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Posts com a Tag Rio de Janeiro

terça-feira, 26 de maio de 2015 Partidos | 18:24

“PSB caminha para ser satélite do PSDB”, diz deputado Glauber Braga sobre fusão com PPS

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Embora haja aprovação da fusão anunciada entre os dois partidos, principalmente dos estados do Sul e do Sudeste, a união do PSB com o PPS deve provocar uma debandada de socialistas que alegam que o PSB, deixou de ser satélite do PT para, com a fusão, virar satélite do PSDB, como hoje é o PPS.

O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) é um dos que ensaiam a saída do partido e poder parar nos quadros do PSOL. O PSB também corre o risco de perder os oito deputados federais eleitos na esteira de Eduardo Campos, candidato a presidente pelo partido, que morreu durante a campanha, no ano passado. Também se mostra insatisfeito com a fusão o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

O PSB hoje caminha, nas próximas eleições, em um futuro não distante, para se tornar um satélite do PSDB”, criticou o deputado. A fusão do PSB com o PPS é mais um grave erro do conjunto de erros que vem sendo cometidos. Existe uma insatisfação grande do conjunto da militância do Brasil com o conjunto de medidas que tem sido adotadas por um conjunto de dirigentes”, disse.

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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Estados | 18:24

Deputado do PSOL pede habeas corpus para PMs acusados de matar Amarildo

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O deputado federal Cabo Daciolo (PSOL-RJ). Foto: Zeca Ribeiro / Agência Câmara

O deputado federal Cabo Daciolo (PSOL-RJ). Foto: Zeca Ribeiro / Agência Câmara

O deputado federal Cabo Daciolo (PSOL-RJ) entrou com um pedido de habeas corpus para liberar da prisão 12 policiais militares acusados de torturarem e assassinarem o pedreiro Amarildo dias de Souza, na Rocinha, em julho de 2013.

O processo foi recebido nesta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e será relatado pelo desembargador Marcus Quaresma Ferraz, da oitava câmara criminal.

Entre os policiais presos desde o ano passado está o major Edson Santos, ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. De acordo com Daciolo, “há evidências e documentos que apontam para a inocência deles”. “Faz um ano e seis meses que esses PMs estão na prisão preventiva. O que explica essa demora?”, questiona o deputado.

Leia também: Após defesa de policiais, PSOL do Rio pede expulsão de Cabo Daciolo

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terça-feira, 31 de março de 2015 Estados | 18:52

Acordo para dívida do Rio vai balizar outras negociações entre União e municípios

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Eduardo Paes no ensaio da União da Ilha (Foto: Roberto Filho)

Eduardo Paes  (Foto: Roberto Filho)

O acordo engatilhado entre a União e a Prefeitura do Rio de Janeiro para o pagamento da dívida do município deve balizar negociações semelhantes com outras capitais. Ao menos esta é a intenção que foi manifestada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante as negociações.

Todo o acordo teve por objetivo jogar o efeito fiscal do pagamento das dívidas somente para o ano que vem. A União já se comprometeu com a ideia.

Entenda: Eduardo Paes obtém liminar para reduzir dívida do município com o governo federal

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segunda-feira, 9 de março de 2015 Brasil | 12:00

Israel e Espanha negociam investimentos em dessalinização no Brasil

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A crise hídrica que atinge alguns dos maiores estados brasileiros atraiu o interesse de grupos estrangeiros, que decidiram oferecer tecnologias de dessalinização de água no país. Pelo menos dois países enviaram representantes ao Brasil, segundo apurou o Poder Online, para abrir frentes de negociação com governos estaduais.

Representantes da diplomacia israelense, por exemplo, estão em busca de assessoria jurídica para ajudar nas negociações com governos locais. A ideia do governo seria reunir um pool de cerca de 20 empresas, que poderiam prestar serviços ou vender tecnologia para o Brasil. Há interesse também em outros setores, como o de segurança de internet.

Já os espanhóis abriram conversas, por exemplo, com o governo do Rio de Janeiro. A equipe do governadot Luiz Fernando Pezão reuniu-se com representantes de um grupo espanhol há algumas semanas.

Leia também: “Estamos montando uma operação de guerra”, diz secretário de Alckmin

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segunda-feira, 2 de março de 2015 Partidos | 09:00

Direção do PSB decidirá sobre disputa de Romário e Glauber por comando no Rio

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O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

Uma disputa entre o atual presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário (PSB-RJ) tem azedado o clima no diretório estadual do partido. A previsão é de que a briga seja discutida em uma reunião da direção nacional do PSB, nesta semana.

Logo após as eleições do ano passado, Romário pediu à direção nacional do PSB para assumir no lugar de Glauber que, em junho de 2014, foi eleito presidente estadual com 96% dos votos. A argumentação do senador é de que o estatuto do partido abre espaço para uma intervenção nacional, quando os candidatos a deputado pela sigla não alcançam 5% dos votos locais.

Em sua defesa, Glauber tem argumentado que o desempenho do partido só não foi maior na disputa para as vagas de deputados, porque o PSB priorizou a candidatura de Romário ao Senado – onde foram alcançados 63% dos votos. No estado, a movimentação o ex-jogador tem sido vista como uma estratégia para aumentar sua visibilidade e cacifá-lo na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.

Leia também: ‘Bloco com PPS e Solidariedade é um erro’, diz Glauber Braga

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:05

Deputados do Rio tentam emplacar comissão especial da Olimpíada

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O prefeito Eduardo Paes, com a bandeira das Olimpíadas.

O prefeito Eduardo Paes, com a bandeira das Olimpíadas.

Deputados do Rio de Janeiro se movimentam para criar uma comissão especial da Câmara dos Deputados para o acompanhamento da Olimpíada de 2016.

Parte da bancada, entretanto, já espera uma resistência do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A tese é de que por ser do mesmo partido que o prefeito carioca, Eduardo Paes, e do governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, o peemedebista acharia melhor não bancar um órgão que dará pitaco na organização da competição.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Congresso | 10:30

Recém-chegado, deputado do PSOL faz assembleia de assessores da Câmara

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O deputado federal Cabo Daciolo (PSOL-RJ). Foto: Divulgação

O deputado federal Cabo Daciolo (PSOL-RJ). Foto: Divulgação

Logo após tomar posse na Câmara, o deputado recém-eleito pelo PSOL Cabo Daciolo já começou a botar em prática a experiência sindicalista, chamando a atenção não só dos colegas parlamentares, mas de seus assessores.

É que chegou aos ouvidos do deputado uma denúncia de que seria uma prática recorrente na Câmara o repasse de parte dos salários de assessores aos seus parlamentares. Diante disso, Daciolo já começou a mobilizar a categoria para uma assembleia sobre eventuais irregularidades na semana seguinte ao carnaval.

Leia também: ‘Manifestações ainda estão muito mornas’, diz presidente do PSOL

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domingo, 8 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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Com um caldinho de legumes, Clarissa Garotinho (PR-RJ) encerrou sua primeira semana de deputada federal. Entre uma colherada e outra, a carioca se recuperava da gastrite e revisava emendas de sua autoria que teriam de ser apresentadas no mesmo dia. “Já tem um mês que consegui cortar totalmente o glúten e a lactose!”, comemorou. Em poucas horas, embarcaria para o Rio de Janeiro, onde terá outro gabinete.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

“Quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana”, desabafa. “Quarta-feira eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook”, diz Clarissa, ao mostrar os mais de dois mil compartilhamentos alcançados pela publicação. “Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.”

De fato, a tirar por seus primeiros dias na Câmara dos Deputados, a nova rotina de Clarissa parece ser agitada. Recém-chegada, ela já foi escalada para presidir a comissão que couber ao seu partido, o PR. Filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), também avisou que pretende participar ativamente das discussões nas bancadas feminina e evangélica, além de trabalhar pela aprovação de projetos de sua autoria.

“Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa”, explica. “Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram.” Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

De uma forma geral, sua chegada em Brasília tem despertado bastante atenção. Não só pelo histórico familiar, mas pela sua trajetória no Rio de Janeiro. Mas, uma vez aqui, como fazer para se diferenciar em meio aos 513 deputados que disputam visibilidade?
Essa é realmente uma diferença que tem aqui. Eu já fui vereadora e deputada estadual num universo menor de parlamentares, onde você pode se pronunciar mais vezes. Aqui, por exemplo, eu me pronunciei duas vezes no primeiro dia, fiz minha inscrição no segundo e me disseram que quem não tinha falado ainda teria prioridade. Aí, quando eu me inscrevi, eu tava na vaga 39 e, de repente, quando eu olhei o painel de inscrição, tinha sido jogada pra 56. Não ia dar mais tempo de falar. Realmente é difícil. Mas eu acredito que quem realmente trabalha tem formas de mostrar isso. Tanto no plenário, como dentro da bancada. Além disso, no partido já tem um entendimento para que eu assuma a bancada que nos couber.

Assumir uma comissão já no primeiro ano de mandato não é simples. Como foi essa negociação?
Na verdade, a bancada do Rio de Janeiro tem uma força grande na bancada nacional. Rio e São Paulo têm seis deputados federais, sendo que, proporcionalmente, seis deputados do Rio têm mais representatividade. Então, nós reivindicamos a presidência de uma Comissão e a bancada do Rio acordou que o nome que representaria o grupo seria o meu. O partido viu isso com bons olhos, também. Acho que é bom, é meu primeiro mandato, né? Tem gente que às vezes fica muitos anos por aqui e não consegue presidir uma comissão. Acho que é um voto de confiança. Sendo jovem, mulher e no primeiro mandato é um grande desafio. Mas eu gosto de desafios!

A senhora sente uma pressão maior por ser filha do ex-governador Anthony Garotinho?
É a primeira vez que eu vou ocupar um cargo que meu pai também ocupou, né. Eu fui vereadora do Rio, ele não foi. Fui deputada estadual e ele só tinha sido há muitos anos atrás, em um Parlamento completamente diferente. Aqui eu vou conviver com pessoas que foram deputados com ele e agora vão ser deputados comigo. Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa. Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram. Cada um tem importância.

Nesta primeira semana, já foi possível perceber a diferença entre as rotinas de deputada estadual e federal?
Olha, essa rotina ainda tá sendo estabelecida, em uma semana ainda não posso dizer que já tenha uma rotina. Mas aqui é… quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana. Acredito até que, se algum não quiser trabalhar, não trabalha. Mas, quarta-feira, eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook, mostrando que tava levando trabalho pra casa. Anteontem, teve sessão até onze e meia. Isso porque as comissões e as CPIs não começaram a funcionar ainda. Foi a primeira semana e já teve muito trabalho. Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.

Como a senhora avalia a chegada do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa?
Olha, eu fui oposição porque discordo dos métodos dele. Essa prática de vender dificuldades para colher benefícios. Acho que o Brasil perdeu. Mas a Câmara escolheu, o Plenário é soberano e ele é o presidente da Casa. Nós vamos precisar ter uma relação institucional, embora eu continue com as minhas divergências.

Parte da bancada religiosa tem demonstrado um certo entusiasmo com a chegada de um evangélico à Presidência. Como a senhora, que também é evangélica, enxerga isso?
Acho que, como presidente da Casa, ele representa uma instituição. E ele mesmo fez bem essa separação, numa entrevista que ele deu, dizendo que ali ele representava a Câmara dos Deputados, embora tivesse suas opiniões pessoais. É evidente que a bancada vai acompanhar, mas eu mesma ainda não participei de nenhuma discussão, porque ainda não começaram as reuniões. Como eu não tava aqui no ano passado, nem sei que posição a bancada evangélica tem hoje. Mas eu não votei nele, porque não acredito no tipo de política que ele faz.

A senhora pretende participar ativamente da bancada evangélica?
Ah sim, eu pretendo ir nas reuniões.

Tem algum projeto específico voltado para essa área?
O primeiro projeto que a gente está trabalhando é mais voltado para a área de educação, terceira idade e jovens. Como eu ainda não os apresentei, não queria falar sobre projetos agora. Ainda estamos escrevendo, fechando os detalhes.

A senhora assinou o requerimento para a instalação da nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Esse deve ser um dos assuntos acompanhados pelo mandato?
Eu acho que uma nova CPI é válida, mas ainda não sei se vou participar porque dentro do partido precisamos ver como será a divisão de espaço. De qualquer forma, surgiram novos fatos, sem contar que ano passado foi um ano eleitoral então, inevitavelmente, o debate das eleições contaminou um pouco a discussão. Agora, todo o povo brasileiro quer respostas sobre a Petrobras e nós, do Rio de Janeiro, ainda mais. Porque a sede da Petrobras é no nosso estado, onde fica um volume enorme de recursos. Existe lá a construção do Complexo Petroquímico, o Comperj, instalado em Itaboraí, que era motivo de esperança pra população carente de São Gonçalo. Só que ela foi iniciada há nove anos e ainda não tem previsão de conclusão. Não apenas precisamos de uma CPI da Petrobras, mas de explicações sobre a construção das novas refinarias. O Sérgio Cabral e o atual governador (Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB) são citados na Lava Jato. Nós queremos resposta.

O Congresso Nacional pode realmente contribuir com essas investigações ou a CPI será mais um palanque político?
Eu acho que o Parlamento não pode ficar de fora. A Polícia Federal e o Ministério Público estão fazendo um excelente trabalho e quanto mais a sociedade cobra, mais nós precisamos dar respostas.

Já nesta primeira semana, foi possível observar um desgaste inicial dentro da bancada feminina (leia mais aqui). Em que temas as mulheres poderiam avançar de forma conjunta?
Eu acho que a sugestão que eu dei foi muito bem aceita, para a gente pensar em projetos não individuais, mas sim coletivos, para ganhar força de tramitação. Eu perguntei se elas têm esse hábito de fazer isso aqui e me disseram que não. Mas acho que a gente ganharia força de tramitação porque, como ali a gente tem a representação de quase todos os partidos, se todas assinarem e pressionarem suas bancadas a gente consegue aprovar muita coisa. No final, isso que é o mais importante. É evidente que o primeiro processo, que é o processo eleitoral, traz divergências de método, mas não são divergências pessoais.

A senhora já tem algum projeto em mente, que poderia ser apresentado desta forma coletiva?
Tenho, mas prefiro discutir isso com a bancada feminina primeiro.

No final do ano passado, a bancada decidiu atuar como um “bloco parlamentar” em alguns momentos, para tentar garantir a presidência de determinadas comissões ou a relatoria de matérias estratégicas. Pode dar certo?
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) tem uma proposta que estabelece que haja pelo menos uma mulher na mesa, não é? Isso eu acho legal, porque é uma proposta específica. Nós temos que colocar isso como uma regra da Casa. Agora, organizar como bloco a votação é muito difícil, a menos que seja em temas voltados para a família, a mulher. Porque, em outros temas, nós temos orientações partidárias divergentes. Hoje, uma das mulheres que nós temos na Mesa (Mara Gabrilli, PSDB-SP) está lá não pela atuação em bloco da bancada feminina, mas porque houve um entendimento do PSDB de botar uma mulher na mesa. Foi fruto de uma escolha partidária.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:52

Bolsonaro desiste da Comissão de Direitos Humanos

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

Ao iniciar seu 25º ano de mandato, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) avisou aos colegas de bancada que desistiu de disputar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, ao contrário do que havia sinalizado no final do ano passado.

Embora tenha sido o deputado mais votado do Rio de Janeiro nas últimas eleições, Bolsonaro diz que sua relação com o partido está “estremecida”, desde a convenção da sigla no ano passado, quando o partido se recusou a apoiar sua candidatura à presidência da República.

“Agora tenho outras prioridades, preciso me estruturar para que em 2018 eu possa estar em condições de concorrer a algum cargo maior e meu partido me apoiar, sem me deixar refém. Sou um deputado que deveria ser valorizado, com meio milhão de votos”, diz Bolsonaro.

Em 2014, Bolsonaro perdeu a disputa pela Comissão por apenas dois votos contra o petista Assis do Couto (PR). Na época, ele lançou uma candidatura avulsa, sem indicação do PP.

Leia também: Jair e Eduardo Bolsonaro terão gabinete em família

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Congresso | 09:00

Clarissa Garotinho só reclama do salto alto

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A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal eleita, Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

Recém-eleita, a deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ) parece já ter se acostumado com a nova rotina. A herdeira política do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) foi escolhida por seu partido para assumir uma comissão da Câmara, assim que a distribuição de cargos for feita.

Questionada pelos colegas sobre o processo de adaptação nestes primeiros dias, aliás, a única reclamação da carioca foi sobre a dificuldade de percorrer de salto alto os longos trajetos da Câmara dos Deputados – consideravelmente maiores que na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Leia também: Membros da nova bancada feminina já começam a se estranhar

 

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