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Posts com a Tag PSD

quinta-feira, 15 de maio de 2014 Eleições | 07:30

Coordenador de comunicação de Rollemberg já elegeu Roriz e Cristovam no DF

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O jornalista e professor aposentado da Universidade de Brasília, Hélio Doyle. (Foto: Agência Brasil)

O jornalista e professor aposentado da Universidade de Brasília, Hélio Doyle. (Foto: Agência Brasil)

O jornalista Hélio Doyle foi escolhido para coordenar a comunicação da campanha dos pré-candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB), ao governo do Distrito Federal, e Antônio Reguffe (PDT), ao Senado.

Leia também: Com Campos e Marina, Rollemberg dirá que ‘é possível fazer mais pelo DF’

Doyle, que atualmente é filiado ao PSD, esteve à frente das campanhas que garantiram a chegada de Cristovam Buarque (1995) e Joaquim Roriz (2002) ao Governo do Distrito Federal. O primeiro pelo PT e o segundo pelo PMDB.

Além do currículo, o jornalista – sócio da WHD Comunicação – também representa uma aproximação de Rollemberg com o PSD de Rogério Rosso, um dos cotados para o posto de candidato a vice-governador.

Em seu blog pessoal, Hélio tem reforçado a ideia de mudança que os candidatos pretendem emplacar.

“No governo do DF e no Senado, Rodrigo e Reguffe vão imprimir um novo estilo de fazer política e de governar, rompendo com os velhos e ultrapassados métodos que o atual governador manteve na íntegra, apesar de prometer um novo caminho”, escreveu.

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quarta-feira, 14 de maio de 2014 Congresso | 18:00

PT se alia a ruralistas contra fundo para danos ambientais na exploração do petróleo

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Deputado Federal Irajá Abreu (PSD-TO), filho da presidente da Confederação Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e senadora Kátia Abreu, do mesmo partido. (Foto: Agência Câmara)

Deputado Federal Irajá Abreu (PSD-TO), filho da presidente da Confederação Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e senadora Kátia Abreu, do mesmo partido. (Foto: Agência Câmara)

Por seis votos a dois, a Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos deputados rejeitou o PL 7525/2010, que  cria um fundo reserva para “fazer frente a eventuais danos ambientais e sócio-econômicos causados por vazamento de petróleo ou de gás natural”.

O curioso é que a rejeição veio de um acordo entre a bancada petista e os ruralistas Nelson Padovani (PSC-PR), Reinhold Stephanes (PSD-PR) e Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora Kátia Abreu do mesmo partido.

De favoráveis, ficaram apenas os deputados Sarney Filho (PV-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PR). De toda forma, o projeto ainda segue para análise das Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

 

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terça-feira, 6 de maio de 2014 Cidades | 16:06

‘O problema do Police é que ele quer ser maior do que é’, diz Matarazzo sobre Plano Diretor

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O vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP) negou que a bancada do PSDB da Câmara de São Paulo tenha se reunido de madrugada para fazer acordo antes da votação do Plano Diretor, conforme afirmou o líder do PSD, Police Neto, ao Poder Online.

“Não teve reunião de madrugada, só se ele fez. A bancada do PSDB se reuniu com o PT no final da tarde, o que é normal porque estávamos em obstrução, para discutir emendas que são fundamentais para a segunda votação. Não tem mistério, o problema do Police é que ele quer ser maior do que é. Todas as bancadas concordaram em discutir as emendas em segunda votação, por que só as dele tem que ser na primeira? Ele deve estar com pouca coisa para fazer”, alfinetou o vereador tucano que disse desconhecer negociação com terrenos citada pelo líder do PSD.

Leia também: ‘Eles não são confiáveis´, diz líder do PSD sobre articuladores de Haddad na Câmara

 

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domingo, 4 de maio de 2014 Cidades | 10:00

‘Eles não são confiáveis’, diz líder do PSD sobre articuladores de Haddad na Câmara

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A aprovação do Plano Diretor da cidade de São Paulo em primeira votação na Câmara de Vereadores – por 46 votos favoráveis contra dois contrários (PV e PSOL) – foi marcada por polêmicas. Os vereadores ficaram cerca de 26 horas sob pressão de movimentos sem-teto que acamparam na Casa.

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Na última hora, um acordo com o PSDB para a inclusão de emendas da bancada para a segunda a votação – que deve ocorrer até o fim de maio – conseguiu os votos necessários para a aprovação. No entanto, as emendas do PSD – que integra a base do governo do prefeito Fernando Haddad (PT) – foram rejeitadas em plenário com votos da bancada do PSDB depois da garantia da liderança do governo que sete das 11 emendas apresentadas seriam aceitas.

Leia também: Plano Diretor de São Paulo é aprovado em 1ª votação um dia após protestos

Com o não cumprimento do acordo, o líder do PSD na Câmara, vereador Police Neto – um dos articuladores do Plano Diretor – chegou a obstruir a votação, mas acabou votando a favor. Porém, o vereador afirma que a confiança em Haddad foi quebrada e que se não fosse o PSD não haveria quórum para a aprovação. As emendas do partido serão apresentadas novamente antes da segunda votação, que promete ser tão movimentada quanto a primeira.

“Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis”, afirma Police Neto.

Poder Online – Sobre o que eram as emendas rejeitadas?
José Police Neto – Nós estávamos discutindo há seis meses isso. O substitutivo atual tem erros, inconsistências, e tentamos sanar esses erros por meio de emendas. O texto fala da construção de 400 km de corredores de ônibus, mas não diz de onde viria esse recurso. Uma das emendas pede a definição clara da fonte de financiamento do transporte público da cidade para os próximos anos. Sem recursos o Plano Diretor virará, novamente, letra morta. Outra emenda pede que o estímulo ao Retrofit Social no centro da cidade, ou seja, a reforma de prédios antigos e hoje subutilizados ou abandonados para habitação social. Temos um problema sério na região central, tem emprego lá mas não tem morador e o plano não aborda isso. Também propusemos que novos perímetros de ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) possam ser propostos anualmente pelos planos regionais e planos de bairro, de acordo com as necessidades definidas no Plano Municipal de Habitação, na Lei de Uso e Ocupação Do Solo. E também apresentamos uma sobre uma sobre a metodologia para o cálculo da outorga onerosa (taxa paga pelo empreendedor pelo direito de construir acima do limite básico de uma região). Não há uma metodologia clara para isso e é perigoso que se calcule o valor do solo de uma forma secreta, a cidade pode ficar mais cara e mais pobre porque sem uma metodologia eficiente, as construções serão feitas com base apenas no local mais barato.

Vocês pretendem obstruir a segunda votação para tentar negociar a inclusão dessas emendas?
Vamos apresentar todas novamente porque queremos o melhor para a cidade. Não posso acreditar que o prefeito dos novos tempos adote praticas do período do obscurantismo, que vai calcular o valor do solo de São Paulo sem esclarecer por quem e de qual maneira. Se ele tem oportunidade de corrigir esses erros nessa primeira fase, por que não fazer isso agora? Não teve obstrução, quem deu quórum para votar foi o PSD, sem o PSD não teria os 33 votos necessários para a aprovação. Foi depois que veio o PSDB. Negociamos tudo com o líder do governo e com o relator do projeto, não foi nada na madrugada como o PSDB fez, não fiz nenhuma reunião de portas fechadas.

Que reunião de portas fechadas?
Eu entrei numa sala, na madrugada do primeiro dia de votação, e o pessoal do PSDB estava reunido com o pessoal do PT falando de um terreno de Cohab, não sei o que é, tem que perguntar para eles. Eles me botaram para fora. O PSD não fez nenhuma reunião de portas fechadas. Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis. E quando quebra a confiança, demora tempo para resgatar.

O ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, participou da elaboração de alguma maneira desse processo? Ele deu alguma recomendação?
Ele participou dando a legenda pra mim. Ele nunca me recomendou nada, se ele me deu a legenda é porque ele confia no que faço. Nós vamos fazer o que for melhor para a cidade. Não pedimos nada difícil, não pedimos para mudar zoneamento, não fomos tentar acordo na calada da noite pra definir votos da bancada como outros fizeram, foi tudo publicamente. E se o governo quiser tratorar o plano, já vai votar semana que vem como está.

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terça-feira, 29 de abril de 2014 Congresso | 17:33

Deputados têm acordo para proibir testes em animais na indústria cosmética

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Deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP) - Foto: Divulgação

Deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP) – Foto: Divulgação

O presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, Ricardo Izar (PSD-SP), afirma ter conseguido um acordo com os líderes partidários para votar o PL 6602/2013, que proíbe o experimento com animais na indústria cosmética.

Leia mais: Articulação no Congresso tenta banir pornografia com animais no Brasil 

O combinado é votar ainda nesta terça-feira um requerimento de urgência e, na próxima semana, o texto que trata sobre a natureza jurídica dos animais.

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Eleições | 15:00

Desgaste de Padilha ajuda a empurrar Kassab para o PSDB

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O desgaste sofrido pelo ex-ministro Alexandre Padilha após seu nome ser citado pela PF na Operação Lava Jato tem servido como um dos principais motores da movimentação do ex-prefeito Gilberto Kassab em direção ao PSDB.

A avaliação no time de Kassab é de que, se Padilha largar mal na disputa pelo governo paulista, a ideia de o ex-prefeito integrar a chapa tucana fica bem mais apetitosa. 

Além disso, dependendo da combinação, abriria-se a possibilidade de acomodar na aliança também o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles.

 

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segunda-feira, 28 de abril de 2014 Eleições | 11:25

‘Afif é o homem certo no governo errado’, diz Aécio

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O senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB à Presidência, apertou o cerco ao PSD. Depois de participar de um jantar em sua homenagem ontem no apartamento do ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, Aécio elogiou publicamente um ministro de Dilma: o pessedista  Guilherme Afif (Micro e Pequenas Empresas), que também estava presente no jantar de ontem.

“Afif é o homem certo no governo errado”, afirmou Aécio hoje em evento com empresários na Associação Comercial de São Paulo -entidade que já foi presidida pelo ministro.

No jantar de ontem, além de Afif, estava presente o presidente do Banco Central durante a gestão de Lula Henrique Meirelles, pré-candidato ao Senado por São Paulo.

Leia também: Nome de Aloysio Nunes para vice de Aécio Neves ganha força no PSDB

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quarta-feira, 23 de abril de 2014 Eleições | 08:00

‘Segurança será o tema central na Bahia’, diz petista

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De acordo com o deputado federal Amauri Teixeira (PT-BA) – que anda grudado na caravana do pré-candidato petista Rui Costa pelo interior da Bahia –  diz que não vai dar para escapar do tema da segurança na eleição deste ano.

“Esse vai ser o momento de se rever toda a política de segurança pública do estado, o modo de atuar da polícia, o uso da tecnologia e todas essas circunstâncias que nos fragilizam”, afirmou Teixeira.

Leia também: Na internet, Jaques Wagner chama policiais grevistas de intransigentes

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sexta-feira, 11 de abril de 2014 Eleições | 13:30

PSD trava apoio do PSOL ao PSB no Distrito Federal

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O senador Rodrigo Rollemberg é o pré-candidato do PSB ao GDF. (Foto: Pedro França / Agência Senado)

O senador Rodrigo Rollemberg é o pré-candidato do PSB ao GDF. (Foto: Pedro França / Agência Senado)

O principal obstáculo para a entrada do PSOL na aliança entre PSB e PDT no Distrito Federal não é a resistência do partido à composição com o PSB em si. É que o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), pré-candidato a governador, faz questão de compor com Rogério Rosso, atualmente no PSD.

O PSOL acha difícil explicar e sustentar, nacionalmente, uma aliança com o PSD de Gilberto Kassab. Especialmente quando até mesmo a aliança com os socialistas já enfrenta resistência no diretório do PSOL-DF, que defende a candidatura própria do ex-candidato Toninho.

Leia também: Randolfe comemora negociação da Rede com Vladimir Safatle, em SP

 

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segunda-feira, 7 de abril de 2014 Congresso | 19:57

PCdoB tenta conseguir apoio para barrar PEC da Reforma Política

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A convite da deputada federal e líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), líderes de diversos partidos da base e da oposição ao governo fecharam um acordo para impedir a votação da PEC da Reforma Política, de autoria do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Leia também:  ‘Necessidade de votar a reforma política é 100% consenso’, diz Vaccarezza
Em almoço, líderes decidem barrar votação sobre PEC da Reforma Política. (Foto: Divulgação)

Os líderes do DEM, PDT, PSD, PR, Psol, PSC, PTdoB, PTB, PRB concordaram em barrar a PEC 352/2013, no Plenário da Câmara. O encaminhamento é criar uma comissão especial que centralize a discussão sobre a PEC e o PL 6316/2013 – que tem o apoio da “Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas”, integrada pela OAB e CNBB.

Os motivos para barrar a proposta variam desde os que são contra o modelo de financiamento privado, como o próprio PCdoB, até os que querem evitar a possibilidade do voto facultativo, como DEM e PSC.

 

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