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Posts com a Tag PSL

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Congresso | 13:30

Com Russomanno à frente, PRB monta bloco com seis nanicos

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O líder do PRB na Câmara, Celso Russomanno (PRB-SP). Foto: Divulgação

O líder do PRB na Câmara, Celso Russomanno (PRB-SP). Foto: Divulgação

Passada a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, o PRB se aliou aos nanicos PRP, PTN, PSDC, PMN e PRTB para formar um bloco parlamentar independente.

Sob a liderança de Celso Russomanno (PRB-SP), o grupo terá 33 parlamentares, o equivalente à sexta maior bancada da Casa.

Inicialmente, a intenção do presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, era também reunir PHS, PSL e PTdoB para chegar a 40 deputados, tornando-se a quarta maior força da Câmara.

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014 Congresso | 07:30

Presidente do PRB dá como certa aliança com G-10 dos nanicos

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Marcos Pereira (foto: divulgação)

Marcos Pereira (foto: divulgação)

De acordo com o presidente do PRB, Marcos Pereira, está praticamente fechada a aliança da sigla com o grupo auto-intitulado G-10. O bloco reúne os 24 deputados eleitos por PTN, PHS, PSL, PSDC, PRTB, PMN, PTC, PRP, PEN e PTdoB.

“Nós estamos caminhando cada vez mais nesse sentido. A formalização deve sair em fevereiro”, diz Pereira. Com a entrada dos 21 deputados federais eleitos pelo PRB, o grupo chegará a 45 deputados, o equivalente à quarta maior força da Câmara.

A adesão do PRB faz parte de uma estratégia da sigla para capitalizar o crescimento da sigla nesta legislatura e ampliar o raio de sua influência, liderando os nanicos.

Leia também: Márcio Marinho é cotado para assumir liderança do PRB em 2015

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014 Eleições | 07:30

Nanicos fazem apelo a Marina por voto de legenda

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Marina Silva (Foto: Cacá Meirelles)

Marina Silva (Foto: Cacá Meirelles)

Na reunião desta quarta-feira que oficializará o nome de Marina como substituta de Eduardo Campos (PSB), os aliados nanicos da coligação pedirão o apoio explícito da candidata ao voto nas legendas, durante o programa eleitoral.

Este é um dos pedidos que PHS, PPL, PRP, PSL e PPS apresentarão na reunião. Assim como o próprio PSB, os partidos ainda não entraram em consenso sobre qual nome apoiar na escolha do vice – que precisa ser aceito pela maioria dos partidos da chapa, de acordo com a Justiça Eleitoral.

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 Eleições | 11:14

Moacyr Franco será candidato a vereador pelo PSDB

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O cantor e apresentador Moacyr Franco virou tucano. Será candidato a vereador por São Paulo pelo PSDB em 2012.

O famoso “Mendigo”, seu personagem mais popular na TV, foi candidato ao Senado no ano passado pelo PSL e obteve pouco mais de 400 mil votos.

Na década de 1980,  a convite de Jânio Quadros, Moacyr Franco foi eleito deputado federal com cerca de 70 mil votos. Detalhe: entrou tarde na disputa e fez campanha por somente 20 dias.

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010 Eleições | 13:33

Isso que é franqueza

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Do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) no twiiter, agora há pouco, divulgando uma visita do candidato a senador pelo PSL em São Paulo:

– Recebi a [sic] pouco para uma boa conversa o companheiro Moacyr Franco, que fez muitos elogios ao presidente Lula, com os quais concordo.

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terça-feira, 6 de julho de 2010 Eleições | 10:50

Três vítimas da insegurança jurídica

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No rol de decisões da Justiça que provocaram insegurança jurídica para estas eleições – como as últimas deliberações do Tribunal Superior Eleitoral sobre verticalização da propaganda de campanha – juntaram-se as liminares concedidas pelos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, a parlamentares com ficha suja.

É que as liminares ainda serão julgadas no mérito, e há esperança de que sejam derrubadas. Mas a dúvida só faz aumentar a tal da insegurança jurídica.

Uma  insegurança tão forte nestas eleições que três legendas nanicas – o PHS o PSL e o PTC – decidiram ontem pela renúncia de seus candidatos à Presidência da República a fim de terem facilitadas suas coligações nos Estados.

Como o TSE decidiu não publicar o acórdão proibindo candidatos a presidente de aparecerem nos programas estaduais de partidos com adversários na disputa nacional, pode ser que a decisão não venha a vigorar. E esses partidos não precisariam abrir mão de seus candidatos ao Planalto.

Mas, com tanta insegurança, eles preferiram não correr risco.

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