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Posts com a Tag rádio

terça-feira, 10 de abril de 2012 Partidos | 12:01

E Cristóvam parte para a oposição. A quem?

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O PDT de Brasília não integrava a base de apoio ao governo do petista Agnelo Queiroz, mas também não fazia oposição.

Talvez por isso, anteontem o partido decidu oficialmente por uma posição de independência.

No entanto, o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) resolveu partir para  um discurso frontal de ataque ao governo, no horário gratuito da legenda na TV do Distrito Federal que foi ao ar ontem.

Seus marqueteiros só esqueceram de avisá-lo para citar Agnelo Queiroz. Ou a cidade de Brasília.

Do jeito que foi gravado, o discurso de Cristóvam tanto serve para atacar o governador, como à presidenta Dilma Rousseff.

Ou será que não foi por engano?

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Governo | 16:43

Mais uma entrevista de Lula

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Amanhã, às 9h, tem mais uma entrevista coletiva com o presidente Lula. Desta vez para rádios comunitárias.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010 Eleições | 20:00

Deputados do PT festejam conquista de espaço na TV

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Surtiu efeito o protesto, noticiado pelo Poder Online, dos candidatos do PT paulista a deputados federais e estaduais quanto ao fato de terem sido afastados do programa de TV do partido.

O candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, prometeu que abrirá o programa eleitoral à participação dos candidatos ao Legislativo. Até então, no PT, somente Mercadante e a candidata ao Senado, Marta Suplicy, tinham acesso à TV. 

 — Ainda bem que eles resolveram abrir espaço. Não dava para ficar daquele jeito, até porque são os proporcionais que fazem a campanha dos majoritários nos municípios. Além disso, do jeito que estava, quem se beneficiava eram os candidatos a deputados dos partidos aliados, como o Tiririca, por exemplo — festejou o deputado e candidato Carlos Zarattini (PT-SP), um dos revoltosos.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Eleições | 15:20

Teotônio Vilela Filho esconde José Serra no programa de rádio e TV

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Em Alagoas, enquanto os candidatos ao governo Ronaldo Lessa (PDT) e Fernando Collor (PTB) brigam para aparecer como aliados de Lula e Dilma Rousseff, o concorrente deles pelo PSDB, Teotonio Vilela Filho, não está nem aí.

Teo, que já foi presidente nacional do PSDB, até agora não colocou no seu programa de rádio e TV qualquer menção ao candidato do partido à Presidência da República, José Serra.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010 Eleições | 17:14

PT entra com representação contra PSDB por uso do nome de Lula no programa de rádio e TV de Serra

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O PT vai ingressar no TSE com uma representação por desvirtuamento, reclamando do uso do nome de Lula nas peças eleitorais do PSDB vinculadas no radio e na tv. Além de pedir a proibição do uso do nome de Lula, deve pedir que o PSDB seja punido com perda do tempo no horário eleitoral.

Para o PT, as citações de Lula no programa do adversário podem gerar confusão para o eleitor.

Um exemplo é o jingle dizendo que quando “o Lula sair eu quero o Serra lá”. Outro é o que acusa a candidata Dilma Rousseff de se apropriar de conquistas de Lula.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010 Eleições | 13:01

Insegurança jurídica faz mais uma vítima

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O PV de Alagoas saiu da coligação em torno da candidatura de Ronaldo Lessa (PSB) a governador.

Motivo: O PSB tem candidato a presidente, Luiz Inacio Lula da Silva. O PV de Alagoas temia  ficar na coligação e, depois, não  poder contar com a candidata a presidente pela legenda, Marina Silva, em seus programas de rádio e TV.

Vale lembrar: ao responder a uma consulta do PPS, o TSE decidiu que partidos com candidatos a presidente,  caso se coliguem nos estados com partidos de um adversário ao Planalto, não poderão contar com este candidato no seus programas de TV e rádio. Depois o Tribunal decidiu não publicar o acórdão, dando a entender que poderá voltar atrás.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010 Eleições | 08:00

A agenda da insegurança jurídica

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Quer saber o que é a tal da insegurança juridica? Veja só:

O Tribunal Superior Eleitoral deliberou na semana passada pela verticalização da propaganda eleitoral. Ou seja que candidato a presidente só pode aparecer nos programas de radio e TV de seus partidos nos estados em que  estes não estiverem coligados com partidos de adversários na campanha presidencial.

Mas, depois, o tribunal segurou a publicação do acórdão, dando a entender que pode voltar atrás.
E daí?

Daí que hoje é o último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem ao Tribunal Superior Eleitoral, até as 19h, o registro de candidatos a presidente e vice-presidente da República, a governador e vice-governador, a senador e suplentes, a deputado federal e a deputado estadual ou distrital.

Ou seja, os partidos terão até hoje para definir todas suas alianças nacionais e regionais, sem saber qual lei vai valer.
Isto é insegurança jurídica.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010 Eleições | 06:00

Marco Aurélio Mello diz que TSE criou situação de insegurança jurídica no país

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O ministro Marco Aurélio Mello foi voto vencido na resposta do Tribunal Superior Eleitoral à consulta do PPS sobre verticalização da propaganda política. 

 Por 5 votos a 2 os ministros do TSE decidiram, na terça-feira, que candidato a presidente da República e militantes não podem aparecer em programas de rádio e TV dos estados em que seus partidos se coligaram com legendas adversárias na campanha presidencial.

 Marco Aurélio discordou no mérito e discorda até que o TSE esteja respondendo consultas após a realização das convenções partidárias. A confusão criada por esta última decisão mostra isso, tanto que, por sugestão de Marco Aurélio, o presidente do Tribunal decidiu não publicar os acórdãos, dando margem a um recuo após o recesso.

Procurado pelo Poder Online, Marco Aurélio desabafou:

— Todo esse episódio foi muito ruim. Na questão do mérito, porque posições extremadas acabam levando ao desrespeito da lei. Na questão da forma, o Colegiado rompeu com a tradição de não responder a consultas depois de iniciado o processo eleitoral. Com isso, criamos uma situação de grande insegurança jurídica. O pais está em alvoroço por causa destas decisões. É uma loucura! Por mim, nem esperávamos o fim do recesso para rediscutir esses pontos. Eu, por exemplo, ficarei em Brasília até o dia 11.  Se os demais ministros quiserem, estou a postos para uma reunião extraordinária do Tribunal.

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