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Posts com a Tag Rede Globo

sexta-feira, 17 de outubro de 2014 Eleições | 17:07

Globo proíbe Dilma de usar reportagem sobre fome no Facebook

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Reportagem do Jornal Nacional de 2002 é usada por campanha de Dilma Rousseff. (Foto: Reprodução/ Youtube)

Reportagem do Jornal Nacional de 2002 é usada por campanha de Dilma Rousseff. (Foto: Reprodução/ Youtube)

A pedido da Rede Globo, o Facebook determinou ontem a retirada de um vídeo publicado pela campanha da presidente Dilma Rousseff, com uma reportagem do Jornal Nacional.

A emissora reivindicou direitos autorais sobre a reportagem, que só poderia ter sido publicada mediante autorização. O vídeo ainda pode ser acessado no site do PT e em outras redes sociais.

A reportagem fazia parte de uma série especial do Jornal Nacional sobre a fome no Brasil, realizada em 2002 – último ano do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Na publicação, a campanha petista exaltava a saída do país do mapa da fome, anunciada pela ONU em setembro.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014 Governo | 18:00

Governo recebe denúncia de racismo contra série ‘Sexo e as negas’

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Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. (Foto: Alan Sampaio/ IG Brasília)

Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. (Foto: Alan Sampaio/ IG Brasília)

A ouvidoria da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial já recebeu três denúncias de racismo por conta da minissérie “Sexo e as negas”, transmitida pela Rede Globo.

Nos últimos dias, diversas organizações do movimento negro e de mulheres iniciaram, na internet, uma campanha de boicote ao programa, que seria uma adaptação de Miguel Falabella para o seriado americano “Sex and the City”.

A Seppir ainda está analisando as queixas, para decidir que providências serão tomadas. Esta não é a primeira vez que denúncias de racismo e machismo na mídia chegam ao governo. Em 2011, uma campanha da cerveja Devassa que dizia “É pelo corpo que se reconhece a verdadeira negra” chegou a ser suspensa após solicitação da Seppir e do Ministério Público ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

 

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segunda-feira, 11 de agosto de 2014 Congresso | 13:45

Abert reforça lobby pela flexibilização da Voz do Brasil

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A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – que representa a Rede Globo, o SBT e a Record, entre outras emissoras privadas – reforçou a campanha para aprovar a flexibilização da transmissão da Voz do Brasil, no Congresso Nacional.

Desta vez, a Abert aproveitou o gancho das mudanças realizadas temporariamente para a Copa do Mundo para tentar convencer os parlamentares de que a flexibilização poderia aumentar a audiência – ao contrário do que movimentos sociais defendiam. A estratégia veio casada com o apoio do Conselho de Comunicação Social ao PL 595/2003 e ao PLS 19/2011, em tramitação na Câmara e no Senado.

Os dados apresentados são de uma pesquisa do Ibope realizada na grande São Paulo, que mostram que a audiência aumentou com a possibilidade de a transmissão ser feita entre 19h e 22h. De acordo com a Abert, porém, a flexibilização só foi realizada por 33,5% das emissoras devido aos altos custos de produção.

Leia também: ‘É inoportuno discutir regulamentação da comunicação nas eleições’, diz presidente da EBC

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domingo, 3 de novembro de 2013 Congresso | 08:00

Mexer com os fundos das teles vai causar polêmica, diz relatora de projetos sobre mídia independente

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Nesta  semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática vai votar o relatório da Subcomissão Especial da Câmara dos Deputados sobre Mídia Alternativa que propões oito medidas para democratizar os meios de comunicação e financiar a mídia independente -em alta desde a onda de protestos pelo país.

A relatora da subcomissão, deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), que trabalha com o relatório há dois anos, afirma que os projetos que criam fundos nacional e estaduais de Comunicação Pública e de reestruturar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) devem causar polêmica e enfrentar resistência não só dos parlamentares quanto também dos meios de comunicação tradicionais.

Deputada Luciana Santos (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

Deputada Luciana Santos (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

O que você constatou no relatório?

Há uma necessidade urgente de modernização do ambiente legal e de uma atuação mais intensa do Poder Executivo para viabilizar economicamente os órgãos de mídia independente. Existem, no Brasil, poucas normas específicas para o controle à concentração de propriedade na mídia. Precisamos regulamentar a Constituição poque há uma concentração grande dos meios de comunicação. Precisa haver uma política do Estado que leve em conta a diversidade, a pluralidade, dos meios existentes e não só os critérios técnicos. O relatório também mostra que a televisão concentra 64,8% do faturamento total dos meios de comunicação. No ano passado, o faturamento total desses meios foi de R$ 16,6 bilhões, sendo que a TV levou mais de R$ 10,8 bilhões. Esse bolo foi majoritariamente distribuído entre as quatro maiores empresas do setor: Globo, Record, SBT e Band. Mas, mesmo entre esses grandes, a distribuição é desigual. A Rede Globo, sozinha, ficou com quase 70% das verbas destinadas à televisão.

Como foi o processo de elaboração do relatório? O que você ouviu de reivindicação do setor?

O mais recorrente é a situação das rádios comunitárias, TVs educativas e micro e pequenas iniciativas, incluindo internet. É preciso um esforço muito grande, em particular das rádios comunitárias, para conseguirem produzir conteúdo e fazer manutenção dos equipamentos. Há necessidade de um financiamento específico para eles e de tratar da distribuição da publicidade, não só governamental. A legislação atual estimula a concentração de faturamento em poucos veículos, ao distribuir as verbas oficiais de publicidade. Nós levantamos dados da Secretaria de Comunicação da Presidência da República que mostram que, em abril deste ano, a televisão recebeu aproximadamente 62% das verbas federais de publicidade. E a Rede Globo, mais uma vez, é a principal beneficiada. Em 2012, a empresa recebeu 43% do total de verbas destinadas para televisão.

O que o relatório propõe para resolver isso?

Em primeiro lugar, permitir que as rádios comunitárias e TVs educativas possam receber publicidade, seja ela pública, seja privada, como uma maneira de se sustentar, o que hoje é proibido. Propomos um projeto de lei que permite a inserção de anúncios publicitários na programação dessas emissoras em até 20% do tempo diário. A outra medida obriga o investimento de, no mínimo, 20% das verbas destinadas à publicidade dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário federais em emissoras comunitárias, educativas e de veículos de comunicação caracterizados como microempresa, empresa de pequeno porte ou empresa individual de responsabilidade limitada.

Como você acha que vai ser a recepção dessas propostas?

Acho que os projetos para permitir publicidade em rádios comunitárias e de obrigatoriedade de verbas destinadas à publicidade dos três poderes serem aplicadas nessas emissoras serão bem aceitas. O problema é mexer com os fundos. Temos um projeto de lei que transforma o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) em Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações e de Radiodifusão, democratizar o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), e um que cria uma Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) destinada à mídia alternativa. Mexer com esses fundos vai causar polêmica, vai mexer com os grandes meios de comunicação, isso vai causar polêmica e vai ter resistência.

 

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Copa 2014 | 14:21

Fifa bate o martelo sobre as 12 festas oficiais da Copa 2014

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A Fifa define amanhã, em seminário no Recife, os locais de realização das Fans Fests na Copa do Mundo de 2014. Cada uma das 12 cidades-sede é obrigada a ceder um espaço público para a realização de festas oficiais da Fifa. Além da exibição dos 64 jogos do Mundial em telões de alta definição, a Fan Fest – que é gratuita – promove grandes shows e atrações culturais.

Para escolher os 12 palcos, a Fifa e o Comitê Organizador Local da Copa inspecionaram mais de 35 locações indicadas pelas cidades-sede.

Os relatórios técnicos de inspeção foram feitos em conjunto com a Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão do Mundial de 2014. Das exigências impostas pela Fifa, duas receberam mais atenção durente as inspeções: acesso facilitado dos torcedores a Fan Fest por meio de transporte de massa e condições privilegiadas para a TV.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 Brasil | 06:08

Euclydes Marinho: “Política é um assunto sensível”

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O ator Domingos Montagner como deputado Paulo Ventura em 'O Brado Retumbante' (Foto: TV Globo / Estevam Avellar)

O deputado Paulo Ventura (vivido pelo ator Domingos Montagner) foi eleito por acidente presidente da Câmara dos Deputados. E com a morte do presidente e do vice em acidente de helicóptero, assumirá a Presidência da República.

Nos bastidores do poder, encontrará falcatruas e ameaças. Concentrará toda a sua energia no combate à corrupção e provocará, então, demissões em série de ministros. Inevitavelmente, conquistará uma série de inimigos.

Este é o roteiro da minissérie O Brado Retumbante, que estreia na Rede Globo, no dia 17.

Mas apesar da semelhança com os recentes fatos da política brasileira, não foram criados “personagens e tramas que tivessem uma ligação direta com o cenário político brasileiro”. É o que afirma o autor Euclydes Marinho, nesta entrevista, concedida por email, ao Poder Online.

Poder Online – Há elementos da realidade política atual na minissérie?

Euclydes Marinho – A série foi escrita antes da posse de Dilma. E a história é construída com elementos que podemos encontrar em qualquer república. É natural que uma ficção que fala sobre política guarde semelhanças e diferenças em relação ao cenário atual, afinal vivemos em uma democracia, um dos focos da minissérie.

Poder Online – Houve a preocupação em evitar comparações com a política brasileira?

Euclydes Marinho – Houve. Mesmo sendo uma ficção, tivemos o cuidado de não criar personagens e tramas que tivessem uma ligação direta com o cenário político brasileiro.  A minissérie se passa em um Brasil paralelo e o nosso presidente foi construído com ingredientes dramatúrgicos, não políticos.

Poder Online – Como o telespectador não enxergará mensagens nem referências aos políticos brasileiros?

Euclydes Marinho – Assim como qualquer outra obra autoral,  a produção de uma historia como O Brado Retumbante segue a lógica da construção dos personagens, cada qual com seus dramas e suas trajetórias. É claro que política é um assunto sensível. Mas a minissérie vai além disso, mostra o entorno pessoal, o bastidor, cujo universo pertence a um personagem que não existe na vida real, é fictício. Então basta deixar a imaginação e o talento nos guiarem.

Poder Online – Há notícias de que você se reuniu com alguns jornalistas políticos. Quem você ouviu? Quais foram as suas fontes de informação?

Euclydes Marinho – Encontramos com dois jornalistas amigos depois dos episódios escritos. Nenhum serviu de fonte de informação.

Poder Online – Em quais histórias a trajetória do deputado Paulo Ventura foi inspirada?

Euclydes Marinho – Das histórias da cabeça do autor e seus co-autores. E cabeça de autor é um misto de imaginação, memórias, vivências e neuroses.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Social | 16:02

PT e Rede Globo

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O presidente do PT, Rui Falcão, almoçou hoje com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, no Rio de Janeiro.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Copa 2014 | 15:06

Lula garante a Record isonomia com a Globo

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Em recente conversa no Instituto Lula com o presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, o ex-presidente da República garantiu isonomia entre a emissora e a concorrente Rede Globo.

Pelo menos no que depender dele em seus contatos internacionais para atrair investimentos para a Copa 2014.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 Brasil | 06:06

O trustee de dona Lily Marinho

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Lily de Carvalho Marinho

Chama-se Luís Otávio da Motta Veiga o nome mais apontado pelas grandes bancas de advogados do país como o mais provável trustee do patrimônio de dona Lily de Carvalho Marinho.

Como se sabe, dona Lily fez o contrato de trust há três anos. É aquele tipo de contrato que protege a gestão do patrimônio da interferência dos herdeiros. O filho adotivo, João Batista, ficou com o direito a uma mesada, assim como os netos, sem nenhum direito ao destino da herança. Desde então, o nome do trustee (o responsável pela administração da fortuna) é mantido em segredo.

Motta Veiga, ex-presidente da Petrobras e da Comissão de Valores Mobiliários, é amigo dos filhos do jornalista Roberto Marinho, segundo marido de dona Lily.

Ouvida pela Poder Online, a comunicação da Rede Globo informou que cuida exclusivamente de assuntos institucionais da emissora sem domínio sobre os assuntos pessoais dos acionistas e assemelhados.

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010 Brasil | 07:06

O casamento de César Tralli e Flávia Freire

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Tralli e Flávia

Um dos repórteres mais poderosos da Rede Globo, César Tralli, e a moça do tempo Flávia Freire estão convidando os amigos para o casório no ano que vem.

A cerimônia será numa igreja anglicana, rezada pelo reverendo Aldo Quintão.

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