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Posts com a Tag reeleição

terça-feira, 30 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 14:22

Lula é contra fim da reeleição e aumento de mandato de chefe do Executivo

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Os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert / PR

Os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert / PR

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ser contra o fim da releição, medida aprovada pela Câmara, e única proposta da reforma política colocada em votação pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deverá ser confirmada no Senado.

Lula citou os Estados Unidos e vários outros países democráticos desenvolvidos que adotam a reeleição, em café da manhã com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O ex-presidente também disse que é contra aumentar o mandato do chefe do executivo para cinco anos.

Ao argumentar, o ex-presidente fez um alerta aos peemedebistas, lembrando os tempos de Fernando Henrique Cardoso e disse que qualquer governante, que chegar  ao fim do mandato com uma aprovação razoável, deverá aprovar de novo a reeleição e acabar ficando 10 ou 12 anos no poder.

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domingo, 14 de setembro de 2014 Política | 08:00

‘Velhos políticos estão ocupando todos os espaços’, diz líder de movimento contra reeleição

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À frente de um movimento para acabar com a reeleição, o jurista Luiz Flávio Gomes, presidente do Instituto Avante Brasil, defende que a adoção de um mandato único para cargos eletivos deveria ser abordada fora do âmbito de uma reforma política.

De acordo com ele, o fim da reeleição deve ser visto como o primeiro passo para “restabelecer a dignidade e legitimidade dos políticos”. O objetivo do movimento, diz o jurista, é evitar que políticos “como José Sarney (PMDB-AP), Paulo Maluf (PP-SP), Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PMDB-AL) continuem ali para sempre”.

“Temos de dar chance para novas lideranças jovens, que querem trabalhar, mas não têm espaço, porque os velhos políticos estão ocupando todos os espaços”, afirma. Confira os principais trechos da entrevista ao Poder Online:

O jurista Luiz Flávio Gomes, do movimento pelo fim da reeleição. (Foto: Divulgação)

O jurista Luiz Flávio Gomes, do movimento pelo fim da reeleição. (Foto: Divulgação)

O senhor tem andado pelo Brasil, a convite de diversas instituições, para divulgar o movimento “Fim do Político Profissional”, que defende o fim da reeleição. Como ele surgiu?
Luiz Flávio Gomes: O movimento nasceu em virtude da indignação do brasileiro com a situação política do país. De acordo com o Ibope, para o povo brasileiro 81% dos políticos são corruptos ou muito corruptos. Nossa conclusão é de que precisamos urgentemente de de uma reforma política, para mudar várias questões. Uma delas, que achamos sumamente importante, é o fim da reeleição. Eu tenho viajado para fazer palestras como professor, e abro espaço, na minha fala, para a ideia. Não temos vínculo com nenhum partido ou ideologia. É uma tese neutra, pelo fim da reeleição.

Por que defender o fim da reeleição?
Porque se um político não pode ser reeleito, ele não pode ser um político profissional, que abandona sua profissão de origem para viver só da política. A política é corrupta, se o político ali permanece, ele vai ser contaminado. Além disso, precisamos de uma renovação contínua. Hoje os financiadores preferem pagar para as caras mais conhecidas. Temos de dar chance para novas lideranças jovens, que querem trabalhar, mas não têm espaço, porque os velhos políticos estão ocupando todos os espaços.

Mas isso não poderia levar à condução de “laranjas” ao poder, permitindo que os tradicionais políticos continuassem à frente das principais decisões? 
É inevitável, na democracia, que haja eleições contínuas. Mas nosso objetivo é evitar que pessoas como José Sarney (PMDB-AP), Paulo Maluf (PP-SP), Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PMDB-AL) continuem ali para sempre. Se os novos eleitos forem do mesmo partido, ok. Mas é preciso dar chance a novas lideranças.

Por que priorizar a pauta da reeleição diante de tantas outras questões que envolvem a reforma política?
A reforma política vai cuidar de muitos assuntos, como financiamento de campanha, reestruturação dos partidos, voto distrital ou em lista, se o partido indicará uma lista ou candidato irá independente. Há muita coisa a se discutir, mas o fim da reeleição tem que ser a primeira reforma para restabelecer a dignidade e legitimidade dos políticos.

Um argumento contra o fim da reeleição é que isso poderia impedir a continuidade e a conclusão de programas iniciados durante um determinado governo.
Nós temos que buscar um consenso com relação a algumas coisas, ainda. Por exemplo, poderíamos aumentar os mandatos de todos os cargos eleitos para cinco anos. Além disso, precisamos definir quanto tempo esse político deverá se ausentar – um, dois, três mandatos? A questão não é só reeleição. Nós aprovamos a Lei da Ficha Limpa, mas temos fichas-suja com diversos recursos na justiça para continuar. Ou seja, a Ficha Limpa foi passo importante, mas uma solução maior é a não reeleição.

O senhor citou a pesquisa do Ibope, em que a maioria dos políticos é vista como corrupta. Mas e os “honestos”, não acabariam sendo prejudicados com essa mudança?
Há muita gente boa também, que pensa no interesse público. Esse político não pode ser dispensado, jogado fora. Deve continuar como um político orgânico, atuando no partido e influenciando nas decisões públicas.

Nestas eleições, a presidenciável Marina Silva (PSB) tem defendido publicamente o fim da reeleição. Como vocês enxergam essas declarações?
Achamos que foi um ponto positivo. Inicialmente, ela declarou que não iria à reeleição e depois seu programa de governo incorporou essa questão. Esse posicionamento veio no sentido do que se pretende nosso movimento. Vejo esse ponto, especialmente, como uma demonstração da nova política. A Nova República já venceu sua etapa, se esgotou, é corrupta e o povo está insatisfeito. A Nova República está morta. Temos de criar a Novíssima República, a partir de uma nova politica, com novos princípios e dignidade.

Como a campanha está se articulando?
Nosso objetivo é construir uma pressão democrática sobre o congresso, para que seja aprovada uma emenda à Constituição Federal pelo fim da reeleição. Se não existe um movimento forte, o político não muda nada, porque para ele não interessam mudanças, ele já está comodo na posição dele. Precisa de pressão popular. Então, nós trabalhamos com duas frentes de articulação. A primeira, junto às bases, onde estamos colhendo assinaturas ao site do nosso movimento. Além disso, atuamos junto às instituições que fazem campanha pelas eleições limpas, como OAB, CNBB e diversas outras entidades. É um movimento de base, mas também tem que ser um movimento de cima, senão não tem força.

O juiz Marlon Reis, um dos principais articuladores para a aprovação da Lei da Ficha Limpa, já declarou apoio ao movimento pelo fim da reeleição. Vocês pensaram em estratégias futuras?
Haverá um encontro das entidades que estão lutando para eleições limpas e eu vou para agregar um ponto mais, somar energia ao pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

O senhor participou do plebiscito popular pela reforma política?
Acompanhei, assinei e votei pelo plebiscito. Porém, há alguns problemas nisso daí. Se eu faço um plebiscito pela realização de uma Assembleia Constituinte, qualquer pessoa pode concorrer. Será que os escolhidos seriam diferentes dos políticos atuais? Eles iriam para sustentar o que sempre sustentaram. Eu preferia que os próprios políticos realizassem essa mudança, no Congresso, mas a resistência deles é muito grande. Mas, no caso da Ficha Limpa, nós também não achamos que eles fossem votar. Até que no final a pressão popular foi mais forte.

Então o senhor defende que a reforma política seja realizada por meio de um plebiscito e não por uma assembleia constituinte?
plebiscito é caminho mais rápido e mais seguro do que a Constituinte. É claro que tudo tem um risco enorme de manipulação, como vimos no plebiscito da arma de fogo. Houve de fato manipulação midiática e eles conseguiram o que queriam. Porém, há uma grande diferença entre um plebiscito e uma Constituinte. Na Constituinte, se o parlamentar ou representante eleito foi comprado, não tem jeito. Já no plebiscito, as pessoas podem até ser manipuladas, mas são livres para fazer suas escolhas e podem surpreender. Deixa o povo decidir.

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 Partidos | 17:09

PSB contra a reeleição

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A propósito. Na reunião da sua Executiva Nacional, o PSB discutiu e reforma política e deliberou que o partido é contrário à reeleição.

Vale lembrar que o reeleito governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que é presidente nacional do PSB, é cotadíssimo dentro do partido como candidato à Presidência da República em 2014.

Mas, se a presidenta Dilma Rousseff for candidata à reeleição, o PSB teria que romper com o governo para lançar Eduardo Campos.  E a vaga de vice na chapa de Dilma já está ocupada pelo PMDB.

Daí porque o partido é contra a reeleição.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 Governo | 16:18

Dilma Rousseff: “Se daqui a quatro anos eu for reeleita”

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Em discurso na sessão de votação do salário mínimo ontem no Senado, Paulo Paim (PT-RS) cometeu uma inconfidência que passou desperecebida.

Ele fez um relato do encontro que teve pouco antes com a presidenta da República, e deixou escapar que, pela primeira vez, Dilma Rousseff admitiu a possibilidade de disputar a reeleição.

Duvida? Veja só:

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quinta-feira, 22 de julho de 2010 Eleições | 13:01

O peso da tradição gaúcha

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Contra o otimismo do PSDB conta a pouca disposição dos eleitores gaúchos de reelegerem seus governantes.

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terça-feira, 8 de junho de 2010 Eleições | 08:04

Tuma é candidato à reeleição

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Nem mesmo a saída de seu filho do Ministério da Justiça abalou a confiança do senador Romeu Tuma (PTB-SP).

Ele será mesmo candidato à reeleição. Tuma conseguiu convencer o partido porque o PTB precisa dar força ao número 14, já que não está coligado na chapa liderada pelo PSDB na disputa para a Câmara dos Deputados.

Tuma sairá como candidato independente.

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