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Posts com a Tag Rose de Freitas

terça-feira, 8 de julho de 2014 Eleições | 12:54

Aécio almoçará moqueca capixaba em campanha pelo Espírito Santo

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O candidato ao governo do Espírito Santo Paulo Hartung (PMDB) e o presidenciável Aécio Neves (PSDB). (Foto: Agência Congresso)

O candidato ao governo do Espírito Santo Paulo Hartung (PMDB) e o presidenciável Aécio Neves (PSDB). (Foto: Agência Congresso)

Após a rápida visita de Dilma ao Espírito Santo, na próxima quinta-feira será a vez do presidenciável Aécio Neves (PSDB) fazer um corpo a corpo com as lideranças políticas locais e fortalecer o palanque tucano.

Leia mais: “Temos de nos reaproximar do PSB”, defende petista capixaba

Aécio almoçará uma tradicional moqueca capixaba, no restaurante São Pedro, na Praia do Suá, na companhia do ex-governador e candidato capixaba ao governo, Paulo Hartung (PMDB), seu vice, o deputado federal Cesar Colnago (PSDB), e a candidata ao Senado, Rose de Freitas (PMDB), entre outras lideranças do DEM, PROS e Solidariedade.

O almoço será após o lançamento dos eixos temáticos da campanha de Hartung, que contará com discurso de Aécio.

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terça-feira, 1 de abril de 2014 Congresso | 08:00

Relatora vai propor fim do fator previdenciário

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A deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), relatora do Projeto de Lei 3.299/08, que tenta acabar com o fim do fator previdenciário, vai defender no seu relatório a extinção desse pré-requisito para efeitos de aposentadoria.

Dessa forma, se o projeto for aprovado, o salário da aposentadoria voltaria a ser calculado de acordo com a média aritmética simples dos últimos 36 salários de contribuição.

O fator previdenciário foi implemetado em 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC) e a extinção dele tem sido uma luta de centrais sindicais e de representantes trabalhistas.

Apesar de Rose estar com o relatório pronto, ainda não há data para que o PL 3.299/08 entre na pauta de votação da Câmara.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 Congresso | 15:24

Júlio Delgado canta ‘Esse cara sou eu’ para Rose de Freitas

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Os deputados Júlio Delgado (PSB-MG) e Rose de Freitas (PMDB-ES) saíram derrotados da eleição para a presidência da Câmara nesta segunda-feira, mas guardarão boas memórias de sua campanha em oposição ao agora eleito Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Rose de Freitas: ‘Mau uso do recurso público tem que ter consequências’

Júlio Delgado:  ‘Não sou o Severino Cavalcanti da disputa’

Uma dessas cenas foi flagrada pela reportagem do iG, durante a gravação de uma entrevista com Rose, veiculada no último sábado. Delgado e Rose estavam reunidos para discutir a eleição logo antes da data e horário marcados pela deputada para receber a equipe do iG. Entre uma brincadeira e outra sobre a eleição na Câmara, o deputado do PSB até se arriscou na cantoria e interpretou Roberto Carlos para a colega.

Assista:

*Com imagens de Alan Sampaio, iG Brasília

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 Congresso | 17:30

Rose de Freitas quer ser primeira a registrar candidatura à presidência da Câmara

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Rose de Freitas (PMDB-ES) não quer saber de perder tempo. A deputada pretende ser a primeira a registrar na tarde desta sexta-feira oficialmente sua candidatura à presidência da Câmara dos Deputados.

Relembre: Deputada do PMDB promete candidatura alternativa ao comando da Câmara

Ela passou a manhã em reuniões individuais com parlamentares e dedicará o fim de semana a pedir votos aos colegas deputados. Ela tem dito a aliados que pelos apoios que vem recebendo, acredita na realização de segundo turno na eleição na Casa, marcada para esta segunda-feira.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Congresso | 09:00

Cobrando a fatura

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Apontado como favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) está usando uma arma infalível para atrapalhar as pretensões do concorrente Júlio Delgado, do PSB.

Em setembro do ano passado ele ignorou o correligionário, Átila Lins (AM), e apoiou a indicação da então deputada Ana Arraes para a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União.

Com o apoio do líder do PMDB, a mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, venceu a disputa, deixando para trás inclusive um adversário de peso, o hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PC do B-SP).

Alves agora está cobrando a fatura.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 Congresso | 20:02

Deputada lança candidatura e desafia líder

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A deputada Rose de Freitas (PMDB) aproveitou o vazio do recesso e usou a estrutura da TV Câmara para lançar oficialmente, numa sessão extraordinária transmitida ao vivo, sua candidatura a presidência da Câmara nesta sexta-feira.

Em tom de fustigação ao correligionário Henrique Eduardo Alves (RN), o favorito cacifado pelas cúpulas do Congresso e do Palácio do Planalto, apostou na insatisfação.

Disse que não tem nada contra Alves apenas para lembrar que foi ela que o lançou como líder do PMDB na Câmara para o “eterno” mandato de sete anos ainda em vigor.

E pontuou as promessas assumidas e não cumpridas pelo líder: as reformas política e tributária e mudanças na estrutura de funcionamento da Casa.

De quebra, como cereja de sua plataforma, tocou no assunto que Alves mais tem evitado para não perder votos: o desgaste do legislativo diante das sucessivas interferências dos outros dois poderes.

Disse que a predominante insatisfação do plenário estimula a sensação de angústia, ineficiência e vazio, enquanto o legislativo “rasteja” diante da liberação de emendas, os deputados são monitorados (pelo governo) e o orçamento se transforma em balcão de negócios.

Lembrou que um dos sintomas do esvaziamento da atividade legislativa é ausência de interlocutores diante da crise institucional.

A Câmara, segundo ela, ficou à margem dos debates jurídicos que resultaram na cassação dos mandatos dos deputados condenados no mensalão.

“Quem denigre a imagem da Casa não é a imprensa, somos nós”, reconhece a deputada de seis mandatos. É um discurso dirigido ao mesmo baixo clero que elegeu Severino Cavalcanti.

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Sem categoria | 19:55

A salvação dos royalties

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O tempo agora conspira a favor das bancadas do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Animados com a liminar do ministro Luiz Fux, os deputados e senadores dos estados produtores montarão um esquema especial de vigilância para que cada veto seja analisado em separado, cumprindo rigorosamente o rito.

Como o tempo gasto para análise e votação de cada uma das matérias não ficará por menos de duas horas, a derrubada do veto dos royalties, o último dos 3.060, só ocorreria numa sessão em setembro do ano que vem.

Isso se o Congresso realizar sessão todos os dias e mantiver o plenário funcionando sem interrupção até a conclusão de todas as votações.

Se tiver que seguir o ritmo normal de cada veto, que são 30 dias até a definição, a conclusão só seria possível depois de cumpridos os prazos dos contratos de distribuição dos royalties em vigor.

“Estou feliz. Mas vamos permanecer vigiando”, diz o deputado Alessandro Molon.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Congresso | 22:15

Apreciação do veto dos royalties fica para 2013

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A presidente Dilma Rousseff (PT) pediu e foi atendida: as sessões do Congresso para derrubar o veto ao projeto do royalties do petróleo só devem começar depois do recesso parlamentar, ou seja, no início de fevereiro, já com as novas Mesas da Câmara e do Senado.

A quarta-feira foi mais um dia de confusão no Congresso, mas acabou prevalecendo a determinação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, de obedecer a cronologia de análise e votação dos 3.060 vetos acumulados na fila.

Depois de abrir a sessão, a primeira vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), suspendeu novamente, para reabri-la no início da noite, quando boa parte dos deputados e senadores já havia deixado Brasília em direção às bases.

Ela chegou a conclusão que, para esvaziar a pauta dos vetos, seria necessário virar o ano, comendo e dormindo no plenário e, assim mesmo, correndo o risco de produzir uma confusão generalizada no país em função da polêmica que ronda muitas matérias.

Rose sinalizou que falta de tempo para analisar cada um dos vetos, poderia gerar resultados catastróficos.

— Há risco para tudo. Seria um tiro no escuro, uma balbúrdia – disse a deputada.

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Congresso | 11:00

Henrique Eduardo Alves fará giro pelo Brasil em busca de apoio contra correligionária

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A atuação da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) na condução da sessão que aprovou a urgência para a votação do veto à distribuição de royalties ascendeu a luz amarela na campanha do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), à Presidência da Casa.

A avaliação interna é de que Rose perdeu votos em seu estado, mas se cacifou na disputa para a Presidência da Casa, agradando a maioria dos deputados que são de estados não produtores.

Diante da sensação de crescimento do nome de Rose, após a sessão, principalmente entre os deputados do chamado “baixo clero”, o líder do PMDB decidiu viajar a todos os estados no mês de janeiro.

Ele não terá recesso. O líder vai almoçar em um estado e jantar em outro.

A ideia é visitar todos os estados em pelo menos quatro viagens no fim de semana, fazendo reuniões políticas em busca de apoio.

Alves é o candidato do acordo entre PT e PMDB, firmado com apoio da presidenta Dilma Rousseff.

Esse acordo garante ao PMDB a presidência das duas casas no próximo ano.

Já Rose lançou sua própria candidatura sem apoio da cúpula do partido.

Na semana passada, ela foi acusada pela bancada do Espírito Santo de ter traído o interesse dos capixabas na questão dos royalties ao não suspender a tumultuada sessão.

Antes da atuação de Rose na tumultuada sessão dos royalties, uma pesquisa feita pelo também candidato Júlio Delgado (PSB-MG) ouviu 401 deputados e apontou Henrique Eduardo Alves em primeiro lugar com 160 votos.

Segundo esse levantamento, Delgado ficou em segundo, com 90 votos, e Rose em terceiro, com 70 votos.

Os que ainda não haviam decidido somavam 81 votos.

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Congresso | 09:00

“Decisão do Supremo Tribunal Federal tem de ser cumprida”, diz deputada do PMDB

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Candidata a presidência da Câmara dos Deputados em oposição ao líder de seu partido, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – o favorito na disputa – a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) já definiu um dos itens da plataforma para a campanha que ganhará força em janeiro.

— A decisão do Supremo Tribunal Federal tem de ser cumprida. Depois vamos ver onde falhamos – diz a deputada, destoando do discurso bélico do atual presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS) e do silêncio de Alves sobre o tema.

Ela afirma que a cassação é uma prerrogativa da Câmara, mas pondera que, diante da decisão, não há mais o que fazer a não ser encontrar uma saída política que supere a crise.

— A crise institucional existe, está instalada. Não é só um impasse – afirma.

Rose observa que o STF está legislando no vácuo de poder e reconhece que a decisão que retirou a prerrogativa é desgastante para a Câmara.

Para a deputada, a Câmara deveria ter tomado providências antes que o STF o tivesse feito.

— Temos de cortar na própria carne – reclama.

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