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Posts com a Tag racismo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015 Governo | 07:30

‘Índices beiram a guerra civil’, diz secretário de Juventude sobre morte de jovens negros no Brasil

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Entre as prioridades listadas pelo novo secretário Nacional de Juventude da Presidência da República, Gabriel Medina, está o fortalecimento do programa Juventude Viva, lançado no primeiro mandato de Dilma Rousseff para combater sobretudo o crescimento dos homicídios contra jovens negros no país.

“Vivemos, hoje, índices que beiram um país em guerra civil”, diz Medina. “Nós não podemos admitir que um país que é a sétima economia do mundo, tão importante, possa conviver com esses indicadores de mortalidade na nossa juventude”, completou o novo secretário. Medina lembrou também que, enquanto os índices de mortalidade entre jovens brancos têm diminuído, o número de mortes entre jovens negros é crescente, no Brasil.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014 Política | 10:30

Movimento negro retoma campanha por punição de racismo contra Aranha

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Após uma nova rodada de vaias de torcedores gremistas contra o goleiro Aranha, do Santos, militantes do movimento negro iniciaram uma mobilização online para cobrar novas punições aos torcedores que tiveram conduta racista durante a partida anterior, em especial da jovem Patrícia Moreira, identificada nos vídeos.

Com o slogan “Macaco é macaco, Aranha é Aranha e racismo é crime”, o movimento que já conta com mais de 3 mil participantes virtuais afirma que não tem “como perdoar” as injúrias e concentrará esforços durante a próxima semana para realizar ações em apoio ao goleiro negro.

Leia também: Gremista, Zavascki concordou com exclusão de time na Copa do Brasil

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014 Eleições | 15:00

Gremista, Zavascki concordou com exclusão de time na Copa do Brasil

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Gremista de coração, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, concordou com a exclusão de seu time da Copa do Brasil, por atos de racismo ocorridos no Estádio Olímpico. Ele classificou a punição como exemplar. Durante jogo contra o Santos, em partida válida pelas oitavas-de-final da competição, o goleiro santista, Aranha, ouviu insultos racistas da arquibancada.

Apesar de ter concordado com a decisão, Zavascki tem observado em conversas nos corredores do STF que a punição ao Grêmio deve servir de exemplo para outros times. “E se fosse o Flamengo?”, questionou o ministro.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014 Política | 18:41

Malafaia compara selfie em avião com racismo contra goleiro do Santos

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Malafaia comparar selfie irônica a racismo contra goleiro do Santos. (Foto: Reprodução Twitter)

Malafaia comparar selfie irônica a racismo contra goleiro do Santos. (Foto: Reprodução Twitter)

O pastor Silas Malafaia comparou a selfie que ironiza seu posicionamento contra o casamento de homossexuais aos recentes xingamentos racistas contra o goleiro Aranha, do Santos.

Em seu perfil no Twitter, Malafaia publicou uma imagem que compara a foto tirada pela jovem Murielle Facure, em um avião ao lado do pastor, à atitude da torcedora do grêmio Patrícia Moreira contra Aranha.

O pastor ainda disse, em seguida, que seus seguidores precisavam “ler o frenesi da gayzada aqui no meu Twitter”. “Palavrões e ameaças!! São tão democráticos! Não suportam o contraditório! Só kkkk”, criticou Malafaia.

Na foto publicada pela moça nas redes sociais, Murielle segura um cartaz com o trecho da música dos Mamonas Assassinas que diz “abra sua mente, gay também é gente”.

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Governo | 18:00

Governo recebe denúncia de racismo contra série ‘Sexo e as negas’

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Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. (Foto: Alan Sampaio/ IG Brasília)

Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. (Foto: Alan Sampaio/ IG Brasília)

A ouvidoria da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial já recebeu três denúncias de racismo por conta da minissérie “Sexo e as negas”, transmitida pela Rede Globo.

Nos últimos dias, diversas organizações do movimento negro e de mulheres iniciaram, na internet, uma campanha de boicote ao programa, que seria uma adaptação de Miguel Falabella para o seriado americano “Sex and the City”.

A Seppir ainda está analisando as queixas, para decidir que providências serão tomadas. Esta não é a primeira vez que denúncias de racismo e machismo na mídia chegam ao governo. Em 2011, uma campanha da cerveja Devassa que dizia “É pelo corpo que se reconhece a verdadeira negra” chegou a ser suspensa após solicitação da Seppir e do Ministério Público ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

 

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sexta-feira, 8 de agosto de 2014 Congresso | 07:30

Câmara pretende ouvir Janot sobre equiparação de homofobia a racismo

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Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados irá convidar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para explicar como casos de homofobia poderiam ser enquadrados na Lei de Racismo, ainda em setembro.

No mês passado, Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal um parecer para que atos contra homossexuais sejam enquadrados na Lei de Racismo (7.716/1989), assim como discriminações por raça, etnia e religião. Além disso, a PGR também pediu ao STF a abertura de uma ação penal contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) por homofobia.

A expectativa do movimento LGBT é de que as movimentações do Judiciário possam encurtar o caminho para a criminalização da homofobia, que não tem avançado no Congresso Nacional com o PL 122/2006, por pressão da bancada evangélica.

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segunda-feira, 26 de maio de 2014 Justiça | 07:30

Delegacias do Rio de Janeiro terão núcleos especializados em racismo

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Ao receber deputados envolvidos no acompanhamento de casos de racismo, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, avisou que serão estabelecidos núcleos especializados sobre o tema nas delegacias.

De acordo com as informações repassadas aos deputados Amauri Teixeira (PT-BA), Damião Feliciano (PDT-PB) e Benedita da Silva (PT-RJ), os núcleos vão se debruçar inicialmente sobre o estudo da lei para atender melhor às vítimas de racismo. Em seguida, o objetivo é que eles forneçam atendimento especializado, também.

Benedita, integrante da Comissão Externa de Combate ao Racismo no Brasil, falou sobre o assunto ao Poder Online.

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quarta-feira, 30 de abril de 2014 Copa 2014 | 11:00

“Nenhum de nós somos macacos”, defende deputado petista

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Deputados repudiam ato de racismo no esporte. (Foto: reprodução)

Deputados repudiam ato de racismo no esporte. (Foto: reprodução)

Com uma banana na mão, o deputado Amauri Teixeira (PT-BA) subiu à tribuna do plenário para repudiar os recentes casos de racismo no esporte e criticar a campanha “Todos Somos Macacos”, criada por personalidades como Neymar e Luciano Huck.

“Quero dizer que nenhum de nós somos macacos. Somos iguais, sim, somos gente. Pretos e brancos na luta pela igualdade. Nossa solidariedade a Tinga, a Daniel Alves e a todos aqueles que sofreram discriminação”, afirmou Teixeira. “Todos nós congressistas queremos repudiar toda e qualquer atitude racista em todos os setores, inclusive no esporte.”

À atitude de Teixeira se juntaram outros deputados, como Dr Ubiali (PSB-SP), José Stédile (PSB-RS) e Carlos Zarattini (PT-SP).

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terça-feira, 17 de maio de 2011 1 ano de Poder Online | 17:05

E a polêmica nasceu foi aqui na coluna

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Nesse seu primeiro ano de vida, Poder Online não provocou só a polêmica do livro didádico com erros de português, nem só a das acusações de corrupção desferidas pelo governador do Ceará, Cid Gomes, contra Ministério dos Transportes.

Houve outras encrencas também nascidas aqui. Como aquela história do deputado e ex-governador do Mato Grosso Júlio Campos (DEM), que numa reunião do partido chamou o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), de “moreno escuro”.

Lembra?

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domingo, 3 de abril de 2011 Brasil | 06:04

Caó: “A Justiça tem que condenar Bolsonaro para ver que lei é pra valer”

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Caó: "Agora a coisa pegou"

Há mais de 20 anos, o então deputado Carlos Alberto Caó de Oliveira (PDT-RJ) conseguia aprovar na Assembléia Constituinte a lei estabelecendo o racismo como um crime inafiançável e fazer do texto uma cláusula pétrea da Constituição – o que significa dizer que só pode ser retirada de lá ou alterada por outra Constituinte. Atualmente dirigindo a Ong Igualdade já, sem mandato desde 1990, Caó, 69 anos, acredita que dificilmente o Supremo Tribunal Federal poderá absolver o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) depois de suas declarações racistas e homofóbicas. “Agora a coisa pegou”, diz. Nesta entrevista ao Poder Online, Caó defende: “A Justiça tem que condenar Bolsonaro para ver que lei é pra valer”.

Poder Online – Como analisa o caso Bolsonaro?

Caó – Agora a coisa pegou. Ele ainda está tentando uma defesa, dizendo que não entendeu a pergunta, que não foi bem assim. Mas o racismo ou a homofobia sempre são escamoteados em declarações disfarçadas. O que espanta mais no caso dele é a rudeza. As declarações são escancaradas. Ele não faz questão de dizer que pensa de outra forma, simplesmente porque não pensa assim.

Poder Online – Mais de vinte anos depois, a sua lei pegou?

Caó – O racismo não desapareceu nem vai desaparecer. Mas a lei pegou, sim. Há hoje na sociedade uma consciência de que racismo é um crime. A sociedade passou a ser menos tolerante, a exigir igualdade e a não aceitar a discriminação.  O que faz a lei pegar é a punição.

Poder Online – Mas o deputado Bolsonaro já se livrou de seis processos. Considera que por ter foro privilegiado facilitaria a absolvição já que o Supremo Tribunal Federal nunca condena um político?

Caó – Tem que ter a primeira vez. A Justiça tem que condenar Bolsonaro para ver que a lei é pra valer. Não é letra morta da Constituição. É uma cláusula pétrea! É preciso a condenação para estimular outras pessoas que passam por discriminação a denunciar o crime. É como no caso da violência contra as mulheres. Se houver impunidade, a vítima é que sofre. Mas eu sinto que a sociedade brasileira já não aceita mais isso.

Poder Online – Acredita que seria necessário algum aperfeiçoamento da lei depois de tanto tempo?

Caó – A melhor maneira de aperfeiçoar a lei é aplicá-la. Quanto mais julgamentos, mais casos virem ao conhecimento da sociedade melhor será a aplicação da lei.

Poder Online – O Estado deveria fazer algum tipo de campanha para divulgar a lei, esclarecer e incentivar as pessoas a denunciarem o racismo?

Caó – Sem dúvida isso seria muito importante. Afinal de contas, o racismo historicamente foi um crime de Estado. A escravidão foi um crime e é reconhecido como tal. Se o Estado não esclarecer, estimular a denúncia, será cada vez mais cúmplice e uma parcela da sociedade, uma parcela dos eleitores pode acreditar que votar em políticos com essa visão é aceitável.

Poder Online – Seu último cargo público foi na década de 1990. Pensa em se candidatar de novo?

Caó – Estou pensando, sim. Casos como este me estimulam a voltar.

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