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Posts com a Tag PT

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Congresso | 10:30

‘Quem tiver esperando um papel oposicionista em Cunha não vai encontrar’, diz peemedebista

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Após a vitória de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara, parte dos peemedebistas têm buscado adotar um tom mais conciliatório com o governo. Um dos que agora reforça o discurso de “diálogo” é o baiano Lúcio Vieira Lima, que integrou a coordenação de campanha de Cunha e atualmente disputa a liderança do PMDB na Câmara.

“Quem tiver esperando um papel oposicionista em Cunha não vai encontrar. Da mesma forma que não vai encontrar um papel de subserviência. Representa novos tempos, tempos de diálogo. Ele terá a responsabilidade de garantir a governabilidade”, diz Lima.

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Congresso | 09:00

Recheado de ex-petistas, PSOL levou o número 13 do PT

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Ivan Valente, um dos ex-petistas do PSOL (Foto: Divulgação)

Ivan Valente, um dos ex-petistas do PSOL (Foto: Divulgação)

Os ex-petistas que preenchem as cadeiras do PSOL podem se vangloriar de terem de volta o número 13, marca registrada do PT. Isso pelo menos no número do gabinete que passou a ser ocupado pela liderança do partido, no anexo II da Câmara dos Deputados.

A sala antes era ocupada pelo petista José Guimarães, que sempre se orgulhou de ocupar o gabinete com o número de seu partido. Guimarães foi parar no anexo IV da Casa.

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Congresso | 07:30

‘Clima anti-PT que existia nas ruas chegou ao Congresso Nacional’, diz Ronaldo Caiado

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Escolhido para assumir a liderança do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO) tem dito que pretende fortalecer o papel de oposição no Congresso e vê na vitória do peemedebista Eduardo Cunha (RJ) para a presidência da Câmara mais um sinal do “isolamento do PT”.

Leia também: Com Eduardo Cunha, oposição prepara ofensiva contra Dilma no Congresso

“Esse clima anti-PT que existia nas ruas chegou ao Congresso Nacional”, diz o senador recém-eleito. “Hoje, o PT é um partido quase que totalmente ilhado na Câmara e no Senado, sem uma capacidade de interlocução”.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Estados | 15:00

Paulo Maluf dá conselhos a Marta Suplicy

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O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

Paulo Maluf, que já encarou uma eleição nada amigável com Marta Suplicy, se arrisca a dar alguns conselhos para a petista. Diante das especulações sobre a possível saída de Marta do partido, ele dispara: “Ela deveria se espelhar em mim. Veja só, eu estou há anos e anos no mesmo partido. Acho que se ela quer brigar, deve fazê-lo dentro do PT”, diz ele.

Nas últimas duas eleições, Maluf tirou foto ao lado de Fernando Haddad e Alexandre Padilha nas negociações de apoio do PP aos dois petistas, nas disputas para a prefeitura paulistana e o governo paulista. Agora, se Marta for a candidata em 2018 pelo PT, Maluf já não demonstra tanta certeza assim de que repetiria o gesto: “Ah, aí temos que pensar. Marta vai almoçar na minha casa com o Lula? O Haddad foi. Tem que pensar”.

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Congresso | 13:58

‘Vão ter que nos aturar’, diz Silas Malafaia sobre vitória de Eduardo Cunha

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Pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus. (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

Pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus. (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

Entusiasmado com a eleição do peemedebista Eduardo Cunha (RJ) à presidência da Câmara, o pastor evangélico Silas Malafaia não mediu palavras para comemorar a “vitória” contra “o governo e o PT”.

“Parabéns ao novo presidente da câmara, deputado evangélico Eduardo Cunha, uma vitória espetacular”, disse Malafaia em seu Twitter. “Humilhou o governo e o PT. Vão ter que nos aturar”, alfinetou.

Malafaia elogiou ainda a atuação do deputado eleito e também pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), que desde o início havia sido contrário ao apoio de seu partido ao petista Arlindo Chinaglia (SP). “Trabalhou como leão para ajudar a eleger Eduardo Cunha”, disse Malafaia.

Leia também: Com Cunha, oposição prepara ofensiva contra Dilma

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domingo, 1 de fevereiro de 2015 Partidos | 07:00

‘Um partido como o PT não pode impedir a crítica’, diz José Américo Dias

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O secretário de Comunicação do PT, José Américo Dias, diz que a ordem no partido é fazer um esforço organizado para dar visibilidade à agenda positiva do governo, contribuindo para compensar parte do desgaste provocado pela Operação Lava Jato. Além de reforçar a orientação dada pela presidente Dilma Rousseff aos ministros na semana passada, o partido pretende ampliar a estrutura de produção de conteúdo e melhorar a exposição na mídia regional.

Diante do abalo de imagem do governo e do partido por conta das denúncias de corrupção na Petrobras, ele diz que há desequilíbrio no tratamento dado pela imprensa ao caso e minimiza críticas públicas como as feitas pela ex-ministra Marta Suplicy. José Américo, que foi coordenador de uma das campanhas de Marta, diz que as declarações da ex-prefeita de São Paulo são legítimas dentro da lógica do partido, mesmo que não tenham respaldo na maioria da militância. “Um partido como o nosso não pode impedir a crítica”, afirma.

José Américo Dias (Foto: Divulhação)

José Américo Dias (Foto: Divulhação)

A presidente Dilma Rousseff orientou ministros a se comunicarem mais e, em seguida, o PT passou a tomar uma série de medidas de comunicação. O partido segue a mesma orientação?
A orientação é clara para todos. O PT vai procurar, até o seu congresso, ser mais agressivo na comunicação. Vamos alterar o layout do nosso site e ampliar a atuação da Agência PT. Queremos que ela atue como uma agência de notícias de abrangência nacional, teremos correspondentes em oito estados. Onde não tivermos essa estrutura ligada ao diretório nacional, pediremos aos diretórios locais que produzam conteúdo.

Mas aí não é se comunicar e sim dar visibilidade a realizações do governo.
Nossa prioridade é sim mostrar realizações do governo. Por isso trazer os ministros para participar de hangouts, por exemplo. Precisamos dialogar melhor com essa juventude, com novos movimentos sociais. Vamos alinhar isso tudo numa reunião na próxima quinta-feira, antes da nossa reunião do diretório nacional, com todos os secretários de Comunicação do PT.

Mas a presidente não deveria se comunicar mais também? Ela está há mais de mês sem dar entrevista. 
Acho que pode até ser positivo que ela fale mais com a imprensa, mas o mais importante neste momento é que os ministros falem. Que mostrem mais o governo, pasta por pasta. Eles viajam o Brasil todo, têm a mídia regional aberta para eles.

O estrago da operação Lava Jato na imagem do PT e do governo é cada vez maior. Dá para fazer frente a isso? 
O mais importante nesse esforço é conseguir dar a versão do governo. Não da Lava Jato diretamente. Mas podemos dar uma versão mais transparente do que de fato é feito no governo. Está sendo concluída a transposição do São Francisco e isso não aparece em lugar nenhum. Há um esforço sólido para manter as conquistas sociais em uma situação econômica adversa. Deixar isso escondido é mais desgastante do que a Lava Jato, onde há divulgação desequilibrada. Até porque Paulo Roberto Costa também falou de Sergio Guerra (ex-presidente do PSDB). Ainda que ele tenha morrido, ele era coordenador da campanha de José Serra e a investigação aponta para um acordo que tiraria o PSDB da CPI da Petrobras. E isso não repercute na grande mídia da mesma maneira. Esse tipo de coidsa, não sei consegue rebater a contento. Mas temos que tentar rebater, o PT e o governo.

Onde entra a regulação da mídia nisso tudo?
Não muda nada. Porque a presidente pediu aos ministros um protagonismo de defesa do governo. E os grandes meios de comunicação vão seguir fazendo as mesmas restrições sobre o governo que sempre fizeram. Não é porque discutimos a regulação que o comportamento da Globo em relação ao governo vai mudar. Mas o mais importante é ter atitude. E nem todas as redes de TV do Brasil praticam monopólio de maneira tão acentuada.

O partido não corre o risco de bater cabeça com o PT na regulação da mídia? 
O PT apoia o movimento do Fórum pela Democratização dos Meios de Comunicação, mas o governo pode ter posição diferente. Desde que estejamos de acordo no essencial. Governo deve se concentrar na parte antimonopólio, que para o PT também é mais importante. Pode abraçar também a discussão sobre a propriedade cruzada dos meios de comunicação. Mas isso tudo está em discussão.

O senhor foi coordenador de uma das campanhas da Marta Suplicy. O que acha das críticas que ela vem fazendo ao PT e ao governo?
Uma critica como a feita pela Marta, embora a maioria do partido discorde, é um direito. O PT não proíbe que seus militantes debatam e façam um debate crítico. O que se demanda é alinhamento na hora do voto. E isso, Marta sempre respeitou.

Mas isso não atrapalha?
Claro que não é o melhor dos mundos. Mas o PT é um partido vivo. Um partido como o nosso nunca pode impedir a crítica. Somos um partido plural, vivo. Acho que ela fez críticas, mas isso não precisa necessariamente ser algo permanente, ela pode mudar de opinião. Seria melhor que não fosse como é hoje.

O senhor acha que ela sai?
Espero que não. Acho que ela tem um papel a cumprir dentro do PT. Tem perspectiva para 2018, pode até disputar governo. Marta foi ótima prefeita, ótima ministra. Acho que tem muita chance de ela continuar. Temos espaço para atuar politicamente, para 2018, nome muito forte.

Já tem gente até falando sobre refundação do PT outra vez.
Não tem cabimento. Respeito quem fala, entendo que eles querem dizer que devemos aperfeiçoar o partido. O PT tem mecanismo para combater eventuais malfeitos de seus militantes. Quem tiver problema ético vai ser expulso. Estamos sendo duros em relação a isso, por mais que tenham tentado implicar o partido na Lava Jato. Mostramos que recebemos doações legais e agimos no legal. Falar em refundação porque tem rejeição ao PT é uma ideia muito paulista. E em Minas, na Bahia, no Rio de Janeiro? Aqui (São Paulo), perdemos eleição, só isso. A rejeição ao PT vem de segmentos da elite e da classe media que não aceitam a quebra de hierarquia social que promovemos.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Partidos | 19:00

PT não quer saber de Marta com microfone na mão

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Ministra Marta Suplicy (Foto: Tomaz Silva/ABr)

Ministra Marta Suplicy (Foto: Tomaz Silva/ABr)

O PT tem pressa em resolver o abacaxi Marta Suplicy. O partido está preocupado com o risc0 de ter a petista ao microfone da tribuna do Senado.

A nova legislatura começa nesta semana. E Marta, se seguir o mesmo modelo das últimas semanas, pode pegar pesado nos ataques ao partido e ao governo Dilma.

Ou seja, corre o risco de usar o mandato parlamentar do PT para atacar o próprio PT.

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Partidos | 12:14

Marta Suplicy começa a baixar a guarda

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Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

O recado que chegou a dirigentes nacionais do PT é que a ex-ministra Marta Suplicy deu nesta semana um primeiro sinal de que topa, pelo menos, conversar com o partido.

O PT ainda espera segurar a petista nos seus quadros. Como informou o Poder Online, a possibilidade mais concreta neste momento é oferecer à ex-prefeita de São Paulo algum tipo de compromisso relacionado à eleição de 2018.

Além daí, o partido já avisou que não vai ceder.

 

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Partidos | 10:00

PT tenta arrumar a casa na área de comunicação

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O PT já se convenceu de que precisa mesmo colocar ordem na estratégia de comunicação, para tentar amenizar o desgaste de imagem provocado pelas denúncias de corrupção na Petrobras e pela rejeição em colégios eleitorais estratégicos, como São Paulo.

Uma medida que será tomada é alinhar o discurso com todas as instâncias do partido. Uma reunião com os secretários de Comunicação do PT em todos os estados brasileiros foi marcada para a próxima quinta-feira, em Belo Horizonte. O encontro ocorre um dia antes da reunião do diretório nacional do partido.

Leia também: PT recruta ministros para melhorar exposição na internet

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Congresso | 10:30

‘Cunha tem que ter cuidado para não perder para Júlio Delgado’, ironiza Silvio Costa

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O deputado federal Silvio Costa (PSC-PE). Foto: Agência Senado

O deputado federal Silvio Costa (PSC-PE). Foto: Agência Senado

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) dá como certos os 13 votos do PSC, mas o deputado Silvio Costa (PT-PE) ainda investe no discurso de que haverá endosso a Arlindo Chinaglia (PT-SP).

“Essa história de voto secreto é o paraíso do blefe. No meu partido, eu lhe asseguro que Arlindo Chinaglia terá cinco votos e o Eduardo Cunha, os outros oito”, diz Costa.

“O Eduardo começou falando que teria 330 votos, já baixou pra 270 e daqui pra domingo chega em 150. Vai ter que ter cuidado pra não perder do Júlio Delgado (PSB-MG)“, completa, em referência ao candidato socialista.

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