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Posts com a Tag Roberto Amaral

quarta-feira, 12 de novembro de 2014 Partidos | 18:00

Se fechar de vez com Dilma, Roberto Amaral pode ser expulso do PSB

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O ex-presidente do PSB Roberto Amaral segue firme no namoro com o governo da presidente Dilma Rousseff e continua irritando os colegas de partido que defendem o alinhamento da legenda à oposição.

De acordo com líderes socialistas, se Amaral avançar muito mais nas conversas com o PT, a ponto de negociar um cargo na administração federal, o partido deve optar pela expulsão.

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014 Partidos | 06:00

Roberto Amaral ainda mantém planos de se filiar ao PT

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Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente do PSB Roberto Amaral não abandonou os planos de uma possível filiação ao PT. No auge da crise com o comando do PSB, ele chegou a ter mais uma conversa com líderes petistas sobre o assunto.

Ouviu em retorno que sua permanência no partido pode ser útil para tentar reaproximar os socialistas do governo, agora que a presidente Dilma Rousseff está reeleita.

Se a estratégia de fato der resultado, pode até garantir um lugarzinho na Esplanada. Se não der certo, o jeito é trocar de partido mesmo.

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terça-feira, 26 de agosto de 2014 Eleições | 15:00

Roberto Amaral dá canseira na equipe de comunicação do PSB

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Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, anda dando canseira na equipe de comunicação do PSB.

Toda vez que o partido precisa redigir uma nota, é uma novela. Segundo auxiliares, ele altera sucessivamente os textos e muda de ideia o tempo inteiro.

 

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014 Eleições | 09:00

Adversários estão de olho no ‘núcleo tradicional’ do PSB

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Roberto Amaral - foto de José Cruz - Agência BrasilO PT da presidente Dilma Rousseff e o PSDB do senador mineiro Aécio Neves olham com atenção para o “núcleo tradicional” do PSB. Mais especificamente para o presidente Roberto Amaral e o coordenador da campanha presidencial socialista, Carlos Siqueira.

As duas campanhas enxergam nesses dirigentes o maior foco de divergência com a ex-senadora Marina Silva. Portanto, estaria ali o maior potencial para desestabilizar uma candidatura presidencial.

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domingo, 27 de abril de 2014 Eleições | 08:00

‘Temos uma disputa com o governo, mas também com o PSDB’, diz vice-presidente do PSB

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Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Roberto Amaral, vice-presidente do PSB. (Foto: Divulgação)

Direto de mais um encontro da campanha de Eduardo Campos, desta vez na região Norte, o vice-presidente nacional do PSB e ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, relativiza o acordo de cavalheiros firmado com o PSDB do senador mineiro Aécio Neves.

Ele admite uma vantagem estratégica na atuação conjunta neste início de campanha, mas avisa: “Temos uma disputa com o governo, mas também uma disputa eleitoral objetiva com o PSDB”.

A estratégia de Campos, diz ele, já está bem definida. “A prioridade eleitoral é o que eu chamo de triângulo das bermudas: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro”, afirma Amaral. Se no RJ o objetivo é um excelente desempenho entre os eleitores, em Minas Gerais Amaral já se contenta em diminuir a força do tucano Aécio Neves. Já em SP, as indefinições permanecem, mas a ordem é trabalhar para divulgar o nome de Eduardo Campos.

Amaral defende, porém, que o partido não deve entrar no jogo das polêmicas baixas. “Nossa proposta é evitar que esse pleito seja um repeteco da pobreza ideológica que foi a disputa Dilma e Serra, em 2010. Como eu falei, cansamos dessa dicotomia.”

Poder Online: As pesquisas mostram que o principal desempenho do Eduardo Campos ainda é no nordeste, mas que nas outras regiões está por volta dos 4%…
Roberto Amaral: Eu não estou lendo pesquisa nenhuma, não estou preocupado com nenhuma delas. A gente sabe que pesquisa com muita antecedência tem uma possibilidade de manipulação muito grande. A essa altura, uma pesquisa e nada é a mesma coisa. O que pode fazer alguma diferença é a pesquisa qualitativa, aí sim.

Como quais, por exemplo?
Como as que dizem que há um desgaste muito grande do governo, um desejo por mudança. Mas que, ao mesmo tempo, os que não estão satisfeitos com o atual sistema também não querem uma mudança brusca, como representa o Aécio. Eu leio essas sondagens qualitativas como indicadores do grande espaço para a alvorada do Eduardo campos.

Uma outra pesquisa interessante para o Campos é a de que, entre o eleitorado que conhece bem Dilma, Aécio e Campos ele poderia superar até a Dilma, não é?
Exatamente. Ele é desconhecido, mas entre os que conhece passa a crescer muito. Então a nossa estratégia é clara, está nos discursos. Vamos fazer a mudança, mas não vamos olhar o Brasil pelo retrovisor, vamos olhar pelo para-brisas. Corrigir o que precisa ser corrigido e melhorar o que precisa ser melhorado. O país está cansado dessa dicotomia.

O senhor já defendeu diversas vezes que a candidatura do Campos não é de oposição ao atual governo. Mas como conciliar essa postura e o pacto de não-agressão com o Aécio Neves?
Nós não somos oposição porque temos uma parcela de responsabilidade deste governo, que não vamos jogar pela janela. Participamos de todo o governo Lula e parte do governo Dilma. E também não temos propriamente um pacto de não-agressão. O que foi feito, inicialmente, é um entendimento de que não deveríamos ficar nos esgaçando – PSB e PSDB – enquanto o governo ficaria só olhando da plateia. Mas também sabemos que só temos duas opções, no quadro de hoje – e amanhã posso dar outra resposta. Ou a Dilma se elege no primeiro turno ou vai para o segundo. Neste caso, só sobra uma vaga para o Campos e o Aécio disputarem. Ou seja, temos uma disputa com o governo, mas também uma disputa eleitoral objetiva com o PSDB.

Como isso está funcionando nos estados? Aliás, não só a relação com o PSDB, mas também internamente, com a Rede.
O PSB e a Rede são dois partidos, mas a candidatura do Eduardo está confirmada e Marina é a vice. Nós estamos unificados no plano nacional e em cerca de 20 ou mais unidades federativas. Só em dois ou três estados é que não vamos juntos. Isso é normal. No Acre estamos apoiando o PT – e muito em solidariedade à Marina, que sempre foi aliada do Tião Viana. No Rio de Janeiro apoiamos o Miro Teixeira do PROS e a Marina foi a principal defensora. No Rio Grande do Sul vamos apoiar o candidato do PMDB, Pedro Simon, que também foi defendido pela Marina. Ou seja, sempre que é possível, saímos juntos.

E em São Paulo? Com a ida do Márcio França (PSB-SP) para a coordenação de campanha do Campos, abre mais espaço para a Rede indicar um nome que agrade mais à Marina Silva?
Na hipótese de uma candidatura própria em São Paulo, o candidato natural do PSB é o presidente do partido estadual, Márcio França. A executiva nacional o convidou para coordenar a campanha do Campos. Ele acha que pode ser candidato e coordenador da campanha. A executiva discorda.

Qual a opinião do senhor?
Eu acho que uma coisa é complicadora da outra. Como é que eu vou explicar, para a população, que a candidatura dele é uma coisa mesmo pra valer? Nós queremos uma candidatura forte, para mexer. É verdade que, por enquanto, nós estamos com um cavalo lá atrás, um pangaré. Mas queremos fazer uma campanha que ajude o Campos. A estratégia principal em São Paulo é divulgar o nome dele. Além disso, estamos sentindo a falta do França na executiva, pela sua experiência. Ele é um excepcional articulador.

Se não houver uma candidatura própria, em São Paulo, quem o partido deve apoiar? Há alguma chance de sair com Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo?
Essa é uma hipótese com a qual eu não trabalho. Se não for candidatura própria, teremos que discutir – mas terá que ser alguém do nosso bloco, da nossa base.

O senhor disse que, em São Paulo, a prioridade é divulgar o nome do Eduardo Campos. Qual é a estratégia da campanha para aumentar a intenção de votos para além do Nordeste?
É uma estratégia óbvia. Primeiro vamos nos fortalecer, sedimentar, no nordeste. Segundo, queremos avançar especialmente no sul, onde o PT não tem tido bom desempenho eleitoral, historicamente. Mas a prioridade eleitoral é o que eu chamo de triângulo das bermudas: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Mas cada um desses estados tem um cenário bem diferente, não é?
Sim. Por isso temos estratégias diferentes. Queremos um excelente desempenho no Rio de Janeiro. Estamos convencidos de que podemos ir pra cabeça dos cariocas. A Marina vai participar ativamente dessa campanha, inclusive porque o Miro Teixeira tem muita identificação com ela e com a Rede. Além disso, 43%  do eleitorado é na capital, o que cria uma situação muito específica.  Lá a máquina do Estado funciona menos e nós apostamos também no desgaste do Cabral e do Paes. Temos razões objetivas para acreditar que é uma eleição competitiva. Agora, em São Paulo, queremos ter um bom desempenho. E, em Minas, o objetivo é diminuir o desempenho do Aécio.

Eduardo Campos, recentemente, chegou a entrar em uma série de polêmicas que marcaram muito o debate de 2010 – como aborto, maioridade penal. O tom da campanha vai ser polemizar?
Não, de jeito nenhum. Sou contra essas polêmicas, elas só empobrecem a política. Nossa proposta é evitar que esse pleito seja um repeteco da pobreza ideológica que foi a disputa Dilma e Serra, em 2010. Como eu falei, cansamos dessa dicotomia.

Leia também: Rede volta a falar em Walter Feldman e Ricardo Young para eleição em SP

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012 Congresso, Governo | 07:00

Roberto Amaral: “PMDB é que pede ministérios para apoiar governo”

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Apesar de não descartar o lançamento de uma candidatura própria à Presidência em 2014, Roberto Amaral, vice-presidente do PSB,  afirma que seu partido faz parte da base governista, integra o governo Dilma e, apesar do crescimento nas últimas eleições, não reivindica mais ministérios.

Segundo ele, o PMDB é que gosta de pedir ministérios para apoiar ao governo.

Em outra farpa, afirma que os peemedebistas querem usar o PSB e a possível candidatura à Presidência de Eduardo Campos, governador de Pernambuco, para pressionar Dilma e obter mais vantagens no governo.

De acordo com ele, os socialistas querem apenas apoio do governo federal para seus novos prefeitos.

Amaral afirma que a definição sobre 2014 só sairá no fim do ano que vem, mas diz estar espantado com os que se surpreederam com o desempenho do PSB nas urnas.

“Qualquer partido político tem o objetivo de chegar ao poder. Isso é simples”, conclui.

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Congresso, Governo | 06:30

Roberto Amaral: “PSB não é Viagra do PSDB”

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Vice-presidente nacional do PSB, o ex-ministro Roberto Amaral não quer saber de vincular seu partido à oposição a Dilma Rousseff e rejeita qualquer aproximação com o PSDB.

“Eles (o PSDB)  passam por uma crise de impotência e querem nos usar como Viagra. Os tucanos e a grande mídia não devem contar conosco para quebrar a esquerda, não seremos joguete de ninguém”, dispara.

Amaral não poupa os tucanos. Diz que o partido se confunde “com a figura lamentável” de José Serra, candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo. 

“Trata-se um político velho, reacionário, atrasado e provocador”, classifica.

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terça-feira, 10 de julho de 2012 Eleições | 10:07

Vice-presidente nacional do PSB confirma Rui Falcão: “Houve sim interferência do Aécio em Belo Horizonte”

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O vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, confirma as suspeitas do presidente nacional do PT, Rui Falcão, de que tenha havido pressões do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do governardor tucano Antônio Anastasia para que o PSB de Belo Horizonte rompesse com o PT.

Em entrevista exclusiva ao jornal “Brasil Econômico“, Rui Falcão declarou que o PSB de Belo Horizonte traiu o PT, pois havia assinado documento se comprometendo a fechar coligação com os petistas também na chapa para vereadores.

— Eu lamento muito que o senador Aécio Neves e o governador Anastasia tenham interferido nessa história. Isso só mostra o quanto as direções nacionais do PT e do PSB precisam estar atentas para os movimentos dos adversários visando atrapalhar a relação dos dois partidos. É claro que o Aécio e os tucanos estão de olho em 2014.

Roberto Amaral foge de qualquer polêmica com Rui Falcão:

— O Rui é meu amigo e eu não vou polemizar. Infelizmente tivemos este problema em Belo Horizonte, mas tenho certeza de que, passadas as eleições, o episódio será superado. O importante é trabalharmos pelo fortalecimento da aliança nacional entre o PSB e o PT, visando a reeleição da presidenta Dilma Rousseff em 2014. É isso que os adversários querem minar.

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segunda-feira, 2 de julho de 2012 Eleições | 09:40

A explicação do PSB para seus problemas com o PT pelo país

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Roberto Amaral (foto: Valter Campanato/ABr)

Diante do iminetnte rompimento entre o PT e o PSB em Belo Horizonte, o vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, resolveu soltar uma nota em que explica os desentendimentos entre os dois partidos em várias capitais nessas eleições.

Poucas vezes uma nota oficial de um político foi tão, digamos, sincera. Vale ler alguns trechos:

Ao PT e principalmente ao presidente Lula, tem sido fiel o PSB, e aliado permanecera enquanto seus projetos puderem ser partilhados na igualdade do respeito mútuo e no respeito às eventuais divergências de tática

(…)

Aliado leal, o PSB cultiva (como devem cultivar todos os partidos que não são meramente siglas) seu próprio projeto, seus próprios objetivos e sua forma peculiar e socialista de buscar o poder na companhia das forças de esquerda fortalecidas pelo apoio das crescentes camadas progressistas e democráticas de nossa população.

Essas observações se tornaram necessárias em face da frivolidade com a qual a média dos comentaristas, influenciando reações provincianas, se reporta ao dito ‘distanciamento’ entre o PSB e o PT, atestado pelo simples fato de o PSB ter candidaturas próprias em Recife e Fortaleza e o PT ter decidido lançar candidato próprio na disputa em Belo Horizonte, esquecidos, PSB e PT do sucesso em que se constituiu política e eleitoralmente a aliança que levou Márcio Lacerda à Prefeitura em 2008.

(…)

A explicação é vária. Pode ser a pobreza de nossas estruturas partidárias, pode ser a mediocridade do debate ideológico, pode ser a despolitização da política, pode ser, até, o pragmatismo que, como cupim insaciável, devora as entranhas de nossos partidos. Pode mesmo ser a espetacularização da política, a preeminência da campanha televisiva e, por força dela, a busca de alianças partidárias sem viés ideológico, mas simplesmente para compor tempo viável no programa eleitoral.

Pode ser tudo isso e pode ser nada disso, mas seja qual for a explicação ela não alterará a consequência objetiva, que é a lógica local, do pleito específico, orientando as coligações.

Há, porém, consabidamente, uma exceção e esta é o pleito na cidade de São Paulo, o qual, como tudo o que ocorre no principal Estado da Federação, extrapola seus limites territoriais. Por isso mesmo, em face das eleições paulistanas, a direção nacional do PSB tomou a si a condução política do processo eleitoral. Este cuidado era homenagem à qualidade da candidatura Haddad, mas era, acima de tudo, o reconhecimento da importância do pleito e de sua significação nacional.

(…)

Nossa estratégia em Recife é clara e parece factível: assegurar a presença da esquerda no segundo turno. Lá estaremos, com Geraldo ou Humberto, e, então, juntos novamente estaremos, como estivemos em 2006, após a civilizada disputa do primeiro turno.

O desfecho de Fortaleza decorre da mesma lógica, pois igualmente atende à necessidade de preservamos em nosso campo a Prefeitura, necessidade ameaçada pela crise da administração municipal e a dificuldade de encontrar como candidato um nome que unisse as forças de nosso campo.

A lógica que reúne contrários é a mesma que afasta semelhantes e, assim, em Manaus, nosso candidato, Serafim Corrêa, o único da esquerda no pleito daquela capital, não obteve o apoio nem do PT nem do PCdoB, que também não apóiam a reeleição do prefeito Luciano Ducci, do PSB, em Curitiba. Nessa cidade, o PT entendeu ser mais coerente apoiar a candidatura do deputado Gustavo Fruet, ousado quadro da direita acoitado no PDT, e o PCdoB entendeu como mais eficiente apoiar a candidatura de um deputado conhecido apenas como ‘o filho do Ratinho’.

No Rio de Janeiro PT e PSB estão aliados com o PMDB embora já alimentem o projeto da candidatura do senador Lindenberg de Faria para as eleições de 2014.

Em Porto Alegre, a base do governo Tarso Genro está dividida. PDT, PT e PSB-PCdoB, coligados, têm candidaturas próprias.

É a lógica provinciana a mesma que prevalece nas eleições de João Pessoa, onde nossa candidata à prefeitura, que tem o apoio do PCdoB, não conseguiu a adesão do PT.

Nada disso, porém, põe em risco a aliança nacional desses partidos, responsáveis pelo projeto político que ensejou os governos de centro-esquerda de Lula e Dilma, experiência que está longe de esgotar-se. Nosso compromisso com a continuidade do projeto de centro esquerda, ora liderado pela presidente Dilma, não entra em contradição com nosso desejo, legítimo e necessário de crescimento. Pelo contrario, quanto mais fortes os partidos de esquerda, melhores serão nossas possibilidades de vitória e de sustentação de governos como os de Lula e Dilma.

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terça-feira, 19 de junho de 2012 Eleições | 09:13

Eduardo Campos corre para São Paulo para tentar convencer Erundina a voltar atrás

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O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, conseguiu marcar encontro para daqui a pouco, às 15h, com a ex-prefeita Luiza Erundina em São Paulo.

Campos e o vice-presidente do partido, Roberto Amaral, farão uma última tentativa de convencer Erundina a voltar atrás em sua decisão de abandonar a candidatura a vice-prefeita de São Paulo, na chapa do petista Fernando Haddad, depois que o PT também fechou aliança com o ex-prefeito Paulo Maluf (PP).

Erundina pegou de surpresa até mesmo o comando nacional de seu partido.

Eduardo Campos dava como acertada a situação em São Paulo e tinha marcado encontro com o ex-presidente Lula hoje mesmo, mas para discutir outra capital, Recife, onde PT e PSB não estão se entendendo.

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