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Posts com a Tag reforma ministerial

quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 15:18

Para Delcídio, governo tem que tratar “devagarinho” questão dos vetos

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Delcídio Amaral

Delcídio Amaral

Depois da terceira tentativa frustrada de realizar a sessão do Congresso para apreciar os vetos da presidente Dilma Rousseff, o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que o governo não deve ter pressa para a votação.

O senador defendeu uma postura de humildade e a necessidade de avaliar as “consequências” da reforma ministerial feita pela presidente no início da semana.

O senador recomendou ao governo a música de Martinho da Vila como lema para tentar reunir a base e saiu cantarolando: “É devagar, é devagar, é devagar, devagarinho”.

Os problemas oriundos da reforma, na verdade, referem-se a fome do PMDB por cargos, apesar de terem sido contemplados com sete pastas, e a de outros partidos da aliança que passaram também a exigir do governo os ministérios de porteira fechada, ou seja, com todos os postos sob indicação do titular da pasta.

Os aliados não querem petistas nas secretarias executivas, por exemplos, de pastas controladas pelos demais partidos da coligação.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 16:17

Rebeldes do PMDB reúnem um terço da bancada na Câmara

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

Os deputados mais críticos ao governo lançaram um manifesto nesta tarde na Câmara dos Deputados contra as indicações feitas pelo partido para as pastas oferecidas pela Presidente Dilma Rousseff na reforma ministerial. Dos 66 deputados da legenda, 22 compareceram e assinaram o documento, um número bem inferior à bancada que no primeiro mandato da presidente impôs uma série de constrangimentos ao governo.

O protesto foi puxado por deputados como Lúcio Vieira Lima (BA), Darcísio Perondi (RS) e Osmar Terra (RS) e teve como alvo o líder do bancada peemedebista, Leonardo Picciani (RJ), que recentemente passou a ser um interlocutor assíduo do Planalto.

No governo, a avaliação é de que estratégia de oferecer cargos ao PMDB funcionou. No entanto, resta saber se será suficiente para barrar as investidas de impeachment contra a presidente.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 00:50

Dilma ofereceu Ciência e Tecnologia para resgatar PSB

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Na tentativa de resgatar o PSB para sua base, a presidente Dilma Rousseff mandou emissários ao partido e ofereceu o Ministério de Ciência e Tecnologia.

A pasta já foi comandada pelo principal ícone do partido, Eduardo Campos, morto em plena campanha presidencial, no ano passado, em um desastre de avião.

Entre os socialistas, os três governadores, Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE), apoiam a volta do PSB para a base de sustentação do governo.

Pelo menos 18, dos 32 deputados também querem o retorno para a base e o abandono da tese de “independência” sustentada pela atual direção do partido.

Os socialistas, no entanto, não responderam ao convite da presidente durante o encontro que ela teve, na quarta-feira, com os três governadores. O comando do partido, nas mãos hoje de Carlos Siqueira, não aceita se aliar novamente ao governo.

diante disso, a pasta de Ciência e Tecnologia poderá ficar mesmo com o PMDB. O indicado para ela é o deputado Celso Pansera.

O atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, deverá se mudar para a pasta da Defesa, para substituir o ministro Jaques Wagner, que está de mudança para a Casa Civil.

O PSB rompeu com o governo em abril de 2013, quando o partido decidiu lançar o nome de Eduardo Campos na corrida presidencial do ano passado. No segundo turno, o PSB se colocou contrário à Dilma, embarcando na campanha tucana.

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terça-feira, 29 de setembro de 2015 Governo | 20:09

Chioro reclamou com Dilma de ser demitido “pela imprensa”

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Ministro da Saúde, Arthur Chioro. (Crédito: Agência Brasil)

Ministro da Saúde, Arthur Chioro. (Agência Brasil)

O Palácio do Planalto confirmou nesta terça-feira (29), a demissão do ministro da Saúde, Arthur Chioro, que havia sido comunicado pela presidente, em reunião na semana passada, no Palácio da Alvorada.

Ao comunicar ao ministro demissionário sua intenção de passar a pasta para o PMDB, Dilma acabou ouvindo do ministro sua contrariedade com a forma que foi informado: “pela imprensa”.

O ministro ainda se disse bastante chateado com a divulgação da lista de indicados para o substituí-lo na pasta, apresentada pelo PMDB, a pedido de Dilma, antes de comunicá-lo sobre a saída.

De acordo com pessoas presentes à reunião, apesar de chateado, o ministro garantiu a presidente que não atrapalharia os planos dela de agradar o PMDB.

De acordo com o Palácio do Planalto, o telefonema de Dilma para Chioro, feito nesta terça-feira, apenas oficializou o comunicado. No entanto, ele deve ser oficialmente exonerado do cargo na próxima quinta-feira, quando a presidente anunciar a reforma.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 10:10

Ministros demissionários resistem ao comando de Rossetto para novo ministério

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Miguel Rossetto. (Foto: Agência Brasil)

Miguel Rossetto. (Foto: Agência Brasil)

O clima de tensão da conversa entre a presidente Dilma Rousseff com os ministros das secretarias de Mulheres, Eleonora Menicucci; da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, e do Direitos Humanos, Pepe Vargas, foi agravado ainda mais pela exigência dos petistas de que o novo ministério a ser criado, seja, pelo menos, comandado por uma mulher.

A exigência foi colocada durante a reunião, no Palácio da Alvorada, da qual também estava presente, o atual ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, cotado para comandar o Ministério da Cidadania, que será resultado da fusão das três pastas.

A ideia partiu da ministra Eleonora e foi apoiada por Nilma e por Pepe. Dilma não disse nem sim, nem não, mas recuou da ideia de apresentar Rossetto como titular da pasta durante a reunião.

O nome de Rossetto já enfrenta resistências dos principais grupos parceiros das políticas afirmativas desenvolvidas pelo governo: feministas e integrantes do movimento negro, que esperam desdobramentos da reclamação. A avaliação é de que ele não teria sensibilidade para questões complexas envolvendo a discriminação de grupos não hegemônicos, além da perda de toda simbologia adotada pelos governos petistas de empoderamento desses grupos sociais.

Entre críticas à postura da presidente, os três ministros ainda reclamaram do nome escolhido para a nova pasta. Ministério da Cidadania inclui, na opinião de integrantes dos movimentos sociais, conceitos chamados “de direita”, excludentes da população muitas vezes marginalizada.

A sugestão dada à Dilma é de que ela mantenha dos nomes das pastas, consideradas conquistas simbólicas do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desta forma, a pasta se chamaria Ministério dos Direitos Humanos, Igualdade Racial e Políticas para Mulheres.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Governo, Política | 12:00

Reforma ministerial só será anunciada após retorno dos Estados Unidos

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff só deverá anunciar a reforma ministerial depois que voltar da viagem que fará aos Estados Unidos, a partir deste fim de semana.

Dilma decidiu adiar o anúncio, seguindo os conselhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de avaliar que não havia conversado o suficiente, nem com partidos aliados, como o PMDB, nem com representantes de movimentos sociais que podem ter as expectativas frustradas em relação a fusão de pastas consideradas simbólicas, como as de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Mulheres.

Até o embarque, que pode ocorrer na noite desta quinta-feira (24) ou até mesmo na sexta-feira, Dilma se dedicará aos diálogos.

Neste momento, a presidente se reúne no Palácio da Alvorada com o vice-presidente Michel Temer e ministros como Miguel Rossetto (Secretaria Geral), Kátia Abreu (Agricultura), Giles Azevedo (Gabinete), Eleonora Minecucci (Mulheres), além de Ricardo Berzoini (Comunicações), responsável pela articulação política do governo.

A presidente viaja para Nova Iorque, onde fará a abertura dos debates da 7ª Sessão da Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28).

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Política | 14:48

PT paulista resiste em abrir mão dos Correios para acomodar Ideli Salvatti

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A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Um dos motivos que empacam as negociações para acomodar a ministra Ideli Salvatti no comando dos Correios, com a indicação de Pepe Vargas para a Secretaria de Direitos Humanos, é a resistência do PT paulista.

A ala paulista do partido da presidente Dilma Rousseff foi quem indicou o atual presidente da estatal, Wagner Pinheiro de Oliveira.

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terça-feira, 7 de abril de 2015 Governo | 10:39

Dilma chama Eliseu Padilha para conversa no Planalto

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Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

A presidente Dilma Rousseff chamou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, para uma conversa no Palácio do Planalto. A reunião está prevista para ocorrer ainda nesta manhã.

Após vazar ontem a notícia de que ela convidou o peemedebista para assumir a Secretaria de Relações Institucionais, o PMDB afirmou nesta terça que Padilha já decidiu que vai recusar o convite.

Mas Dilma vai insistir na proposta. Deve aceitar negociar termos que agradem a todos os setores do PMDB. A unidade do partido em torno da indicação foi uma das condições colocadas por Padilha para aceitar o convite.  Por isso, a avaliação do governo, neste momento, é de que buscar uma receita para agradar a outras alas do partido, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pode ser a receita para viabilizar a indicação.

No PT e na Secretaria de Relações Institucionais, o clima é de constrangimento, pelo fato de o convite ter vindo a público pela imprensa, desgastando ainda mais o atual ministro da pasta, Pepe Vargas. Entre petistas, a avaliação é de que é imprescindível Padilha aceitar o convite. Até para não tornar as condições ainda mais complicadas na relação entre o governo e o PMDB no Congresso. Aliados de Pepe dizem que sua permanência na pasta agora se torna insustentável, não ser que Dilma lhe dê muito mais poder, o que não vai acontecer.

Leia também: Pepe já esperava troca, mas foi pego de surpresa pela confirmação do convite a Padilha

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Governo | 22:09

Pepe já esperava deixar articulação, mas foi pego no susto por confirmação do convite a Padilha

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, já esperava havia semanas pela notícia de que deveria deixar a pasta, mas a confirmação do convite feito pela presidente Dilma Rousseff ao peemedebista Eliseu Padilha veio no susto. Surpreendeu também alguns integrantes do PT ligados ao atual titular da articulação política, que dispararam sucessivos telefonemas para confirmar a troca depois de saberem da mudança pela imprensa.

Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

Desde antes da cerimônia de posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a notícia de que Dilma ainda pretendia mexer na articulação já circulava no Planalto, como informou mais cedo o Poder Online. Mais tarde,  o jornal Folha de S. Paulo noticiou que o convite teria ocorrido logo após a cerimônia de posse do novo titular do MEC e teria sido presenciada pelo vice-presidente Michel Temer.

O fato de a notícia ter vazado antes de um acordo ter sido formalmente amarrado gerou muito incômodo na SRI e no PT – embora vários integrantes do partido tenham participado ativamente das negociações, que tiveram como maior patrocinador o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliados de Pepe consideraram o vazamento da notícia um “constrangimento desnecessário”. Avaliaram ainda que pegou mal para o PT como um todo, já que o partido levou mais um desfalque na Esplanada.

Lula passou várias semanas insistindo na necessidade de trocar o comando da articulação. Chegou a defender uma mudança ainda mais profunda: trocar também o comando da Casa Civil, hoje liderada por Aloizio Mercadante. A ideia de ter um peemedebista na articulação também tem apoio de vários ministros que integram o círculo próximo à presidente Dilma Rousseff. Eles defendem que só assim será possível acalmar os ânimos do PMDB no Congresso.

Entenda: Governo estuda ‘desidratar’ Mercadante e entregar articulação ao PMDB

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segunda-feira, 30 de março de 2015 Governo | 07:00

Petistas voltam a se queixar da ‘paulistização’ do ministério

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A indicação de Edinho Silva para a Secretaria de Comunicação Social do governo voltou a alimentar a gritaria em setores do partido contra a “paulistização” da cota do PT no ministério da presidente Dilma Rousseff.

Além de Edinho, são ligados ao PT de São Paulo vários ministros de Dilma, entre eles Aloizio Mercadante (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Comunicações), Arthur Chioro (Saúde) e Luís Inácio Adams (AGU).

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