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Posts com a Tag PSB

segunda-feira, 2 de março de 2015 Partidos | 09:00

Direção do PSB decidirá sobre disputa de Romário e Glauber por comando no Rio

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O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

Uma disputa entre o atual presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário (PSB-RJ) tem azedado o clima no diretório estadual do partido. A previsão é de que a briga seja discutida em uma reunião da direção nacional do PSB, nesta semana.

Logo após as eleições do ano passado, Romário pediu à direção nacional do PSB para assumir no lugar de Glauber que, em junho de 2014, foi eleito presidente estadual com 96% dos votos. A argumentação do senador é de que o estatuto do partido abre espaço para uma intervenção nacional, quando os candidatos a deputado pela sigla não alcançam 5% dos votos locais.

Em sua defesa, Glauber tem argumentado que o desempenho do partido só não foi maior na disputa para as vagas de deputados, porque o PSB priorizou a candidatura de Romário ao Senado – onde foram alcançados 63% dos votos. No estado, a movimentação o ex-jogador tem sido vista como uma estratégia para aumentar sua visibilidade e cacifá-lo na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.

Leia também: ‘Bloco com PPS e Solidariedade é um erro’, diz Glauber Braga

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 Congresso | 11:00

Erundina defende construção de creche em novo anexo da Câmara

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A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

Em reunião da Mesa Diretora da Câmara, a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) propôs que fosse incluída a construção de uma creche no projeto arquitetônico do novo prédio da Casa – o chamado Anexo V.

A princípio, a proposta foi aceita por unanimidade entre os deputados presentes, inclusive pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Agora, a viabilização da medida será estudada pela Diretoria-Geral da Câmara.

Atualmente, os funcionários da Casa têm direito a um auxílio-creche, até que seus filhos completem seis anos de idade. Ao todo, o benefício atende 2608 de pessoas com um valor médio de R$ 570, custando cerca de R$ 1,5 milhões mensais à Câmara.

Leia também: Recém-chegado, deputado do PSOL faz assembleia de assessores da Câmara

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Congresso | 14:00

‘Mulher ainda não conquistou direito de ser votada’, diz Lídice da Mata

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A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) aproveitou a presença do ministro do STF Gilmar Mendes no Senado Federal para criticar o atual modelo eleitoral e cobrar, sobretudo, uma nova legislação voltada para a inclusão de mulheres no sistema político.

Leia também: OAB e CNBB fazem ato contra reforma política do PMDB

“São 83 anos de voto feminino, daqui a pouco serão 100. Mas nós ainda não conseguimos que a mulher realmente conquistasse o direito de ser votada. Apesar desses 83 anos, os parlamentos diversos no Brasil não conseguem sair da média de 12% de representação das mulheres. Nós somos 52% da população”, disse Lídice, sobre o direito ao voto feminino instituído em 24 de fevereiro de 1932.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015 Partidos | 08:00

‘Governo não nos deu motivo para abandonar a oposição’, diz presidente do PSB

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Diante da tentativa do PT de reaproximação com o PSB para o fortalecimento de uma frente de esquerda no Congresso Nacional, o presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira (PE), é taxativo: “voltar para a base do governo federal não está na pauta do PSB. O governo não nos deu nenhum motivo para abandonarmos a oposição.”

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Ao Poder Online, o pernambucano diz que o momento é de enfrentar os problemas e os impactos das decisões tomadas pela presidente Dilma Rousseff. “Nós precisamos discutir os problemas do país. Essa recessão anunciada, o emprego em queda, o aumento da violência, essa crise energética e hídrica, essa situação lamentável em que se encontra a Petrobras, que é a principal empresa do Brasil.”

Na mesma linha, Siqueira evita discutir as estratégias da sigla para as eleições de 2016 e diz que “antecipar o debate eleitoral seria um desserviço ao Brasil”. O presidente do PSB reforça o coro, entretanto, dos de defendem um debate amplo sobre a reforma política no Congresso Nacional, mas diz que uma mudança nas regras eleitorais não será suficiente. “É fundamental que nós tenhamos também uma reforma na atitude dos políticos”, diz. Confira abaixo a entrevista completa.

Recentemente o PSB esteve ao lado do PSDB em momentos bastante estratégicos, como o segundo turno das eleições presidenciais e na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados. Qual é o saldo dessa aliança?
No segundo turno presidencial, nós não tivemos outra opção. Foi uma aliança pontual. Nós vínhamos criticando ao longo de toda a campanha o desastre da polícia econômica do governo do PT, esse crescimento pífio, uma recessão anunciada e tudo isso que, lamentavelmente, está se confirmando. Mas, passada a campanha, cada um tomou seu rumo. Hoje o PSB tem uma posição de independência e de se consolidar para além dessa polarização que tomou conta do país.

E a aliança na Câmara?
O bloco que nós montamos na Câmara foi uma articulação exclusiva para a distribuição das comissões e não seria permanente, independentemente do resultado das eleições da Casa. Tanto é que já está se desfazendo, uma vez que o posicionamento que o partido tirou é de independência ao governo e à oposição. Nós adotamos a decisão correta de lançar um nome próprio e não apoiar nem uma candidatura do PT, nem do PMDB. E, se formos ver, nos saímos muito bem. O candidato do governo (Arlindo Chinaglia, PT-SP) só teve 36 votos a mais do que o Júlio Delgado, mesmo com todo aquele aparato.

Mas o Júlio Delgado saiu enfraquecido e com menos votos do que na última disputa, em 2013.
Sim, mas é que a vitória do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi avassaladora, aquilo ali surpreendeu todo mundo.

Existe uma ala considerável do PSB que defende uma reaproximação com o PT e o governo federal. Na sua avaliação, tem alguma chance disso ocorrer e de esse diálogo ser retomado?
A nossa posição é de dialogar com todos os partidos. Nós nunca cortamos o diálogo. Mas, hoje, voltar para a base do governo federal não está na pauta do PSB. O governo não nos deu nenhum motivo para abandonarmos a oposição. Nós precisamos discutir os problemas do país. Essa recessão anunciada, o emprego em queda, o aumento da violência, essa crise energética e hídrica, essa situação lamentável em que se encontra a Petrobras, que é a principal empresa do Brasil. Nós daremos nosso apoio para enfrentar esses problemas com soluções reais, até porque são problemas que se comunicam.

Um dos principais debates que têm sido feitos recentemente trata da reforma política e, sobretudo, das condições em que essa reforma poderá ocorrer. O PSB já definiu que projeto apoiará no Congresso Nacional?
A necessidade de uma reforma política é algo que vem sendo discutido desde a redemocratização, e que historicamente nós acompanhamos, mas que não se concretiza. Nós defendemos que é preciso aperfeiçoar o sistema partidário, que hoje é pouco organizado. Não faz sentido nós termos mais de 30 partidos. Precisamos de regras claras. Também defendemos o fim das coligações, que geram distorções. Sempre fomos contra o “distritão”, porque ele enfraquece as instituições. Mas é necessária uma cláusula de barreira, de desempenho mínimo para os partidos. Defendemos o financiamento público, embora tenhamos muita identificação com a proposta da OAB e da CNBB e estejamos abertos para discutir doações de pessoas físicas. Outra coisa que é fundamental, por uma questão de economia, é a unificação dos calendários eleitorais.

O senhor acredita que há um clima favorável no Congresso Nacional para que esse debate avance?
Eu acho que não são as mudanças nas regras eleitorais que vão resolver o nosso problema de representatividade e de esgotamento do sistema político. É fundamental que nós tenhamos também uma reforma na atitude dos políticos.

Alguns setores defendem que a reforma política seja submetida a um referendo ou plebiscito popular. O senhor concorda?
Tanto o referendo como o plebiscito são instrumentos democráticos legítimos e muito importantes, mas têm de ser usados da maneira adequada – e não daquele jeito que a presidente Dilma Rousseff tentou empurrar, depois das manifestações de 2013. A reforma política pode e deve ser submetida à aprovação popular, mas depois de sua aprovação no Congresso. É uma questão muito complexa, não dá pra perguntar antes, só depois que ela tiver sido mais debatida entre os parlamentares.

Nacionalmente, o PSB faz parte de um bloco com o PPS, o PV e o Solidariedade. Já existe alguma estratégia desenhada para as eleições de 2016?
Eu acho um desserviço ao país nós tratarmos de eleições neste momento. Nós acabamos de passar por um processo eleitoral intenso e estamos enfrentando uma ameaça de recessão e uma crise histórica. Antecipar essa discussão seria um desserviço, nós precisamos urgentemente discutir a sério o cenário atual, mas sem contaminá-lo com as eleições que virão daqui a dois anos.

É que a gente sabe que esse debate já está ocorrendo internamente aos partidos.
Sim, ele ocorre. Mas nós não queremos e não temos como antecipar essa discussão agora, muito menos traçar estratégia. Nós precisamos olhar para os problemas de hoje até porque, dependendo de como nós enfrentarmos essa conjuntura atual, daqui a dois anos nós podemos ter uma realidade completamente diferente.

Olhando então para as últimas eleições. Qual é a avaliação que o senhor faz desse início de mandato dos governadores eleitos pelo PSB Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE)?
Eles enfrentam um problema que é comum a todos os governos estaduais, que é esse altíssimo grau de concentração de recursos em Brasília. Nós precisamos de um novo sistema federativo, de uma nova distribuição de recursos. O governo federal tem reduzido drasticamente o repasse para áreas estratégicas e isso dificulta muito o trabalho local. O Rollemberg, mesmo, está se esforçando muito, mas vai demorar um pouco até conseguir resolver a situação deixada pelo PT no Distrito Federal.

E a situação da ex-senadora Marina Silva, no PSB? Ela vai mesmo sair?
Desde o início nós soubemos que a filiação de Marina era uma filiação democrática, uma aproximação provisória. O pessoal da Rede Sustentabilidade sempre deixou isso muito claro. Agora, ela está concluindo o processo de formalização da Rede e, no momento oportuno, deve sair. Mas nós a estamos deixando à vontade para conduzir esse processo.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:00

PT planeja paz com PSB para formar frente de esquerda

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Enquanto cada vez mais setores do PSB defendem a tese de que o lugar do partido não será na esfera do PSDB, o PT pretende fazer um esforço especial para reatar seus melhores tempos com os socialistas.

PT e PSB se afastaram durante a disputa eleitoral de 2014, sobretudo depois dos ataques que os dois partidos trocaram ainda no primeiro turno a partir da entrada de Marina Silva (PSB) na disputa. As relações se desgastaram ainda mais depois que o PSB resolveu apoiar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno.

Petistas na Câmara não apenas acreditam que o partido poderá melhorar as relações com o PSB, como demonstram disposição em trabalhar por isso. Parte da estratégia que o PT tem em seus planos para tentar romper um certo isolamento em que se vê desde a derrota eleitoral e especialmente ao perder a presidência da Câmara.

Parte de bancada tem defendido a criação de uma frente de esquerda para contrapor o sentimento anti-PT que tem isolado o partido neste início de legislatura. Nessa estratégia, o reatamento com o PSB é visto como quase fundamental, e a partir da próxima semana petistas pretendem reconstruir pontes com os socialistas.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Estados | 13:33

Rollemberg faz discurso ambientalista para justificar alagamentos em Brasília

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O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) tem recorrido ao discurso ambientalista para justificar os alagamentos já comuns durante as chuvas em Brasília. As obras do Setor Noroeste, bairro recém-construído de classe média alta e alvo de grande especulação imobiliária, é um dos exemplos criticados.

“Nós temos trombas d’águas que não tínhamos antes e o nível de impermeabilização da cidade aumentou. Isso é fruto, por exemplo, de obras como o Setor Noroeste, feitas sem o escoamento adequado”, critica Rollemberg. “Essas obras criaram um impacto muito grande em outras regiões do DF, como a Asa Norte, que precisaram de galerias pluviais muito maiores do que as que têm hoje”, completa.

Sob denúncias de corrupção e diversas críticas de ambientalistas e movimentos indígenas, a construção do bairro foi iniciada e interrompida durante o governo de José Roberto Arruda (PR) e depois concluída na gestão de Agnelo Queiroz (PT).

Assista: “Brasil vive apagão de gestão”, afirma governador do Distrito Federal

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Congresso | 12:00

‘Eduardo Cunha tá de parabéns’, diz Pastor Eurico

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Deputado Federal Pastor Eurico (PSB-PE). Foto: Agência Câmara

Deputado Federal Pastor Eurico (PSB-PE). Foto: Agência Câmara

As duas primeiras semanas de atuação do novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agradaram à maioria da bancada evangélica.

Entre os elogios feitos pelos deputados, estão a declaração de que a legalização do aborto só seria pautada “por cima de seu cadáver” e a carta branca para reabertura da comissão especial que discutirá o chamado Estatuto da Família – projeto que define família apenas como a união entre um homem e uma mulher e proíbe a adoção por casais homossexuais.

“O Eduardo está de parabéns, aqui todo mundo gosta dele”, diz o deputado Pastor Eurico (PSB-PE). “Essa história do aborto, eu teria dito a mesma coisa. É uma questão de princípio e a maioria da população é contra, não são só os evangélicos não”, completa o socialista.

Leia também: ‘Eduardo Cunha fere a autonomia das mulheres’, diz Jô Moraes

 

 

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:30

Júlio Delgado cobra fatura de Paulinho da Força

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

Nos últimos dias, o ex-candidato à presidência da Câmara pelo PSB, Júlio Delgado (MG), reclamou de sobra do desfecho da eleição para a presidência da Câmara. Queixou-se, sobretudo, da conduta do presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP).

Aliado de Eduardo Cunha, Paulinho comandou boa parte do esforço para alimentar a traição a Delgado, sob o argumento de que a candidatura do PSB favoreceria ao petista Arlindo Chinaglia (SP).

O azedume tem ajudado a alimentar o discurso dos que torcem faz tempo pelo fim do bloco que reúne Solidariedade, PSB, PPS e PV.

Leia também: ‘Vou cuidar da minha vida’, diz Delgado após ser preterido na liderança do PSB

 

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Congresso | 20:25

PSB decide desfazer aliança com tucanos na Câmara

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O líder do PSB na Câmara, Fernando Coelho Filho (PE). Foto: Divulgação

O líder do PSB na Câmara, Fernando Coelho Filho (PE). Foto: Divulgação

Em reunião na tarde desta terça-feira, a bancada do PSB decidiu deixar o bloco parlamentar formado com deputados do PSDB. A expectativa é de que os socialistas saiam acompanhados do PV e do PPS, com quem se aliaram ainda no ano passado.

A aliança entre socialistas e tucanos havia sido formada na tentativa de eleger o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) à presidência da Câmara. Uma vez passada a eleição, entretanto, a maior parte da bancada entendeu que a permanência no bloco sinalizaria uma postura de oposição ao governo federal e comprometeria o discurso de independência adotado nos últimos meses.

Leia também: Erundina mira na presidência e acaba na terceira vice

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:30

Oposição faz fila para emplacar CPIs no Congresso

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O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PPS-PR). Foto: Divulgação

O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PPS-PR). Foto: Divulgação

Para marcar o início da nova legislatura, parlamentares de siglas como PSDB, DEM, PPS, PV, PSB e Solidariedade pretendem protocolar até o final do dia o pedido para a abertura de cinco Comissões Parlamentares de Inquérito contra o governo, na Câmara dos Deputados. O grupo também se articula com senadores para abrir uma nova comissão de investigação mista sobre a Petrobras.

“É algo que estamos articulando desde o encerramento das atividades da CPMI da Petrobras, no ano passado. Não podemos deixar esse vazio”, diz o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR). A ideia é emplacar uma nova CPI da Petrobras, bem como investigações sobre supostas irregularidades envolvendo o BNDES, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, a gestão dos fundos de pensão e do setor elétrico.

Enquanto parte dos assessores corre atrás das 171 assinaturas necessárias para encaminhar o pedido na Câmara, a outra guarda o lugar na fila do Protocolo, para não correr o risco de perder a vez para algum governista. Pelo regimento da Casa, apenas cinco CPIs podem funcionar simultaneamente. A reabertura de investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras, aliás, foi uma das principais promessas de campanha do novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

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