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Posts com a Tag Rio+20

terça-feira, 18 de setembro de 2012 Diplomacia | 09:02

Dilma falará na ONU sobre crise econômica internacional, Rio+20 e Haiti

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Em seu discurso na  abertura da Assembleia Geral da ONU, no dia 25, a presidenta Dilma Rousseff falará da crise econômica internacional, do apoio do Brasil à reconstrução do Haiti e dos avanços obtidos na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, ocorrida em junho.

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domingo, 1 de julho de 2012 Congresso | 14:03

Henrique Eduardo Alves: Passada a Rio+20, o Congresso vai alterar os vetos ao Código Florestal

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Passada a Rio+20, a bancada ruralista retoma as discussões para alterar os vetos da presidenta Dilma Rousseff ao texto do novo Código Florestal em vigor.

E o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), é figura central dessa polêmica.

Candidato a presidente da Casa no ano que vem, o deputado sabe que precisará do apoio do governo para se eleger. Mas também precisa do voto da maioria dos deputados e do PMDB, onde os ruralistas têm peso decisivo.

Daí que Henrique Eduardo Alves avisa, em entrevista ao Poder Online: o Congresso vai derrubar alguns vetos.

Mas ele diz acreditar que a alteração será feita por negociação. “Chegaremos a 95% do que querem ambas as partes.”

O líder revela que até o ministro da Agricultura, o peemedebista Mendes Ribeiro — que havia sido desautorizado pelo Planalto quando falou em negociação — já participou, na terça-feita,  de uma reunião no Congresso com a ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, para discutir essas alterações. E está marcada uma reunião nesta segunda-feira dos relatores com a bancada ruralista.

Poder Online – Qual será sua orientação na votação dos vetos do Código Florestal?

Henrique Eduardo Alves – Primeiro,  tenho de registrar que a própria sanção do Código pela presidenta da República já é uma grande vitória. Sancionou-se grande parte do que essa Casa votou. Houve vetos e houve alterações que foram propostas por medidas provisórias (MPs) corrigindo vácuos que nos sabíamos existentes. Agora é preciso muita articulação, muito diálogo. Não pode ser entendido como um terceiro tempo do jogo, digamos  assim. É apenas o momento de nos ajustarmos para que pendências existentes sejam resolvidas no diálogo. E as partes estão conversando praticamente todos os dias para chegar numa posição final que consagre a posição dessa Casa.

Poder Online – Mas a posição dessa Casa, da Câmara, foi aquela enviada à sanção presidencial e que a presidenta vetou.

Henrique Eduardo Alves – É verdade. No entanto, mesmo quando votamos aqui na Câmara,  sabíamos que não poderíamos alterar a proposta do Senado como nós queríamos. Como era a segunda votação na Câmara, tudo tinha que ser feito por supressão ou manutenção dos artigos do Senado. Então  sabíamos que algumas modificações seriam necessárias. E a presidenta Dilma  fez as modificações por MP. Agora vamos rediscutir essas questões. Mas noutro clima

Poder Online – Rediscutir quais pontos, por exemplo?

Henrique Eduardo Alves – O artigo primeiro, que estabelece os princípios do Código Florestal, por exemplo. Ficou muito sujeito a interpretações subjetivas, que podem levar a posturas radicais na base. O que é importante é que o clima de radicalismo já está dando espaço à razão e ao equilíbrio.

Poder Online – Mas vocês vão barrar alguns vetos…

Henrique Eduardo Alves – É. Já está marcada reunião, segunda feira, entre o relator no Senado, Luiz Henrique, e o relator na Câmara, Edinho Araújo, e líderes da bancada ruralista para se chegar a um entendimento. Se não será 100% do que querem os ambientalistas também não será 100% do que querem os ruralistas. Mas será um grande avanço. Pelo menos 95% de ambas as partes, eu acredito, poderão ser atendidos.

Poder Online – Quais outros vetos serão alterados no Congresso?

Henrique Eduardo Alves – A questão de apicuns e salgados, (locais próximos à praia onde é feita a criação de camarões e crustáceos em geral),  que é muito importante para o meu estado. É preciso excluí-los da área de preservação  de manguezais. E outros três ou quatro pontos.

Poder Online – E o quanto ao caso do ministro da Agricultura, que foi desautorizado pela presidenta ao falar em alterações no projeto?

Henrique Eduardo Alves – Não vou negar que houve um desconforto, na forma como foi feita. Mas acho que houve um ruído, um mal entendido, segundo ele mesmo nos explicou. É uma página virada. E agora o ministro já está efetivamente participando. Nesta terça-feira, houve uma reunião com a presença dele e da ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira.

Poder Online – O senhor está defendendo alterações em medidas provisórias e vetos  que a presidenta da República diz ser imexível. Isso não atrapalha sua candidatura à Presidência da Câmara?

Henrique Eduardo Alves – Não, não creio que uma coisa tenha a ver com a outra. Até porque entendemos que o Código Florestal é muito menos uma questão de governo do que de país. Eu sou governo. A base do governo votou maciçamente para aprovar o Código, como queria o Palácio do Planalto. Mas essa é uma questão do Brasil real, do Brasil ruralista, do Brasil pecuarista. Do Brasil agricultor. Não é uma questão de governo. Entendo que houve um radicalismo de ambientalistas e ruralistas nesse assunto.  Mais dos ambientalistas. Mas também um pouco de radicalismo dos produtores rurais. Esse clima dasanuviou e agora vamos chegar a um entendimento definitivo.

Poder Online –  Passada a Rio+20…

Henrique Eduardo Alves – A Rio+20, de alguma maneira, vinculava essa emoção. Superado isso, agora vamos decidir com a razão. A presidenta Dima melhorou a proposta original. Nós entendemos e concordamos com alguns vetos. Os outros, vamos discutir de maneira racional. O importante é que já existe um novo Código e nós poderemos ainda chegar a 95% daquilo que for o ideal para o Brasil.

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sexta-feira, 22 de junho de 2012 Diplomacia | 13:44

Hillary Clinton e a intimidade

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Na Rio+20, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton demonstrou gostar de chamar seus contatos pelo primeiro nome e apelidos – muito além de, evidentemente, chamar de Bill o marido, William Jefferson Clinton.

Em seu discurso na plenária de chefes de Estado e governo da Rio+20, Hillary chamou apenas de Ban o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e de Sha o secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang.

Mais tarde, referiu-se ao embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, como Tom.

Ao citar a presidenta Dilma, porém, optou pelo sobrenome, e a chamou de “presidente Rousseff”.

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Congresso | 08:01

Convenções devem repetir esvaziamento do Congresso na semana que vem

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Com a reta final das convenções municipais para as eleições deste ano, o recesso branco previsto para esta semana no Congresso deve se repetir na semana que vem.

A Câmara dificilmente terá deputados suficientes para realizar votações em plenário nesta terça e quarta-feira. A Casa credenciou 127 parlamentares para participar da Rio+20, no Rio de Janeiro.

Somados aos deputados das regiões Norte e Nordeste, onde acontecem as tradicionais festas juninas, o quorum está completamente esvaziado no Congresso.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012 Brasil | 13:08

Confusão até na foto oficial

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Considerada um dos eventos mais importantes da Rio+20 para o governo brasileiro, a organização para a foto dos chefes de Estado na abertura da conferência foi caótica.

De acordo com um diplomata estrangeiro bastante estressado, a ordem dos estadistas no retrato não estava fechada até 15 minutos antes do horário marcado, por conta de diversas confusões entre as delegações.

Quando tudo estava pronto, ainda tiveram que esperar Cristina Kirchner, da Argentina, a última chefe de Estado a chegar.

Cristina, por sinal, posou para a foto mas não discursou na plenária: foi embora antes de chegar sua vez.

(Colaboração de Natasha Madov)

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quarta-feira, 20 de junho de 2012 Eleições | 19:33

Marta se recusa a falar sobre “política paulistana”

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Presente no penário da Rio+20, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) recusou-se na tarde desta quarta-feira a fazer comentários sobre a aliança entre o candidato petista à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, e a consequente saída da chapa da pré-candidata a vice, Luiza Erundina.

— Sobre política paulistana não falo — proclamou ante o assédio de jornalistas.

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Brasil | 17:59

Ahmadinejad é assediado durante conferência Rio+20

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Muito se falou, antes da Conferência Rio+20, da Organização das Nações Unidas, que o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ficaria isolado durante as reuniões.

Mas pela foto tirada no plenário principal onde acontece a conferência, pode-se ver que não foi bem isto o que aconteceu.

A todo momento, Ahmadinejad é assediado para posar em fotos com os representantes dos demais países.

O líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, posa para fotos durante Rio+20

Ahmadinejad é assediado durante Conferência Rio+20

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Brasil | 15:44

Ninguém entendeu nada do que Tadjiquistão disse

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Após o início formal dos trabalhos da Rio+20, com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, abrindo os trabalhos e a presidenta Dilma Rousseff assumindo a presidência da conferência, houve rebuliço e muita gente se levantou e saiu da sala quando o presidente do Tadjiquistão, Emomali Ramon, começou a falar.

O burburinho das delegações não foi causada por indignação ou nada polêmico que Ramon tenha dito, mas simplesmente porque, falando no idioma natal e sem tradução simultânea, simplesmente ninguém entendia nada do que ele dizia.

No finalzinho do pronunciamento, chegou uma tradução, o que lhe permitiu uns poucos aplausos ao concluir o discurso.

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Brasil | 14:45

Nem representante da ONU na Rio+20 incorporou comportamento sustentável

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O secretário geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, definitivamente ainda não incorporou um comportamento politicamente correto do ponto de vista da sustentabilidade do planeta.

Ao descer de um BMW preto, às 9h15 da manhã de hoje, para participar das reuniões de alto nível com chefes de estado na Rio +20, Sha Zukang simplesmente jogou a guimba de seu cigarro no chão do estacionamento.

Nem se preocupou.

(Colaboração de Maria Fernanda Ziegler)

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Governo | 10:53

“Meu reino por um jornal!”

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Enquanto tinha seus cabelos tratados pelo cabeleireiro Celso Kamura na manhã desta quarta-feira (20), a presidenta Dilma Rousseff colocou o concièrge do Windsor Barra para correr.

Ela queria porque queria um exemplar do Financial Times.

Tarefa impossível, já que nem na livraria do aeroporto do Galeão havia exemplares disponíveis.

Mas isso não tirou o bom humor da presidenta. Para o almoço com o presidente da França, François Hollande, logo mais, ficou felicíssima com a escolha do cardápio: comida mineira.

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