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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Congresso | 16:03

‘Minha disposição é apoiar qualquer um que se oponha a Renan Calheiros’, diz Randolfe

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Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). (foto: divulgação)

Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). (foto: divulgação)

A articulação para o lançamento da candidatura do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) à presidência do Senado já começou a reunir alguns entusiastas entre os insatisfeitos com a permanência de Renan Calheiros (PMDB-AL) no comando da Casa.

“Minha disposição é apoiar qualquer um que se oponha ao nome de Renan Calheiros”, diz Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). “Até o momento, o nome que está colocado para fazer esta oposição é o de Valadares, que contaria com o meu apoio e certamente com parte do PDT, do PT e do próprio PMDB”, completa.

Leia também: Valadares se movimenta, mas ainda não convence

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Congresso | 10:30

‘Estamos fechados com Júlio Delgado, isso não vai mudar’, diz líder do PSDB

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Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA). Foto: Divulgação

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA). Foto: Divulgação

Mesmo diante da pressão de boa parte da bancada tucana, o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), segue prometendo lealdade ao acordo fechado com o PSB em apoio à candidatura do mineiro Júlio Delgado à presidência da Câmara.

“Estamos fechados com o Júlio Delgado. Isso não vai mudar, não, não, não”, diz Imbassahy, sobre a possibilidade de os tucanos passarem a apoiar o peemedebista Eduardo Cunha (RJ). “Nossa expectativa é, sim, de que o Júlio chegue ao segundo turno e estamos trabalhando para isso”, completa.

Leia também: ‘A oposição poderia controlar o Congresso’, diz Paulinho da Força

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Congresso | 15:35

Valadares se movimenta, mas ainda não convence

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Antônio Valladares (PSB-SE)  (Foto: Agência Senado)

Antônio Valladares (PSB-SE) (Foto: Agência Senado)

Quem ainda está sem saber para onde vai a disputa pela presidência do Senado custa a acreditar que a candidatura do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) vá de fato sair do papel.

Ele anunciou hoje que poderá entrar na corrida contra o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), mas o martelo só será batido amanhã, após reunião da bancada socialista.

 

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Congresso | 07:30

Candidatos calculam 100 deputados ainda indecisos na disputa da Câmara

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Na troca de figurinhas que rola entre as campanhas dos candidatos à presidência da Câmara, a estimativa que corre é que cerca de 100 dos 513 deputados ainda estariam sem voto definido. Daí a ansiedade sobre se haverá ou não um segundo turno. Na conta, entram votos de partidos que ainda não declararam nenhum apoio formal – entre eles PP, PR e a maioria do chamado G-10 dos nanicos – além das já esperadas dissidências nas bancadas que definiram uma orientação, em especial no PSDB, PSD e PRB.

Uma das sondagens informais que rodaram nos últimos dias apontava Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com apoio de cerca de 160 deputados do PMDB, PTB, DEM, PSC, Solidariedade e PRB. Já Arlindo Chinaglia (PT-SP) viria em segundo, com aproximadamente 140 votos do PT, PROS, PCdoB, PSD e PDT. Em terceiro, estaria Júlio Delgado (PSB-MG), com cerca de 100 deputados do PSB, PSDB, PV e PPS. Já Chico Alencar (PSOL-RJ), por enquanto, teria apenas com o apoio certo dos cinco parlamentares da sigla.

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Congresso | 17:52

‘A oposição poderia controlar o Congresso’, diz Paulinho da Força

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Paulinho da Força Sindical (Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara)

Paulinho da Força Sindical (Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara)

Nos últimos dias, o deputado federal Paulinho da Força (SDD-SP) tem pressionado aliados do candidato à presidência da Câmara Júlio Delgado (PSB-MG) a se unirem ao peemedebista Eduardo Cunha (RJ). O objetivo é evitar ao máximo a realização de um segundo turno contra o petista Arlindo Chinaglia (SP).

De acordo com Paulinho, “a candidatura de Delgado favorece apenas o PT” e deveria ser revista sobretudo pelos tucanos. “Nós poderíamos imprimir uma derrota como nunca vista antes pelos petistas. Tenho conversado com vários deputados do PSDB que já entenderam isso. Uma vitória do Chinaglia seria um desastre para o (senador) Aécio Neves (PSDB-MG)“, diz o deputado, que apoiou o tucano nas eleições presidenciais.

No caso de uma aliança entre as chapas de Delgado e Cunha, o ex-presidente do Solidariedade calcula que o grupo poderia chegar a cerca de 300 votos. “Juntos, nós teríamos não apenas a presidência da Câmara, mas também a grande maioria dos membros da Mesa Diretora. A oposição poderia controlar o Congresso”, completa.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 Congresso | 18:00

Pastor Eurico reclama de cartão clonado até em solo americano

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O deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE). Foto: Divulgação

O deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE). Foto: Divulgação

Em férias em Boston, nos Estados Unidos, o deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE) foi vítima de um golpe bancário, na última madrugada.

O pernambucano teve o cartão de crédito clonado durante a viagem e foi surpreendido com a notificação de uma compra no valor de mais de R$ 3 mil.

Leia também: Voz de locutor rende a Pastor Eurico apelido de ‘Pastor Esso’

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Estados | 14:10

Movimento de mulheres parte para cima do governador do DF

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Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) - Foto: divulgação

Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – Foto: divulgação

Em meio à crise financeira enfrentada no Distrito Federal, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) também entrou na mira dos movimentos de mulheres.

Insatisfeitas com a decisão de unificar a Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal a uma pasta conjunta com as temáticas de direitos humanos e racial, as entidades também reclamam da mudança no calendário das creches.

A reivindicação é que o atendimento seja desvinculado do funcionamento do calendário escolar, para que as creches voltem a funcionar no dia 09 de fevereiro, como previsto inicialmente. Em reunião com o Fórum de Mulheres do Distrito Federal e Entorno, o secretário de Educação do DF, Júlio Gregório, prometeu uma resposta até a próxima segunda-feira.

Além da reabertura das creches no dia 09 de fevereiro, as entidades também pedem a ampliação do horário de atendimento até as 18h. Hoje, as crianças são atendidas das 7h30 às 17h30, o que tem representado um problema para boa parte das famílias que, na maioria dos casos, fazem parte de grupos de risco do Distrito Federal.

Leia mais: Professores torcem o nariz para calendário letivo de Rollemberg

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Congresso | 20:01

Acirramento entre Cunha e Chinaglia dá esperanças a aliados de Júlio Delgado

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). Foto: Divulgação

Diante da polarização cada vez maior na disputa pela presidência da Câmara entre Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), os apoiadores da chamada terceira via, representada por Júlio Delgado (PSB-MG), têm se animado na torcida por uma reviravolta.

Nesta linha, parlamentares do PSB e do PSDB enxergam no acirramento dos ânimos uma das poucas chances de Delgado estar num eventual segundo turno. Os mais otimistas chegam a dizer até mesmo que, chegando lá, os votos do candidato derrotado migrariam quase que automaticamente para a aliança composta por PSB, PSDB, PPS e PV.

“Essas coisas abalam qualquer candidatura. Tô estranhando que ainda não veio nada contra a gente. Mas eles sempre ignoraram a nossa candidatura e agora vamos ver quem é que chega no segundo turno”, diz o deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE). “Tem muita gente do PT que não vota no Chinaglia e do PMDB que não vota no Cunha. Eles vão pra onde? Pra gente. O Júlio perde muito menos voto do PSB e do PSDB do que eles perdem nos próprios partidos”, completa.

Leia também: ‘Sem provas concretas, não vamos conseguir convocá-lo’, diz tucano sobre Pepe Vargas

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Congresso | 07:30

PSB define liderança na Câmara, mas falta combinar com a bancada

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O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

A cúpula do PSB diz que está tudo certo para que Júlio Delgado (MG) lidere a bancada na nova legislatura. Mas faltou combinar com o resto dos deputados. De acordo com o vice-líder da legenda na Casa, Glauber Braga (RJ), a escolha do próximo líder ainda deverá ser discutida, sobretudo com os colegas recém-eleitos.

“No nosso entendimento, o Júlio foi alçado momentaneamente à posição de líder no lugar de Beto Albuquerque (PSB-RS) para se gabaritar na articulação pela presidência da Câmara”, diz Braga. “Mas nossa bancada ainda vai se reunir, afinal os deputados que estão chegando têm que ser ouvidos”, completa.

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