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Posts com a Tag Raul Jungmann

segunda-feira, 11 de novembro de 2013 Eleições | 06:00

Em pré-campanha presidencial, Soninha faz giro pelo nordeste em busca de apoio interno

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Soninha Francine

Soninha Francine

Soninha Francine (PPS) começou a se mexer mais vigorosamente para viabilizar sua candidatura presidencial dentro do partido.

Leia também: ‘Vou adorar ser candidata a presidente’, diz Soninha

Na última semana, Soninha visitou o Ceará e a Paraíba, estados em que acredita haver uma disposição em lançar candidatura própria.

Como dois diretórios, Paraná e Pernambuco, já anunciaram apoio à tese da candidatura própria e apoiam o nome de Soninha, a pré-candidata agora busca apoio em estados que ainda não se posicionaram.

O apoio de Paraná e Pernambuco é um incentivo importante uma vez que são áreas de influência de dois importantes nomes do PPS, Rubens Bueno, secretário-geral do partido, e do ex-ministro Raul Jungmann, respectivamente.

Soninha aproveitou o giro e aceitou o convite para uma parada no Espírito Santo, mas não pode encontrar-se com o presidente do diretório local que estava em viagem internacional. “Não consegui uma posição dele (quanto à candidatura)”, resumiu ela.

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terça-feira, 15 de outubro de 2013 Eleições | 13:45

Líder do PPS diz que partido deveria lançar Soninha para presidente

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Soninha Francine

Soninha Francine

Embora o PPS se mostre cada vez mais afinado com o tucano Aécio Neves  (PSDB-MG, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR), mantém-se firme no discurso de que a legenda deve ter candidato próprio ao Planalto. E insiste na proposta de lançar Soninha Francine para a vaga.

Ele se justifica dizendo que, esgotados os esforços para trazer José Serra (PSDB) e Marina Silva (PSB), não restou outra alternativa ao PPS além de buscar um nome interno. Segundo ele, Roberto Freire e Raul Jungmann foram citados como possibilidades, mas ambos teriam declinado.

Rubens Bueno afirma que, em reunião da executiva do PPS, na última terça-feira, voltou a defender internamente o nome de Soninha. E ela, diz ele, sinalizou que topa.

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sábado, 30 de junho de 2012 Eleições | 07:01

Jungmann e o tapa na cara das eleições do Recife

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O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PE), chegou a declarar publicamente que o pré-candidato de seu partido a prefeito do Recife, Raul Jungmann, não desistiria de concorrer em função do lançamento do candidato do governador Eduardo Campos (PSB).

O próprio Jungmann também declarou à imprensa local que não desistiria.

Mas o Diretório Municipal do seu partido não quis. Anunciou que o PPS do Recife não terá candidato próprio.

Fez com Jungmann aquilo que o pré-candidato havia dito de viva voz, num filmete recente de campanha, que os políticos costumam fazer:

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terça-feira, 26 de junho de 2012 Eleições | 12:30

PPS não seguirá Jarbas Vasconcelos na aliança com Eduardo Campos

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Presidente nacional do PPS, o deputado Roberto Freire (SP) informa ao Poder Online que seu partido não seguirá o antigo líder das oposições em Pernambuco, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), na aliança com o atual governador, Eduardo Campos, em torno da candidatura do PSB à Prefeitura.

— A tendência do PPS é manter a candidatura de Raul Jungmann a prefeito. Já conversei com o Jungmann e ele também pensa assim. Até já comunicou ao Eduardo Campos sua posição.

Apesar disso, segundo Freire, as oposições em Pernambuco saúdam o distanciamento entre o PSB de Eduardo Campos e o PT.

— Achamos que isto é muito saudável para Pernambuco e, quem sabe, para o Brasil. Parabenizamos o governador pelo afastamento do PT. Num eventual segundo turno, se não for entre o Jungmann e o candidato do PSB, muito provavelmente estaremos juntos.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012 Eleições | 09:01

Jungmann e o tapa na cara do eleitor do Recife

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O PPS começa a veicular hoje seu programa de TV no horário eleitoral gratuito de Pernambuco, centrado no candidato do partido a prefeito do Recife, Raul Jungmann.

O vídeo começa de uma forma, digamos,  bastante traumática:

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Eleições | 07:03

Se lançar Soninha, PPS entrega cargos do governo Kassab

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O ex-deputado Raul Jungmann (Foto: Valter Campanato/ABr)

Se vingar mesmo a candidatura da ex-vereadora Soninha Francine à sucessão do prefeito Gilberto Kassab, o PPS será obrigado a entregar os cargos que ocupa no governo municipal de São Paulo.

Afinal, não há como lançar uma candidatura de oposição estando na prefeitura.

Um dos nomes que sairão perdendo espaço é o do ex-ministro e ex-deputado Raul Jungmann (PPS-PE). Ele ocupa uma cadeira no conselho de administração da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET).

Indicado por Kassab há nove meses, Jungmann recebe R$ 6 mil por cada reunião mensal.

Resta saber o que vai pesar mais na balança do PPS.

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Eleições | 07:02

PSDB vira a mesa e empurra Jungmann para a disputa no Recife

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Aliás, a oposição rachou de vez no Recife e Raul Jungmann deve mesmo sair candidato à sucessão do prefeito João Costa (PT).

O discurso oficial ainda é o da união, batizada por lá de Mesa da Unidade (MDU), entre PMDB, DEM, PPS, PMN e PSDB. Mas, lembre-se, a unidade faliu já em 2010 quando apenas três dos 17 prefeitos do PSDB no estado apoiaram a candidatura de Jarbas Vasconcelos (PMBD) contra a do governador Eduardo Campos (PSB).

O racha este ano ficou evidente quando o PSDB escolheu Bruno Araújo como líder da bancada na Câmara e fortaleceu a candidatura do deputado estadual Daniel Coelho a prefeito, ignorando a MDU.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Partidos | 09:59

PPS discute candidatura própria a presidente, critica a si mesmo e ao PSDB

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Neste final de semana realiza-se o Congresso Nacional do PPS, quando os chamados neocomuinistas devem discutir o lançamento de um candidato próprio  a presidente da República.

O presidente da legenda, deputado Roberto Freire (SP), deve ser reconduzido ao cargo.

Mas a candidatura presidencial que está sendo preparada é a do ex-deputado Raul Jungmann (PE), um pupilo histórico de Freire.

No site do PPS, Jungmann assina um  artigo ( “Hiper-antipetismo dependente não, PPS independente sim!”) que é, na prática, um soco no estômago  do presidente nacional do partido.

Jungmann critica duramente o caminho que Freire fez a legenda trilhar — de oposição radical ao governo Lula e adesismo ao PSDB.

Eis um trecho do artigo que está causando forte polêmica entre os filiados:

Esse caldo e disputa desandaram de vez quando deixamos o governo Lula em 2004, que queria, via Ciro Gomes, nos transformar em barriga de aluguel.

De lá para cá, fomos ficando mais e mais críticos, até que o antipetismo tornou-se a principal raison d’etre da nossa ação política.

Não que nos faltassem motivos, ao contrário.

Lula e o PT descambaram para um despudor nunca visto no uso e acobertamento da corrupção. Aparelharam o Estado até tornarem-no um quase apêndice do petismo. Ameaçaram amordaçar liberdades em nome da impunidade e da ojeriza as críticas.

Destroçaram e cooptaram a oposição. Rasgaram seu programa e roubaram as bandeiras dos seus antecessores. Engoliram ou cooptaram os movimentos, sindicatos e a sociedade civil.

A isto tudo respondemos radicalizando na ação e no discurso, até chegarmos ao “hiper-antipetismo” e dele nos tornarmos dependentes, com graves efeitos colaterais.

O primeiro deles é que  fomos reduzindo nosso interesse por quaisquer outras preocupações e propostas. Deixamos de ter uma agenda própria e global para  concentrar todas as nossas energias em negar, denunciar e combater o mal simbolizado pelo PT e seu demiurgo, Lula.

Assim, passo a passo, descolamos da política e mergulhamos num embate moral, do bem que representávamos, versus o mal personificado no lulopetismo.

Com isso, empobrecemos nosso discurso e prática. Descuidamos de nós mesmos, atados que fomos à nossa némesis.

O segundo dos efeitos negativos é que delegamos aos nossos aliados a construção de um projeto de poder próprio e de como chegar até ele, pois o nosso projeto era, e segue sendo, derrotar o PT. Donde resulta que pouco ou nada temos a anunciar, preocupados em denunciar que estávamos e estamos.

Terceiro,  gradativamente abdicamos de elaborar políticas para o país. Aliás, deixamos  de olhar as transformações positivas pelas quais o Brasil passa. Enquanto nós só vemos o que está errado, a grande maioria da população  percebe  e apóia  o que está dando certo.

Diante dessa “ilusão” que se alastrava pelos campos e cidades, contagiando os ingênuos ou manipulados, apelamos ao milenarismo, passando a avistar o “juízo final” em cada esquina da conjuntura.

Num momento, o fim estava próximo porque  os juros subiam a níveis insustentáveis; mais adiante, porque  o endividamento das famílias ia explodir. Depois, batemos na tecla da crise  global, que faria descer sua espada sobre os maus e os males do reino.

Hoje o mensalão; amanhã o último escândalo e o próximo, já engatilhado. Sem falar do retorno inexorável e descontrolado da inflação…

Trocamos a análise dos fatos e sua penosa interpretação pela paixão.

Nesse andar, tornamo-nos um “partido decente” não por escolha, mas por decantação. Se eles eram indecentes, não nos restava outra alternativa.

Ser decente não é um programa para o país, nem um projeto partidário. Sabemos disso. Mas, como decretamos a morte do comunismo,  que a socialdemocracia está moribunda e sobre o socialismo nada temos a dizer, a “decência” foi preenchendo nosso vazio ideológico.

Fomos também ficando rígidos e isolados, no desconforto de conviver com adversários de ontem, parceiros de hoje.

Noutro nível, falhamos em entender o lulopetismo e dele extrair lições. Em analisar a razão de sua ascenção; as condições de formação do seu bloco de poder de ciclo longo e que ainda não apresenta sinais de entropia –  algo que nos negamos terminantemente a reconhecer.

Em decorrência, sucumbimos também em desenvolver uma política de resistência e convívio de médio e longo prazo com o PT no poder, preparando o partido para essa lenta travessia.

Aferrados à negação deles, tropeçamos  em  (re)construir nossa identidade, abalada desde a passagem do PCB para PPS. Afinal, ser “anti” não basta ou é suficiente para afirmar uma identidade, dado que permanecemos presos e dependentes do outro, nosso oponente.

Nesse sentido, o hiper-antipetismo  é uma prisão, pois nos deixa atados  ao campo do lulopetismo, que detestamos. Psicologicamente, estacionamos  no terreno da contra-dependência, sem nos alçarmos à independência plena, que é essencialmente afirmativa.

Presos à nossa paixão negativa pelo lulopetismo, esquecemos que a  liberdade não passa apenas pela negação de outro, mas pela afirmação de nós mesmos.

Resultado: de 2004 para cá fomos estiolando. Não produzimos nada de envergadura e riqueza comparáveis aos nossos primeiros anos como PPS.

O corolário do hiper-antipetismo dependente, enterrada a 3ª via com Ciro Gomes, tem sido a gravitação em torno do projeto tucano. Estes crescem no desdém por nós, na mesma medida em que diminuímos eleitoralmente.

Nesse cenário, a proposta de candidatura própria a presidente em 2014 representa uma ruptura com a cultura da denúncia, cuja cristalização se dá no hiper-antipetismo. É o retorno a uma política de  afirmação partidária e de anúncio de um novo tempo.

É passar da negação do outro, a sua “morte” (tanatos), para a nossa afirmação e vida (eros). É transitar da prisão e da dependência para a liberdade de se (re)criar.

Isso não implica deixar de ser oposição, de denunciar desvios, abandonar o nosso campo de alianças ou de dar duro combate ao lulopetismo.

Sem qualquer auto glorificação, posso afirmar que poucos o combateram tão dura e persistentemente como fiz . Mas não sou antipetista. Sou pepesista, com orgulho, alegria e confiança.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010 Eleições | 15:33

PPS admite que vai diminuir sua bancada na Câmara de Deputados

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O presidente do PPS e deputado federal Roberto Freire (SP) acredita que a bancada do partido na Câmara dos Deputados vai encolher depois das eleições. Nesta legislatura, a legenda já conta apenas com 23 deputados.

— Se a gente conseguisse repetir o número de deputados que temos hoje, seria uma vitória. Acontece que houve alguns erros. Por exemplo, o Raul Jungmann (PE) pode ter dado um passo errado ao tentar o Senado quando, como deputado federal, talvez estivesse garantido. O Fernando Coruja (líder do partido na Câmara) também tinha grandes chances, mas não saiu candidato.

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