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Posts com a Tag PSDB

sexta-feira, 7 de novembro de 2014 Congresso | 18:33

Deputado sugere que oposição exiba promessas de Dilma no Plenário

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Painel da Assembleia Legislativa de São Paulo também exibe vídeos

Empolgado com o novo perfil que a oposição promete assumir para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado Vaz de Lima (PSDB-SP) faz uma sugestão curiosa. Diz que a Câmara dos Deputados deveria adquirir um novo painel, igual ao utilizado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Segundo Vaz de Lima, quando presidiu a Assembleia paulista, foi responsável pela adoção do painel multifuncional, que exibe não apenas a lista de presença dos deputados, mas pode ser convertido num telão por meio do qual os parlamentares exibem vídeos.

O tucano sugere a mesma tecnologia para que a oposição possa fiscalizar e exibir no Plenário as promessas feitas pela presidente durante a campanha e comparar a Dilma candidata com a Dilma presidente.

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Estados | 17:25

PSOL defende CPI das milícias após assassinatos em Belém

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O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

Diante da onda de assassinatos no Pará após a morte do policial militar Marcos da Silva Figueiredo, acusado de ter envolvimento com milícias, o PSOL defendeu a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o caso, a chamada CPI das Milícias.

Militantes do partido e de entidades engajadas na defesa dos direitos humanos convocaram uma manifestação para a manhã da próxima terça-feira, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará, para cobrar providências dos parlamentares e do governador reeleito Simão Jatene (PSDB-PA).

Leia também: Deputados federais irão ao Pará investigar onda de assassinatos

Em nota assinada por diversas organizações, além de parlamentares da sigla como o ex-prefeito de Belém e deputado federal eleito Edmilson Rodrigues e o vereador Fernando Carneiro, o grupo fala em “extermínio” e acusa o governo de “silenciar”. Oficialmente, pelo menos dez mortes já foram confirmadas, mas a Ordem de Advogados do Brasil trabalha com a possibilidade de mais de cem vítimas.

 

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014 Congresso | 07:30

Deputados irão ao Pará investigar onda de assassinatos

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Deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB-RS). Foto: Agência Câmara

Deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS). Foto: Agência Câmara

Por iniciativa da deputada federal Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), um grupo de parlamentares da Comissão de Direitos Humanos irá a cidade de Belém do Pará, para investigar o assassinato de pelo menos nove pessoas na última terça-feira, após a morte do policial militar Marcos da Silva Figueiredo. A comissão também cobrou explicações oficiais do governador reeleito Simão Jatene (PSDB-PA) sobre o ocorrido.

“A chacina parece ter sido anunciada”, afirmou Manuela, ao solicitar a diligência parlamentar. A intenção do grupo é viajar ainda na próxima semana, a depender da agenda dos demais deputados interessados. Além dos deputados, também deve ser formada uma comissão interministerial para acompanhar a situação no estado.

Leia também: Governo federal promete acompanhar apuração sobre matança no Pará

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Partidos | 18:00

PSDB busca base social e preocupa o PT

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Há na cúpula do PT uma preocupação com a estratégia desenhada no PSDB de construir uma base social e fortalecer sua militância. Os petistas sempre se orgulharam de ter o que chamam de “militância orgânica”. E criticavam os tucanos, alegando que a base social do partido de oposição era “artificial”.

O que os petistas perceberam na última eleição é que o PSDB procurou agir para mudar esse cenário. E tem dado sinais de que está sendo bem-sucedido na estratégia, principalmente no que se refere à mobilização por meio das redes sociais. Os petistas entendem ainda que o PSDB conseguiu avançar bem mais que o esperado em algumas camadas da sociedade, em especial em setores da classe média.

A partir dessa conclusão, o PT decidiu que vai intensificar a mobilização de sua própria militância no segundo governo Dilma. A ideia é buscar temas capazes de ativar a base do partido. É o caso do discurso em defesa da reforma política, ou ainda a discussão sobre participação social no governo.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014 Eleições | 18:00

Tucanos fazem festa em retorno de Aécio ao Senado

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O senador Aécio Neves (Foto: ABr)

O senador Aécio Neves (Foto: ABr)

Em reconhecimento ao desempenho do senador tucano Aécio Neves na disputa presidencial destas eleições, a militância tucana preparou um consolo para o retorno do ex-candidato à rotina de parlamentar.

Na tarde de amanhã, apoiadores o receberão com bandeiras azuis e amarelas nas galerias do plenário do Senado, para ouvir o primeiro discurso de Aécio à Casa, desde a derrota sofrida para a presidente reeleita Dilma Rousseff.

Em agosto, o tucano desistiu de se licenciar do cargo de senador para que pudesse continuar subindo à tribuna quando fosse conveniente. Ele afirmou, entretanto, que devolveria os salários de julho a outubro, período em que estaria ausente na maior parte do tempo, devido à campanha eleitoral.

Leia também: Tucanos agora falam em avançar na periferia de São Paulo

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Eleições | 13:49

Tucano chama reunião para discutir proposta de impeachment de Dilma

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O deputado distrital eleito Raimundo Ribeiro (PSDB-DF). Foto: Divulgação

O deputado distrital eleito Raimundo Ribeiro (PSDB-DF). Foto: Divulgação

Tucanos do Distrito Federal se reunirão nesta noite para discutir supostas “fraudes nas urnas” nas últimas eleições e a possibilidade de um “pedido de impeachment” contra a presidente reeleita Dilma Rousseff.

A reunião foi convocada pelo deputado distrital recém-eleito Raimundo Ribeiro (PSDB-DF), que também mobilizou movimentos contrários à reeleição de Dilma, para encontro na sede regional do partido em Brasília.

Leia também: FHC condena impeachment, mas pede “desconfiança” a diálogo pedido por Dilma

No último domingo, cerca de 1,5 mil pessoas foram às ruas de São Paulo para pedir o impeachment da presidente e uma intervenção militar no país. Entre os manifestantes, estavam presentes o cantor Lobão e o deputado federal recém-eleito Eduardo Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PP).

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Congresso | 10:30

‘Estatuto da Pessoa com Deficiência é nossa prioridade’, diz Rosinha da Adefal

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Antes de encerrar seu primeiro mandato como deputada federal, a cadeirante Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) diz ainda ter esperanças de aprovar o Estatuto da Pessoa com Deficiência, no próximo mês. O projeto foi relatado por Mara Gabrilli (PSDB-SP), única parlamentar cadeirante que conseguiu se reeleger nestas eleições.

“O que a gente tem agora, como último ponto de pauta importante para esses mais de 45 milhões de brasileiros, é a aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência”, diz Rosinha. “Ele passa por todos os direitos e vem como uma lei maior, inclusive fazendo a adequação da Constituição à Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, um tratado que o país assinou.”

Assista:

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Eleições | 09:00

Tucanos agora falam em avançar na periferia de São Paulo

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Animados com o desempenho na eleição em São Paulo, apesar da derrota nacional, tucanos já falam em ganhar espaço na periferia da capital paulista.

Um comentário que circulou nas reuniões de avaliação da corrida eleitoral foi que o desempenho da presidente Dilma Rousseff em alguns bairros tidos como redutos petistas na cidade não foi tão expressivo quanto se esperava.

De acordo com um tucano, seria uma oportunidade de preparar o terreno para eleição de 2016 na capital. Para a qual, aliás, o PT não tem um nome natural.

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domingo, 2 de novembro de 2014 Eleições | 08:00

‘O que estamos fazendo é a favor do Brasil’, diz Carlos Sampaio, sobre pedido de auditoria do PSDB

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Coordenador jurídico da campanha presidencial do tucano Aécio Neves, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), diz considerar necessário um esclarecimento para a população brasileira sobre a segurança do sistema eleitoral. Esta é a justificativa dada por ele para o pedido de auditoria apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não tem terceiro turno. Estamos fazendo um favor para o Brasil”, afirma o deputado.

Alegando que o PSDB não contesta o resultado da eleição, ele afirma que o objetivo é fazer frente ao sentimento de uma “parte significativa da nação”, de que pode ter havido fraude no processo eleitoral.

O PSDB provocou polêmica nesta semana ao apresentar um pedido de auditoria do processo eleitoral. Isso alimentou muita especulação de que o partido tenta fazer uma espécie de terceiro turno. Como o senhor responde?
O que nós apresentamos foi um pedido de auditoria do sistema, tendo em vista que existe no Brasil, neste momento, uma parte significativa da nação que alimenta um sentimento de que teria havido uma fraude. Mas não houve um pedido nosso de recontagem dos votos, não houve um pedido de impugnação, não questionamos o resultado da eleição. Em hipótese alguma.

O deputado Carlos Sampaio (Foto: Divulgação)

O deputado Carlos Sampaio (Foto: Divulgação)

Mas isso não alimenta uma repercussão que vai exatamente nessa linha?
Quem entende de Direito Eleitoral sabe muito bem que não impugnamos e que não houve motivo para isso. Eu coordeno um time de advogados que cuidou da campanha do senador Aécio Neves que inclui nada menos do que três ex-ministros do TSE. Todos eles, assim como eu, temos a clareza de que o sistema eleitoral brasileiro é seguro.

Se o senhor sabe que é seguro, o que motiva a ação então? Pode ter havido uma ação do PT, na avaliação do senhor?
Em momento algum nós dissemos isso. Olhe, eu, assim como você, recebo 1 mil mensagens de Whatsapp por dia de brasileiros que afirmam que poderia ter havido uma fraude. Se alguém em eleições passadas já viu alguma coisa parecida com isso, eu nunca vi. É assustador para o Brasil esse sentimento de que poderia ter havido uma fraude. Estou afirmando: não houve fraude, o sistema é seguro e o presidente do TSE agiu em todo o processo com a isenção e imparcialidade que se espera da mais alta Corte do país. Ele foi isento, foi um conciliador.

O que o PSDB ganha com isso? 
Em momento algum esse pedido traz algum tipo de ganho ao PSDB. Estamos apenas dividindo com o TSE uma proposta para dissipar esta dúvida que existe em todo o Brasil, propondo que sejam selecionados três técnicos do próprio tribunal e três indicados pelos partidos. Estamos afiançando ao Brasil que o sistema é seguro. Essa nossa tese é em defesa do TSE, não contra. Não há motivo para ninguém se contrapor a isso. Não tem terceiro turno. O que estamos fazendo é a favor do Brasil. Onde é que poderia haver um jogo de cena aqui?

Outra polêmica jurídica que marcou a reta final da campanha foi a capa da revista Veja, que motivou um direito de resposta concedido à campanha do PT. Como o senhor avalia essa decisão da Justiça Eleitoral? Há informações que sugerem que a fala do doleiro Alberto Youssef poderia ter sido distorcida. 
Eu acho que a liberdade de imprensa deve ser preservada, sempre. Até quando a imprensa tem uma interpretação equivocada sobre uma determinada informação. Este também é um direito. Foi um erro brutal o que houve, na minha opinião. Não tem como cercear a imprensa quando há informações claras, áudios. Sem contar que esta questão toda da Petrobras teve uma dimensão enorme por si só. A revista Veja pode ter dado um fecho a isso, mas não foi a revista que suscitou essa crise.

Que avaliação geral o senhor faz da ação jurídica na campanha deste ano? O impacto nas redes sociais e a repercussão criaram um desafio maior para a Justiça Eleitoral?
O que eu acho que os ataques pessoais e mentiras do PT foram desmedidos. Eles sabem que nós afrontamos a candidatura deles na nossa propaganda, mas não com mentira.

Mas no acordo final firmado entre as campanhas e o TSE para neutralizar as ações, havia aproximadamente o mesmo número de representações dois dois lados.
Mas nós agimos na qualidade, não na quantidade. Tanto é que tivemos mais minutos assegurados por decisão da Justiça. No nosso caso, não importou o quantitativo, e sim o qualitativo. Mas posso dizer sem sombra de dúvida que o presidente do TSE mostrou que tem a estatura necessária para comandar um processo eleitoral desta envergadura. Ele foi absolutamente imparcial. Minha posição aqui é de rasgados elogios a ele, embora eu seja um deputado de um partido de oposição.

 

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014 Estados | 20:42

Oposição convoca ato contra Alckmin e crise da água em São Paulo

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Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Partidos como PT, PSOL, PSTU e organizações que fazem oposição ao governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB-SP) convocaram, para este sábado, um ato contra a crise da água que atinge o estado.

Intitulado “Alckmin, cadê a água”, o evento no Facebook já tem mais de 17 mil presenças confirmadas para a manifestação, marcada para ocorrer no Largo da Batata, no centro da capital paulista.

“O verdadeiro culpado por essa crise não é São Pedro e sim o governador Geraldo Alckmin”, diz a convocatória para o ato.

Leia também: Presidente da CPI da Sabesp é otimista sobre investigação pós-eleições

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