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Posts com a Tag reforma ministerial

sexta-feira, 27 de março de 2015 Governo | 17:50

Com boa relação com Dilma, Edinho Silva põe PT de Lula no centro da comunicação do governo

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Ao indicar o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, a presidente Dilma Rousseff atendeu diretamente a uma demanda do PT e ampliou o espaço do partido no Palácio do Planalto. Prevaleceu na escolha a ideia de devolver o perfil político à pasta, defendida há tempos pelo partido. Mais do que isso, a nomeação coloca no centro da política de comunicação do governo o PT mais ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mesmo tempo assegura que o interlocutor seja uma pessoa tenha boa relação de Dilma.

Relembre: ‘Fazer denúncia é fácil. É preciso provar’, diz Edinho Silva

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

Ex-prefeito de Araraquara e ex-deputado estadual por São Paulo, Edinho é próximo de Lula e traçou seu caminho dentro do PT sempre ligado a nomes da confiança do ex-presidente. Tem uma relação antiga, por exemplo, com o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho. No passado, teve apoio interno de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci para crescer dentro da estrutura partidária.

Edinho é integrante da corrente petista Construindo um Novo Brasil, a mesma de Lula. Foi presidente do diretório paulista do partido com endosso direto do ex-presidente. Mas, nos últimos anos, conseguiu estabelecer uma boa relação com Dilma. Sua ligação com a presidente, entretanto, é bem mais recente. Ela se intensificou durante a última eleição, quando Edinho comandou as finanças da campanha à reeleição.

A indicação de Edinho pegou de surpresa até mesmo alguns integrantes do PT, que davam a alternativa como descartada.  Desde o fim da campanha, havia a expectativa de que Dilma encontrasse uma posição no governo para acomodar o ex-tesoureiro, que ficou sem mandato ao desistir de uma candidatura a deputado. Ele chegou a ser citado como opção para a própria Secom na virada para o segundo mandato, mas Dilma acabou optando por manter Traumann no posto.

Nas últimas semanas, tanto Dilma quanto Lula acompanharam de perto a busca por nomes para preencher a Secom. Cogitaram diversos jornalistas, em busca de um nome que pudesse apresentar um perfil semelhante ao que tinha o ex-ministro Franklin Martins. Insatisfeitos com o balanço da busca, acabaram se rendendo à tese defendida por alguns ministros de que o melhor era pensar numa indicação como a que colocou Luiz Gushiken no comando da Secom, durante o governo Lula.

Leia também: Em negociação para a Secom, governo fala em evitar atritos com a imprensa

Dentro desse modelo político para a pasta, a opção que circulava até ontem era o do deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Aqui, entretanto, pesou a lógica interna do PT. Molon pertence à corrente Mensagem ao Partido, que é bem menos representativa no diretório nacional petista do que a CNB.  A ala majoritária se opôs imediatamente a essa alternativa, sob o argumento de que a Mensagem, que atua em conjunto com outro grupo, a Democracia Socialista, já tem três outros ministros na Esplanada: José Eduardo Cardozo (Justiça), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) e Pepe Vargas (Relações Institucionais).

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quinta-feira, 26 de março de 2015 Governo | 17:38

Na negociação para a Secom, governo fala em evitar atritos com a imprensa

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Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Nas conversas para preencher a vaga deixada em aberto com a saída do ministro da Comunicação Social, Thomas Traumann, auxiliares da presidente têm repetido à exaustão uma frase: não é hora de ter atritos com a imprensa.

Daí a demora da presidente em escolher exatamente qual será o perfil do novo ministro. Uma ala defende que seja um jornalista com nome bem consolidado na imprensa, outra defende um político para o posto.

Seja qual for a decisão final, a presidente Dilma Rousseff tem indicado que espera um perfil conciliador para o novo ministro.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Governo | 16:00

Dilma deve resolver ministério até o começo da semana

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Uma parte das indicações deve sair até sexta-feira, mas dificilmente passará do começo da semana que vem a definição das trocas que Dilma fará no ministério.

Ao menos esta é a expectativa que circula entre ministros que integram o núcleo central do governo. MEC, Turismo e Secom podem abrir as nomeações.

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Governo | 15:55

Alas do PT e do governo insistem em escolha de um político para a Secom

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Setores do PT e do governo ainda fazem um esforço de última hora para tentar convencer a presidente Dilma Rousseff a indicar um político para a Secretaria de Comunicação Social do governo. Principalmente se a pasta mantiver as verbas de publicidade que administra atualmente.

Os defensores dessa tese relembram os tempos em que a Secom era comandada por Luiz Gushiken, no governo. Se a dúvida perisistir, afirmam, Dilma pode optar por deixar um interino no comando da secretaria, em substituição a Thomas Traumann.

 

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Governo | 15:00

Todos querem distância da articulação política de Dilma

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Não é de hoje que o governo custa a encontrar candidatos a ministro de Relações Institucionais, mas a coisa parece ter chegado ao auge nas últimas semanas.

Depois de Ricardo Berzoini (PT-SP) pedir para mudar para as Comunicações e de Jaques Wagner ter corrido da proposta para substitui-lo há alguns meses, os peemedebistas cotados para a vaga fizeram chegar à cúpula do partido que também querem distância da cadeira.

Tanto Henrique Eduardo Alves (RN) quanto Eliseu Padilha (RS) sinalizaram nesse sentido à cúpula do PMDB. Isso, é claro, considerando que Aloizio Mercadante continua no comando da Casa Civil. O PMDB não esconde que, se Jaques Wagner fosse ministro da Casa Civil, aí tudo seria diferente.

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sábado, 21 de março de 2015 Governo | 08:00

Com a cara de quem virão os novos ministros

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Muito da expectativa de petistas sobre as trocas que serão feitas no ministério tem menos a ver com os escolhidos e mais com a indicação.

A ansiedade é para ver se os novos ministros vão nascer com cara de Lula ou com cara de Dilma.

A torcida entre 99% dos petistas é para que prevaleça a primeira opção.

 

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quinta-feira, 19 de março de 2015 Congresso | 19:39

PMDB vê ‘simbolismo’ em ter Eduardo Cunha como autor da PEC dos 20 ministérios

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

O PMDB alardeia por todos os lados que o autor da proposta de emenda à Constituição que prevê a redução do número de ministérios para 20 é de autoria do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Quer aproveitar ao máximo o “simbolismo” da coisa.

O texto está pautado para ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) na próxima terça-feira, em mais uma alfinetada do PMDB no Planalto.

Tales Faria: PMDB proporá redução de ministérios. É o troco pela paralisia de Dilma

 

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Governo | 15:25

PT agora busca receita para evitar que o MEC caia nas mãos do PMDB

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A declaração dada nesta manhã pela presidente Dilma Rousseff de que não fará uma reforma ministerial, mas sim uma “troca pontual” na equipe, foi imediatamente entendida no Planalto como um recado de que ela não cederá às pressões por uma mudança profunda no núcleo político do governo. Assim, as atenções voltaram-se imediatamente para o orçamento graúdo do Ministério da Educação.

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Hoje mesmo, o PT começou a discutir alternativas para tentar recuperar a pasta e evitar que ela caia nas mãos do PMDB. Uma conversa que rodou nesta manhã no Planalto incluía a possível transferência de Ricardo Berzoini para o MEC, com a entrega do Ministério das Comunicações para o PMDB.

Qualquer mudança nesse sentido pode envolver também a Secretaria de Comunicação Social. Enquanto o Planalto comanda sondagens para trocar o comando da Secom, também voltaram a circular versões divergentes sobre o destino das gordas verbas de publicidade do governo.

Há cerca de duas semanas, o próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nos bastidores que esses recursos sejam administrados pelo Ministério das Comunicações. A ideia, entretanto, rodava tendo em vista a permanência de Berzoini no comando da pasta.

Se vingarem as sugestões feitas hoje no Planalto, a troca no ministério já não seria tão pontual assim. Seriam alterados os comandos do MEC, das Comunicações e da Secom. Sem contar a articulação política do governo, que continua sendo apontada como um dos prováveis focos de uma mudança no ministério.

De qualquer forma, o clima no Planalto é de forte pressão para que Dilma acelere as conversas e acerte o quanto antes as novas indicações, mesmo que sejam de fato feitas poucas alterações no time. Auxiliares da presidente dizem torcer para que tudo se resolva até o fim de semana, para, quem sabe, anunciar a nova equipe na segunda-feira. Mas quem é próximo da presidente admite que rapidez em decisões sobre o ministério nunca foram sua prioridade.

 

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Governo | 07:00

Saída de Cid alimenta torcida no governo por rapidez na reforma ministerial

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Embora muita gente manifestasse ontem à noite preocupação com o impacto da demissão de Cid Gomes sobre o governo, petistas com bom trânsito no Planalto também diziam enxergar ao menos um ponto positivo: a possibilidade de a saída do ministro da Educação agilizar as conversas para uma reforma ministerial.

Leia também: Para petistas, saída de Cid abre a porta para volta de Mercadante ao MEC

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

No círculo próximo a Dilma Rousseff, é recorrente a queixa sobre a demora da presidente em redesenhar o ministério. Pelo menos três ministros ouvidos pelo Poder Online admitem que as conversas para as trocas no primeiro escalão praticamente não andaram, enquanto as especulações sobre quem estaria com a cabeça a prêmio correm soltas.

E, se depender do histórico da presidente, as discussões podem se arrastar por meses. Um exemplo citado com frequencia pelos auxiliares da presidente é o da saída de Graça Foster do comando da Petrobras. De acordo com um auxiliar da presidente, uma das ideias originais era acomodá-la no Ministério de Minas e Energia. Mas Dilma demorou tanto para ceder aos pedidos pela saída da presidente da estatal, que sua única opção, no momento em que a demissão se concretizou, era ir para casa.

Se isso se repetir, afirma um desses ministros, a ideia de reformular o primeiro escalão acaba atrapalhando muito mais do que ajudando.

 

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quarta-feira, 18 de março de 2015 Governo | 19:37

Para petistas, saída de Cid abre porta para Mercadante voltar ao MEC

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O ministro Cid Gomes mal havia deixado a sessão da Câmara que culminou em sua saída do governo e petistas já faziam nos bastidores a avaliação de que o caminho fica agora aberto para justificar um retorno de Aloizio Mercadante ao Ministério da Educação. Embora muita gente ainda duvide da alternativa, a tese é que a demissão de Cid seria a justificativa perfeita para viabilizar um afastamento do petista de suas funções na articulação política do governo, sem transformá-lo “numa espécie de Gleisi Hoffman”, verbaliza um colega de partido do ministro.

Aloizio Mercadante (Foto: Cesar Ogata)

Aloizio Mercadante (Foto: Cesar Ogata)

O Planalto desenhou nas últimas semanas a proposta de desidratar Mercadante em suas funções na Casa Civil, reduzindo seu papel de articulador. O governo veio a público negar a saída do ministro, mas manteve-se nos bastidores a tese de que ele tende se concentrar na gestão do governo a partir de agora.

Mercadante foi ministro da Educação antes de migrar para a Casa Civil. Mesmo sob fogo amigo do PT, ele segue como homem da confiança de Dilma. Quem é próximo dele entende que a fragilidade vivida neste momento é passageira. E que um afastamento da articulação neste momento não significa que as coisas fiquem assim no futuro.

 

 

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