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Posts com a Tag Relações Institucionais

quinta-feira, 14 de maio de 2015 Governo | 09:00

Eliseu Padilha já pode ser chamado de ministro palaciano

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

A articulação política do governo foi para as mãos do vice-presidente Michel Temer, mas nem por isso o gabinete que antes era reservado ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais ficou sem uso.

Quem está despachando ali é ninguém menos que o homem que foi cotado para a vaga e recusou. Eliseu Padilha já se instalou no Palácio do Planalto, ocupando o espaço antes reservado ao hoje ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas. Dali, o titular da Aviação Civil ajuda ajuda Temer a cuidar da coordenação política do governo.

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terça-feira, 7 de abril de 2015 Governo | 10:39

Dilma chama Eliseu Padilha para conversa no Planalto

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Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

A presidente Dilma Rousseff chamou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, para uma conversa no Palácio do Planalto. A reunião está prevista para ocorrer ainda nesta manhã.

Após vazar ontem a notícia de que ela convidou o peemedebista para assumir a Secretaria de Relações Institucionais, o PMDB afirmou nesta terça que Padilha já decidiu que vai recusar o convite.

Mas Dilma vai insistir na proposta. Deve aceitar negociar termos que agradem a todos os setores do PMDB. A unidade do partido em torno da indicação foi uma das condições colocadas por Padilha para aceitar o convite.  Por isso, a avaliação do governo, neste momento, é de que buscar uma receita para agradar a outras alas do partido, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pode ser a receita para viabilizar a indicação.

No PT e na Secretaria de Relações Institucionais, o clima é de constrangimento, pelo fato de o convite ter vindo a público pela imprensa, desgastando ainda mais o atual ministro da pasta, Pepe Vargas. Entre petistas, a avaliação é de que é imprescindível Padilha aceitar o convite. Até para não tornar as condições ainda mais complicadas na relação entre o governo e o PMDB no Congresso. Aliados de Pepe dizem que sua permanência na pasta agora se torna insustentável, não ser que Dilma lhe dê muito mais poder, o que não vai acontecer.

Leia também: Pepe já esperava troca, mas foi pego de surpresa pela confirmação do convite a Padilha

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Governo | 15:00

Todos querem distância da articulação política de Dilma

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Não é de hoje que o governo custa a encontrar candidatos a ministro de Relações Institucionais, mas a coisa parece ter chegado ao auge nas últimas semanas.

Depois de Ricardo Berzoini (PT-SP) pedir para mudar para as Comunicações e de Jaques Wagner ter corrido da proposta para substitui-lo há alguns meses, os peemedebistas cotados para a vaga fizeram chegar à cúpula do partido que também querem distância da cadeira.

Tanto Henrique Eduardo Alves (RN) quanto Eliseu Padilha (RS) sinalizaram nesse sentido à cúpula do PMDB. Isso, é claro, considerando que Aloizio Mercadante continua no comando da Casa Civil. O PMDB não esconde que, se Jaques Wagner fosse ministro da Casa Civil, aí tudo seria diferente.

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terça-feira, 3 de março de 2015 Governo | 19:02

Pepe pede calma após Renan devolver MP da desoneração da folha

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

Preso em reuniões para acertar a estratégia do Planalto com as bancadas aliadas, o ministro da articulação política, Pepe Vargas, fez um rápido comentário quando questionado por interlocutores sobre a notícia de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), devolverá a MP da desoneração da folha: “Calma, calma”.

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quarta-feira, 4 de junho de 2014 Governo | 09:00

Planalto está preocupado com ‘fios soltos’ na articulação política

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O Palácio do Planalto está preocupado com o que chamou de “fios soltos” na articulação política do governo. O governo identificou ao menos dois casos de projetos que avançaram no Congresso nos últimos dias e que jogaram contra os interesses da equipe da presidente Dilma Rousseff.

Em tempos de apertos nas contas públicas, o governo reclama da articulação da PEC 555, que acaba com a contribuição previdenciária de aposentados, e da aprovação do piso dos profissionais de enfermagem.

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Governo | 20:01

Palácio excluiu PR da primeira reunião com líderes da base aliada em 2012

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Enquanto o PR faz cena para oficializar o retorno à base aliada do governo, o Palácio do Planalto realizou a primeira reunião com líderes governistas sem a presença do partido. O encontro aconteceu na última terça-feira a convite da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

O líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), estava fora de Brasília. Mas ele sequer cogitou antecipar seu retorno para a capital porque Ideli não o convidou para o encontro.

De acordo com a assessoria da SRI, mesmo se fosse da base aliada o PR ficaria de fora do encontro porque só os grandes são chamados. Há sete meses participam desta reunião os líderes do governo na Câmara, Senado e Congresso  e os líderes de PT e PMDB, que são as maiores bancadas, nas duas Casas.

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domingo, 11 de setembro de 2011 Brasil | 06:01

Ministro da Pesca: “Mais da metade da aquicultura no Brasil é ilegal”

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O ministro da Pesca, Luiz Sérgio, afirmou ao Poder Online que, de 1,2 milhão de toneladas de pescados produzidos hoje no Brasil, cerca de 416 mil são provenientes da aquicultura, que é a produção em cativeiro de peixes e outras espécies aquáticas.

No entanto, segundo o ministro, a maior parte aquicultura no país está na informalidade:

— Em torno de 80% dessa atividade é ilegal — disse.

Questionado sobre como avalia o desempenho de sua antiga pasta, a de Relações Institucionais, Luiz Sérgio desabafou:

— É uma área que exige esforço, é um estresse muito grande. O que precisamos medir é o resultado concreto, é a radiografia dos projetos de interesse do governo que estão sendo aprovados, ou não. O que representaria um risco hoje seria a criação de uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito]. Não que o governo tenha medo.

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terça-feira, 5 de julho de 2011 Congresso | 16:43

Líderes da base aliada ganham ‘chá da tarde’ com Dilma

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Em reunião hoje com líderes de partidos da base governista na Câmara, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, sugeriu um ‘chá da tarde’ dos líderes com a presidenta Dilma Rousseff, na quarta-feira da semana que vem, no Palácio do Planalto.

O coquetel de encerramento do ‘semestre legislativo’ seria uma forma de agradecimento da presidenta ao desempenho da base aliada na Câmara.

Os parlamentares aprovaram a ideia.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011 Congresso | 06:04

Delcídio: “Não é errado brigar por emendas”

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Delcídio Amaral

Assim que a ministra Ideli Salvatti foi escolhida para assumir a Secretaria de Relações Institucionais, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) comentou, com ironia, a troca de ministros por ministras feita pela presidenta Dilma Rousseff.

Três dias depois, estava no gabinete da nova ministra pedindo a liberação de emendas de 2007, 2008 e 2009 para os municípios. Ele diz que saiu do encontro convencido de que Ideli vai lançar o programa Minhas Emendas, Minha Vida. E desta vez não é ironia. “A pressão pelas emendas é enorme. E ela é quem sofre essa pressão”, afirmou o senador.

Em conversa com o Poder Online, Delcídio Amaral fala da expectativa em relação ao novo comando da coordenação política. “Tenho certeza de que a coordenação política vai ter um protagonismo forte porque ela conhece bem o papel da coordenação política e a interface política com os parlamentares”.

Poder Online – Qual a avaliação que o senhor faz dos primeiros dias da ministra Ideli Salvatti à frente da Secretaria de Relações Institucionais?

Delcídio Amaral – Acho que foi muito bem. Conheço a Ideli há muito tempo e tenho certeza de que a coordenação política vai ter um protagonismo forte. Primeiro porque ela trabalha muito. E ela conhece bem o papel da coordenação política e a interface política com os parlamentares. E pelas conversas que já tive com ela, nesses primeiros dias ela caminhou muito bem. Eu conversei com outros parlamentares e eles disseram que ela dá retorno, que tem tentando conversar com a Câmara, com o Senado, ela está preocupada com a questão das nomeações, das emendas. Ou seja, ela está procurando desempenhar o papel dela bem. E, mesmo com essa suposta crise com relação ao sigilo eterno, ela tem tido uma posição muito coerente.

Poder Online – O senhor tuitou há alguns dias que havia saído do gabinete da ministra Ideli Salvatti convencido de que ela vai lançar o programa Minhas Emendas, Minha Vida. O senhor acha que ela começou a articulação por onde não deveria ter começado?

Delcídio Amaral – Acho que é um dos pontos que causam algumas desavenças naturalmente. Mas por que os parlamentares insistem nas emendas? Porque são as emendas que fazem o dia a dia dos municípios, principalmente nos pequenos municípios. Essas emendas ajudam demais o prefeito, ajudam demais as pessoas, trazem uma série de benefícios para as comunidades. Muito parlamentar fez campanha em cima do empenho por essas emendas. E depois, de uma hora para outra, isso não sai. Como é que fica o parlamentar? Como é que fica o prefeito? Tendo em vista que boa parte dos prefeitos será candidato no ano que vem, não é errado brigar pelas emendas. É um assunto que é premente no dia a dia dos parlamentares.

Poder Online – Por isso o Minhas Emendas, Minha Vida?

Delcídio Amaral – Minhas Emendas, Minhas Vidas porque, durante a nossa conversa, a Ideli brincou: ‘o drama com emendas é tão grande que acho que vou criar um programa “Minhas Emendas, Minha Vida”’. A pressão pelas emendas é enorme. E ela é quem sofre essa pressão porque os parlamentares todos repercutem isso na coordenação política. Minhas Emendas, Minha Vida seria um programa tão importante quanto qualquer grande programa do governo.

Poder Online – O senhor tuitou que “na política de gênero, o governo federal é simplesmente irretocável”. O senhor acha que tem muita mulher no ministério da presidenta Dilma?

Delcídio Amaral – De jeito nenhum! Sob o ponto de vista de política de gênero, o governo está dando um show. Tem a presidenta, a chefe da Casa Civil e a coordenação política mulheres. As três mulheres mostram que a política de gênero é um show.

Poder Online – O senhor defende que deveria ter sido uma parlamentar com mandato e não sem mandato para assumir o Ministério das Relações Institucionais?

Delcídio Amaral – Não necessariamente. A coordenação política teve vários ministros que não tinham mandato e que fizeram bom trabalho: Walfredo dos Mares Guia, Alexandre Padilha, Tarso Genro. Não necessariamente tem que ser alguém com mandato. Tem que ser alguém que conheça bem como a coordenação política interage com o Congresso e tenha disposição. É uma função dura porque se articula com o Congresso e com os ministérios.

Poder Online – E qual é a expectativa dentro do partido? O senhor acredita que a relação vai mudar?

Delcídio Amaral – A expectativa é que a relação mude para melhor. Todos nós apostamos que a Dilma dê certo. Então temos que apostar que as coisas caminhem. Não podemos, como partido, começar a querer apostar no contrário. É uma postura autofágica, que não vai levar a nada.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011 Congresso | 18:44

Baixa na posse de Ideli Salvatti

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Salvo os líderes do PT, Paulo Teixeira, e do governo, Cândido Vaccarezza, nenhum outro líder da base aliada do governo na Câmara compareceu hoje à posse da nova ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

Nem mesmo o líder do PMDB na Casa, Henrique Eduardo Alves, esteve presente.

Na contagem de uma liderança petista, menos de dez deputados foram à posse.

Dos governadores, apenas dois compareceram: Raimundo Colombo (SC) e Rosalba Ciarlini (RN), ambos do DEM.

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