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Posts com a Tag Renan Calheiros

terça-feira, 3 de março de 2015 Congresso | 21:52

‘Presidente do Congresso não tem esse poder’, diz líder do PT sobre devolução de MP

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Embora crítico, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), desconversou ao ser questionado sobre possíveis interpretações políticas para a decisão do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) de devolver a Medida Provisória 669/2015 à presidente Dilma Rousseff, sem consultar os senadores.

“Nós entendemos que o presidente do Congresso não tem esse poder”, diz Costa. “O presidente Renan é uma pessoa que tem muita grandeza e que tem exercido com correção a presidência do Congresso Nacional e não daria a uma decisão tão grave como essa um conteúdo que se justificasse com algum tipo de mágoa”

Assista:

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Governo | 19:02

Pepe pede calma após Renan devolver MP da desoneração da folha

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

Preso em reuniões para acertar a estratégia do Planalto com as bancadas aliadas, o ministro da articulação política, Pepe Vargas, fez um rápido comentário quando questionado por interlocutores sobre a notícia de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), devolverá a MP da desoneração da folha: “Calma, calma”.

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Congresso | 17:08

Um bom motivo para Renan sorrir

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Renan Calheiros (Foto: Agência Senado)

Renan Calheiros (Foto: Agência Senado)

Em meio aos rumores de que pode estar entre os investigados da Lava Jato, o senador Renan  Calheiros (PMDB-AL) tem lá seus motivos para sorrir desde que recusou anteontem o convite para o jantar com a presidente Dilma Rousseff.

Nas palavras de um aliado, é tudo uma questão de se sentir confortável com a situação:  “Coloca o cara na oposição e ele é só felicidade”.

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014 Governo | 11:25

Negociação do ministério embalou jantar na casa de Renan

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Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). - (Foto: Agência Senado)

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). – (Foto: Agência Senado)

Após a presidente Dilma Rousseff ter enviado ontem emissários ao vice-presidente Michel Temer, a cúpula do PMDB se reuniu na casa do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) à noite.

A conversa serviu para amarrar os últimos detalhes das indicações do partido para o novo ministério de Dilma.

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domingo, 7 de dezembro de 2014 Congresso | 08:00

‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

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Alvo de xingamentos durante a polêmica sessão do Congresso Nacional que tentava votar mudanças na meta do superávit primário, na última semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que as agressões contra parlamentares mulheres são recorrentes.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

“Não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher na presidência, a cara do poder político no Brasil é muito masculina”, explicou Vanessa, em entrevista ao Poder Online. Prova disso, diz a senadora, é que o mesmo grupo que puxou os xingamentos no plenário da Câmara também foi denunciado por chamar a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) de “vagabunda”.

Na opinião da amazonense, entretanto, embora seja necessário identificar e punir os responsáveis, o problema passa por uma vontade política e mudanças culturais mais amplas. “Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo.” Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Deputada, como a senhora vê os xingamentos daquele dia. Foram algo isolado?
Não, não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher presidenta, a cara do poder político no Brasil é muito masculina. Na última segunda-feira mesmo, a gente estava em uma reunião de líderes com a presidenta Dilma e só o meu partido tinha mulheres líderes – uma pelo Senado e outra pela Câmara. O resto eram homens. Então não é incomum esse tipo de manifestação, eu poderia citar inúmeros casos.

Quais, por exemplo?
Fazendo uma pesquisa para identificar as pessoas que estavam aqui ontem – que aliás não estavam aqui com o objetivo de acompanhar, mas sim de ajudar na obstrução e tentar impedir a sessão – descobrimos que alguns deles são donos de um blog de extrema direita, o Revoltados, e estão bastante enrolados com a Justiça. O (deputado) Paulo Pimenta (PT-RS) mostrou um monte de documentos, processos, em que eles incitam a violência, dizem que o (senador) Renan Calheiros (PMDB-AL) tinha de ser morto. E, olha que engraçado: um desses rapazes, que eu não sei se estava aqui ou não, mas que faz parte desse blog, responde a um processo porque chamou a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) justamente de vagabunda.

O que a senhora achou de o grupo ter se defendido com a explicação de que os gritos diziam “vai pra Cuba” e não “vagabunda”?
Nós estamos tentando fazer a filtragem do áudio, precisamos ver se é possível porque lá não tem microfone, mas a TV Câmara também está ajudando a identificar. De toda forma, o pessoal do meu gabinete ouviu os gritos de “vagabunda” e, antes de eu falar, eu me lembro que as palavras de ordem eram “PT ladrão” e esculhambando a Dilma. Só depois, para disfarçar, é que eles começaram com o “Vai pra Cuba”. É lamentável. Todo mundo aqui foi desrespeitado, a democracia foi desrespeitada. Quando eu cheguei aqui na Câmara, as galerias tinham vidro, porque jogavam coisas lá embaixo. Quando o ex-presidente Lula foi eleito e o (deputado) João Paulo Cunha (PT-SP) presidiu a Casa é que isso mudou. De lá pra cá, acho que o episódio mais duro foi agora.

Leia também: Mulheres do PCdoB pedem punição de xingamentos contra Vanessa Grazziotin

Algumas pessoas voltaram a falar em colocar vidros nas galerias. A senhora concorda com isso?
Não, acho que não carece. O que precisa fazer é respeitar o regimento. As sessões são públicas, são abertas, transmitidas ao vivo. As pessoas que vêm aqui têm que respeitar a democracia. Por que que é proibida a manifestação? Porque quem tem de se manifestar é o plenário, não a galeria. E a gente tem que se manifestar de acordo com toda uma regra regimental. Eu não posso falar a hora que eu quiser, eu tenho de me inscrever, por exemplo. Mas eles gritando lá de cima, ainda mais de forma desrespeitosa contra uma mulher, não é algo que a gente possa caracterizar como democrático. Pelo contrário: eu tenho ouvido inclusive que essas pessoas que estavam aí são aquelas que nos movimentos populares têm defendido a volta da ditadura militar.

A senhora também se sente desrespeitada por parte de colegas parlamentares?
Sim, claro. Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo. Então chegam lá, pegam o microfone, não respeitam a presidência, não respeitam ninguém e mulher principalmente, porque não temos a voz tão grave quanto eles.

E isso acontece tanto na esquerda como na direita?
Acho que o pessoal conservador, de direita, é pior. Porque eles não querem ver o avanço da mulher. Você veja, o PCdoB é o partido que mais tem mulheres aqui. E isso não é porque temos cota, nós estamos submetidas à lista aberta como qualquer uma. É porque é um partido que procura dar oportunidades, que age de forma proativa com as mulheres. Se você pega um DEM da vida, quantas mulheres eles têm? Qual é o protagonismo dessas mulheres? É quase nulo.

Agora, nesses últimos dias, os movimentos falavam muito em mais representatividade política. Esse também foi um ponto central nas manifestações de 2013. Que mecanismos poderiam ser adotados para diminuir esse distanciamento entre o povo e o Congresso sem precisar recorrer a um fechamento de galerias, por exemplo?
Nós caracterizamos esse processo como o terceiro turno eleitoral. Quem está acompanhando, percebe que o problema deles não é com o mérito. Se fosse, eles teriam de explicar porque o Fernando Henrique Cardoso fez a mesma coisa em 2001, quando eles estavam no poder. O que eles querem é somente desgastar a presidente antes que ela assuma o novo governo. E eles dizem isso abertamente: que querem que ela incorra na irresponsabilidade fiscal. Mas ela já disse que isso não vai ocorrer. Agora, para aumentar a representatividade de uma maneira mais ampla, só com uma reforma política.

Assista a um trecho da entrevista:

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Congresso | 21:35

Sob tumulto, Congresso adia votação de nova meta fiscal

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Diante da recusa de um grupo de cerca de 26 manifestantes de deixar as galerias da Câmara dos Deputados, o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu suspender a sessão em que deveria ser votado o projeto que altera a meta do superávit primário de 2014, enviado pelo Planalto. A orientação do governo era votar a iniciativa ainda hoje.

Leia também: Governo faz ofensiva para aprovar flexibilização da meta fiscal

A decisão de evacuar as galerias partiu de um pedido da senadora Jandira Feghali (PCdoB-RJ), após escutar parte dos manifestantes xingarem a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de “vagabunda”. O grupo, entretanto, se defendeu afirmando que os gritos na realidade diziam “Vai pra Cuba”. O tumulto durou mais de uma hora, até que Calheiros decidiu suspender a sessão até amanhã de manhã – criticando ainda o fato de parte do grupo ser composta por funcionários da Casa.

Assista a um trecho da manifestação:

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 Congresso | 21:12

‘Nós não estamos indo ao Supremo por qualquer coisinha’, diz tucano

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O PSDB já prepara uma nova ida ao Supremo Tribunal Federal contra o governo federal. Desta vez, a intenção é pedir a anulação da Sessão do Congresso desta noite, que deve votar 38 vetos presidenciais. Pela manhã, os tucanos ingressaram com um mandado de segurança para impedir a aprovação do projeto que altera a meta do superávit primário de 2014, enviado pelo Planalto.

“Nós não estamos indo ao Supremo por qualquer coisinha”, disse o líder da Minoria na Câmara, Domingos Sávio (PSDB-MG), questionado se as iniciativas não ameaçariam a autonomia do Legislativo. “Nós vamos ao Supremo para garantir o funcionamento pleno do Congresso e o respeito as minorias”, completou.

Assista:

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014 Política | 16:45

Ativistas rejeitam referendo pela reforma política e pedem plebiscito

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Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). - (Foto: Agência Senado)

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defende proposta de referendo em vez de plebiscito. – (Foto: Agência Senado)

A proposta de substituir a convocação de um plebiscito para a reforma política por um referendo, apresentada por parlamentares em resposta às declarações da presidente Dilma Rousseff, não foi bem recebida por ativistas.

Diversas entidades convocaram uma manifestação para a noite da próxima terça-feira, na Av. Paulista, em São Paulo. O grupo critica também a derrubada na Câmara do decreto presidencial que instituía a Política Nacional de Participação Social.

Em setembro, o mesmo conjunto de entidades conseguiu reunir mais de 7,5 milhões de assinaturas pela realização de uma assembleia constituinte sobre a reforma política, em um plebiscito popular. O resultado da mobilização foi entregue à presidente e a representantes do Legislativo e Judiciário após o segundo turno eleitoral.

Assista: Ativistas protestam por reforma política na Câmara

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terça-feira, 12 de agosto de 2014 Congresso | 15:22

Acaju virou moda na cabeça dos peemedebistas

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Rena, agora com cabelos tingidos (Fotos: Agência Brasil)

Rena, agora com cabelos tingidos (Fotos: Agência Brasil)

Quem esteve nas últimas semanas com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) custou para não sair comentando o retoque que o peemedebista fez no tom dos cabelos.

Um dos comentários que rodaram nos corredores é que Renan, que também já fez implante de cabelo, resolveu pegar uma moda lançada há muitos anos pelo ministro Edison Lobão. Aderiu de vez ao acaju.

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terça-feira, 29 de julho de 2014 Congresso | 10:30

Renan Calheiros pede indicações para Conselho de Comunicação Social

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Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - (Foto: Agência Brasil)

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – (Foto: Agência Brasil)

Na última semana, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) solicitou às lideranças dos partidos que enviassem sugestões de nomes da sociedade civil para comporem a nova diretoria do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional.

Recentemente, Calheiros havia afirmado que não realizaria nova votação da diretoria do CCS até o fim das eleições de outubro. De toda forma, a solicitação às lideranças é uma indicação de que o processo deverá ocorrer ainda neste ano.

Não se sabe, porém, se até lá também serão revistos os critérios de votação, como reivindicado pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito a Comunicação com Participação Popular, mais conhecida como Frentecom. Uma das reivindicações é justamente pela participação direta da própria sociedade na eleição da diretoria.

Por enquanto, representantes da Frente têm entrado em contato diretamente com as lideranças partidárias e enviado uma lista com dez sugestões de nomes da sociedade civil – com representantes dos setores de rádio, tv, comunicação comunitária, sindicatos e universidades – para compor a nova direção do CCS.

Leia mais: Conselho de Comunicação Social volta a ser discutido no Congresso

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