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Posts com a Tag Roberto Amaral

domingo, 17 de junho de 2012 Eleições | 12:22

Para o PSB, apoio de Maluf ao PT não colide com entrada de Erundina na chapa de Fernando Haddad

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Roberto Amaral (foto: Valter Campanato/ABr)

Vice-presidente nacional do PSB, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral participa ativamente das negociações entre seu partido e o PT para as eleições municipais.

Ao lado do governador de Pernambuco e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos, Roberto Amaral teve papel decisivo na indicação de Luiza Erundina para vice na chapa do petista Fernando Haddad a prefeito de São Paulo.

Em entrevista ao Poder Online, Amaral disse não ver problemas no apoio de Paulo Maluf ao PT. Para ele, a presença de Erundina na chapa garante a “consistência histórica e ideológica” necessária à candidatura Haddad.

Amaral festeja também o fato de o PSB ter deixado o governo tucano de Geraldo Alckmin. Diz que o seu partido “saiu do gueto”.

No resto do país, ele ainda aposta na aliança em Teresina (PI) e comemora os acordos com o PT em Belo Horizonte (MG) e Aracaju (SE).

Mas o vice-presidente do PSB vê como irreversível a candidatura própria do partido contra o PT em Fortaleza (CE). E acha “muito provável” o lançamento de um nome do PSB a prefeito do Recife, mesmo que o petista Humberto Costa confirme sua candidatura na Justiça.

Poder Online –  No momento em que o PSB fecha com o PT em São Paulo, vem agora essa história do apoio do Maluf à candidatura do petista Fernando Haddad. Isso não é ruim?

Roberto Amaral – Não vejo problema. O PSB, ao colocar a Luiza Erundina como vice na chapa do Haddad, dá substância ideológica à campanha. A vinda do PP de Paulo Maluf traz tempo de televisão. Sinceramente não vejo choque aí. Os dois movimentos são complementares. As informações que nos chegaram são de que o candidato do PSDB, José Serra, ficou muito preocupado.

Poder Online – Preocupado por quê?

Roberto Amaral – Porque a Erundina agrega densidade histórica e ideológica ao Fernando Haddad. Não fica mais aquela coisa do serra disputando com dois jovens mais ou menos parecidos, o Haddad e o Gabriel Chalita. A entrada da Erundina marca que há mais consistência na candidatura do Fernando Haddad.

Poder Online – Bom para o PT, então. E para o PSB?

Roberto Amaral – Para nós foi excelente. Porque saímos sem brigas de uma situação um tanto estranha, que era a participação no governo tucano. Saímos do gueto. O PSB vai para o pleito mostrando nossas diferenças ideológicas e históricas. Na campanha, isso ficará ainda mais claro, porque a Erundina fará um discurso marcadamente ideológico.

Poder Online – Em São Paulo, então, está tudo acertado com o PT. Mas em Pernambuco? Parece que não haverá aliança no Recife.

Roberto Amaral – De fato, temos dificuldade. O pré-candidato do PT, Humberto Costa, está em primeiro lugar nas pesquisas e isso é um incentivo a que o apoiemos. Mas seu partido veio de uma disputa interna muito dura e temos a forte impressão de que a militância petista não vai trabalhar por ele ao longo da campanha.  O prefeito João da Costa,  derrotado por ele na disputa interna, ameaça até recorrer na Justiça, o que faz com que ainda nem se tenha segurança da candidatura. O ex-prefeito João Paulo não deve fazer campanha. E o ex-candidato Maurício Rands já  disse que está fora.

Poder Online – Então o PSB vem mesmo com candidatura própria no Recife?

Roberto Amaral – É a tendência mais forte. Porque há ainda um agravante: o Humberto não conseguiu unir os partidos aliados e a oposição está apresentando candidatos jovens. Eles podem até perder agora, mas estão se preparando para mais adiante. Então temos que também preparar nomes novos no nosso campo.

Poder Online – No Ceará, então, a situação é pior. A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), está em guerra aberta com ex-deputado Ciro Gomes, o irmão do governador Cid Gomes (PSB).

Roberto Amaral – Lá, acho que a situação é irreversível. O Ciro avalia que a rejeição à prefeita nas pesquisas de opinião implica que ela não conseguirá eleger seu candidato. A prefeita, por sua vez, se julga capaz de eleger até um poste, e chamou para ser candidato um rapaz (Elmano Freitas) sem consistência eleitoral e sem vivência política. Acho que ali não tem acordo.

Poder Online – Mas, no todo, com o PT como anda o relacionamento nesas eleições?

Roberto Amaral – Anda bem. Problemas aqui e ali sempre existem em todas as alianças. Mas o PT deve apoiar, por exemplo, nosso candidato em Aracaju (SE),  o Valadares Filho; e já fechou com a reeleição do Márcio Lacerda, em Belo Horizonte. Por outro lado, eles devem lançar o senador Wellington Dias para prefeito de Teresina (PI), e nós devemos apoiá-lo.

Poder Online – Em 2014? O governador Eduardo Campos vai ser candidato a presidente ou vocês continuarão apoiando a presidenta Dilma Rousseff? Pretendem indicá-lo como vice de uma eventual chapa pela reeleição?

Roberto Amaral – Olha, quem disser que está com planos claros para 2014 está mentindo. Como estará a economia até lé? Qual CPI estará em andamento? Haverá um novo escândalo? Em qual direção? Como estará o PSDB? É muito cedo para fazer previsões.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Eleições | 10:55

PSB oficializa apoio ao PT em ato com Luiza Erundina. Presença de Marta é dúvida

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O ato de oficialização do apoio do PSB ao PT será realizado às 16h desta sexta-feira no Hotel Pestana, Zona Sul da capital paulista.

Estarão presentes o presidente nacional do partido, Eduardo Campos, o vice-presidente, Roberto Amaral, e a futura vice na chapa de Fernando Haddad (PT), Luiza Erundina.

A presença da ex-prefeita socialista na chapa é mais um complicador para a aproximação com outra ex-prefeita, a petista Marta Suplicy, que tem resistido a trabalhar pela candidatura Haddad.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012 Eleições | 14:06

Marqueteiro de Eduardo Campos ajudou a construir diálogo que deu força ao nome de Erundina para vice de Haddad

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O vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, está hoje em São Paulo para alinhavar os últimos detalhes antes do anúncio oficial de Luiza Erundina como vice de Fernando Haddad.

O acordo é fruto de sete meses de articulações. Em novembro do ano passado, quando o nome de Erundina começou a ser ventilado, pouca gente acreditava na negociação.

Parte do sucesso é creditado à insistência de Edson Barbosa, dono da agência Link, responsável pelo marketing político de Eduardo Campos e pela comunicação do Ministério da Educação na gestão Haddad.

Apesar do pessimismo de todas as partes envolvidas, Barbosa teve várias conversas pontuais com Erundina, Campos e Haddad até convencê-los sobre a viabilidade da “chapa dos sonhos” do PT.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Partidos | 07:07

PSB aposta na permanência de Ciro no partido

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Vice-presidente nacional do PSB, o ex-deputado Roberto Amaral (RJ) diz que não acredita na saída de Ciro Gomes do partido, rumo ao PDT:

— O que tenho é uma conversa pessoal com o Ciro em que ele não me pareceu disposto a deixar o partido. E declarações do irmão dele, o governador Cid Gomes, de que ambos permanecerão na legenda. Não vejo motivos para a saída.

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terça-feira, 3 de maio de 2011 Partidos | 06:05

PCdoB tenta formar frente contra aliança PT-PMDB-PSDB na reforma política

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O PCdoB procurou o PSB para tentar formar uma frente de partidos pequenos e médios contra os grandes partidos, na reforma política. Ou seja, contra a aliança tácita que está se formando entre o PT, o PSDB e o PMDB em alguns temas.

No próximo dia 15, o PSB tem reunião marcada para tentará fechar questão entre suas bancadas da Câmara e do Senado em três itens da reforma: financiamento público das campanhas eleitorais; votação em listas fechadas de candidatos apresentadas por cada legenda; e fim das coligações nas eleições proporcionais (deputados, vereadores).

O vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, explica que não conseguiu fechar apoio ao PCdoB na cruzada contra o fim das coligações porque seu partido está dividido nesse tema. Mas combinaram de manter “um sistema de audiência permanente”.

Por quê?

— Porque precisamos encontrar uma forma de nos precaver em relação aos grandes partidos. Nessa questão da reforma política, o PT sempre abandonou seus aliados históricos e ficou mais próximo do PSDB e do PMDB.

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domingo, 13 de março de 2011 Partidos | 06:04

PSB investe em Kassab e Ciro Gomes, mas aposta que Chalita e Erundina ficam no partido

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Roberto Amaral (Foto: Valter Campanato/ABr)

Vice-presidente nacional do PSB, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral recebeu o ex-deputado Ciro Gomes, uma semana antes do carnaval,  para um jantar em sua casa no Rio de Janeiro.

Em entrevista ao Poder Online ele garante: “Nem Ciro, nem seu irmão, Cid Gomes (governador do Ceará) deixarão o partido.”

Roberto Amaral também não acredita que os deputados Gabriel Chalita e Luiza Erundina abandonem a legenda ou partam para a criação de uma nova agremiação. Mas continua apostando na adesão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), desafeto dos dois.

Ele aposta também na manutenção da aliança com PSDB e PT em Belo Horizonte, em torno da reeleição do socialista Marcio Lacerda. E anuncia a filiação ao partido do ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, possível candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSB.

Poder Online: Quais são as prioridades do PSB para 2012?

Roberto Amaral: Conservar, nas eleições, as Prefeituras que já temos e  avançar em cidades médias, como Campinas, onde teremos candidato. A ideia é disputar no maior número possível de cidades com candidatos próprios. E daremos prioridade absoluta ao chamado Triangulo das Bermudas (risos), ou seja, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Poder Online: Então vamos por partes. Qual a estratégia em Belo Horizonte?

Roberto Amaral: Lá, nós vamos investir na reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB), com muitas esperanças de preservarmos a aliança tanto com o PT como com o PSDB.

Poder Online: Mas o PT quer lançar candidato próprio.

Roberto Amaral: Nessas coisas pesa muito o interesse federal.

Poder Online: Ou seja, o interesse do governo federal na aliança entre PT e PSB? Mas também já não há tanto interesse do governo federal numa aproximação com o PSDB de Aécio Neves.

Roberto Amaral: Olha, a coisa não é tão direta assim. E o jogo político já não é como antigamente, quando PT e PSDB jogavam com todas as peças do xadrez e os demais partidos somente com peões. O PSB hoje tem vários governadores, somos um partido de peso. Creio que haverá tanto o interesse nacional do PT em manter aliança conosco em Belo Horizonte, como o interesse do próprio Aécio Neves em também manter a aliança entre o PSDB e o PSB. No final, acho que há muitas chances de continuarmos todos juntos por lá.

Poder Online: E em São Paulo?

Roberto Amaral: Embora sempre tenhamos como meta a candidatura própria, em São Paulo creio que teremos um entendimento com o prefeito Gilberto Kassab e este novo partido que ele está lançando.

Poder Online: Mas tem a ameaça dos deputados Luiza  Erundina e Gabriel Chalita de deixarem o partido, se for feito o entendimento com o Kassab.

Roberto Amaral: Isso de sair dos partidos está cada dia mais difícil hoje em dia. A legislação é muito complicada. E nós temos todo interesse e consideração pela Erundina e pelo Chalita. Não vejo motivo nem condições objetivas para que eles saiam do partido, independentemente do que ocorra em relação ao Kassab.

Poder Online: Eles ameaçam criar uma nova legenda.

Roberto Amaral: Não creio. Eu já fundei partido e sei o quanto é penoso partir para uma eleição sem fundo partidário e sem horário de TV.

Poder Online: Mas o mesmo raciocínio vale para o Kassab. Para ir para o seu partido, ele antes teria que fundar o tal PDB. E nisso o PSB tem ajudado.

Roberto Amaral: Não, não temos nos metido. Agora, temos, sim, interesse na aproximação com o Kassab. Quanto ao novo partido que ele fundaria, trata-se do prefeito da maior cidade da América Latina e um projeto que ele diz incluir até governadores, vários prefeitos do interior, uma bancada de cerca de vinte deputados federais… Se metade disso se cumprir, será um projeto de peso, diferentemente de dois ou três deputados resolverem fundar um partido.

Poder Online: Eles ameaçam levar o governador do Ceará, Cid Gomes, e o irmão, o ex-deputado Ciro Gomes.

Roberto Amaral: Eu jantei com o Ciro em minha casa. Conversamos abertamente sobre todos os temas possíveis. Foi um encontro muito bom. Posso lhe dizer que não há hipótese desses dois saírem do PSB. O Ciro é hoje o principal nome nacional do partido e será tratado entre nós com toda a reverência que merece. Seu irmão, o Cid, é um dos maiores governadores do país e sabe muito bem da importância que damos a eles.

Poder Online: E quanto ao Rio de Janeiro?

Roberto Amaral: É um quadro mais difícil, na medida em que outras legendas têm nomes consolidados para disputar a Prefeitura. Mas devemos realizar nos próximos dias a filiação ao partido do ex-ministro José Gomes Temporão. Trata-se de um figura respeitada, um homem digno e conhecido nacionalmente. Quando ministro, trabalhou muito pelo Rio. Talvez seja uma opção. Quem sabe?

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quarta-feira, 14 de julho de 2010 Eleições | 09:02

Amaral, saída e entrada honrosa

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O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, decidiu cuidar mais de sua campanha à reeleição e o  O representante do PSB no conselho político de Dilma Rousseff será mesmo o ex-ministro Roberto Amaral – aquele mesmo que saiu voluntariamente do governo Lula, em 2004, antes de ser demitido.

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