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Posts com a Tag Renan Calheiros

terça-feira, 16 de junho de 2015 Brasil, Cidades, Governo, Política | 16:02

Prefeitos querem limite para liminares que obrigam atendimento de alto custo

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Os representantes da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) querem limites para as liminares que são constantemente concedidas pela justiça, obrigando os municípios a prestarem serviços de alto custo na área de saúde.

O presidente do Fórum de procuradores das capitais, Rúsvel Beltrame, conversou sobre o assunto com os deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Bruno Covas (PSDB-SP) e Esperidião Amin (PP-SC), nesta terça-feira (16), véspera do encontro que os prefeitos farão com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O evento reunirá prefeitos de 40 municípios. Os pontos centrais do encontro serão a discussão de novo pacto federativo que distribua melhor as receitas de impostos hoje concentradas na União, além de formas de financiamento da Saúde. A grande reclamação dos prefeitos é que as liminares obrigam os municípios a arcarem com despesas altas de saúde sem considerar as condições financeiras de cada município.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015 Congresso | 18:31

Cunha e Renan criam comissão para formatar Lei de Responsabilidade de Estatais

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Os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), formalizaram há pouco a criação de uma comissão mista para acompanhar a tramitação do projeto de lei de responsabilidade das estatais.

Os dois já haviam anunciado a ideia de fazer uma espécie de Lei de Responsabilidade Fiscal para as Estatais.

Com a instituição dessa comissão mista, a previsão é de que em até 30 dias possa ser produzido um esboço de projeto para ir a votação nos plenários das duas Casas.

Segundo Cunha, a proposta deverá ser votada ainda antes do recesso parlamentar de julho. O projeto deve dar mais gerência ao Legislativo sobre as estatais e aumentará o poder do parlamento de interferir nas indicação dessas empresas.

Assista como foi o anúncio:

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quarta-feira, 20 de maio de 2015 Congresso | 20:15

Patrus da uma “passadinha” em encontro de governadores, mas não gosta do clima

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O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

Avisado sobre o encontro dos governadores realizado nesta quarta-feira no Congresso, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, decidiu dar uma passadinha no evento para cumprimentar o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

No entanto, bem na hora do almoço, o mineiro havia saído. Como clima não estava bom para o Planalto em meio a choradeira dos governadores, Patrus tratou de apertar o passo.

“Só dei um abraço no Renan e saí”, justificou o ministro, que prestava informações à Comissão de Agricultura da Câmara na manhã de quarta-feira.

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quinta-feira, 7 de maio de 2015 Congresso | 18:22

Renan deixa Henrique Eduardo Alves no vácuo até pelo telefone

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). (Foto: Divulgação)

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). (Foto: Divulgação)

Henrique Eduardo Alves não só segue esperando a audiência que pediu com o presidente do Senado, Renan Calheiros, como não é nem sequer atendido no telefone pelo colega.

Ontem, Alves telefonou três vezes para Renan. Não teve nem retorno.

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quinta-feira, 30 de abril de 2015 Governo | 18:04

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade”, rebate Temer sobre fala de Renan

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O vice-presidente Michel Temer (PMDB) divulgou nota rebatendo as declarações do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Renan acusou o governo de não ter iniciativa e afirmou que Temer, agora responsável pela articulação política do Planalto, não poderia usar sua posição para “transformar a coordenação política em uma coordenação de RH, para distribuir cargos e boquinhas”.

Em nota, Temer afirmou que não usará seu “cargo para agredir autoridades de outros Poderes”.

“Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura. Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O País precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados”, diz a nota do vice-presidente.

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.

Assista ao que disse Renan:

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Congresso | 12:30

“PMDB não pode substituir o PT naquilo que o PT tem de pior que é o aparelhamento”, diz Renan

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), bateu firme no PT ao comentar sua proposta de construção de um pacto em defesa do emprego.

Renan disse que pretende debater sugestões para levar à presidente, inclusive com uma sessão temática a se realizar na próxima terça-feira. “O governo não tem agenda, não tem iniciativa, há um vazio evidente que fragiliza o governo”, disparou ele, reforçando que refere-se aos três poderes, e não apenas ao Executivo.

Renan subiu o tom crítico ao comentar a articulação política, agora a cabo do vice-presidente Michel Temer. Em tom sugestivo, o presidente do Senado mandou recado sem poupar o partido da presidente.

“O PMDB não pode transformar a coordenação política em uma coordenação de RH, para distribuir cargos e boquinhas”, disse Renan. “PMDB não pode substituir o PT naquilo que o PT tem de pior que é o aparelhamento”, acrescentou ele.

Assista:

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segunda-feira, 27 de abril de 2015 Política | 15:51

Em guerra com Renan, Cunha articula convocar Sérgio Machado na CPI da Petrobras

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Os atritos públicos entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), têm sido vistos com preocupação por peemedebistas da cúpula do partido. No jogo de forças, integrantes do partido já apontam a articulação de Cunha para convocar o ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que funciona na Câmara, sob o controle de presidente da Casa.

Apadrinhado por Renan, Machado deixou o cargo no ano passado após ser citado na investigação que apura o esquema de corrupção instalado na estatal, investigado pela Operação Lava Jato.

Cunha já anunciou publicamente que vai embarreirar na Câmara a tramitação de matérias vindas do Senado, após Renan ter criticado a “pressa” da Câmara na aprovação da proposta que regulamenta a terceirização.

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Congresso | 17:27

‘Fui ao jantar com Dilma porque sou bem educado’, diz Eduardo Cunha

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz ter um argumento muito simples para ter comparecido ao jantar com a presidente Dilma Rousseff no início desta semana, diferentemente do que fez o colega Renan Calheiros (PMDB-AL). “Fui porque sou bem educado”, disparou, com direito a uma risadinha irônica.

 

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Congresso | 12:00

Briga entre PT e PMDB está ‘respingando’ em todo o Congresso, diz Capiberibe

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O líder do PSB no Senado, João Capiberibe (AP), criticou a decisão tomada ontem pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL) de devolver a Medida Provisória 669/2015, que trata da desoneração da folha de pagamentos. De acordo com o ex-governador do Amapá, a briga interna entre PT e PMDB está “respingando” no Congresso.

“Se fosse um prenúncio de mudanças e de respeito às prerrogativas do Congresso, por causa do abuso de medidas provisórias, eu aplaudiria e diria ‘bravo’ ao presidente do Senado. Mas não é isso, não nos parece isso”, diz Capiberibe. “Há um esgaçamento nas relações do PMDB com o Palácio do Planalto. Eles não estão conseguindo se entender e isso termina refletindo e respingando em nós todos”, critica.

Assista:

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Política | 01:08

Expectativa sobre lista da Lava Jato dá esperança à oposição e eleva tensão na base

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A notícia de que 54 políticos estão na lista de nomes que serão investigados por conta das denúncias da Operação Lava Jato alimentou as esperanças de alguns setores da oposição e elevou a tensão na base aliada. Em meio à expectativa para a divulgação dos nomes assim que sair o aval do ministro Teori Zavascki, o tucanato apostava na noite desta terça-feira que um número reduzido de oposicionistas seriam confirmados na relação, permitindo que se mantenha o discurso crítico em relação ao governo.

Clima no Congresso é de apreensão (Foto: Mel Bleil Gallo / iG Brasília)

Clima no Congresso é de apreensão (Foto: Mel Bleil Gallo / iG Brasília)

A oposição considera fundamental a capacidade de manter a bandeira ética nos ataques ao governo da presidente Dilma Rousseff. O primeiro sinal de alento visto pelos adversários do governo foi a confirmação de que os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), serão alvos de inquéritos pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.  Se tudo correr como previsto, o plano é investir na tese de que os casos na oposição são pontuais. No próprio governo, a avaliação era, nesta terça-feira, de que dois tucanos tendem a ser confirmados na relação: o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, já falecido, e o senador Alvaro Dias (PR).

Mesmo cientes de que os partidos da base – em especial PT, PP e PMDB – tendem a se destacar na lista, líderes governistas dizem ver a chance de aliviar o clima de apreensão que tomou conta do Congresso. O motivo principal estaria no fato de o assunto permanecer na esfera da investigação, já que Janot optou por não pedir a abertura de ação penal contra os envolvidos. Se tudo corre no campo das suspeitas, explica um líder governista, haveria chances de as denúncias esfriarem progressivamente no médio prazo.

No entanto, o governo também entende que a divulgação da lista tende a acirrrar ainda mais o clima na base, agravado com os recados dados pelo senador Renan Calheiros ao Planalto – primeiro com a recusa do convite para o jantar com a presidente Dilma Rousseff, depois com a devolução da MP sobre a desoneração da folha.

Ainda assim, para o governo, quanto mais gente na lista, melhor. Isso ajudará a diluir o desgaste e poderia pavimentar um discurso de que a culpa, no fim das contas, é em boa parte do sistema político.

Leia mais: Presidente do Congresso não tem esse poder, diz líder do PT

 

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