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Posts com a Tag PSOL

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Partidos | 15:00

‘Manifestações ainda estão muito mornas’, diz presidente do PSOL

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O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

Na opinião do presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, ainda falta fôlego às primeiras reações dos movimentos sociais ao pacote de ajustes nas regras de acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários anunciado pelo governo da presidente Dilma Rousseff, em dezembro.

“A reação às medidas impopulares do governo estão tímidas. As manifestações ainda estão muito mornas”, disse Araújo. “Se fosse em outros tempos, a reação seria mais rápida”, completa o dirigente, numa comparação entre a relação dos sindicatos com os governos petistas e com o do ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso.

Ao longo desta quarta-feira, serão realizados diversos atos pelo país, convocados pelas principais centrais sindicais no que foi definido como o Dia Nacional de Lutas contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Editadas pelo governo federal no dia 30 de dezembro, as medidas mudam as regras de acesso ao seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e ao abono salarial.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Congresso | 16:03

‘Minha disposição é apoiar qualquer um que se oponha a Renan Calheiros’, diz Randolfe

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Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). (foto: divulgação)

Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). (foto: divulgação)

A articulação para o lançamento da candidatura do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) à presidência do Senado já começou a reunir alguns entusiastas entre os insatisfeitos com a permanência de Renan Calheiros (PMDB-AL) no comando da Casa.

“Minha disposição é apoiar qualquer um que se oponha ao nome de Renan Calheiros”, diz Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). “Até o momento, o nome que está colocado para fazer esta oposição é o de Valadares, que contaria com o meu apoio e certamente com parte do PDT, do PT e do próprio PMDB”, completa.

Leia também: Valadares se movimenta, mas ainda não convence

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

Candidatos calculam 100 deputados ainda indecisos na disputa da Câmara

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Na troca de figurinhas que rola entre as campanhas dos candidatos à presidência da Câmara, a estimativa que corre é que cerca de 100 dos 513 deputados ainda estariam sem voto definido. Daí a ansiedade sobre se haverá ou não um segundo turno. Na conta, entram votos de partidos que ainda não declararam nenhum apoio formal – entre eles PP, PR e a maioria do chamado G-10 dos nanicos – além das já esperadas dissidências nas bancadas que definiram uma orientação, em especial no PSDB, PSD e PRB.

Uma das sondagens informais que rodaram nos últimos dias apontava Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com apoio de cerca de 160 deputados do PMDB, PTB, DEM, PSC, Solidariedade e PRB. Já Arlindo Chinaglia (PT-SP) viria em segundo, com aproximadamente 140 votos do PT, PROS, PCdoB, PSD e PDT. Em terceiro, estaria Júlio Delgado (PSB-MG), com cerca de 100 deputados do PSB, PSDB, PV e PPS. Já Chico Alencar (PSOL-RJ), por enquanto, teria apenas com o apoio certo dos cinco parlamentares da sigla.

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Congresso | 19:51

‘Fantasma da Lava Jato paira sobre todas as outras candidaturas’, diz Chico Alencar

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Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Após o anúncio de que disputaria a presidência da Câmara, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) já definiu os dois pontos centrais que nortearão sua campanha contra os outros três candidatos já declarados Arlindo Chinaglia (PT-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Júlio Delgado (PSB-MG).

De um lado, Chico adotará o discurso de que as três outras chapas estão presas a “uma pauta corporativa” e que seria necessário “colocar pautas de interesse da população em debate”. Entre os temas já elencados pelo PSOL, estão a defesa de direitos humanos e trabalhistas, bem como a realização de reformas políticas e tributárias que prevejam o fim do financiamento privado e a taxação de grandes fortunas, respectivamente.

Em segundo lugar, o deputado também defenderá que o PSOL é o único dos partidos na disputa “sem rabo preso” no esquema de corrupção da Petrobras, investigado na Operação Lava Jato da Polícia Federal. “De alguma forma, direta ou indiretamente, o fantasma da Lava Jato paira sobre a cabeça de todas as outras candidaturas, menos sobre a nossa, uma vez que não precisamos do dinheiro de nenhuma empreiteira para nos elegermos. A Câmara vai ter de ter muita firmeza para cortar na própria carne”, afirma.

Chico já disse, também, que sua campanha terá “custo zero”. “Achamos um absurdo gastar rios de dinheiro para convencer 513 deputados. Nós não vamos ter nada disso, queremos convencer com nossas ideias, não seduzindo ninguém com jantares e materiais mirabolantes”, explicou.

Leia também: Chico Alencar deve assumir liderança do PSOL

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Partidos | 19:40

‘Poderiam caber no PSOL’, diz Ivan Valente sobre Erundina e Turino

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O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O PSOL tem acompanhado com atenção as articulações para a criação do Avante – nome provisório dado ao partido idealizado por dissidentes à esquerda da Rede Sustentabilidade.

De acordo com o líder do PSOL na Câmara e ex-presidente nacional do partido, Ivan Valente (SP), “certamente haverá diálogo” com a nova sigla, caso ela venha a ser criada. “O que somar na direção progressista é interessante pra gente”, completa.

Na opinião de Valente, no entanto, parte dos entusiasmados com a versão brasileira do espanhol Podemos poderiam, também, migrar para o PSOL. “A Luiza Erundina já foi diversas vezes convidada para se juntar a nós e o (Célio) Turino também tem história pra isso. Eles poderiam muito bem caber no no PSOL”, diz o deputado.

Leia também: ‘Alckmin mentiu para a população’, diz Ivan Valente

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Estados | 19:30

‘Alckmin mentiu para a população’, diz Ivan Valente

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O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O primeiro anúncio público do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) de que o estado de São Paulo enfrenta racionamento de água era tudo o que a oposição queria para aumentar as críticas aos tucanos.

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP), tem sido um dos mais enfáticos e criou até mesmo uma hashtag para as redes sociais, com o slogan “São Pedro é Inocente”.

“Alckmin mentiu para a população e essa crise pode virar uma questão de calamidade pública. Em março, os reservatórios podem secar. Tão pedindo para que economizem água, mas isso é insuficiente. Faltou planejamento estratégico, uma política florestal que enfrentasse o agronegócio… agora não adianta culpar São Pedro”, diz o deputado federal.

Leia também: Alckmin prepara agenda positiva contra repercussão do racionamento

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 Congresso | 19:00

Chico Alencar deve assumir liderança do PSOL

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Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Após dois anos à frente da liderança do PSOL na Câmara, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) tem dito que pretende passar o bastão na próxima legislatura.

O mais cotado para assumir o posto é o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), atualmente vice-líder da bancada.

A partir de fevereiro, o PSOL passará a contar com cinco deputados federais. Além de Valente e Alencar, farão parte do grupo Jean Wyllys (PSOL-RJ), Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) e Cabo Daciolo (PSOL-RJ).

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Governo | 09:00

Grupos preparam ato pela reforma política na posse de Dilma

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Após organizarem o plebiscito popular pela reforma política, entidades e movimentos sociais convocaram militantes de todo os estados para protestarem na posse presidencial, em defesa de uma assembleia constituinte sobre o tema.

Em setembro, o grupo reuniu mais de 7,5 milhões de assinaturas favoráveis ao plebiscito, que foram entregues à presidente Dilma Rousseff antes mesmo do segundo turno. Ao todo, mais de 500 entidades participaram da realização do plebiscito, entre elas  CUT, MST, MTST, ABGLT, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB.

Saiba mais: Ativistas rejeitam referendo pela reforma política e pedem plebiscito

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 Congresso | 15:00

PSOL reforça campanha contra Eduardo Cunha

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A possibilidade de o peemedebista Eduardo Cunha (RJ) vencer a disputa pela presidência da Câmara ainda no primeiro turno tem feito o PSOL reavaliar a estratégia de lançar uma candidatura própria para demarcar posição.

Para ajudar a levar a eleição ao segundo turno, o partido estuda apoiar algum dos adversários de Cunha – Arlindo Chinaglia (PT-SP) ou Júlio Delgado (PSB-MG) – com quem tem conversado nas últimas semanas.

Na última legislatura, com apenas três deputados, a sigla lançou por duas vezes o nome de Chico Alencar (PSOL-RJ) como candidato próprio, obtendo 16 e 11 votos em 2011 e 2013, respectivamente. Em 2015, o partido terá cinco deputados.

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