páginas na internet.

Na Previdência, por exemplo, Serra acena com aumento de 10% para as aposentadorias e aumento do salário mínimo para R$ 600, que impacta as contas previdenciárias. Enquanto Dilma – que prometeu apresentar hoje um programa de governo e assinou uma proposta com 13 itens subjetivos – sequer discutiu a declaração do ministro Carlos Gabas contra uma reforma previdenciária. É lícito supor que a candidata concorde com essa posição.

E assim, Marina Silva atravessou a campanha com uma proposta de previdência de capitalização individual que, se pública, é a tal capitalização escritural – descartada pelo governo FHC por um só motivo: inviável em ambiente de juros altos.

A questão do câmbio, outro exemplo, sequer foi citada no último debate. Assim como a reforma tributária, tão reivindicada pelo empresariado, até agora, é mera citação esporádica, sem nenhum detalhe sobre quem passará a pagar menos qual tributo ou imposto.

O único tema econômico da campanha são as privatizações. Há pouca esperança que o debate de hoje à noite, na Rede Record, venha a corrigir essa falha. Ou mesmo o programa da Rede Globo, na sexta-feira. E assim o Brasil vai às urnas.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010 Eleições | 17:02

Candidatos assinam carta-compromisso com a educação

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Aproveitando o Dia dos Professores, comemorado nesta sexta-feira, os candidatos à Presidência, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB),  assinarão uma carta-compromisso elaborada por 27 entidades ligadas ao ensino. 

 O documento cobra o enfrentamento, pelo próximo governo, de sete desafios urgentes do setor, como gestão democrática e valorização dos professores.

A primeira das reivindicações das entidades é a ampliação do financiamento para a educação. Atualmente, são investidos 5% do PIB na área. Os professores querem 10%.

Dilma será a primeira a assinar o texto, em São Paulo, num evento no Palácio do Trabalhador, às 13h30. No encontro, a candidata promete divulgar parte do programa de governo para a educação.

Serra assinará a carta em Londrina, em um evento marcado também com professores, às 17h30 no Hotel Boulevard.

(Colaboração de Priscilla Borges)

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Eleições | 09:03

Educação e Juventude abrem programa de governo de Dilma

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O programa de governo da petista Dilma Rousseff não será mais anunciado de uma só vez, como se havia pensado inicialmente.

O comando da campanha decidiu anunciá-lo em partes, a partir de amanhã, começando pelos capítulos sobre Educação e Juventude

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010 Eleições | 13:39

Para onde vão os programas de governo

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Franco Montoro, que governou São Paulo de 1983 a 1987

Quando os tucanos tiveram a ideia de construir um programa de governo para José Serra com a colaboração de internautas lembraram que, em 1982, na primeira eleição direta para governador depois da ditadura militar, a campanha de Franco Montoro batizou o digamos, programa participativo, de Proposta Montoro.

A ideia ganhou ainda mais força quando o PSDB descobriu que, naquela eleição, quem coordenou o trabalho foi José Serra.

Os tucanos pensaram em usar o programa de Montoro como referência, mas aí enfrentaram um dificuldade: ninguém tinha uma cópia. Ou seja, o livro do programa de governo de Montoro não resistiu às mudanças e faxinas de nenhum integrante do PSDB – mesmo com a vitória do então candidato do PMDB.

A única e valiosa cópia, segundo um tucano que trabalhou no Proposta Serra, está guardada no Rio de Janeiro, na biblioteca da Fundação Getúlio Vargas, onde dominam cérebros do PP e do DEM.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010 Eleições | 06:02

A dez dias da eleição, Serra aposta em ‘surpresa na internet’

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Xico Graziano (Foto: Divulgação)

Ravi Singh não deixou saudade. É o que garantem os tucanos. Mas a dez dias da eleição, a campanha do candidato do PSDB a presidente, José Serra, aposta no que tem chamado de ‘surpresa na internet’ para garantir o segundo turno.

O foco agora é o programa de governo do tucano. Sob a coordenação de Xico Graziano, a equipe está trabalhando exaustivamente para lançar o novo Proposta Serra.

O site, que será incorporado à página oficial da campanha de Serra na rede, o Serra45, quer mostrar ao eleitor “que o primeiro plano de governo colaborativo deu certo”.

De acordo com os tucanos, das 200 propostas reunidas nas 270 páginas do documento, 60 são de internautas que se cadastraram no Proposta Serra.

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