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Posts com a Tag Rodrigo Janot

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 Brasil, Política | 18:56

Opositores de Cunha esperam decisão do STF sobre afastamento ainda nesta semana

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O deputado Alessandro Molon, cotado para a Secom (Foto: Divulgação)

O deputado Alessandro Molon (REDE-RJ)

Um dos autores da representação que pede o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara, o deputado Alessandro Molon (REDE-RJ) disse que o grupo espera uma decisão o mais ágil possível do Supremo Tribunal Federal e, se possível, antes do STF entrar no recesso, marcado para ter início na próxima sexta-feira.

“Estamos muito felizes com a decisão do procurador e esperamos que este pedido seja deferido pelo ministro Teori Zavascki o quanto antes, porque já está claro que o presidente Eduardo Cunha está usando do seu poder para que avance o processo contra ele, no Conselho de Ética. Esperamos que  STF  defira o pedido o mais rápido possível porque esta situação para Câmara é insuportável”, disse Molon.

O pedido foi feito pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, no início da noite de hoje, durante o julgamento do rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff, pedido aceito por Cunha há três semanas

O grupo de cerca de 40 deputados contrários a Cunha deve ficar em Brasília para assistir a sessão do STF que pode afastar o presidente da Câmara.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Congresso | 16:44

Grupo anti-Cunha lamenta ausência do DEM em visita à PGR

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Os deputados críticos do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sentiram, nesta quarta-feira (25), a ausência de parlamentares do DEM entre o grupo que foi à Procuradoria Geral da República (PGR) para pedir o afastamento de Cunha do cargo.

Para alguns parlamentares de legendas ditas “independentes”, a ausência pode ser um sinal de que Cunha tenha conseguido reverter em parte a hostilidade contra ele no campo da oposição.

O grupo, formado inicialmente por 35 parlamentares de nove partidos, liderados pela Rede e pelo PSOL, havia conseguido o apoio do PSDB e do DEM, que lideraram as tentativas de obstrução das votações na Câmara, devido as manobras de Cunha para postergar o início do processo contra ele  no Conselho de Ética da Casa.

O movimento de obstrução uniu além do PSDB e do DEM, legendas como PPS, Rede, PSOL e PSB, que chegaram a anunciar uma ação conjunta contra Cunha na Câmara, com o objetivo de municiar o procurador Rodrigo Janot para que ele peça ao Supremo Tribunal Federal (STF) a saída do cargo.

O grupo foi recebido pelo chefe de gabinete de Janot, Eduardo Pelella.

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Política | 12:05

Deputados pedirão a Janot afastamento de Cunha da Presidência da Câmara

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O grupo de deputados de oposição ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se reunirá com o procurador geral da República, Rodrigo Janot, na tarde desta quarta-feira (25), para pedir que ele dê andamento ao pedido de afastamento de Cunha do cargo.

O argumento  a ser apresentado ao procurador é de que Cunha precisa ser afastado devido às suas manobras para impedir o trabalho do Conselho de Ética da Câmara, que pretende investigar e julgar o processo por quebra de decoro parlamentar de Cunha.

A representação já tem parecer favorável do relator, Fausto Pinato (PRB-SP), que tenta sua aprovação no colegiado há duas semanas. Cunha e aliados têm se valido de manobras regimentais para impedir a votação.Outro pedido de afastamento de Cunha do cargo já foi feito ao procurador  pelo deputado Sílvio Costa (PSC-PE).

A reunião estava marcada para terça-feira, no entanto, foi adiada a pedido dos deputados. O procurador receberá os deputados às 15 horas.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015 Congresso | 14:07

Confusão de vozes arranca gargalhadas em sabatina de Janot

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Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Randolfe Rodrigues (Foto: Divulgação)

Ao confundir a voz aguda do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com a da senadora Vanessa Grazziotin, (PCdoB-PA), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, José Maranhão (PMDB-PB), foi responsável por um raro momento de descontração na sabatina do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nesta quarta-feira (26).

Randolfe pediu para falar logo após a longa fala do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL). Prontamente, Maranhão concendeu a palavra: “Com a palavra a senadora Vanessa Grazziontin”.

“Não, presidente, sou eu”, corrigiu Randolfe, arrancando gargalhadas entre os presentes.

 

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

O amapaense teve jogo de cintura e esbanjou gentileza, ao receber o pedido de desculpas do presidente da comissão.

“Presidente, não me insulta a confusão com a senadora Vanessa até porque, meu timbre de voz é muito parecido com o da senadora”, disse Randolfe.

 

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Partidos, Política | 18:26

Para Sílvio Costa, só pressão popular tira Cunha da Presidência da Câmara

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) tem sido uma das vozes mais contestadoras da atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desde a posse de parlamentar no cargo. Após a denúncia, apresentada pelo procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), Costa se mostrou cético em relação a cassação do mandato de Cunha. O deputado disse não acreditar que pedidos de cassação prosperem na Câmara já que as instâncias de poder na Casa são controladas hoje pelo presidente.

“Isto que sestá acontecendo aqui não é nenhuma novidade, todo mudo sabia que ele ia ser denunciado . Sabiam dessas informações desde as eleições da Câmara”, disse o deputado.

“Se a gente colocar no Conselho de Ética, ele (Cunha) tem maioria. Se a gente colocar na Corregedoria, ele também tem maioria”, observou.

“Acho que a gente tem que começar um movimento de fora para dentro. A opinião pública tem que participar e dizer a ele que ele tem que sair.”

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Partidos, Política | 20:12

Deputados esperam informações sobre contas de Cunha no exterior

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A expectativa do grupo de deputados críticos ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é de que a denúncia que deverá ser apresentada nas próximas horas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, traga mais elementos, além das acusações de recebimento de propina no esquema investigado pela Operação Lava Jato.

A aposta dos deputados é de que Janot detalhe a acusação de lavagem de dinheiro relatando as supostas operações de Cunha em contas no exterior usando nomes de pessoas próximas.

A reunião desta quarta-feira, chamada pelo PSOL da Câmara, contou com a presença de cerca de 15 deputados de vários partidos, como PPS, PT, PSDB, PSB e do PSC.

A ideia é esperar a acusação formal e oferecer imediatamente um pedido de afastamento de Cunha da presidência da Casa.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que disputou a presidência da Casa com Cunha participou da reunião e conversou com a coluna. Acompanhe:

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Política | 15:59

“Eu não acho nada”, diz Cunha sobre eleição de Janot

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se esquivou de comentar a vitória do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na eleição da lista tríplice do Ministério Público Federal (MPF).

Internamente, a vitória, com 81% dos votos, foi considerada uma aprovação em relação a forma que o procurador tem conduzido as investigações da Operação Lava Jato.

Janot ficou em primeiro lugar, com 799 votos, e deverá ser indicado pela presidente Dilma Rousseff para permanecer no cargo. A recondução, no entanto, terá também que passar pelo aval do Senado.

“Eu não acho nada”, respondeu Cunha, irritado diante do questionamento.

Cunha é um dos políticos investigados pela Lava Jato e acusa o procurador de ter com ele uma “querela”.

O presidente da Câmara ainda insinuou que Janot teria obrigado o delator Júlio Camargo a mentir em seu depoimento com o objetivo de constranger o Legislativo.

Na lava Jato, Cunha é investigado devido a suspeita de ter achacado empresas em contratos com a Petrobras. De acordo com o depoimento de Júlio Camargo, prestado dentro do acordo de delação premiada, o presidente da Câmara teria levado US 5 milhões em propina.

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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Congresso | 19:44

‘Janot está forçando a barra’, diz Eduardo Cunha

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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu as declarações do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que as investigações da Operação Lava Jato seriam “absolutamente impessoais”.

De acordo com Cunha, a impessoalidade adotada em relação a outros citados nas delações premiadas – em especial o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS) – não foi aplicada em seu caso. “O que está havendo aqui é o procurador forçando a barra e, mesmo que eu fosse o autor e tivesse assinado o requerimento, não teria nada a ver com o processo investigatório”, afirma o peemedebista.

“O que ele fez foi criar um constrangimento para mim e para o Poder Legislativo. Foi uma afronta à Câmara dos Deputados”, critica Cunha, “ele escolheu a mim para investigar e não adianta ele, com a palavra, dizer que o Ministério Público é impessoal”.

Cunha desconversou, no entanto, ao comentar a proposta que impediria a recondução do procurador-geral da República a seu cargo: “Propostas assim tem 200 na Casa, cada um que apresente a sua e vote”.

Assista:

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terça-feira, 3 de março de 2015 Justiça | 10:30

‘Pessoal deveria estar preocupado com lista do HSBC’, diz Gim Argello

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Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Sem conseguir se reeleger ao Senado, o petebista Gim Argello (DF) tem acompanhado de perto os desdobramentos da Operação Lava Jato e aguarda, ansioso, a divulgação da lista de indiciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O ex-senador tem dito, entretanto, que preocupante mesmo serão as revelações do caso HSBC. “Na verdade, tem duas listas. Por enquanto, tá todo mundo falando nessa que o Janot vai divulgar, da Petrobras. Mas, se eu te perguntar, você sabe me dizer os 20 nomes. Agora, o pessoal devia tar preocupado é com essa lista do HSBC. Aí, é outro nível de esquema”, diz Gim.

O banco é acusado de ajudar clientes a esconderem recursos de origem ilícita e a sonegar impostos. O envolvimento de correntistas brasileiros será investigado pela Polícia Federal, além de alvo de uma CPI no Senado Federal.

Leia também: Lista do HSBC na Suíça revela empresas da Lava Jato em paraísos fiscais

O esquema de propinas na Petrobras, porém, já chegou no PTB. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) seria um dos beneficiados, tendo recebido R$ 3 milhões. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o partido tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

 

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Governo | 06:00

À espera de lista sem denúncias, Planalto torce por alívio na Lava Jato

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

À espera da divulgação da lista de políticos envolvidos no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, o Palácio do Planalto torce por um alívio nas pressões provocadas pelas denúncias de corrupção na Petrobras. O governo entende que, ao divulgar a relação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai retirar parte do peso que hoje recai sobre a presidente Dilma Rousseff.

Como a expectativa é de que seja anunciada apenas a abertura de inquérito, sem o oferecimento de denúncia contra políticos, o Planalto também espera que integrantes da base e oposição sejam afetados, distribuindo o desgaste para todos os lados.

Uma vez divulgada a lista, o governo também pretende retomar parte das negociações para a formação da Esplanada e do segundo escalão. Boa parte das indicações que estão presas na gaveta até agora devem voltar para a mesa do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

 

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