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Posts com a Tag PSB

quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Governo, Partidos | 21:13

Siqueira enquadra bancada e diz que reposicionamento depende da direção do PSB

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Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Diante da perspectiva de reaproximação entre a bancada do PSB e o governo, o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, tratou de enquadrar os deputados nesta quarta-feira (7), durante um almoço oferecido pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

Siqueira disse que qualquer “reposicionamento” do partido depende de deliberação da executiva nacional que deverá se reunir daqui a uma semana.

Mais da metade da bancada socialista tem  manifestado posição contrária ao possível processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e admite, por exemplo, um “reposicionamento” em relação ao governo e “futuras conversas”, a revelia da direção do partido.

No almoço, o vice-presidente de Relações Governamentais do partido, o ex-deputado Beto Albuquerque (RS) foi enfático ao defender uma posição mais oposicionista ao governo e ao PT.

Beto, que foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Marina Silva após a morte de Eduardo Campos, argumentou que se o PSB tivesse ganhado o governo e  experimentasse todas as dificuldades que Dilma enfrenta atualmente, não poderia contar com o apoio do PT. “Porque vamos ser para eles o que eles não seriam conosco?”, questionou, diante da bancada.

O secretário geral do partido, Renato Casagrande, diz que não há reposicionamento, mas admite que a direção do partido ainda não conversou com a bancada sobre a possibilidade de impeachment da presidente e qual será a posição do PSB em relação ao processo. “Só vamos discutir isso, quando estiver tramitando. Não vamos discutir isso antecipadamente.

De acordo com Casagrande, a reunião da executiva servirá para discussão da conjuntura política e como o partido deverá se posicionar em relação ao governo.

 

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 00:50

Dilma ofereceu Ciência e Tecnologia para resgatar PSB

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Na tentativa de resgatar o PSB para sua base, a presidente Dilma Rousseff mandou emissários ao partido e ofereceu o Ministério de Ciência e Tecnologia.

A pasta já foi comandada pelo principal ícone do partido, Eduardo Campos, morto em plena campanha presidencial, no ano passado, em um desastre de avião.

Entre os socialistas, os três governadores, Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE), apoiam a volta do PSB para a base de sustentação do governo.

Pelo menos 18, dos 32 deputados também querem o retorno para a base e o abandono da tese de “independência” sustentada pela atual direção do partido.

Os socialistas, no entanto, não responderam ao convite da presidente durante o encontro que ela teve, na quarta-feira, com os três governadores. O comando do partido, nas mãos hoje de Carlos Siqueira, não aceita se aliar novamente ao governo.

diante disso, a pasta de Ciência e Tecnologia poderá ficar mesmo com o PMDB. O indicado para ela é o deputado Celso Pansera.

O atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, deverá se mudar para a pasta da Defesa, para substituir o ministro Jaques Wagner, que está de mudança para a Casa Civil.

O PSB rompeu com o governo em abril de 2013, quando o partido decidiu lançar o nome de Eduardo Campos na corrida presidencial do ano passado. No segundo turno, o PSB se colocou contrário à Dilma, embarcando na campanha tucana.

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terça-feira, 26 de maio de 2015 Partidos | 18:24

“PSB caminha para ser satélite do PSDB”, diz deputado Glauber Braga sobre fusão com PPS

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Embora haja aprovação da fusão anunciada entre os dois partidos, principalmente dos estados do Sul e do Sudeste, a união do PSB com o PPS deve provocar uma debandada de socialistas que alegam que o PSB, deixou de ser satélite do PT para, com a fusão, virar satélite do PSDB, como hoje é o PPS.

O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) é um dos que ensaiam a saída do partido e poder parar nos quadros do PSOL. O PSB também corre o risco de perder os oito deputados federais eleitos na esteira de Eduardo Campos, candidato a presidente pelo partido, que morreu durante a campanha, no ano passado. Também se mostra insatisfeito com a fusão o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

O PSB hoje caminha, nas próximas eleições, em um futuro não distante, para se tornar um satélite do PSDB”, criticou o deputado. A fusão do PSB com o PPS é mais um grave erro do conjunto de erros que vem sendo cometidos. Existe uma insatisfação grande do conjunto da militância do Brasil com o conjunto de medidas que tem sido adotadas por um conjunto de dirigentes”, disse.

Assista:

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quarta-feira, 6 de maio de 2015 Partidos | 12:05

Bancada do PSB ainda torce o nariz para fusão com PPS

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Ainda tem muita gente no PSB torcendo o nariz para o projeto de fusão com o PPS. Nas últimas semanas, não faltaram deputados reclamando na orelha de líderes da legenda por terem sido pegos de surpresa pela notícia da união das duas legendas.

A ordem, agora, é apagar incêndios e passar aos parlamentares o recado de que tudo será tratado em seu devido tempo, inclusive o papel de cada lado no novo partido. Internamente, o PSB diz que está “incorporando” o PPS.

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Partidos | 06:00

PSB já não descarta projeto eleitoral com Marina Silva para 2018

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Tida como praticamente impossível logo após a corrida de 2014, a ideia de lançar a ex-senadora Marina Silva numa nova candidatura presidencial em 2018 já não enfrenta mais tanta resistência assim dentro do partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no passado. Diante da perspectiva de uma fusão da sigla com o PPS, alguns líderes socialistas admitem nos bastidores que o desenho de um novo projeto eleitoral pode sim passar pela ideia de convencer Marina a disputar novamente o Palácio do Planalto.

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina passou grande parte dos últimos meses muito distante do PSB. Desde que saiu da votação de outubro do ano passado, avisou imediatamente ao comando partidário que sua prioridade é retomar a criação da Rede Sustentabilidade. Mas, para os socialistas, os “sinais” são cada vez mais claros de que a nova legenda custará a sair do papel.

Embora muita gente no partido resista à ideia de um novo projeto eleitoral com Marina na cabeça de chapa, uma ala  reconhece que a fusão com o PPS pode alimentar uma empreitada nesse sentido. A teoria é que a fusão dará ao PSB muito mais musculatura, tempo de televisão e capilaridade em colégios eleitorais estratégicos. Mas continua faltando um nome para a disputa.

Embora ganhe alguns adeptos, a ideia ainda tende a enfrentar resistência de alguns setores estratégicos da legenda. A começar pela direção do PSB em alguns colégios eleitorais estratégicos. É o caso de São Paulo, onde o partido está muito bem amarrado na aliança com os tucanos, mais especificamente com o governador Geraldo Alckmin.

Marina também sempre deixou claro desde a eleição que não tem planos de se lançar novamente pelo PSB. Mas, nesse caso, há no atual partido da ex-senadora quem enxergue “sinais” de que ela pode rever a posição no futuro, dependendo do andamento do projeto da Rede. Um desses indicativos veio numa recente visita da ex-senadora à liderança do partido. Depois de discorrer longamente sobre sua relação com Eduardo Campos, Marina disse que a Rede e o PSB serão “irmãos siameses”. Quem assistiu ao discurso diz ter ficado impressionado com o discurso.

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terça-feira, 5 de maio de 2015 Política | 15:46

Júlio Delgado está com suspeita de dengue

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). - (Foto: Agência Brasil)

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). – (Foto: Agência Brasil)

O deputado Júlio Delgado está de cama. Passou a segunda-feira internado, com suspeita de dengue.

Deve passar por novos exames nos próximos dias para verificar se o diagnóstico é esse mesmo ou se o problema é mais ameno.

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Partidos | 10:59

Mesmo dividido, PT deve insistir em cobrar mandato de Marta

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Uma ala do PT vem defendendo internamente que o partido desista de reivindicar o mandato da senadora Marta Suplicy. O argumento colocado é que, mesmo no caso de uma vitória judicial em favor da legenda, Marta sairia “vitimizada” da briga. O presidente do PT paulista, Emidio de Souza, já avisou que discorda da avaliação. Pretende seguir até o fim na briga com a senadora.

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

O plano é tentar dar o cargo de Marta para Paulo Frateschi, sob entendimento de que o mandato pertence ao partido e não à chapa encabeçada por Marta. Isso porque o primeiro suplente é Antonio Carlos Rodrigues, do PR. Frateschi é segundo na sucessão.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Política | 15:09

Para Erundina, Marta será alternativa contra polarização em São Paulo

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A ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), avalia que a entrada de Marta Suplicy (PT) na disputa municipal em São Paulo terá a mesma lógica da participação de Eduardo Campos na disputa presidencial em 2014: quebrar a polarização entre PT e PSDB.

Erundina diz não ter conversado com Marta a respeito da corrida municipal ainda, mas elogiou a ex-prefeita de São Paulo e destacou a importância dela na disputa do próximo ano.

Marta deverá anunciar nos próximos dias sua saída do PT e filiação ao PSB.

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Partidos | 11:56

Marina reafirma ao PSB plano de criar a Rede e diz que os dois partidos serão ‘irmãos siameses’

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Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva esteve ontem no Congresso para ajudar na articulação da PEC 215. Aproveitou para se reunir com líderes do PSB, onde reafirmou que não abandonou os planos de criar a Rede Sustentabilidade.

Marina falou de Eduardo Campos, disse que os dois dividiam “um sonho” e prometeu manter a união com os socialistas. “Seremos sempre irmãos siameses”, disse Marina.

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quarta-feira, 8 de abril de 2015 Política | 07:00

Marta sonhava em viabilizar debandada do PT rumo ao PSB

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Em uma das primeiras conversas que teve com o PSB para discutir seus planos de deixar o PT, a senadora Marta Suplicy disse à direção da legenda que gostaria de tentar levar consigo vários de seus colegas para o partido que a recebesse como pré-candidata à Prefeitura de São Paulo em 2016. A conversa ocorreu na época da corrida eleitoral do ano passado, bem antes de Marta deixar o Ministério do Turismo e disparar contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Nessa reunião, comandada pelo presidente do PSB paulista, Márcio França,  Marta apresentou uma lista de nomes que acreditava serem bons candidatos para a migração: ali estava a família Tatto.  Mais especificamente,  os irmãos Enio, Arselino  e Jilmar Tatto.

Os Tatto são considerados peça-chave em campanhas eleitorais do PT em São Paulo. Têm forte influência em colégios estratégicos, como a região de Capela do Socorro, na zona sul da capital paulista. Mas o PT tratou de amarrar bem a família quando elegeu o prefeito Fernando Haddad.

Hoje, Arselino é líder do governo na Câmara Municipal. Jilmar é secretário dos Transportes do prefeito petista, ou seja, comanda uma das pastas mais fortes da administração municipal.

De acordo com o PT, não há motivo algum para preocupação. A chance de os Tatto deixarem o partido com Marta é zero.

*Com Luciana Lima, iG Brasília

 

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