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Posts com a Tag Renan Calheiros

quinta-feira, 3 de abril de 2014 Congresso | 14:00

Renan, Eunício e Eduardo Braga não se aguentam mais

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Virou piada entre os peemedebistas Renan Calheiros (AL), Eunício Oliveira (CE) e Eduardo Braga (AM) a quantidade de tempo que têm passado juntos, por conta das articulações no Congresso sobre a CPI da Petrobras e a montagem de acordos para a eleição.

Ontem, os três jantaram juntos e ficaram na mesa até 2h da manhã. Hoje, às 7h30, já tomavam café juntos novamente. E agora à tarde se reúnem mais uma vez.

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segunda-feira, 31 de março de 2014 Congresso | 10:00

Congresso discute reformulação do Conselho de Comunicação Social

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A Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito a Comunicação com Participação Popular planeja para a segunda quinzena de abril uma audiência pública para discutir a revisão dos critérios para a formação do Conselho de Comunicação Social. A ideia é convidar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para participar do debate.

Reunida na última quinta-feira, a Frentecom apontou a necessidade de rever os mecanismos para a eleição dos membros do colegiado, para garantir mais diversidade na composição.

O CCS conta com a participação de empresários, figuras de notório saber e entidades da sociedade civil. O órgão foi reativado em 2012, após quase seis anos parado. Entre suas atribuições está a apreciação dos relatórios do conselho curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o debate de temas relacionados ao assunto, como o projeto do Marco Civil da Internet.

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quarta-feira, 26 de março de 2014 Congresso | 12:30

Renan Calheiros confirma votação de feminicídio como crime hediondo

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Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - (Foto: Agência Brasil)

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – (Foto: Agência Brasil)

Após o plenário do Senado aprovar a criação do Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher , o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), também quer votar o PLS 292/2013, que altera o Código Penal, enquadrando o feminicídio – assassinato de mulheres por razões de gênero – como crime hediondo.

Ambos os projetos foram reconhecidos por Renan como fundamentais para o combate à violência contra as mulheres, na entrega do Prêmio Bertha Lutz, nesta terça-feira.

Tanto a criação do fundo quanto a alteração do Código Penal foram propostas pela CPMI da Violência Contra a Mulher, concluída em 2013.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 Congresso | 15:45

Renan é só festa para FHC

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Não é todo dia que o presidente do Senado e aliado preferencial do governo petista, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem uma oportunidade como a que teve hoje.

Afinal, deu para vibrar de felicidade ao render homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem foi ministro da Justiça e um dos principais articuladores do Congresso.

E a cúpula do PMDB fez coro, com direito à presença do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP), do vice-presidente Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), entre outros.

Renan, só alegria ao lado de FHC e Aécio Neves, durante ato em homenagem ao Plano Real (Foto: Orlando Britto/Fotos Públicas)

Renan, só alegria ao lado de FHC e Aécio Neves, durante ato em homenagem ao Plano Real (Foto: Orlando Britto/Fotos Públicas)

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014 Estados | 15:51

Renan, Mantega e Ideli retomam discussão sobre dívidas dos estados

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Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, estão reunidos neste momento com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e alguns governadores para discutir renegociação das dívidas dos estados.

Segundo assessores palacionos, Ideli articulou o encontro na noite de ontem e entrou em contato com os líderes envolvidos, pedindo a conversa. Já no Senado diz-se que Renan empenhou-se em puxar o cortejo.

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014 Congresso | 18:39

Renan Calheiros exibe os 10 mil fios de cabelo a mais

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), exibiu nesta segunda-feira o resultado do implante de 10 mil fios de cabelo. A intervenção foi realizada durante o recesso, mas o barulho maior veio com a notícia de que ele viajou num avião da FAB para fazer o procedimento.

Na plateia da cerimonia de transmissão de cargo para novos ministros, nesta segunda-feira, o comentário era o de que ainda é cedo para ver o resultado.

Renan Calheiros (foto: Clarissa Oliveira)

Renan Calheiros (foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

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Congresso | 12:00

Expectativas rondam a cabeça de Renan Calheiros

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O Congresso volta hoje aos trabalhos em sessão que será presidida pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O que não falta é expectativa em relação ao resultado do implante de mais de 10 mil fios de cabelo feito pelo peemedebista durante o recesso.

Renan Calheiros (foto: Agência Senado)

Renan Calheiros (foto: Agência Senado)

Leia também: Renan Calheiros devolve R$ 27 mil por voo para implante de cabelo

 

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 Partidos | 08:00

Eunício interrompe férias com a família para tratar de reforma ministerial

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O senador Eunício Oliveria (PMDB-CE) teve de abreviar sua estadia nos Estados Unidos por causa de reuniões para tratar da reforma ministerial.

Oliveira estava de férias com a família, mas recebeu uma ligação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pedindo sua participação ne reunião com a cúpula do PMDB amanhã.

O cearense arrumou as malas e embarcou para o Brasil.

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terça-feira, 26 de novembro de 2013 Congresso | 22:46

Faixa por voto aberto irrita Renan e Aloysio

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Pouco antes de ser proclamado o resultado da votação do segundo destaque da PEC do voto aberto, na noite desta terça-feira, em Brasília, senadores que defendiam as votações abertas ensaiavam a abertura de uma faixa no plenário.

A faixa continha os dizeres “Voto aberto” e nem chegou a ser mostrada corretamente pelos senadores, mas provocou uma reação  do tucano Aloysio Nunes (SP), que era contrário ao voto aberto em todas as modalidades.

“Demagogos! Escondam essa faixa”, esbravejou Nunes.

O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), também manifestou sua irritação com o gesto dos colegas.

Assista como foi:

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domingo, 24 de novembro de 2013 Congresso | 06:00

‘Vitória do voto aberto será muito difícil’, diz Rodrigo Rollemberg

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Escalado como um dos principais estrategistas para a votação da PEC do voto aberto no Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) faz previsões pessimistas para o futuro da proposta. “Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil”, diz Rollemberg.

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

O senador Rodrigo Rollemberg (Foto: Agência Senado)

Ele culpa principalmente o PSDB, que fechou questão em torno da proposta de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que prevê algumas exceções ao voto aberto, como para casos de apreciação de vetos presidenciais. “Com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho”, acredita ele.

Os defensores do voto aberto total planejam agora uma série de ações regimentais para tentar dobrar a resistência daqueles que não querem a PEC aprovada, movimento que tem apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Rollemberg fala ainda de sua pré-campanha ao governo do Distrito Federal com otimismo, apontando a formação de uma chapa com Reguffe (PDT-DF). “Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval”, afirma o socialista.

Poder Online – O que o senhor espera da votação da PEC do voto aberto na próxima terça-feira?
Rodrigo Rollemberg – Será uma votação muito difícil. Se não houver uma pressão muito grande da opinião pública até lá, a vitória do voto aberto em todas as modalidades de votação será muito difícil. Já tínhamos uma situação muito apertada e esta semana o PSDB fechou questão em torno de uma posição do voto secreto para apreciação de vetos. Com isso, ficou muito mais difícil aprovar o voto aberto em todas as modalidades de votação.

Então, o que deve ser aprovado na terça-feira? Um voto aberto possível?
Eu diria que, com segurança, o plenário aprovará o voto aberto para apreciação de cassação de parlamentares, mas vamos tentar avançar no sentido de aprovar o voto aberto total. Se não for possível, pelo menos o voto aberto para outras modalidades de votação. Vamos tentar chegar a um ponto da votação em que os senadores terão de optar pelo voto total ou nada.

Como será isso?
Por táticas e enfrentamentos regimentais como fizemos na votação passada, quando conseguimos eliminar os destaques. Com isso, conseguimos aprovar em primeiro turno a PEC do voto aberto para todas as modalidades de votação. Mas com a mudança de posição, com o fechamento de questão do PSDB, perdemos muitos votos e isso dificultará nosso trabalho.

Quem o senhor diria que está se posicionando contrariamente ao voto aberto? O Renan Calheiros é contra o voto aberto?
Sim, ele é contrário ao voto aberto em todas as modalidades de votação. Ele, o PMDB, grande parte deles, e o PSDB e alguns outros parlamentares de outros partidos. Estão a favor do voto aberto o PSB, com seus quatro senadores, o PSOL, com o Randolfe (Rodrigues) e o PT, com praticamente todos os seus senadores.

O projeto do Aloysio Nunes não é tão restritivo ao voto aberto a ponto de reduzi-lo às votações de cassação de mandato. Ele aceitava voto aberto para outros casos, mas o restringia para a apreciação de vetos e autoridades. O senhor acha que esse é o meio termo possível?
Pode ser que o Senado opte por um entendimento em que concilie posições. Tudo é possível daqui até terça-feira.

O apelo popular pode ter algum peso para modificar esse cenário?
Gostaria que pesasse. Até sugeri ao presidente Renan Calheiros que colocasse na página do Senado um enquete para que a população pudesse  – já que o Senado dispõe desse recurso – se posicionar se quer o voto aberto em todas as modalidades ou se quer o voto aberto restrito. Infelizmente, não fui atendido porque o presidente Renan é contra o voto aberto total e ele sabe qual é a posição da população. A população é amplamente favorável ao voto aberto.

Como está evoluindo sua pré-candidatura ao governo do Distrito Federal?
Bem. Dedicamos um ano a estudar em profundidade o Distrito Federal. Implementamos 12 núcleos temáticos que estão estudando o Distrito Federal com profundidade. Realizamos dois seminários nas cidades discutindo políticas públicas e um terceiro ontem na cidade do Gama. Além disso, uma comitiva de quatro integrantes que está trabalhando na elaboração do plano de governo esteve em Pernambuco para conhecer o modelo de gestão do governador Eduardo Campos. Diria que estamos agregando muito valor a esse processo de reflexão sobre o Distrito Federal e de construção de políticas públicas.

O que o senhor pretende trazer da administração Campos em Pernambuco para o Distrito Federal?
O que nos impressionou bastante é o modelo de gestão, que é baseado em planejamento, execução, acompanhamento e ajustes e isso é feito de forma regular, permanente, de perto com a participação do governador, com definição clara de responsabilidades e que tem dado resultados claros em que a população reconhece o governador Eduardo Campos como o melhor governador do Brasil.

O senhor já definiu quem será o coordenador da campanha?
Não. Temos um coordenador do programa de governo, que é o professor Paulo Sales, um pós-doutor em ecologia, pela universidade de Edimburgo (Escócia), uma pessoa muito experiente.

E o Reguffe, vem para essa chapa ou não vem?
Tenho conversado bastante com o Reguffe, temos muita afinidade e essa é a disposição comum, de estarmos juntos numa única chapa em 2014.

E como está o diálogo entre Rede e PSB, o senhor pode detalhar um pouco isso?
O diálogo com a Rede está muito bom. Nesses seminários temáticos a Rede tem participado, tem mandado representantes e aqui no Distrito Federal o entendimento é o melhor possível.

O senhor acha então que será possível formar uma chapa conjunta com a Rede no Distrito Federal?
A Rede aqui já está participando. Não tenho dúvida de que a Rede gostaria muito, como nós do PSB também e tenho convicção de que o PDT também, de estarmos todos juntos. Reguffe e eu na mesma chapa é algo que atenderia a todos, PSB, PDT e Rede.

Como ele tem reagido a essa perspectiva?
Muito bem. Temos conversado bastante e ele acha que o anúncio desse posicionamento formal deve ser feito depois do carnaval.

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