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Posts com a Tag PSD

sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Partidos | 07:02

A fusão do PSD com o PSB

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O prefeito Gilberto Kassab (Foto: Dida Sampaio/AE)

A fusão do PSD com o PSB ainda está em pauta. Ou nunca saiu. Quem conversa com o prefeito Gilberto Kassab detecta que a união das legendas é apenas uma questão de tempo.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011 Eleições | 07:07

Kassab mira horário de televisão do PR

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O tempo de televisão do PR está na mira do prefeito Gilberto Kassab. Ele tentou até filiar a vice-prefeita Alda Marco Antônio ao partido para fechar uma coligação com o PSD para 2012.

Mas o deputado Valdemar Costa Neto foi contra. Disse que o dia em que o PR indicar o vice será um nome do próprio partido.

Alda, então, foi para o PSD mesmo.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011 Brasil | 10:25

Marco Antonio Villa: “Revisar a Constituição é abrir caminho para tirar direitos dos cidadãos”

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Marco Antonio Villa (Foto: AE)

Um dia depois de obter a oficialização de seu registro pelo Tribunal Superior Eleitoral, o PSD propôs a formação de uma Assembleia Constituinte, a ser eleita em 2014, para trabalhar durante dois anos numa revisão constitucional.

A proposta do partido do prefeito Gilberto Kassab é, considerando que a Constituição de 1988 tem 73 emendas, formar uma assembleia para que sejam feitas todas as revisões necessárias de uma só vez.

Mas, para o historiador Marco Antônio Villa, que lança esta semana o livro A história das constituições brasileiras – 200 anos de luta contra o arbítrio (LeYa Brasil), a proposta de revisão constitucional do PSD “é absolutamente descabida”.

Em conversa com o Poder Online, Villa afirma que “pensar em se fazer uma revisão constitucional é, na verdade, abrir caminho para piorar a Constituição, para suprimir direitos”.

– As nossas constituições foram, em grande parte, uma verdadeira farsa. Os direitos individuais e as liberdades foram sempre deixados de lado.

Poder Online – Por que o arbítrio do título?

Marco Antonio Villa – O que chama atenção em todas as constituições é o descolamento entre o texto legal e a realidade brasileira. E esse não é um fenômeno recente. Vem ao longo desses 200 anos, desde a primeira constituição, a de 1824. Vejo como todas elas, com exceção da última, de 1988, têm um grave problema em relação à existência efetiva das liberdades democráticas e das garantias individuais, que são essência de uma sociedade democrática. A constituição de 1937, por exemplo, era de uma violência absurda. Não só não falava de garantias dos direitos individuais, mas quando faz uma mera menção formal a esses direitos, vem o último artigo e suspende todos os direitos constitucionais. A constituição termina impondo o estado de emergência. Existe um descolamento permanente entre a constituição e a realidade concreta do Brasil. Mas esses absurdos vão caindo no esquecimento da população.

Poder Online – Por que o Brasil teve tantas constituições?

Marco Antonio Villa – Tivemos tantas constituições porque temos uma mania de refundar o Brasil. Cada regime sempre é novo, como se fôssemos um país novíssimo. Cada regime quer fazer sua constituição, diferentemente de outros países da América Latina. No caso do México, por exemplo, a constituição que está em vigor é a de 1917, que teve algumas emendas, claro. A constituição argentina é do século 19. Nós, entretanto, temos necessidade de uma nova constituição. Em alguns casos, é claro, era necessário. Não era possível a redemocratização de 1985 com a Constituição de 1967.

Poder Online – Como o senhor avalia a proposta de revisão constitucional, adotada pelo PSD, partido do prefeito Gilberto Kassab?

Marco Antonio Villa – A proposta de revisão constitucional, do partido do prefeito Gilberto Kassab, é absolutamente descabida porque só a Constituição de 1988, que ainda é muito jovem, já teve 73 emendas aprovadas. Haja emenda! A Constituição dos EUA, de 1787, teve, em 224 anos de vigência, 27 emendas. Sendo que as dez primeiras são de 1791. E aqui continuam tramitando inúmeras PECs (Proposta de Emenda à Constituição). Apesar das coisas absurdas, o importante da Constituição são os direitos individuais, a garantia de liberdade de organização, manifestação e opinião. Isso é central. E pensar em se fazer uma revisão constitucional é, na verdade, abrir caminho para piorar a Constituição, para suprimir direitos. É recomendável deixar como está. E, caso necessário, faça alguma emenda.

Poder Online – Os problemas estão relacionados com a Constituição de 88?

Marco Antonio Villa – Não me parece que os problemas do Brasil de hoje tenham relação com a Constituição de 88. Os problemas são de outra ordem. A Constituição, por exemplo, não cria qualquer obstáculo para combater a corrupção. Ao contrário. Ela criou mecanismos eficazes para isso. A Constituição não cria nenhum obstáculo para liberdade de opinião, manifestação, não tem nenhum problema de um poder invadir o outro. Está muito claro qual é a função dos três poderes. O problema é que cada poder não sabe efetivamente exercer suas atribuições constitucionais. Os nossos problemas são muito mais de gestão e de eficiência dos três poderes, principalmente do Judiciário, que é o pior dos três poderes da República. É o menos transparente, o mais corporativo, o mais injusto.

Poder Online – O senhor acredita que existe uma relação entre o arcabouço jurídico e a atual crise no Judiciário?

Marco Antônio Villa – O último capítulo do livro, o oitavo, trata do Supremo Tribunal Federal. Mostro o desencontro permanente entre o Supremo e as liberdades. Desde a sua criação, ele tentou ser o guardião da Constituição, mas nunca o foi. Eu fiz questão de mostrar a questão histórica do Supremo. Mostrar, por exemplo, como a ditadura militar, em janeiro de 1969, cassou três ministros brilhantes do Supremo: Victor Nunes Leal, Hermes Lima e Evandro Lins e Silva. Naquela época, o Supremo tinha 16 ministros. O regime militar tinha ampliado de 11 para 16. Quando veio a cassação, eles receberam a solidariedade de dois ministros. Um renunciou e outro se aposentou. Os outros 11 se mantiveram em silêncio e o regime militar decidiu, então, deixar os 11 mesmo. O silêncio venceu. O Supremo sempre se omitiu. Eu espero tudo do Supremo, mas Justiça é algo que eu não espero. O problema é que a República no Brasil só foi anunciada em 1889, mas até hoje não foi proclamada. As nossas constituições foram, em grande parte, uma verdadeira farsa. Os direitos individuais e as liberdades foram sempre deixados de lado.

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terça-feira, 11 de outubro de 2011 Partidos | 17:28

Roberto Jefferson, agora, elogia PSD

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Uma das legendas que mais lutou para impedir o surgimento do PSD e autor do primeiro questionamento contra a nova sigla no Supremo Tribunal Federal, o PTB agora elogia o partido de Gilberto Kassab.

Ninguém menos do que o presidente nacional, Roberto Jefferson, postou hoje em seu blog:

– Contrariando expectativas, ao fim e ao cabo o ingresso do PSD no cenário político nacional, diluindo interesses, acabará fazendo mais bem do que mal à democracia brasileira.

Durante todo o processo de registro do PSD, Jefferson apoiou o presidente estadual do PTB, deputado Campos Machado, em seu embate com Kassab.

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Partidos | 09:59

Kassab escolhe vereador Marco Aurélio Cunha para líder do PSD

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Em reunião, domingo à noite, em seu apartamento com os 11 vereadores do PSD, o prefeito Gilberto Kassab conseguiu o consenso da bancada na Câmara Municipal para Marco Aurélio Cunha ser o líder do partido.

A primeira reunião formal dos vereadores do PSD (10 no exercício do mandato) ocorre daqui a pouco, às 11h.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Eleições | 15:56

Goldman ataca “política econômica ortodoxa” de FHC e Meirelles

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Justamente quando o PSDB promete resgatar a imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – inclusive promovendo seminários com os pais do Plano Real -, o ex-governador Alberto Goldman posta hoje em seu blog críticas à política econômica ortodoxa – baseada, como se sabe, no tripé metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante – adotada no governo de FHC e cuja garantia de continuidade no governo Lula estava sustentada no ex-tucano Henrique Meirelles.

Segundo Goldman, a aliança do PSDB com o PSD é  “absolutamente natural” em São Paulo. Mas sem o ex-presidente do Banco Central como candidato a prefeito. E aponta o motivo:

– Ele, durante oito anos, representou uma política econômica ortodoxa que combatemos sistematicamente. Eu, em particular, que fui líder do PSDB na Câmara dos Deputados e vice-líder no período do primeiro governo Lula, e tanto critiquei aquela política econômica – não em meu nome, mas em nome do partido – que não teria qualquer possibilidade de apoiá-lo.

Goldman só esqueceu que, no governo FHC, quando esta política foi adotada à época da desvalorização do real, ele era o líder do PSDB e a defendeu com unhas e dentes.

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Eleições | 09:02

PSD está cada vez mais distante de Serra

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Quanto mais o PSD cresce, mais fica afastada no partido qualquer possibilidade de embarcar em um projeto José Serra em 2014. É completamente errada a tese de que o não-candidato a prefeito estaria por trás da legenda.

Muito pelo contrário. Dos 27 diretórios estaduais do PSD, apenas cinco têm alguma afinidade com o ex-governador: RJ, PR, PA, SC, TO e SP.

Embora o prefeito Gilberto Kassab continue amigo de Serra, seria quase impossível levar a legenda para uma candidatura do tucano a presidente da República.

A grande maioria do partido – e de quem ajudou Kassab a construí-lo – é Dilma Rousseff de carteirinha. A única chance de reviravolta seria a economia brasileira afundar até 2014.

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Eleições | 07:02

Henrique Meirelles é o plano B da candidatura Afif

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O prefeito Gilberto Kassab e o vice-governador Guilherme Afif Domingos (Foto: Nilton Fukuda/AE)

O ex-presidente do Banco Central é o plano B do PSD na disputa eleitoral de 2012. A candidatura do vice-governador Guilherme Afif Domingos a prefeito de São Paulo continua sendo a prioridade da legenda por sua capacidade de atrair o PSDB – e outras siglas – para uma ampla aliança com o partido do prefeito Gilberto Kassab.

Caso o acordo, defendido pelos tucanos com os pés no chão, seja impossível, aí sim entra em cena a candidatura de Meirelles.

Por enquanto, a aposta entre alguns possíveis integrantes desta aliança – e mesmo, segundo interlocutores, de Kassab – é no bom senso do governador Geraldo Alckmin. O tucano perceberia a inconsistência eleitoral das pré-candidaturas do PSDB e a fragilidade de seu maior aliado, o DEM sem as figuras de Afif e de Kassab.

Alckmin preferiria, desta forma, esquecer as agruras da eleição de 2008 e vislumbrar a própria reeleição em 2014, sem ter Kassab como adversário.

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Partidos | 06:03

Temer é quem mais perde com surgimento do PSD

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Quando o PSD publicar seu balanço ficará bem claro: o maior derrotado com o aparecimento da nova legenda é o vice-presidente da República, Michel Temer.

O partido reúne três adversários do comandante do PMDB:

1) Gilberto Kassab – Temer e ele têm um diálogo habitual e próximo. Mas, agora, em São Paulo, quando olha para o vice o prefeito enxerga seu arqui-inimigo Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB à Prefeitura. Portanto, o objetivo é derrotá-lo e para isso Kassab esvaziou o partido na capital, ao atrair o segundo vereador mais votado, Antônio Goulart (90 mil votos), a vice-prefeita Alda Marco Antônio e, de quebra, Henrique Meirelles.

2) Henrique Meirelles – O ex-presidente do Banco Central jamais engoliu o tratamento dispensado a ele no PMDB onde entrou para ser candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff e amargou o ostracismo político imposto pela dupla que, atualmente, ocupa o Palácio do Planalto.

3) Eduardo Campos – Ok, ele não é do PSD. Mas é quase um co-fundador do partido. Aliado de Kassab, Campos tem agora mais força para impor, em 2014, um papel de maior relevância ao PSB na chapa de Dilma Rousseff. Por exemplo, o papel de Temer.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Eleições | 16:53

Filiação ao PSD honra velho estilo de Meirelles

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O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles honrou hoje seu estilo político: sempre assina ficha de filiação no último dia de prazo.

Foi assim em 2001, no PSDB – partido pelo qual foi eleito deputado e renunciou. Em 2009, repetiu o feito no PMDB e, hoje, no PSD.

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